PICICA: Começou às 14h00, em Ipanema, em frente do Coqueirão, a concentração para a Marcha da Maconha na Cidade Maravilhosa. São 7.000 anos de uso e proibição drogas no planeta Terra. O uso de substâncias que alteram a consciência ou aliviam a dor está devidamente registrada na história da humanidade. A Bíblia não me desmente. Em 350 a.C, em Provérbios - 31:6-7 - tá escrito: "Dá aos que estão aflitos um licor forte, e vinho aos que estão em amargura de coração; para que eles bebam e se esqueçam da sua pobreza, e não se lembrem mais da sua dor". Já na nossa era, em 250, nos Salmos - 104: 14-15, diz as Sagradas Escrituras: "...ele (o homem) pode fazer nascer alimento da terra, e vinho para alegrar o coração do homem". Voltando no tempo, em 2737 a.C, um Tratado chinês recomenda Cannabis contra dores reumáticas, menstruais e outros males. Neste secúlo XXI, a ciência descobriu que há no cérebro um receptor para a Cannabis. O Criador do universo certamente não estava inventando uma marmota. Marmota foi o FHC ter declarado, em 1976, que tinha fumado um dirijo sem tragar. Naquele ano saiu a lei 6.368 sobre drogas no Brasi: traficante era punido com 3 a 15 anos de reclusão, e usuário, de 6 meses a 2 anos de prisão. Foi só em 1996, que dona Ruth Cardoso, mulher do presidente brasileiro, no Programa Livre, de Sérgio Groissman, no SBT, deu a volta por cima afirmando-se favorável à descriminalização da maconha. (Informação contidas no livro "se liga! - o livro das drogas", de Myltainho Severiano da Silva). Em 2011, o STF deu uma coça no fantasma da "apologia das drogas", invocado pela caretice nacional toda vez que se tentava por na pauta do debate público a questão do custo social da criminalização da droga. É hora de legalizar a maconha e por fim à rentabilidade do tráfico e de quem com ele ganha dinheiro. Chi! A lista é grande. Em tempo: Fonte da informação sobre a Marcha: Marcha da Maconha Nacional-RJ.
PICICA - Blog do Rogelio Casado - "Uma palavra pode ter seu sentido e seu contrário, a língua não cessa de decidir de outra forma" (Charles Melman) PICICA - meninote, fedelho (Ceará). Coisa insignificante. Pessoa muito baixa; aquele que mete o bedelho onde não deve (Norte). Azar (dicionário do matuto). Alto lá! Para este blogueiro, na esteira de Melman, o piciqueiro é também aquele que usa o discurso como forma de resistência da vida.
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