dezembro 08, 2010

Wikileaks: O 1º preso político global da internet e a Intifada eletrônica, por Idelber Avelar

PICICA: "Wikileaks é um relato de inédita hibridez, para o qual ainda não há gênero. (...) Kafka e Orwell, tão diferentes entre si, talvez sejam os dois melhores modelos literários para entender o Wikileaks."

O controverso site WikiLeaks coleta e publica vídeos e documentos altamente sigilosos. O seu fundador Julian Assange, que já foi chamado para interrogatório pelas autoridades dos EUA, conversa com Chris Anderson do TED, sobre como o site funciona, o que ele já realizou -- e o que o motiva. A entrevista incluí uma filmagem explícita de um recente ataque aéreo norte-americano em Bagdá.
Translated into Portuguese (Brazil) by Daniel Sollero
Reviewed by Durval Castro
* * *

Wikileaks: O 1º preso político global da internet e a Intifada eletrônica

Julian Assange é o primeiro geek caçado globalmente: pela superpotência militar, por seus estados satélite e pelas principais polícias do mundo. É um australiano cuja atividade na internet catupultou-o de volta à vida real com outra cidadania, a de uma espécie de palestino sem passaporte ou entrada em nenhum lugar. Ele não é o primeiro a ser caçado pelo poder por suas atividades na rede, mas é o primeiro a sofrê-lo de um jeito tentacular, planetário e inescapável. Enquanto que os blogueiros censurados do Irã seriam recebidos como heróis nos EUA para o inevitável espetáculo de propaganda, Assange teve todos os seus direitos mais elementares suspensos globalmente, de tal forma que tornou-se o sujeito mundialmente inospedável, o primeiro, salvo engano, a experimentar essa condição só por ter feito algo na internet. Acrescenta mais ironia, note-se, o fato de que ele fez o mais simples que se pode fazer na rede: publicar arquivos .txt, palavras, puro texto, telegramas que ele não obteve, lembremos, de forma ilegal.

Assange é o criminoso sem crime. Ao longo dos dias que antecederam sua entrega à polícia britânica, os aparatos estatal-político-militar-jurídico dos EUA e estados satélite batiam cabeças, procurando algo de que Assange pudesse ser acusado. Se os telegramas foram vazados por outrem, se tudo o que faz o Wikileaks é publicar, se está garantido o sigilo da fonte e se os documentos são de evidente interesse público, a única punição passível, por traição, espionagem ou coisa mais leve que fosse, caberia exclusivamente a quem vazou. O Wikileaks só publica. Ele se apropria do que a digitalização torna possível, a reprodutibilidade infinita dos arquivos, e do que a internet torna possível, a circulação global da hospedagem dessas reproduções. Atuando de forma estritamente legal, ele testa o limite da liberdade de expressão da democracia moderna com a publicação de segredos desconfortáveis para o poder. Nesse teste, os EUA (Departamento de Estado, Justiça, Democratas, Republicanos, grande mídia, senso comum) deixaram claro: não se aplica a Primeira Emenda, liberdade de expressão ou coisa que o valha. Uniram-se todos, como em 2003 contra as “armas de destruição em massa” do Iraque. Foi cerco e caça geral a Assange, implacável.

Leia mais em O Biscoito Fino e a Massa

Intelectuales respaldan a Assange

Julian Assange - imagem postada em csmonitor.com

Aumentar tamaño del texto Disminuir tamaño del texto Partir el texto en columnas Ver como pdf 08-12-2010

Intelectuales australianos, secundados por Chomsky, respaldan a Assange

Agencias

El renombrado intelectual estadounidense Noam Chomsky se unió a la petición de periodistas, abogados y escritores australianos para que la primera ministra de Australia exprese "un apoyo firme" al fundador del portal WikiLeaks, Julian Assange, de nacionalidad australiana.
La "retórica cada vez más violenta" contra Julian Assange genera "graves preocupaciones" por la seguridad del fundador de WikiLeaks, dice la carta dirigida a la jefa del gobierno australiano, Julia Gillard.

"Le pedimos condenar, en nombre del gobierno australiano, los llamados a atacar físicamente a Assange y a decir públicamente que usted asegurará que Assange reciba las protecciones a las que tiene derecho" aunque las amenazas vengan de individuos o estados, señala la carta publicada en la página web de la televisión australiana ABC.

La carta fue escrita por el profesor Jeff Sparrow, de la universidad de Victoria, y por Lizzie O'Shea, abogada especializada en los Derechos Humanos.

Según Jeff Sparrow, se enviaron algunas invitaciones para firmar el documento, y rápidamente muchos firmantes se unieron.
El equipo fue contactado por Noam Chomsky, lingüista y profesor en la universidad del MIT (Massachusetts Institute of Technology).

"Chomsky se puso en contacto con nosotros porque creo que alguien le pasó la carta", declaró a la AFP Sparrow.

"Creo que la impresión de que Assange es tratado de forma injusta no se limita a Australia", añadió.

Entre los firmantes figuran el senador del partido verde Bob Brown y varios escritores australianos, como Raimond Gaita, Christos Tsiolkas y Helen Garner.

Según la carta, una declaración de la parte la primera ministra "no tendría que crear controversia. Es un simple compromiso a favor de los principios democráticos y de la ley".

"Si no hacemos nada para evitar estas incitaciones a la violencia contra Assange, un precedente perturbados se habrá establecido en el mundo anglófono", destaca el texto.

A finales de noviembre, el gobierno australiano declaró, a través del fiscal general Robert McClelland, que apoyaría a Washington en caso de acción judicial contra WikiLeaks.

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Fuente: Rebelión

Buscador para textos de WikiLeaks

PICICA: El primer motor de búsquedas para WikiLeaks llamado ‘Cablesearch’ permitirá el fácil acceso a los documentos hasta ahora publicados por la organización. En tiempo: hemos leído y recomendamos el artigo: "Por qué Wikileaks es bueno para la democracia"
RTAmerica | 5 de abril de 2010 | pessoas gostam, 253 pessoas não gostam
This Wikileaks footage shows Reuters journalist Namir Noor-Elden and her driver Saeed Chmagh being shot at by the Apache. The attack occurred in a public square in Baghdad and they were assumed to be militants. After the initial shooting, a minivan full of adults and children drove into the square and were fired upon as well. The US military listed the adults as militants and claimed they did not know how the deaths occurred.

***
Aumentar tamaño del texto Disminuir tamaño del texto Partir el texto en columnas Ver como pdf 08-12-2010

Ya está disponible el primer buscador para textos de WikiLeaks

Rdio Biobio


Gracias a la iniciativa del Centro Europeo de Investigación, los cibernautas cuentan con el primer motor de búsquedas para WikiLeaks llamado ‘Cablesearch’, el cual permitirá el fácil acceso a los documentos hasta ahora publicados por la organización.


Esta herramienta, realizada con la finalidad de que periodistas y otros interesados obtengan con rapidez y de forma organizada los documentos, permite localizar palabras concretas en los 983 informes que están disponibles e incluso eliminar términos en la búsqueda de resultados.


Asimismo, da una oportunidad a los internautas de buscar en los titulares o en la totalidad de los textos.


Lo destacable, sin embargo, es que Cablesearch no está vinculado a WikiLeaks, de modo que las personas sí pueden realizar donaciones a través de PayPal o MasterCard; servicios que ya fueron vetados para la organización de Julian Assange por las propias compañías.


Pero eso no es todo, ya que de acuerdo a ABC el buscador también dispone de una sección de noticias, en donde se pueden encontrar las últimas informaciones de diversos medios de comunicación relacionadas con WikiLeaks.


¿Te gustaría buscar algunos textos en Cablesearch? Sólo debes visitar esta página web y escribir los términos de tu interés.


 http://www.radiobiobio.cl/2010/12/07/ya-esta-disponible-el-primer-buscador-para-textos-de-wikileaks/


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Fonte: Rebelión

dezembro 07, 2010

[Boletim Diplo] Outras Palavras - Boletim 24 - 6/12/2010

PICICA: "Numa entrevista em vídeo, os criadores do site que o jornal da família Frias conseguiu censurar questionam: quem tem moral para falar em "liberdade de expressão"?"
bibliotecadiplô e OUTRASPALAVRAS

Boletim de atualização de Outras Palavras e Biblioteca Diplô - Nº 24 - 6/12/2010


Mobilizações estudantis na Itália e Inglaterra relembram 1968, combatem cortes de direitos sociais e abalam governos que os adotam. Berlusconi pode cair dia 14. Por Antonio Martins

O que revelam os novos estudos sobre aquecimento global. Por que a conferência da ONU hesita em enfrentar o problema. Por Stephen Leahy, da Agência IPS-Envolverde

Dois cientistas chineses propõem mecanismo para enfrentar aquecimento global assegurando vida digna para todos e combatendo suntuosidade e desperdício. Por Ricardo Abramovay

Muito longe do equilíbrioComo nos anos 1970, os EUA respondem à crise com guerra e manipulação do dólar. Mas não se resistirá com propostas ingênuas. Por José Luís Fiori

Uma revolução começou. E será digitalizada
O que ocorrer com o direito à informação definirá a democracia no próximo século. Por isso o Wikileaks é importante. Por Heether Brooke, do The Guardian

O grande desafio é encontrar fórmulas para remunerar e oferecer vida digna a jornalistas capazes e dispostos a ser independentes. Porque ninguém escapa da ditadura das contas. Por Tadeu Breda, no site Latitude Sul

Por uma utopia possível: invocar Paulo Freire e Michel Foucault para superar o autoritarismo e o clientelismo que persistem na sociedade brasileira. Por Marilza de Melo Foucher

Nesses tempos de guerra e cantoria, mudou a racionalidade, mudaram as ações e legitimidades. Bíblia muda pra lei, chicote muda pra algemas. Mas a África continua a encher nossas almas. Por Hugo Fanton, no site Latitude Sul

Numa entrevista em vídeo, os criadores do site que o jornal da família Frias conseguiu censurar questionam: quem tem moral para falar em "liberdade de expressão"?

Que priorizar: ações como as do Morro do Alemão? Programas de distribuição de renda? Ambos, de modo coordenado? A legalização das drogas? Responda e opine.

Educar para um novo poder, por Marilza de Melo Foucher

PICICA: "O abuso de uso da máquina pública faliu o Estado Brasileiro. Há muitos anos, tenta-se restaurar um verdadeiro Estado democrático e cidadão. Este é ainda o maior desafio para a República Brasileira."

Educar para um novo poder


Por Marilza de Melo Foucher

O poder existe desde que o planeta Terra foi habitado. E é exercido em todos os tipos de organização social, em toda a relação humana. Não existe sociedade sem poder, mesmo nas formas que a antropologia política chama de primitivas. As relações de poder nascem naturalmente dentro de toda sociedade. O poder político vai surgir de modo universal com o nascimento do Estado, e ele terá a responsabilidade de definir as regras sociais que estabelecem as relações entre os concidadãos. Ele repousa na vontade de organizar, proteger e assegurar a vida em sociedade. Anteriormente, o poder pertencia exclusivamente a alguns homens. Com o Estado, nascem as instituições e os regimes políticos modernos que, por princípio, foram criados para por fim ao sistema de poder pessoal.

O poder é uma palavra completamente rebelde para se definir, ela pode se apresentar como um nome comum que se esconde atrás de um nome próprio PODER. O Poder designa uma capacidade de agir direta e indiretamente sobre as coisas ou sobre as pessoas, sobre objetos, sobre as vontades. O Poder de ter a capacidade de fazer alguma coisa, o Poder de como fazer. O filósofo e psicólogo francês Michel Paul Focault, foi quem melhor analisou como os mecanismos de poder operam na sociedade. Sua reflexão sobre o poder vai muito mais além da esfera publica e política, ele aprofunda a discussão sobre o poder em outros âmbitos da vida social, seja na família, na vida de um casal, na relação com os companheiros (as), nos distintos espaços da vida como no trabalho, no partido político, numa organização social, enfim em qualquer espaço de interação sócio-individual. Para resumir, segundo Foucault o poder estar na base de todas as nossas práticas sociais.

O poder não é algo que possuímos, é uma relação entre duas ou mais pessoas. Logo que as relações se estabelecem – por exemplo, entre dois pareceiros – as forças de que cada um dispõe geram um campo de poder, que pode ser exercido por meio do enfrentamento ou do diálogo, criando-se uma correlação de forças. O poder está presente numa multitude de relações microsociais e jamais será exercido sem resistência. Mas o poder obedece também a regras sociais, umas são institucionais outras sócio-culturais e por vezes interiorizadas pelos indivíduos. Daí certos comportamentos podem ser adotados espontaneamente pela sociedade que passa a julgar normal, por exemplo, certo abuso do poder. O Brasil está cheio de exemplos!

O poder político no Brasil

A sociedade brasileira já foi caracterizada como uma estrutura autoritária de poder. Durante séculos, os governantes bloquearam a participação e criação de direitos. A burocracia brasileira nunca foi uma forma de organização no sentido de agilizar o funcionamento da maquina estatal. Ao contrário, ela instala uma forma de poder altamente hierarquizado. Tal como uma cadeia de comando, quem está no nível superior detém os conhecimentos – que devem permanecer ocultos para seus subordinados, que também têm seus subalternos. Privados de conhecimentos, eles não inovam e nem fazem uso de criatividade, tendo em vista que foram contratados para obedecer às ordens dos escalões superiores. Assim se caracterizou o poder dos altos funcionários públicos, na lógica de que quem detém o saber detém o poder. Quanto mais ignorante é o povo, mas fácil será de manipulá-lo.

O poder burocrático exercido pela hierarquia é dificilmente assimilado com o poder democratizado, no qual, o cidadão funcionário age em função da igualdade dos direitos e se torna um defensor do bom funcionamento da máquina estatal. Infelizmente, essa concepção de burocracia como forma de poder vai se instalar também em alguns partidos políticos.

O poder na historia política do Brasil vai ser praticado como uma forma de tutela e de favor, sem mediações políticas e sociais. O governante é sempre aquele que detém o poder, o saber sobre a lei e sobre o social, privando os governados dos conhecimentos, criando-se assim uma relação clientelista e de favor.

Essa prática de poder vai contribuir para propagação do vírus da corrupção em todos os níveis de poder. Infelizmente, no imaginário popular o poder político vai ser assimilado como sinônimo de corrupção. O abuso de uso da máquina pública faliu o Estado Brasileiro. Há muitos anos, tenta-se restaurar um verdadeiro Estado democrático e cidadão. Este é ainda o maior desafio para a República Brasileira.

Relação de poder

A questão é de saber o que queremos fazer com o poder que cada um de nós pode exercer sobre o outro(a). Como cada um de nós se relaciona com o poder. Hoje, já existem vários estudos sobre como aprofundar o sistema democrático no Brasil. Entretanto, não se analisa como o poder é distribuído na sociedade. As desigualdades sociais expressam também desigualdades de poder.

Conquistamos cidadania civil (direito de votar), mas a cidadania política ainda é restrita. Se ampliarmos os espaços para exercer nossa cidadania, estaremos contribuindo para a emergência de uma sociedade civil mais organizada e combativa. Com isto, teríamos a capacidade de um maior controle social sobre o Estado. Este poder dos cidadãos organizados e legitimamente representados na esfera publica pode ser fértil para o fortalecimento da democracia e quem sabe pode nos educar para mudar nossa relação com o poder e para o seu exercício. Eleger alguém quer dizer exercer um poder de escolher os ocupantes temporários do governo. Entretanto, não devemos esquecer que a democracia é fundada na noção dos direitos entre governados e governantes. Daí a exigência de vigilância do poder político.

O papel preponderante da educação

Vale relembrar o que o filósofo e psicólogo Foucault dizia: “Todo lugar de exercício do poder é ao mesmo tempo um lugar de formação do saber”. A construção do poder democrático e ético no Brasil é um desafio a ser vencido e deveria ser ensinado como educação cívica nas escolas públicas (do ensino fundamental até o ensino médio), para que desde cedo nossos jovens possam aprender o que é o Poder, qual a função do poder político, quais são as qualidades necessárias para o exercício do poder político. Se não somos educados para lidar com o poder, podemos ser facilmente contaminados pelo vírus da corrupção.

Daí a necessidade de os jovens brasileiros aprenderem o que representa o Estado, essa abstração teórica criada pela inteligência humana. O que é um Bem Público, qual a finalidade dos serviços públicos, e, como cidadão ou cidadã, quais são os deveres e obrigações frente à República e como exigir seus direitos. Apreender que é o Estado e sua relação com a sociedade civil é fundamental para construir um poder político democrático. O cidadão não é um consumidor dos serviços prestados pelo Estado, é um sujeito com direitos e deveres. Como concidadãos, eles devem pagar os impostos corretamente, e devem exigir que o orçamento público oriundo dos impostos possa ser aplicado com critérios e honestidade. Os governantes devem ser cobrados se as metas programadas nos planos não forem cumpridas, tendo em vista as verbas alocadas. A constituição brasileira assegura ao contribuinte-cidadão o direito de exigir transparência dos gastos públicos no plano municipal. “As contas dos municípios ficarão, durante sessenta dias, anualmente à disposição de qualquer contribuinte, para exame e apreciação, o qual poderá questionar-lhes a legitimidade, nos termos da lei”.

Enquanto cidadãos (ãs), devemos guardar a capacidade de nos revoltar, de nos indignar frente ao poder corrompido e às injustiças ligadas ao modo de lidar com o poder. Educar-se para o exercício do poder é uma tarefa prioritária para todos que exercem, na esfera publica ou privada, algum poder. E para o cidadão e cidadã, uma boa formação de educação cívica para entender o poder político e a coisa pública passa a ser urgente e prioritário. Para poder decifrar a realidade em que ele vive, saber exercer seus direitos e cumprir com as obrigações face ao Estado democrático.

A verdadeira revolução é aquela que tem um papel construtivo e educador. As reformas não reformam quando os atores do desenvolvimento não estão preparados ao exercício da cidadania e do poder. Nesse sentido, o futuro governo de Dilma, deveria tirar aprendizado da metodologia de educação popular do saudoso Paulo Freire. A educação popular fornece instrumentos pedagógicos para que seja possível codificar e decodificar a realidade brasileira. A luta contra a exclusão começa quando o excluído vira sujeito-cidadão e acaba participando ativamente no processo coletivo de mudanças.

Fonte: Outras Palavras

Tribunal Popular denuncia violência policial e torturas em presídios

PICICA: "Nesta terça, às 17h, tem coletiva de imprensa com palestrantes convidados para o seminário: Encarceramento em Massa: Símbolo do Estado Penal, promovido pelo Tribunal Popular, que conta com o apoio do CRP SP. Grato. Um abraço."


6 de dezembro de 2010
Coletiva de imprensa
3ª, 7 de dezembro, às 17 horas
Tribunal Popular denuncia violência policial e torturas em presídios
 
 
As recentes ações militares de “pacificação” das periferias do Rio de Janeiro recolocaram o tema da segurança pública em pauta. Acompanhadas por um discurso de manutenção da ordem em detrimento dos direitos humanos, tais ações não estão restritas à capital fluminense, como demonstra a recente operação “saturação” em Paraisópolis, em São Paulo. Situações como essa apontam para uma mudança da política de segurança pública, que fortalece ainda mais a criminalização das periferias e o consequente encarceramento em massa.
 
Amanhã (terça-feira), às 17h, será realizada uma coletiva de imprensa com membros do Tribunal Popular na Sala dos Estudantes Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco. Ali, será distribuído um dossiê com os mais recentes casos de violência policial e de tortura em São Paulo. A coletiva antecede o seminário Encarceramento em Massa: Símbolo do Estado Penal. O evento, na Faculdade de Direito da USP, busca chamar a atenção da sociedade em geral para as práticas sistemáticas de prisão, tortura e morte de jovens - principalmente negros e pobres – no sistema carcerário brasileiro.
 
Quem estará na coletiva: (07/12, às 17h, Faculdade de Direito de USP)
Nilo Batista - fundador do Instituto Carioca de Criminologia, professor de Direito Penal da Universidade Federal do Rio de Janeiro;
Maria Railda dos Santos – Presidente da Associação Amparar, que congrega familiares e amigos de presos e presas do Estado de São Paulo;
Givanildo Silva –  Educador, representante do Tribunal Popular e Fórum de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente;
Douglas Belchior – Coordenador da Uneafro Brasil (União de Núcleos de Pré-Vestibulares para Negros e Classe Trabalhadora)
Carmem Barros – Defensora Pública do Estado de São Paulo, Coordenadora do Núcleo de Questões criminais e penitenciárias.
Heidi Cerneka – Mestre em teologia, membro da Pastoral Carcerária e Intituto Terra, Trabalho e Cidadania (ITTC).
 
 
Dados sobre o assunto
(do Depen, 2010)
 
·         O Brasil possui a 3ª maior população carcerária do mundo,
atrás apenas dos EUA e da China. São 247 presos para cada 100 mil
habitantes;
·         Entre 1995 e 2005, a população carcerária do Brasil saltou de pouco mais de 148 mil presos para 361.402, um crescimento de 143,91% em uma década.
·         Entre dezembro de 2005 e dezembro de 2009, a população carcerária aumentou de 361.402 para 490.000 , um crescimento de 36% em quatro anos;
·         O Brasil tem um déficit de vagas de 194.650;
·         Aproximadamente 20% dos presos brasileiros são portadores do HIV;
·         No Bra­sil, em média, 90% dos ex-detentos acabam retornan­do à prisão;
·          São Paulo possui a maior população carcerária do País: 173.060 mil presos distribuídos entre 134 unidades prisionais do Estado.
 
 
Contatos:
 
Valério – 11 9581-0921
Waltair – 11 9806-4142
Jaime Amparo-Alves (mtb 44924) – 11 6786-5733
Sue – 11 8306-5472 
 
Mais informações: http://tribunalpopular.org



Waltair Martão
Comunicação
                                 Conselho Regional de Psicologia SP                                  
comunicacao@crpsp.org.br
tel.: (11) 3061 9494, ramal 136

Liberdade para Cesare Battisti

PICICA: Para o Lula. Companheiro Presidente, seria um gesto magnânimo seu se Cesare Battisti passasse o Natal com os seus. Afetuosamente, Rogelio Casado.
AntoskaP | 6 de dezembro de 2010 |

Extraits exclusif de "Brésil : le cas Battisti", Arte, 16 05


"Arte Reportage" diffuse samedi 16 mai un sujet sur Cesare Battisti, "Brésil : le cas Battisti".
Un reportage qui fait le point sur la situation de l'Italien, anciennement
réfugié en France, et toujours en attente du statut de réfugié
politique au Brésil. Bientôt sur http://www.rue89.com

Traficantes de sueños: diciembre

PICICA: "La fábrica de la ignorancia. La universidad del "como si" - Suele creerse, y así debería ser, que la universidad es una institución destinada a producir las diferentes clases de saberes, en la que unas personas inteligentes, desinteresadas y dotadas de espíritu crítico desempeñan su labor. La realidad está muy alejada de esta imagen."

NOTICIAS



Abrimos el martes 7 de diciembre.



"La Universidad en conflicto. Capturas y fugas en el mercado global del saber." Edu-Factory y Universidad Nómada (comps.)

Novedad editorial de Traficantes de Sueños

Os anunciamos la publicación de nuestro nuevo libro de la colección Mapas. Durante las últimas dos décadas, la Universidad se ha convertido en el centro de una polémica que trasciende ampliamente el recinto de los campus. Objetivo de reformas que tienden a moldearla según la máquina performativa neoliberal, la institución universitaria ha sido adecuada a las lógicas empresariales, cuarteada y reconstruida según parámetros de coste-beneficio y preparada como fábrica de patentes y conocimientos con valor en el nuevo mercado global del saber.
Más información


Reseña de  "¿Por nuestra salud? La privatización de los servicios sanitarios"
A cargo de Olga Abasolo, responsable del Área de Democracia, Ciudadanía y Diversidad, CIP-Ecosocial aparecida el la revista PAPELES de relaciones ecosociales y cambio global. (Número 111, otoño 2010) Leer...


Reseña del libro "Estudios Postcoloniales. Ensayos fundamentales"
Realizada por Javier Mateo Girón, alumno del Máster en Relaciones Internacionales y Estudios Africanos de la Universidad Autónoma de Madrid. Publicada en la revista Relaciones internacionales. (Número 11, junio 2009)
Leer...


Reseña de "Fin de ciclo. Financiación, territorio y sociedad de propietarios en la onda larga del capitalismo hispano (1959-2010)"
A cargo de Jaime Pastor publicada en el número 112 de la Revista Viento Sur . "En resumen, un material denso pero de fácil lectura, bien documentado y argumentado, muy útil para comprender la historia ya vivida y esforzarnos por construir otro futuro."
Leer...

Traficantes se mueve...

Jornadas Generatech del 3 al 8 de diciembre en Barcelona.
Más información



VIDEOS


Nociones Comunes. Debates filosóficos-feministas para pensar la política. 3º Sesión 29 Noviembre
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Nociones Comunes. Curso postcolonialidad -otoño 2010: Migraciones. 2º Sesión 30 Noviembre
Video



ACTIVIDADES.


"Haití de cerca". Exposición fotográfica de Eva Mánez.

Inauguración sábado 4 de diciembre a las 19.30 Conferencia a cargo de la autora Eva Máñez sobre la situación actual de Haití. La exposición se podrá visitar hasta el 22 de enero de 2011. Antes del terremoto Haití apenas aparecía en los medios, fue entonces: un año después de los huracanes y meses antes del terremoto que quise ir a conocer ese pequeño país con mi cámara.
Más información

Conferencia: Perspectivas críticas sobre el constitucionalismo y el asamblearismo. Presentación del grupo "Propuesta asamblearia".
Viernes 10 de diciembre, 19.00h A lo largo de esta charla expondremos nuestro trabajo de análisis sobre la Constitución de 1978 y, en general, el sistema constitucional acompañado de nuestras reflexiones sobre la organización de una posible sociedad futura basada en la idea del asamblearismo.Todo este material es fruto de las reuniones de nuestro grupo "Propuesta asamblearia", nacido con la intención de funcionar como un foro de debate neutro libre de cualquier tipo de etiqueta o idea preconcebida.
Más información

"Centro Permanente de Poesía Crítica". Último recital del año.
Sábado 11 de diciembre, 19.00h En esta ocasión tan especial participarán Ángel Petisme, José Luis Gómez Toré y Carmen Ruiz Fleta difundiendo la poesía que no cede a la hipnosis. Emisión en directo
Más información



                      

ENSAYO.


El islam como anarquismo místico
Prado, Abdennur
Editorial: Virus

Hay una paradójica convergencia de intereses entre los enemigos del islam y aquellos que quieren ser la autoridad en el islam en estandarizar el hecho musulmán, reducirlo a una sola lectura, a una sola doctrina, haciendo que, en última instancia, la voz y las prácticas de la umma (comunidad de creyentes) dependan de una jerarquía estatal o religiosa.
Ver libro


Contra los tertulianos
Taibo, Carlos Editorial: Catarata

El fenómeno de los tertulianos, los todólogos, ha marcado en los últimos años, tan poderosa como negativamente, la condición del debate político. El autor parte de esta idea para mostrar como la opinión ha sustituido de forma dramática a la información en un escenario de vanidades y juegos vacíos que retrata muchas de las miserias del orden mediático que padecemos.
Ver libro


Coca-Cola. La investigación prohibida
Reymond, William
Editorial: Base

William Reymond nos revela en este libro los misterios de la empresa más famosa del planeta. De los verdaderos orígenes de la bebida a la presencia de cocaína en su composición inicial, de las razones reales del fiasco de la New Coke a los retos políticos de la recompra frustrada de Orangina, de las dificultades para imponerse en Francia a las numerosas genialidades que han llenado su historia, de la guerra de las colas a las estrategias de conquista mundial, Coca-cola, la investigación prohibida desvela los secretos de un verdadero imperio.
Ver libro

La fábrica de la ignorancia. La universidad del "como si"
Bermejo, José Carlos
Editorial: Akal

Suele creerse, y así debería ser, que la universidad es una institución destinada a producir las diferentes clases de saberes, en la que unas personas inteligentes, desinteresadas y dotadas de espíritu crítico desempeñan su labor. La realidad está muy alejada de esta imagen.
Ver libro


Mercaderes de la muerte made in euskadi. La industria militar en Euskal Herria
VV.AA.
Editorial: Zapateneo

Este trabajo es considerado por el colectivo antimilitarista Gazteizkoak como el saldo de una deuda pendiente con el movimiento antimilitarista: la puesta al día de los datos de la industria militar vasca. Por eso a través de las páginas de este libro tenemos oportunidad de conocer la actual realidad de la industria de la muerte made in Euskadi: las empresas que la componen y su localizacion; los subsectores en los que participa; los principales programas en los que toma parte; datos de sus facturaciones y exportaciones; sobre sus principales propietarios e impulsores.
Ver libro

Madres, obreras, amantes... Protagonismo femenino en la historia de América Latina.
Potthast, Barbara
Editorial: Iberoamericana

Evita, Rigoberta Menchú, las Madres de la Plaza de Mayo… ¿Es casualidad que en las últimas décadas, precisamente en el continente considerado machista por antonomasia, tantas mujeres hayan alcanzado reconocimiento? Por otras parte, la lista de mujeres famosas de la época colonial y de los albores republicanos es también abundante: con la Malinche, Sor Juana Inés de la Cruz, Manuela Sáenz… A lo que hay que sumar también a anónimas indias y esclavas, empleadas domésticas, obreras fabriles y madres de familia.
Ver libro


La memoria y el perdón
VALCÁRCEL, Amelia
Editorial: Herder

¿Es posible perdonar? ¿Es lo mismo perdonar que olvidar? ¿Quién puede hacerlo? ¿Sirve para algo?¿Qué tienen que ver justicia y memoria? ¿Es bueno el rencor? Este libro investiga a fondo todas estas cuestiones, su historia y sus marcos de significado. Si el perdón es un tipo de novedad normativa que tiene que ver con la memoria, ésta nunca funciona sin un trasfondo valorativo. Así pues, memoria y perdón son dos caras de una misma moneda aunque cada uno se apoye en valores distintos.
Ver libro

Migración y desarrollo: perspectivas desde el sur.
Stephen Castres y Raúl Delgado Wise (Coords.)
Editoriales: Varias

En el último tramo del siglo pasado y lo que va del presente, la relación entre migración y desarrollo ha sido un tema central del debate académico y político. Si bien la clase política de los países receptores de inmigrantes ha visto a los inmigrantes de los países pobres del sur como un problema para la identidad nacional y la cohesión social, e incluso como una amenaza para la seguridad nacional, en fechas recientes hay una visión más optimista que sostiene que los flujos de remesas y la adquisición de nuevas capacidades por los migrantes pueden reforzar el desarrollo de los países del sur.
Ver libro


Sobre el decrecimiento y otras rendiciones
Iglesia Fernández, Jose
Editorial: Zambra, Libreando, Baladre

Este libro es, fundamentalmente, una crítica. No sobre las teorías neoliberales, ni sobre la globalización, ni sobre la crisis actual. Es una crítica a las recientes propuestas -aunque con antecedentes antiguos- del decrecimiento y del consumo responsable.
Ver libro


NARRATIVA


Autopsia de una langosta
Torres Sbarbati, Helena

Editorial: Melusina

Una tarde de explosión de rabia contenida, escribió en su diario: «He sobrevivido con elegancia a Videla, a la decepción de Cuba y Mao Tse Tung, a la cocaína, a un aborto ilegal con anestesia total en condiciones insalubres, a una cesárea, dos tornados, un incendio, un accidente de moto, un divorcio, dos depresiones, un principio de brote esquizofrénico, al amor manipulador y al romántico, a un hijo rebelde y una madre furiosa.
Ver libro


Nieve en otroño
Nemirovsky, Irene
Editorial: Salamandra

Cuando publicó Nieve en otoño, su tercera novela después de David Golder y El baile, con apenas veintiocho años, el prestigio de Irène Némirovsky era ya notable, y no sólo en Francia. El New York Times la había bautizado como «la sucesora de Dostoievski» por su capacidad para reflejar las contradicciones de la vida y sus complejidades morales. En este breve relato sobre el exilio y la nostalgia, Némirovsky exhibe una vez más el don de aproximar sus personajes a los lectores y de evocar situaciones como si la frontera entre lo real y lo imaginario no existiese.
Ver libro


Pastitas de hojaldre (Cómic)
König, Ralf
Editorial: La cúpula

Ante los cientos de miles de matices que definen las relaciones humanas, sólo hay dos reacciones posibles: la depresión o la risa. Eligiendo este libro, eliges la segunda. Porque las historias de amor trágico dan risa, como risa da la época de celo en la oficina.
Ver libro



OTRAS NOVEDADES DE LA EDITORIAL TRAFICANTES DE SUEÑOS


Emprendizajes en cultura

Jaron Rowan
Colección: utiles_10

Éste es un libro sobre el trabajo en cultura: «ámbito de producción» progresivamente organizado según modelos de trabajo de carácter empresarial que genéricamente toman como principal elemento la figura del emprendedor. Administraciones públicas y discursos neoliberales han animado, efectivamente, una sutil transformación del concepto de cultura, cada vez más explotada como recurso económico, que favorecida como derecho social democrático.
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"Bioeconomía y capitalismo cognitivo. Hacia un nuevo paradigma de acumulación."
Andrea Fumagalli
Colección: Mapas 29
Ésta es una obra ambiciosa. Intenta determinar lo que se podría comprender como un nuevo paradigma de acumulación. A través de un profundo análisis histórico y teórico, en el que se dan cita desde los clásicos (Marx, Schumpeter y Keynes), hasta las corrientes económicas críticas (Saffra, los regulacionistas, Galbraith, Chandler) y más heterodoxas (como el operaísmo italiano y francés), Andrea Fumagalli propone una nueva crítica de la economía política del capitalismo transformado.
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"Calibán y la bruja. Mujeres, cuerpo y acumulación originaria". Novedad editorial
Silvia Federici

Colección: Historia 9

Presentamos una nueva edición en nuestra colección de Historia. En esta ocasión publicamos este imprescindible texto de Silvia Federici donde expone que la caza de brujas, la colonización americana y la proletarización del campesinado europeo fueron, no sin resistencias, las bases de la acumulación originaria capitalista en los inicios de la edad moderna. La persecución de las “brujas” (sanadoras, parteras, desviadas) no se ha presentado lo suficiente como un momento clave del disciplinamiento de las mujeres.
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Librería asociativa Traficantes de Sueños

C/Embajadores 35 local 6
28012 Madrid
Tfno. 915320928
Horario de lunes a viernes,
de 10.30h a 14h y de 17h a 20.30h
Sábados de 11h a 14h y de 17h a 20.30h
www.traficantes.net
twitter: @traficantes2010
Facebook: traficantes de sueños
TV: www.livestream.com/traficantesdesuenos

Desinformémonos em dezembro

PICICA: 
"...desinformémonos hermanos
hasta que el cuerpo aguante
y cuando ya no aguante
entonces decidámonos
carajo decidámonos
y revolucionémonos."
Mario Benedetti



Nesta edição de Desinformémonos, o linguista brasileiro Marcos Bagno mostra como língua é política. O depoimento de uma jovem Pataxó sobre a história de seu povo. As comunidades guarani que até hoje sofrem com os efeitos da instalação de Itaipu. Todo o material brasileiro está disponível também em português.

E mais, um relato inédito em espanhol sobre os caminhos da Outra Campanha, promovida pelos zapatistas em 2006; a ofensiva do Estado marroquino contra o povo do Saara Ocidental; o Haiti, antes e depois da cólera; fotos das caravanas da Via Campesina rumo a Cancún; o Fórum da Água no território Yaqui.

Boa leitura, e pedimos sua ajuda na difusão desta edição!
La represión anti-zapatista en Chiapas, México from desinformémonos on Vimeo.
Entrevista a la Junta de Buen Gobierno del Caracol 5 de Roberto Barrios sobre la represión por parte del estado mexicano, los grupos paramilitares y los medios de comunicación. Realizado por la Brigada Europea de Solidaridad con las y los zapatistas y Desinformémonos en 2010.
Neste número encontrará:
Los Nuestros

Língua é Política
Entrevista de Joana Moncau
Foto: Ileana Maya - Casa do Brasil

Reportajes
Hermann Bellinghausen y Gloria Muñoz Ramírez
Fotos: Simona Granati

Días cruciales
Marcela Salas Cassani
Fotografía: Stefano Montesi

La invasión de los cascos azules (Minustah)
Fabrizio Lorusso
Traducción: Adrián Castro Bibriesca y Marcela Salas Cassani

Texto y fotografía: Matteo Dean

Itaipu
Bianca Pyl
Fotos: Spensy Pimentel

Laura de Castro Sánchez  (Miembro del la Plataforma “Salvem el Cabanyal”)

Aldo Canestrari
Traducción: Amaranta Cornejo y Adrián Castro

Entrevista a Hugo Blanco
Matteo Dean

Los Nadies

Testimonio de un universitario
Traducción: Xotchil y Tania

Na primeira região colonizada pelos portugueses
Depoimento recolhido por Joana Moncau no Brasil
Foto Antônio Cruz/Agência Brasil

En las calles de Coyoacán
Testimonio recogido por Rafael Fraga

Autonomías
El Centro de Documentación y Estudios Anarquistas Francisco Zalacosta
Grupo Libertario Solidaridad

En Valencia
Gloria Muñoz Ramírez

Imagina en resistencia
Presentan el “más mexicano de sus discos”
Marcela Salas Cassani
Fotografía: Jorge Dávalos

Rat singers, un musical en contra del poder
Adrián Castro Bibriesca

Multimedia
Fotoreportajes
Fotos: Stefano Montesi
Texto: Maria Stella Scordo. Red Uniriot   / Traducción: Adrián Bibriesca
Producción: Desinformémonos
Fotos: Simona Granati  Texto: María Stella Scordo  /Traducción: Marcela Salas Cassani
Música: “Ska de la Tierra”. Bebe Producción: Desinformémonos
Video
Realización: Brigada Europea de  Solidaridad con los Zapatistas
Audio
Realización: Indymedia Chiapas
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skype: desinformemonosrevista
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