março 02, 2012

"12 sites de livros grátis que você deveria conhecer" (Canal do Ensino)

Imagem surrupiada da internet

PICICA: Livros para seu deleite. Divirta-se!

12 sites de livros grátis que você deveria conhecer

Esta é uma lista de sites de livros online grátis em português.
Procuramos listar apenas aqueles que apontam para livros em domínico público, cujos direitos autorais não estejam mais vigentes. Um ou outro site de livros pode ter parado de funcionar ao longo do tempo também. Espero que ao fazer o download de livros que queira ler, ou que precise, tenha muita diversão. Lista ideal para viciados em livros.
  • Domínio Público  – Do Governo Federal, dispõe de obras que entraram em domínio público, ou seja, que foram cedidas por seus autores ou cujos autores morreram há mais de 70 anos. É o preferido de quem quer baixar livros.
  • Cultura Brasil - Site que distribui livros online, nem todos em domínio público.
  • Troca de livros – Para quem prefere livros físicos, que possa tocar e que não precise imprimir ou ler na tela, essa é a opção. Não testei os serviços, no entanto.
  • Gutenberg – Hospeda livros de domínio público em diversas línguas, inclusive português.
  • CultVox - Além de vender, oferece livros em uma seção gratuita. Porém, para fazer download, é preciso se cadastrar.
  • Biblioteca Nacional – Em sua seção Biblioteca Nacional Digital, a instituição oferece quase 5 mil itens entre livros, mapas, atlas, partituras e documentos históricos.
  • Google Pesquisa de livros – Você pode encontrar diversos livros em versão integral para serem pesquisados online. Se o livro que você procura não estiver disponível na íntegra, você tem a opção de comprá-lo.
  • Biblioteca Virtual – Mais uma opção para quem quer livros que estejam em domínio público em língua portuguesa.
  • BibVirt – Existe desde 1997. Além de ter livros de domínio público, oferece arquivos de som – históricos ou não -, vídeos e outros documentos.
  • eBookCult – Ênfase na área de educação, mas você pode encontrar coisas como as obras de H.P. Lovecraft.
  • Virtual Books – Livros grátis em seis línguas diferentes. Também há entrevistas e resumo de jornais.
  • Pribi – Site pessoal. Possui um bom acervo de livros eletrônicos para serem baixados.
Fonte: Livros e Afins


Boa leitura


Fonte: Canal do Ensino

março 01, 2012

Alô BH e adjacências, dia 2 de março vai rolar o "Amazônia, Esfinge", Conversa com Sávio Stoco


Antes do Dia da Besta, em 1964, um sopro de mudança e o espírito de contestação da época: "Pobre menina rica"

em 1964, antes do Dia da Besta, Vinicius e...
Adriano Pilatti29 de Fevereiro de 2012 21:29
em 1964, antes do Dia da Besta, Vinicius e Carlos Lyra compuseram essa preciosidade para o musical engajé-enragé-enchanté Pobre Menina Rica, do Centro Popular de Cultura da UNE. A estética bossa-nova assumia belamente aqui - e em toda essa incrível parceira - o sopro de mudança e o espírito contestação do tempo.
a gravação de Djavan é pra mim a melhor, com todo respeito a Nara Leão e Milton, mas as ilustrações do vídeo são como de hábito pieguíssimas - melhor só ouvir ...

Jornalismo Cidadão: como filmar uma revolução

Enviado POR  in 27/12/2011
Por favor, compartilhe. Big Brother, estamos assistindo você. Parte de ocupar o filme, uma série de filmes indy com o objetivo de ser totalmente financiado por 99%. Se juntar a nós, tornar-se um produtor de financiamento multidão em: ‪ http://www.indiegogo.com/OccupyTheMovie ‬ Um tutorial introdutório para jornalistas cidadãos aspirantes a considerar antes de entrar no campo ao lado. Vocês são necessários mais do que nunca, para levar as pessoas a verdade direta, tendo o homem médio nos principais meios de comunicação arcaicos. Cada câmera é um novo conjunto de olhos que todos nós compartilhamos em tempo quase real - ninguém pode tirar isso de nós, por isso é imperativo que aperfeiçoar e desenvolver novas habilidades e estratégias para capturar os erros do poder. Deixe-nos saber se você tem alguma idéia para um acompanhamento de vídeo sobre como melhor filme de uma revolução! Dedicado ao Jornalismo Cidadão, que é tão importante quanto o Manifestante em trazer mudanças reais. Dirigido por Corey Ogilvie. Siga a série de filmes indy.

PICICA: Essa tradução sofrível é do São Google, que a partir de hoje altera sua política de privacidade... pra pior.

Diante de verdades históricas, milicos de pijama ameaçam tumultuar a democracia brasileira

Enviado por  em 09/08/2011
Curta documentário sobre a história de Rubens Paiva, engenheiro civil e político, desaparecido durante a ditadura militar no Brasil. Filme realizado para a exposição "Não tens epitáfio pois es bandeira", no Memorial da Resistência de São Paulo, na Estação Pinacoteca.

O filme "Xingu" está fora da programação de cinema do Palácio do Planalto

Enviado por  em 18/01/2012
Xingu conta a incrível história dos irmãos Villas Bôas e a aventura da criação do primeiro parque indígena de grandes proporções no Brasil. Uma parte esquecida e dramática da nossa história que permanece atual e urgente. 06 DE ABRIL NOS CINEMAS

PICICA: Filme recomendado para os petistas que esqueceram da história da luta indígena no Brasil, especialmente  para o PT do norte do Brasil.

Dilma, Dilminha. Cuidado! Ovos de serpente eclodem por todos os lados.


PICICA: Entre os anos 2003 a 2007, quando exercia a função de coordenador do Programa de Saúde Mental do  Estado do Amazonas, várias vezes fui convidado como entrevistado por emissora de TV evangélica de Manaus para tratar do tema saúde mental, na perspectiva de vida numa sociedade sem manicômios. O tema costuma ser elencado com um dos que predomina uma visão conservadora entre as diversas denominações evangélicas, a ponto de fazer parte de um certo folclore popular. Cheguei a temer pela direção a ser tomada pela entrevista. Para minha surpresa, não houve nenhuma ilação entre conflitos psíquicos e conflitos espirituais, como supõe as costumeiras expectativas. A referida emissora prestou um relevante serviço à opinião pública ao tratar o tema com uma dignidade que faltou na longa noite de horror vivida pelas pessoas com transtorno mental que deram com os costados nos hospícios públicos e privados em qualquer latitude imaginável. Diga-se, de passagem, que a credibilidade do entrevistado foi construída a partir de duas entrevistas sobre o tema AIDS, num cenário em que os programas evangélicos de TV vinham se notabilizando por uma onda de preconceitos e milagres espetaculares. A história dessas duas entrevistas ainda está por ser contada. Passou-se o tempo, e eis que este escrevinhador assume a Pro-Reitoria de Extensão da Universidade do Estado do Amazonas. No decorrer do tempo, fui procurado pelo movimento religioso afro-ameríndio, entre eles companheiros com quem dividi as agruras e as delícias  da militância social em Manaus. Nessa mesma época, as duas casas parlamentares da cidade foram palco do antagonismo e da intolerância religiosa. Enquanto a Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas recebia o movimento em suas datas festivas, a Câmara dos Vereadores de Manaus era palco da intolerância religiosa, a ponto de impedir a criação do Parque dos Orixás, na contra-mão da história da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, que soube praticar o preceito bíblico que afirma que "na casa do Senhor há muitas moradas". Os problemas internos do movimento desperdiçaria a oportunidade de ter um magnífico trabalho chancelado pela Universidade do Estado do Amazonas, com verba ministerial destinada a mapear os povos dos terreiros, com particular atenção à saúde e suas tradições culturais. Quem não perdeu a chance de manifestar sua intolerância foi a emissora de TV, depois que esse escrevinhador passou a defender publicamente a causa do movimento religioso afro-ameríndio. Nunca mais seria convidado para qualquer entrevista. Prevaleceu o preconceito. Lembrei-me desses acontecimentos depois da sucessão de episódios escabrosos protagonizados pela bancada evangélica no Congresso Nacional, como o que é objeto do texto abaixo.  E tudo isso acontecendo no mesmo período em que o governo Dilma empossa como Ministro da Pesca um parlamentar evangélico com histórico "mais sujo do que pau de galinheiro". Eclodem ovos de serpente para todos os lados. Só Dilma não vê! Égua, maninho!

E a intolerância, tem cura?

Este tema, o da intolerância,  já foi abordado pela blogueira Jeanne Callegari nesta semana.  Mas quis falar novamente sobre isso porque sempre que penso que não irei mais me surpreender com idéias estapafúrdias e preconceituosas, eis que surge na TL do meu Facebook a notícia de que parlamentares evangélicos pretendem legalizar a “cura gay” .

Projeto Cura Gay. Charge do cartunista Alpino/Yahoo.
Senti como se tivéssemos voltado à Idade Média. Um retrocesso sem precedentes. A gente espera discursos  (não espera, mas acaba se “habituando”)  como este  de pessoas intolerantes. Mas quando falo de pessoas intolerantes, falo de cidadãos comuns, de gente que não vota em projetos de lei. Gente que não tem diretamente nas  mãos o poder de decidir por todos.  É assustador que algo tão absurdo esteja em tramitação no congresso e que talvez, seja legitimado oficialmente.
Sendo o Brasil um Estado Laico, ou seja, um estado com liberdade de culto e de crença, por que dogmas e valores religiosos – mas apenas os cristãos, que fique claro – devem influenciar os direitos dos outros? Qual o intuito da bancada evangélica ao querer alterar uma resolução doConselho Federal de Psicologia?
Não é de hoje que parlamentares religiosos tentam ter controle absoluto sobre as nossas leis, incluindo nestas adendos que favorecem diretamente aos seus interesses. Várias esferas e grupos sociais, sobretudo as minorias, acabam sucumbindo a estes interesses e, consequentemente, perdem a pouca representatividade política que tem.  Bem justo isso, né?
Este é um ano de eleições. Municipais, é verdade. Mas por essas e outras razões que temos que ter cuidado com quem a gente escolhe, temos que pensar muito bem. Procuremos candidatos que valorizem as pessoas pelo simples fato de serem humanos. Candidatos que tenham propostas que visem acabar com preconceitos. E não promover toda uma campanha pautada pelo ódio e pela ignorância.
É importante que tod@s nós manifestemos o nosso repúdio em relação ao projeto supracitado. O respeito à dignidade humana não depende de orientação sexual. Tampouco de religião ou de crença. É questão de cidadania.  Se você é heterossexual e realmente acredita que homossexualidade não é normal ou correta, reveja muito bem os seus conceitos. A doença mais grave que aflige a nossa sociedade é a intolerância. E se nada for feito, desta irá padecer até arruinar-se por completo. Será que ainda tem cura para isso?

Cláudia Gavenas

Paulistana, 23. Sem crenças ou time do coração. Designer, servidora pública, blogueira e eterna curiosa. Feminista. Amo gatos, música e livros. É isso.
Fonte: Blogueiras Feministas