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outubro 25, 2010

Miles Davis & Jeanne Moreau: um brinde para os leitores do PICICA

PICICA: Um brinde para os leitores. A dica é do cineasta Aurélio Michiles. Cinema e jazz, como não se vê mais.
lafoule7 | 11 de janeiro de 2009
"Ascensor para el cadalso" (Louis Malle, 1957)

Maurice Ronet, Jeanne Moreau, Georges Poujouly, Lino Ventura, Yori Bertin, Elga Andersen, Ivan Petrovich

agosto 07, 2010

Simposio Internacional Roger Casement


cinemasuperfilmes | 13 de maio de 2010
O Cineasta da Selva, 1997, dir. Aurélio Michiles

"A vida de Silvino Santos (1886-1970), que nascido em Portugal, apaixona-se pelo Rio Amazonas. Aos treze anos Silvino cruza o Atlântico na passagem do século em busca daquela Amazônia fantástica imaginada pelos europeus. Em 1913 realiza seu primeiro documentário de longa-metragem. Ele viveria sua aventura contracenando com grandes personalidades, testemunhando acontecimentos marcantes do fausto à queda do monopólio da borracha. Filmando essa Amazônia do início do século, ele se torna um mito da selva e um dos pioneiros do cinema no Brasil."

www.superfilmes.com.br

***

Nota do blog: Agende. Aurélio Michiles e Milton Hatoum em simpósio imperdível.


Entre os dias 23 a 25 de agosto, o cineasta Aurélio Michiles estará em Manaus participando, junto com o escritor Milton Hatoum, do Simpósio Internacional Roger Casement (UFAM, USP).


Neste evento se falará do Ciclo da Borracha, a partir do personagem Roger Casement, herói nacional irlandês, e que esteve na Amazônia (quando embaixador inglês no Brasil) para averiguar massacres de índios nos seringais do Rio Putumayo. Este episódio sempre foi falado na literatura academica ao longo do século XX, mas agora novas interpretações surgem.


Será exibido o filme "O Cineasta da Selva" e em seguida a palestra: "O Cinema e a Geopolítica da Borracha".


Para conhecer a programação completa acesse este link:

novembro 09, 2009

Homenagem a Narciso Lobo

Narciso Lobo
Foto: Rogelio Casado - Manaus-Amazonas, 2007

Caros amigos,

A Cristina Calderaro (Rede Calderaro - radio, tv e jornal A Critica) disponibilizou-nos um caderno especial sobre o Narciso.

Fiquei muito feliz em poder expressar nossos sentimentos para o querido amigo. Narciso que caiu diante do combate contra a doença que contaminou o "amor livre". Ele que foi o líder estudantil Narciso em 1968, em Manaus, quando aconteceu a primeira manifestação popular contra a ditadura desde o golpe 64.

Narciso aos 14 anos fez o que sempre desejou fazer: jornalismo. Tornou-se mestre, doutor e imortal da academia amazonense de letras, mas principalmente um militante libertário das causas necessarias e solidarias.

Por tudo isso gostaria de convida-los a se reunirem à mim e ao Milton Hatoum, nesta homenagem.

Caso tenham fotos, recortes ou qualquer outra recordação para que possamos publicar, mas tambem, como sugestão: um curto texto 10 linhas/máximo 20.

Esse caderno especial (encarte numa edição de final de semana), está programado antes do dia 20 de dezembro de 2009.

Por favor me enviem via e-mail ou correios até o dia 05 de dezembro.

"- O uirapuru está cantando!"

Aurelio

PS. Gostaria de convidar o poeta Elson Farias, Aldisio Filgueiras, o jornalista e incentivador do Narciso, Arlindo Porto. Caso vcs tenham contato com esses amigos, por favor repassem esta mensagem. Em tempo: estarei em Manaus a partir do dia 07 de novembro.

-- Aurélio Michiles
IMAGEM CEUVAGEM
tel. 5511 8431 9779
tel.fax. 5511 3663 4634
http://ceuvagemichiles.blogspot.com
skype: ceuvagem

***

Olá, Aurélio

Nos anos 1980, Narciso Lobo participou em Manaus da realização de um documentário sobre o I CECLAT (Conferência Estadual das Classes Trabalhadoras), que resultou na formação da CUT (Central Única dos Trabalhadores) em nível nacional. O eventou aconteceu no Sindicato dos Metalúrgicos do Estado do Amazonas. Trabalhadores de todos os municípios amazonenses vieram a Manaus para esse acontecimento histórico. O documentário foi fruto de um esforço coletivo. Para isso, contribuiram a professora de História Márcia Brandão, o multimídia Simão Pessoa, o fotógrafo Isaac Amorim e este escriba, depois de ouvirem dezenas de representantes do movimento sindical e associativista. A edição do vídeo foi feita por Narciso. Esse documentário histórico está perdidinho da silva. Ninguém sabe, ninguém viu. Nem a memória de Narciso, nem a memória dos trabalhadores do Amazonas merecem esse esquecimento.
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