| Boletim # 0061 - Agosto 2010 Novas regras Lula quer proposta pronta até dezembro, mas ainda não se sabe se o que está em discussão é uma lei geral para as comunicações ou a revisão pontual de legislações já existentes. Leia mais.Mídias públicas Conselho Curador diz que missas e programas transmitidos atualmente pela TV Brasil e pela Rádio Nacional de Brasília configuram proselitismo e sugere programação plurirreligosa. Leia mais.TVD Por 7 votos a 1, ministros consideram constitucional que o Executivo conceda novo canal para que emissoras transmitam no sistema digital sem participação do Congresso. Leia mais.TVD Ministros demonstram desconhecer detalhes técnicos centrais ao julgar ação de inconstitucionalidade contra decreto que implementa o SBTVD. Leia mais.Confira também Eleições – Debates na TV ocorrerão sem 5 presidenciáveis Leia mais. |
PICICA - Blog do Rogelio Casado - "Uma palavra pode ter seu sentido e seu contrário, a língua não cessa de decidir de outra forma" (Charles Melman) PICICA - meninote, fedelho (Ceará). Coisa insignificante. Pessoa muito baixa; aquele que mete o bedelho onde não deve (Norte). Azar (dicionário do matuto). Alto lá! Para este blogueiro, na esteira de Melman, o piciqueiro é também aquele que usa o discurso como forma de resistência da vida.
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agosto 16, 2010
[Boletim 61] Organizações querem participar da discussão do novo marco regulatório
julho 27, 2010
[Boletim 60] ESPECIAL – TV digital ainda é para poucos
| Boletim # 0060 - Julho 2010 ESPECIAL - TVD Sem pluralizar a oferta, garantir a interatividade, nem baratear os custos dos conversores e receptores, políticas adotadas até agora não estimulam usuários a investir na tecnologia digital. Leia mais.ESPECIAL - TVD Quase não há conversores à venda com o Ginga incluído, o que impede que usuários façam uso do recurso, e conteúdos ofertados até agora pelas emissoras são poucos. Setor de TV paga não quer unificar sistemas. Leia mais.ESPECIAL - TVD Apenas meio milhão de celulares - menos de 0,3% do total de aparelhos funcionando no país - podem receber sinal de televisão. Leia mais.ESPECIAL - TVD Consumidores dizem que não vêem vantagens suficientes para fazer um investimento de cerca de R$ 2 mil em novos aparelhos. Leia mais.Confira também Eleições – TV Brasil não entrevista todos os presidenciáveis e evidencia contradições das mídias públicas Leia mais. |
junho 30, 2010
Observatório do Direito à Comunicação
| Boletim # 0059 - Junho 2010 Especial espectro eletromagnético estão na base das políticas públicas de comunicação e podem moldar – ou não – um sistema que respeite o direito humano à comunicação. Por esta razão, a gestão do espectro é objeto do terceiro volume da série Debates Fundamentais, conjunto de especiais produzidos pelo Observatório do Direito à Comunicação. Leia mais. Confira também Série - Debates Fundamentais Leia mais.Especial - Sistema público de comunicação no Brasil: as conquistas e os desafios Leia mais. Especial - A convergência tecnológica e o direito à comunicação Leia mais. |
junho 16, 2010
Observatório do Direito à Comunicação
| Boletim # 0058 - Junho 2010 LDA Durante apresentação de anteprojeto, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, diz que lei atual é resquício do período da ditadura. Proposta foi formulada a partir de contribuições feitas por internautas. Leia mais.Pós Conferência Ministro diz que propostas serão sistematizadas para serem apreciadas em 2011. De acordo com Martins, Conselho Nacional de Comunicação não será instalado. Leia mais.Renovação Indicação de novos membros do Conselho Curador inovou com a realização de consulta pública, mas indicação final do presidente da República não expressou fielmente seu resultado. Leia mais.Recomendações Pesquisadores avaliam liberalização comercial nas telecomunicações e consequências para os usuários. Novas atribuições dos setores públicos e privados no setor também são foco do estudo. Leia mais.Confira também Artigo – Pedro Caribé– Radiodifusão para o povo negro Leia mais.Artigo – Bia Barbosa e Carolina Ribeiro– Grande mídia x direitos humanos: o pano de fundo dos recuos do PNDH-3 Leia mais. Liberdade de expressão– OEA relaciona concentração da propriedade a censura Leia mais. ***
Fonte: Observatório do Direito à Comunicação | ||||||||||||
abril 23, 2010
Estão boicotando os conselhos de comunicação
Publicada em takahashi.noblogs.org
Nota do blog: Enquanto os "abastados" estão unidos, nós os "abestados" ainda convivemos com o boicote ostensivo de estados e municípios na implantação dos conselhos de comunicação. Cabe uma ação dos nossos valorosos sindicatos?Poucos estados e municípios contam com conselhos de comunicação
André Araújo, para o Observatório do Direito à Comunicação
22.04.2010
Entre os estados brasileiros, apenas três possuem conselhos de comunicação (Alagoas, Amapá e Minas Gerais), mas apenas um foi de fato implementado – o de Alagoas, vinculado à Secretaria Estadual de Comunicação. Em âmbito municipal, poucas são as experiências publicizadas sobre o processo de criação dessas estruturas, mas alguns exemplos são as cidades de Pelotas (RS), Goiânia e Juazeiro (BA).
Mesmo pontuais, ou mesmo a maioria não funcionando à contento, essas experiências servem como estímulo e subsídio. Na cidade de Pelotas, por exemplo, o conselho foi criado por lei em 1999, tendo natureza deliberativa e sendo composto por um terço de representantes do poder público local e por dois terços de representantes de organizações não governamentais, sendo seus representantes eleitos em audiência pública.
Já na cidade de Goiânia, a experiência é ainda mais antiga. O conselho foi instituído por lei em 1 de julho de 1994. Seu caráter é consultivo e sua composição é fechada em torno de 12 organizações citadas na legislação e inclui representantes do poder público, sindicatos de trabalhadores em comunicação, representantes de empresas e um representante universitário.
Mais recentemente, uma experiência interessante é a da cidade de São José da Lapa, em Minas Gerais, onde além da criação do conselho, vem sendo discutida a implementação de um Fundo Municipal para Comunicação Comunitária e Popular. Para saber mais sobre essa experiência, clique aqui.
Ainda em âmbito municipal, a cidade de Juazeiro construiu uma experiência interessante, onde segmentos da sociedade civil, unificados em torno da Comissão Pró Conferência local, subsidiaram a criação do capítulo sobre comunicação da Lei Orgânica do município, aprovada no ano de 2009. Além disso, eles pleiteiam a criação de um conselho local nos moldes da experiência de Pelotas, ou seja, com caráter consultivo e formado por um terço de representantes do poder público e dois terços de representantes da sociedade civil.
Em âmbito estadual, no estado do Rio de Janeiro existem, pelo menos, dois projetos tramitando na Assembléia Legislativa, o mais conhecido deles é o do atual Ministro da Cultura e na época deputado Carlos Minc (PT) e, o segundo, de autoria da deputada Beatriz Santos (PRB). Na proposta de Minc, ele seria consultivo e composto por 20 membros, sendo formado por metade de representantes do poder público e metade por representes do setor de comunicação, entre movimentos sociais, órgãos de classe e empresários. O projeto de Beatriz prevê que 15 dos 20 representantes já seriam indicados pela própria lei e, curiosamente, o texto não fala se o caráter do órgão seria consultivo ou deliberativo.
Já em Alagoas, o conselho é formado por 18 membros, sendo 6 representantes do poder público, 10 da sociedade civil e 2 de empresas de comunicação. Seu caráter é consultivo mas, no momento, está em discussão sua transformação em órgão deliberativo. Em Minas Gerais, o Conselho está na Constituição Estadual e tem os membros indicados pelo Executivo, mas não funciona.
* André Araújo colaborou com a realização desta matéria como integrante do Centro de Comunicação, Democracia e Cidadania da Universidade Federal da Bahia.
VEJA TAMBÉM:
Na BA, demandas empresariais podem atrasar conselho
Experiências de outras áreas inspiram discussão sobre conselhos de comunicação
fevereiro 11, 2010
Boletim do Observatório do Direito à Comunicação
Boletim # 0052 - Fevereiro 2010Pós Confecom
Conselho de Comunicação é pauta unânime entre organizações
Resolução sobre órgão regulador aprovada na 1ª Conferência Nacional de Comunicação tende a virar agenda prioritária da sociedade civil. Outra preocupação é dar continuidade à mobilização alcançada no processo. Leia mais.
Pós Confecom
Identificar propostas prioritárias é primeiro desafio pós-Conferência
Em debate realizado em Brasília, governo, sociedade civil, Parlamento e parte dos empresários propuseram organizar agenda para o setor. Voz dissonante, Abert questiona validade das resoluções da Confecom. Leia mais.
Banda larga
Cobertura da banda larga obedece critérios de renda
Ao se analisar dados sobre acesso à internet em alta velocidade, é possível visualizar grandes clarões nas regiões menos desenvolvidas do país. Leia mais.
Confira também
Artigo - Empresas de comunicação e projetos educativos. Por Michelle Prazeres Leia mais.
Artigo - Políticas Públicas, visão de longo prazo e responsabilidade. Por Flávia Lefèvre Leia mais.
Acompanhe pelo Observatório os desdobramentos do Plano Nacional de Banda Larga. Leia mais.
Leia mais no Observatório do Direito à Comunicação
janeiro 28, 2010
Boletim do Observatório do Direito à Comunicação
Boletim # 0051 - Janeiro 2010
Comunicação e Cultura
Conferência Nacional de Cultura discutirá diversidade na mídia
Citações aos efeitos do monopólio nas comunicações e pedidos de regulamentação da Constituição no texto base da 2ª CNC provocam reação do empresariado. Leia mais.
Artigo
A grande mídia unida contra a democracia
Após a grita contra a Confecom e o PNDH, ataques agora se voltam contra as propostas da Conferência Nacional de Cultura. Por João Brant. Leia mais.
Artigo
Banda larga: direito para quem pode pagar
Conferência Nacional de Comunicação aprova que a banda larga deve ser prestada em regime público; decreto presidencial pode criar o serviço. Por Pedro Ekman. Leia mais.
Artigo
A apologia do faroeste
A mídia gorda brasileira se dispõe a falar de tudo e de todos, menos discutir a atuação de um único setor: ela própria, mídia gorda. Por Rafael Fortes. Leia mais.
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novembro 05, 2009
Decisões da CON enfraquecem etapas estaduais da Confecom
Decisões da CON enfraquecem etapas estaduais da Confecom
Jacson Segundo - Observatório do Direito à Comunicação
22.10.2009
As etapas estaduais da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) devem perder peso político com as deliberações tomadas pela Comissão Organizadora Nacional (CON) em reunião realizada na terça-feira (20). Essa é a avaliação de parte de representantes de comissões organizadoras locais. Uma das principais preocupações é a decisão que tira dos delegados eleitos nos estados a prerrogativa de votarem as propostas surgidas na etapa local. Todas elas serão enviadas diretamente para a nacional, sem qualquer tipo de filtro.
Com isso, a avaliação dos membros das comissões ouvidos pelo Observatório do Direito à Comunicação é que as etapas estaduais perdem importância. Além de apenas reunir propostas referentes às políticas e regulamentações nacionais, há o receio também de as conferências estaduais não gerarem deliberações para as próprias regiões em que serão realizadas.
“Nossa conferência vai virar um seminário. Foi um balde de água fria. Houve um desprestígio das discussões que estão acontecendo nos estados por interesse que não estão claros. A etapa estadual vai ser uma mera definição de delegados”, diz, com certo desânimo, o diretor do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro e membro da comissão organizadora local da Confecom, Álvaro Britto.
Além disso, existe uma preocupação sobre a metodologia desse sistema. A representante da comissão paraense Nilde Souza acredita que haverá uma dificuldade na sistematização. “Vai chegar na nacional com cinco mil propostas? Vai complicar pra quem for sistematizar. Não ajuda o debate”, diz ela, que também é membro do Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense.
A comissão nacional da Confecom também decidiu em sua reunião que o método de quem poderá se candidatar a delegado nos estados será feito por cada segmento durante a etapa local. Assim, os três setores (empresarial, não-empresarial e Poder Público) vão definir seus próprios critérios de elegibilidade. Questões como se haverá ou não alguma reserva de cotas regionais e se a votação será em chapas ou em indivíduos serão decididas dessa forma.
“Além de nunca ter visto isso em conferência nenhuma, avalio que esta dinâmica tenciona desnecessariamente as etapas estaduais, que correm o risco de se resumirem às disputas por delegados, e favorece a força que tiver mais credenciados no momento da definição”, avalia o representante do Coletivo Intervozes na Comissão Organizadora Nacional, Jonas Valente. De forma semelhante pensa a membro da comissão paraense Nilde Souza. “Tem que ter critério. Se a pessoa não participou de conferência (preparatória) nenhuma, pode se candidatar? Se deixar livre, pode acontecer coisas desse tipo”, entende.
40-40-20
Outra decisão importante foi em relação a quantidade de delegados que cada setor terá direito. A resolução que existe sobre a questão institui a divisão em 40% para o segmento não-empresarial, 40% para os empresários e 20% para o Poder Público. A novidade é que se algum desses não conseguir número suficiente de candidatos, o restante das suas vagas serão remanejadas não pelo Estado, mas pelos membros da Comissão Organizadora Nacional.
Mais uma resolução que recebeu críticas. “Para resolver um problema dos empresários, se cria um casuísmo. A decisão que cabia aos estados vai para a (comissão) nacional. Qual o critério que ela vai usar?”, pergunta Álvaro Britto, da comissão fluminense, sobre a decisão do remanejamento das vagas que por acaso não forem preenchidas.
O integrante da comissão organizadora do Paraná Douglas Moreira acredita que essas decisões foram tomadas devido aos reclames apenas dos empresários. “É mais uma concessão que se está fazendo ao campo empresarial. As comissões (estaduais) devem se manifestar. Elas têm que denunciar esses problemas”, conclama ele, que representa a Ciranda – Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência na comissão.
Um outro acerto é que, também a pedido dos empresários, cada comissão estadual vai ter que garantir a presença de, no mínimo, dois representantes para cada segmento. E ainda diz que essas pessoas devem ser indicadas pela comissão nacional. Na prática, a medida busca encaixar membros da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) e da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra) nas comissões nos estados em que elas não se fazem presentes.
Por fim, ficou decidido a possibilidade de adiamento das etapas estaduais da Confecom. Antes o prazo máximo para elas acontecerem seria dia 8 de novembro. Agora, esse limite se estende para o dia 22 do mesmo mês. Isso porque a data da etapa nacional foi adiada em duas semanas. Ela acontecerá entre os dias 14 e 17 de dezembro, em Brasília.
Fonte: Observatório do Direito à Comunicação
Jacson Segundo - Observatório do Direito à Comunicação
22.10.2009
As etapas estaduais da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) devem perder peso político com as deliberações tomadas pela Comissão Organizadora Nacional (CON) em reunião realizada na terça-feira (20). Essa é a avaliação de parte de representantes de comissões organizadoras locais. Uma das principais preocupações é a decisão que tira dos delegados eleitos nos estados a prerrogativa de votarem as propostas surgidas na etapa local. Todas elas serão enviadas diretamente para a nacional, sem qualquer tipo de filtro.
Com isso, a avaliação dos membros das comissões ouvidos pelo Observatório do Direito à Comunicação é que as etapas estaduais perdem importância. Além de apenas reunir propostas referentes às políticas e regulamentações nacionais, há o receio também de as conferências estaduais não gerarem deliberações para as próprias regiões em que serão realizadas.
“Nossa conferência vai virar um seminário. Foi um balde de água fria. Houve um desprestígio das discussões que estão acontecendo nos estados por interesse que não estão claros. A etapa estadual vai ser uma mera definição de delegados”, diz, com certo desânimo, o diretor do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro e membro da comissão organizadora local da Confecom, Álvaro Britto.
Além disso, existe uma preocupação sobre a metodologia desse sistema. A representante da comissão paraense Nilde Souza acredita que haverá uma dificuldade na sistematização. “Vai chegar na nacional com cinco mil propostas? Vai complicar pra quem for sistematizar. Não ajuda o debate”, diz ela, que também é membro do Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense.
A comissão nacional da Confecom também decidiu em sua reunião que o método de quem poderá se candidatar a delegado nos estados será feito por cada segmento durante a etapa local. Assim, os três setores (empresarial, não-empresarial e Poder Público) vão definir seus próprios critérios de elegibilidade. Questões como se haverá ou não alguma reserva de cotas regionais e se a votação será em chapas ou em indivíduos serão decididas dessa forma.
“Além de nunca ter visto isso em conferência nenhuma, avalio que esta dinâmica tenciona desnecessariamente as etapas estaduais, que correm o risco de se resumirem às disputas por delegados, e favorece a força que tiver mais credenciados no momento da definição”, avalia o representante do Coletivo Intervozes na Comissão Organizadora Nacional, Jonas Valente. De forma semelhante pensa a membro da comissão paraense Nilde Souza. “Tem que ter critério. Se a pessoa não participou de conferência (preparatória) nenhuma, pode se candidatar? Se deixar livre, pode acontecer coisas desse tipo”, entende.
40-40-20
Outra decisão importante foi em relação a quantidade de delegados que cada setor terá direito. A resolução que existe sobre a questão institui a divisão em 40% para o segmento não-empresarial, 40% para os empresários e 20% para o Poder Público. A novidade é que se algum desses não conseguir número suficiente de candidatos, o restante das suas vagas serão remanejadas não pelo Estado, mas pelos membros da Comissão Organizadora Nacional.
Mais uma resolução que recebeu críticas. “Para resolver um problema dos empresários, se cria um casuísmo. A decisão que cabia aos estados vai para a (comissão) nacional. Qual o critério que ela vai usar?”, pergunta Álvaro Britto, da comissão fluminense, sobre a decisão do remanejamento das vagas que por acaso não forem preenchidas.
O integrante da comissão organizadora do Paraná Douglas Moreira acredita que essas decisões foram tomadas devido aos reclames apenas dos empresários. “É mais uma concessão que se está fazendo ao campo empresarial. As comissões (estaduais) devem se manifestar. Elas têm que denunciar esses problemas”, conclama ele, que representa a Ciranda – Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência na comissão.
Um outro acerto é que, também a pedido dos empresários, cada comissão estadual vai ter que garantir a presença de, no mínimo, dois representantes para cada segmento. E ainda diz que essas pessoas devem ser indicadas pela comissão nacional. Na prática, a medida busca encaixar membros da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) e da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra) nas comissões nos estados em que elas não se fazem presentes.
Por fim, ficou decidido a possibilidade de adiamento das etapas estaduais da Confecom. Antes o prazo máximo para elas acontecerem seria dia 8 de novembro. Agora, esse limite se estende para o dia 22 do mesmo mês. Isso porque a data da etapa nacional foi adiada em duas semanas. Ela acontecerá entre os dias 14 e 17 de dezembro, em Brasília.
Fonte: Observatório do Direito à Comunicação
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