Mostrando postagens com marcador o autor na praça. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador o autor na praça. Mostrar todas as postagens

novembro 15, 2010

Evento celebra o centenário da Revolta da Chibata

PICICA: João Cândido Felisberto, um herói brasileiro.

Na semana da Consciência Negra a Biblioteca Alceu Amoroso Lima & O Autor na Praça organizam evento pelo centenário da Revolta da Chibata e uma homenagem a poeta Maria Tereza Moreira de Jesus

Foto da capa do livro João Cândido do Brasil de César Vieira,
onde João Cândido aparece lendo o Manifesto dos Marinheiros em 1910

No dia 22 de novembro de 1910, marinheiros negros se rebelaram contra os castigos a que eram submetidos a bordo de embarcações brasileiras, liderados por João Cândido Felisberto ocuparam por cinco dias vários navios brasileiros na Baía da Guanabara, então Capital Federal. O levante dos marinheiros ficou conhecido como Revolta da Chibata. Para celebrar o centenário deste acontecimento e os 130 anos de nascimento de João Cândido, vamos realizar um evento com várias manifestações artísticas e uma homenagem a poeta Maria Tereza Moreira de Jesus, que nos deixou recentemente.

PROGRAMAÇÃO
19h00 - Exibição de vídeos documentários sobre a Revolta da Chibata
19h30 – Leitura da “Carta dos Marinheiros” (manifesto dirigido ao governo brasileiro na ocasião) e apresentação do livro “João Cândido do Brasil e a Revolta da Chibata” de César Vieira, dramaturgo e fundador do TUOV - Teatro Popular União e Olho Vivo.
19h50 - Apresentação do grupo de Capoeira Angola Omoayê e convidados
20h20 - Dança afro com Inayara Samuel acompanhada de músicos
20h40 - Apresentações musicais com a Banda Mokó de Sukata do movimento Trokaoslixo, o músico e compositor Haroldo Oliveira e outros convidados.

Durante a programação haverá leituras de textos sobre a Revolta da Chibata e seu líder, o Almirante Negro, João Cândido Felisberto e uma homenagem a poeta Maria Tereza Moreira de Jesus.

Serviço:
Centenário da Revolta da Chibata e homenagem a poeta Maria Tereza Moreira de Jesus
Dia 22 de novembro de 2010, segunda-feira, a partir das 19h.
Biblioteca Pública Alceu Amoroso Lima – Av. Henrique Schaumann, 777 - Pinheiros - São Paulo (SP) – Tel. 3082 5023 / 3063 3064
Produção: O Autor na Praça com apoio especial do poeta Ricardo Silva.
Assessoria de Imprensa: Edson Lima – 9586 5577 – edsonlima@oautornapraca.com.br.
Apoio: Biblioteca Alceu Amoroso Lima / Secretaria Municipal de Cultura / Prefeitura do Município de São Paulo.

Saiba mais:
Sobre a Revolta da Chibata – www.pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_da_Chibata.
Sobre João Cândido Felisberto – www.pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_C%C3%A2ndido.
Sobre César Vieira e o TUOV - www.cesarvieiratuov.com.br.
Sobre o Grupo de Capoeira Angola Omoayê – www.capoeiraangolaomoaye.blogspot.com.
Sobre Haroldo de Oliveira - www.myspace.com/haroldooliveira.



setembro 30, 2010

O Autor na Praça & o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral em ato pela lei da FICHA LIMPA

 
&
 
MCCE - Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral
 
Convidam para
 
Ato pela lei da FICHA LIMPA
 

NESTE SÁBADO, DIA 02/10/2010, A PARTIR DAS 14H ATO PELA LEI DA FICHA LIMPA – PARTICIPE E DIVULGUE

EM PARCERIA COM "O AUTOR NA PRAÇA" NO ESPAÇO PLÍNIO MARCOS (TENADA NA FEIRA DE ARTES DA PRAÇA BENEDITO CALIXTO) EM PINHEIROS (São Paulo)

ENQUANTO O STF DISCUTE SE A LEI VALE OU NÃO PARA ESTE ANO, VAMOS ALERTAR AOS ELEITORES QUE NA VERDADE ELE É O SUPREMO JUIZ NA HORA DO VOTO E QUE DEVE ESCOLHER BEM SEU REPRESENTANTE.

ESTARÃO DISPONIVEIS PARA VENDA OS LIVROS DA "LEI DA FICHA LIMPA" E O "POLICIDADANIA".

Saiba mais: www.mcce.org.br - Contatos: O AUTOR NA PRAÇA – EDSON - 9586 5577 / MCCE - LUCIANO - 99356444

setembro 14, 2010

O Autor na Praça e o Encontro de Utopias homenageam Itamar Assumpção

O Autor na Praça e o Encontro de Utopias
realizam uma tarde poética homenageando Itamar Assumpção.

Arquivo da família

O Beleléu, vulgo Nego Dito nasceu no dia 13 de setembro de 1949, na cidade de Tietê-SP, mas foi em Londrina-PR, que Itamar, surge para o cenário artístico brasileiro, ao lado de tantos artistas, como Arrigo e Paulo Barnabé. Quando chegam em São Paulo nos anos 70, se juntam a outros artistas, criando  o movimento que ficou conhecido como a “Vanguarda da Música Paulista”. Para celebrar seu 61º aniversário realizaremos mais uma tarde poética no dia 18 de setembro, no Espaço Plínio Marcos (Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto. Além do grupo Encontro de Utopias, contaremos com a presença do poeta O Augusto, e o escritor Ademiro Alves, o Sacolinha autografando seu dois livros mais recentes "Estação Terminal" e "Peripécias de Minha Infância". Para Lembrar Itamar Assumpção teremos leituras e apresentações musicais com a participação especial de amigos e parceiros do Nego Dito, já confirmaram: Anelis Assumpção, Maria Betânia Amoroso, Tonho Penhasco, Emerson Negão, Rômulo Alexis, Luiz Chagas que organizou em parceria com Mônica Tarantino o “PretoBrás: Por Que Eu Não Pensei Nisso Antes? - O Livro de Canções e Histórias de Itamar Assumpção” e Fábio Henriques Giorgio, autor do livro “Na Boca do Bode – Entidades musicais em transito”. No final, por volta das 19h, no próprio espaço, haverá exibição de dois curtas-metragens sobre Itamar: “Beleléu cá entre nós – Itamar Assumpção antes do Nego Dito” de Fábio Henriques Giorgio e “Jardim Beleléu” de Ari Cândido. Será um sarau aberto a todos, com leituras, músicas e performances com a participação de convidados e o público presente. Traga seus poemas, suas composições e adereços!  Saiba mais sobre Encontro de Utopias e os poetas abaixo.

Serviço
O Autor na Praça e o Encontro de Utopias realizam homenagem a Itamar Assumpção.
Dia 18 de setembro, sábado, a partir das 14h.
Espaço Plínio Marcos - Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto - Pinheiros.
Informações: Edson Lima – 9586 5577 - edsonlima@oautornapraca.com.br 
Realização: Edson Lima, Encontro de Utopias e AAPBC.
Apoio: Femina Arte, AEUSP – Associação dos Educadores da USP, Artver, Max Design, Cantinho Português, Jornal da Praça, TV da PRAÇA, Enlace-media.com e Restaurante Consulado Mineiro.

O Encontro de Utopias é um coletivo artístico formado em junho de 2009 e se propõe a discutir com a sociedade a  construção de uma nova política cultural,   numa postura de não sectarismo, entendendo que o intercâmbio de culturas, opiniões, técnicas e  linguagens promovem a tolerância e  a formação de opiniões. O sarau é um espaço democrático por excelência, pois não comporta censura, não necessita do crivo da mídia e não reflete interesses de instituições, pois é aberto à vanguarda artística, às manifestações undergrounds e à reflexão individual e coletiva. Consiste num sarau que ocorre regularmente no Bar Pandora, na Praça Roosevelt, no último domingo de cada  mês, das 20h às 23h, com microfone aberto as  intervenções  de  linguagens e caminhos artísticos variados, através da palavra, da música, da dança, do teatro, das artes plásticas, performances e manifestações de grupos e movimentos sociais. O sarau também se desloca para outros espaços, como instituições sociais, escolas ou praças, pois acreditamos que é fundamental o respeito à diversidade e toda e qualquer expressão cultural que represente uma legítima aspiração popular. Já nos apresentamos na Fundação Casa, na Pça. Elis Regina (em manifestação contra a extinção da mesma), na Casa de Convivencia Restaura-me, na Feira Solidária, na Galeria Olido, no Metrô de São Paulo, na Pça da Sé (no evento Natal Solidário),  na Revista Ocas e no Teatro Satyros entre outros.


O Encontro de Utopias acredita que a arte é o mais poderoso instrumento de reflexão e crescimento pessoal e que  educação e cultura são as melhores  armas de transformação social.

Integram a equipe: Fábio Abramo, Tião Nicomedes, Regina Tieko e outros colaboradores.
Contatos : regina_tieko1@yahoo.com.br – 9717 2176 ou 9123 8652.

Francisco José Itamar de Assumpção nasceu em Tietê (interior de São Paulo) no dia 13 de setembro de 1949. Conhecido como "maldito da MPB", o músico misturou samba com rock e funk, entre outros ritmos, em letras impregnadas de sátira e crítica social. Teve forte presença na vanguarda paulista ao lado do amigo Arrigo Barnabé, da banda Sabor de Veneno, Premeditando o Breque e Grupo Rumo. Foi influenciado pelos trabalhos de músicos de variados gêneros, como Adoniran Barbosa, Cartola, Jimi Hendrix e Miles Davis, além de poetas como Paulo Leminski e Alice Ruiz. Bisneto de escravos angolanos cresceu ouvindo os batuques do terreiro de candomblé no quintal de sua casa. Cresceu em Arapongas, no Paraná, onde se mudou aos 12 anos. Chegou a cursar até o segundo ano de Contabilidade, mas abandonou a faculdade para fazer teatro e shows em Londrina. Aprendeu a tocar violão sozinho e, ouvindo Jimi Hendrix e arranjos de baixo e bateria, apaixonou-se pelo baixo. Mudou-se para São Paulo em 1973 para se dedicar à música. Começou a se apresentar em shows no final da década de 70, na Lira Paulistana em São Paulo. Seus três primeiros LPs, todos independentes (Beleléu leléu eu, 1980; As Próprias Custas S.A., 1983; Sampa Midnight, 1986), foram relançados em CD pela Baratos Afins em 1994. Seu único LP produzido por uma grande gravadora e da Continental, intitulado Intercontinental! Quem diria! Era só o que faltava..., de 1988. Em 1994 lançou a série Bicho de Sete Cabeças (três LPs também na forma de dois CDs), acompanhado pela banda Orquídeas do Brasil. Em 1995 lançou um CD com músicas de Ataulfo Alves que foi premiado como melhor do ano pela APCA. Entre composições suas que fizeram sucesso com outros interpretes estão “Nego Dito” com o sambista Branca de Neve e “Já deu pra sentir”, com Cássia Eller.

Sobre O Augusto é poeta e vendedor nas horas vagas. tomou gosto pela literatura através da coleção vaga-lume e desde essa época rabisca idéias em papéis. a seis anos conheceu o sarau da cooperifa, lugar onde organizou seus textos e desencadeou uma produção intensa e duvidosa. atua em outros coletivos póeticos, podendo ser visto e ouvido no sarau da fundão, no sarau d´ademar, no no sarau do binho, no bar do mutcho, no panelafro, na brasa, no elo e onde tiver resistência lúdica e cervejas. em 2006 participou com outros 25 poetas da gravação do cd 'sarau da cooperifa' produzido pelo Itaú cultural. foi publicado em contos e poesias na antologia 'rastilho de polvóra', 'um segredo no céu da boca', 'pelas periferias do Brasil vol.lI'. espera a lezeira passar para fazer um livro solo. conheçam mais no blog www.oooaugusto.blogspot.com

Sobre Ademiro Alves, o Sacolinha (Por Marcos Cirillo – da assessoria do autor)
Após os sucessos de "Graduado em Marginalidade" e "85 Letras e um disparo", o premiado escritor Ademiro Alves, o Sacolinha, está de volta com duas grandes obras, "Estação Terminal" e "Peripécias de Minha Infância". Nestes últimos anos, o jovem escritor foi entrevistado por Jô Soares, Antônio Abujamra, programas Manos e Minas, Metrópolis, Folha de São Paulo, Revista Época, entre outros. Contou também, em seus livros anteriores, com prefácios de Ignácio de Loyola Brandão e Moacyr Scliar. Agora, Sacolinha retoma dois projetos ao mesmo tempo: lançar o segundo romance e o primeiro livro infanto-juvenil. O romance Estação Terminal narra os 18 anos mais agitados do bairro de Itaquera, periferia da Zona Leste de São Paulo, quando ali chegou o terminal do Metrô, um benefício moderno para o transporte de massas. No entanto, longe de atingir os confins da cidade, a população contava com outros meios de transporte como ônibus, peruas e vans. Iniciativas particulares que passaram a gerar tensões, disputas, conflitos e contradições. Já "Peripécias de Minha Infância" é uma mágica história das vivências e experiências do personagem Artur, de família pobre, criativo e viciado em felicidade. Este livro é o primeiro do autor destinado ao público infanto-juvenil, especialmente aquele que se agrada com a leitura de movimentadas aventuras. Não são, contudo, aventuras dos monstros televisivos tão em moda hoje em dia. A obra é magnificamente ilustrada pelo artista plástico Betto (Roberto de Lima Dorta), proporcionando ainda mais prazer na leitura. No lançamento os livros estarão à venda a preços populares e ainda haverá camisetas com a capa estampada para quem adquirir as obras. Estes livros foram premiados e selecionados através dos editais da Funarte (Fundação Nacional de Artes), do Ministério da Cultura, e do ProAC (Programa de Ação Cultural), da Secretaria de Estado da Cultura. Após o lançamento oficial, o autor seguirá fazendo uma caravana de lançamentos pelo Estado de São Paulo. Ambos os livros foram editados pela Nankin Editorial. Saiba mais: www.sacolagraduado.blogspot.com.

Preços dos livros:
“Estação Terminal” – R$ 15,00 (Grátis 1 camiseta do livro)
“Peripécias de Minha Infância” – R$ 20,00 (Grátis 1 camiseta do livro)

agosto 17, 2010

O Autor na Praça: Show "Tangos e outras delícias de Sérgio Sampaio" com Juliano Gauche e Duo Zebedeu


jgauche | 2 de junho de 2010
Para interpretar as canções compostas por Sérgio Sampaio, morto há 15 anos, ninguém melhor que Juliano Gauche, conterrâneo do ompositor. "Tangos e outras delícias de Sérgio Sampaio" explora o universo do responsável pelo sucesso "Eu quero é botar meu bloco na rua", que vendeu cerca de meio milhão de cópias na década de 1970.
Para sustentar o show com uma musicalidade próxima ao universo de Sampaio, o intérprete é acompanhado por Júlio Santos, no violão de seis cordas, e maestro Fábio do Carmo, no violão de sete cordas. Os três formam o trio Zebedeu.
Gauche é um conhecedor de Sérgio Sampaio de primeira hora e lembra que o compositor pertenceu à geração de Raul Seixas, Luiz Melodia e Jards Macalé. No entanto, pouco afeito à indústria fonográfica, morreu no esquecimento. No repertório apresentado no programa Talentos, da TV Câmara, estão ainda músicas como "Não tenha medo não" e "Brasília".

***

Juliano Gauche & Duo Zebedeu

Apresentam

Show “Tangos e outras delícias de Sérgio Sampaio”

Depois de dois anos na estrada apresentando o espetáculo “Tangos e outras Delícias de Sérgio Sampaio”, Juliano Gauche e o Duo Zebedeu, formado por Fábio do Carmo e Júlio Santos, entraram em estúdio para reproduzir em disco doze canções de autoria do compositor cachoeirense, Sérgio Sampaio. Entre essa dúzia de canções está Hoje Não, música inédita, que empresta o nome ao disco. Sérgio é o autor do mega sucesso Eu quero Botar meu Bloco na Rua, lançado no início dos anos 70, até hoje executada nas rádios e conhecida por boa parte dos brasileiros. O “Bloco” recentemente foi sublimado pela Revista Rolling Stones entre as 100 melhores e mais importante músicas do cancioneiro brasileiro. Mas Sampaio é mais que isso, além de ser uma espécie de antítese magra e boêmia de seu conterrâneo Roberto Carlos, ele é um compositor singular, sem semelhanças com quem quer que seja. Influenciador e parceiro de Raul Seixas, mas bem mais perto do samba-canção que do rock; Influenciado por Orestes Barbosa, Silvio Caldas e Lupicínio, a ácida atemporalidade autobiográfica de sua obra indica outros caminhos bem mais tortuosos que o de serestas e boleros. O disco, com direção artística e produção de João Moraes, organizado pela Patuléia Produções, foi gravado em Setembro de 2009, mixado e masterizado em Outubro por Éber Pinheiro. O miolo das intenções desse álbum é a valorização das canções levada às últimas conseqüências. Na contra-mão das tendências sampleatórias e descoladas, Hoje Não é um disco simples e clássico; dois violões de cordas de nylon e uma voz. Juliano Gauche e o Duo Zebedeu interpretam as composições de Sérgio Sampaio, urgentes, intimistas, viscerais. Como se estivessem sentados à mesa de nossas casas em uma noite boa e farta.

Saiba mais e veja algumas imagens e informações sobre o CD “Hoje Não”:

Serviço:
Juliano Gauche & Duo Zebedeu apresentam o show “Tangos e outras delícias de Sérgio Sampaio”
Clube Noir - Rua Augusta, 331 - Consolação – SP
Dias 19 e 26 de agosto de 2010, Quintas-Feiras, 22h
Couvert Artístico: R$ 10,00 – Aceita Cartões
Duração: 90 min. - 150 lugares
Classificação: Livre – Acesso Universal
Informações: 3255 8448 ou 3257 8129
Produção: Sil Ramalhete – Realização: Patuléia Filmes e Eventos
Apoio: Sylvio Passos, Raul Rock Club & O AUTOR NA PRAÇA.
Imprensa: Edson Lima – 9586 5577 – imprensa@oautornapraca.com.br

agosto 03, 2010

São Paulo: Lançamento do livro "De Virgolino a Lampião"


O Autor na Praça & Bar Canto Madalena

Convidam para o lançamento em São Paulo da 2ª edição do livro “De Virgolino a Lampião”,  com a presença de Antonio Amaury Corrêa de Araújo, pesquisador sobre Lampião e o cangaço há mais de 60 anos.

Na data de nascimento de Cristino Gomes da Silva Cleto, o cangaceiro Corisco (10/08/1902), o Bar Canto Madalena e o autor Antonio Amaury convidam para o lançamento em São Paulo da segunda edição do livro “De Virgolino a Lampião”, escrito por Vera Ferreira, jornalista e neta de Lampião e Antonio Amaury Corrêa de Araújo, pesquisador sobre Lampião e o cangaço há mais de 60 anos. Além da presença de Antonio Amaury também haverá uma apresentação do músico e compositor Haroldo Oliveira. Contaremos com a participação especial do ator, palhaço, diretor e produtor cultural Alessandro Azevedo, interpretando Lampião acompanhado de Kelly Di Bertolli como Maria Bonita, com figurinos característicos da época do cangaço. Pelo dia nascimento de Corisco haverá a exibição do clássico do cinema brasileiro “Corisco, o diabo loiro”, com Leila Diniz, Maurício do Valle, Antonio Pitanga, Jofre Soares e grande elenco, a direção é de Carlos Coimbra, o roteiro é assinado por Carlos Coimbra e Antonio Amaury Corrêa de Araújo. Nesta noite o Bar Canto Madalena estará lançando um novo prato: “Lampião e Maria Bonita”. Outras informações baixo.

Lançamento em São Paulo do livro “De Virgolino a Lampião” no Bar Canto Madalena
Dia 10 de agosto de 2010, terça-feira, a partir das 18h – Entrada Franca.
A exibição do filme “Corisco, o diabo loiro” será às 18h e o lançamento em seguida.
Rua Medeiros de Albuquerque, 471 – Vila Madalena – Tel. 3813 6814 – Veja aqui como chegar.
Produção e Realização: O Autor na Praça & Bar Canto Madalena
Ass. Imprensa:  Edson Lima – 9586 5577 / imprensa@oautornapraca.com.br.
Apoio: Max Design, TV da PRAÇA, Enlace-media.com.

Sobre Antonio Amaury Corrêa de Araújo - por Kiko Monteiro no Lampião Aceso – “Antonio Amaury é o sulista mais nordestino de todos os tempos. É hoje, sem duvida, o maior e mais profundo conhecedor do ciclo épico do cangaço e do Padre Cícero também, enfim, Amaury tem nordestinidade em seu DNA, é natural de Boa Esperança do Sul interior de São Paulo, hoje reside na capital. Frequentador da web inclusive páginas de relacionamento, participa de algumas comunidades do Orkut sempre com disposição para contatos e dirimir dúvidas. Ele entrevistou (está gravado) em torno de 40 ex-cangaceiros, membros das forças policiais, pessoas da sociedade da época e familiares remanescentes sendo que a maioria dos depoimentos foram gravados que resultou em mais de 250 horas de registros, na cidade de São Paulo e outros Estados. Teve cangaceiro, que passou mais de 5 meses na casa do Dr. Amaury, pelos mais diversos motivos: além da colaboração com depoimentos alguns aproveitaram a hospitalidade do mestre para tratamento de saúde, entre eles Dadá, mulher de Corisco, Zé Sereno, Balão, Criança Marinheiro, Dona Sila. Também esteve hospedado em sua casa por 23 dias o ormão de Lampião João Ferreira, que não entrou para o Cangaço. è bom destacar sua amizade com Maria Ferreira, Dona Mocinha, irmão de Lampião, que este ano completou 100 anos. Amaury é consultado, com freqüência por jornalistas, cineastas, professores universitários, alunos e estudiosos do cangaço do Brasil e outros países de uma forma geral. Que Deus lhe dê muitos anos de vida, energia para os próximos seminários e que sua pena (força de expressão) "seu computador" venha, ainda a produzir, muitas obras de interesse dos brasileiros e, sobretudo dos nordestinos no tocante aos sertões. Incansável em busca de informações sobre o assunto, realizou mais de 7.000 entrevistas, por mais de 60 anos. Suas pesquisas minuciosas, diretas, imparciais, fazem-no um autêntico mestre, criterioso e honesto. É consultor sobre o assunto para várias Universidades do Brasil e do exterior. Em 1969, foi roteirista do grande clássico do cinema brasileiro “Corisco, o diabo loiro” em co-autoria com o diretor do filme Carlos Coimbra. Nos anos 70, tornou-se conhecido em todo o Brasil ao participar do "Programa 8 ou 800", da TV Globo, respondendo sobre o assunto. Foi consultor e colaborou com a primeira edição do programa Globo Repórter em 1975, que tinha como tema o último dia da Vida de Lampião. Tem vários livros publicados, entre eles: “Lampião: Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço”; “Assim Morreu Lampião”; “Lampião: As Mulheres e o Cangaço”; “Gente de Lampião: Dadá e Corisco”; “Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno”; “De Virgolino a Lampião”; “O Espinho do Quipá”; “De Virgolino a Lampião – 2ª edição” (estes três últimos em co-autoria com Vera Ferreira, neta de Lampião); “Lampião e Maria Fumaça”; “Lampião e as Cabeças Cortadas”, (ambos em co-autoria com Luiz Ruben F. de A. Bonfim, de Paulo Afonso – BA); “A Medicina e o Cangaço” (co-autoria com Leandro Cardoso Fernandes, de Teresina – PI); e o mais recente “Lampião – Herói ou bandido”, em co-autoria com Carlos Elydio Corrêa de Araújo. Amaury é sócio-fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais – UNEHS. Antonio Amaury em agosto estará participando em agosto do 2º Semninário do Cariri Cangaço em Joazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Missão Velha e Aurora, no estado do Ceará. Veja entrevista com Antonio Amaury e comentários: http://lampiaoaceso.blogspot.com/2009/10/o-mestre-antonio-amaury.html.

Sobre Haroldo Oliveira - Iniciou carreira em 85, compondo para o teatro "A Arvore que andava", "Morte e Vida Severina", "A Rua do Mundo". Gravou seu primeiro CD "Fruto", em 92, em Liss, Suíça, e o segundo "SAOPUNKPIRIPAQUEINDUSTRIAL" em 1998 pela gravadora RGE. Em 2003 juntamente com a DGT Filmes produziu seu próprio DVD, Haroldo Oliveira 3x4. O DVD possui 8 (oito) composições mais depoimentos, todas interpretadas por ele, entre elas "São Luiz" e "Cajaíba", gravadas por Ana Luiza, e "Bolero das Estrelas", por Juliana Amaral, vozes da nova geração de intérpretes paulistanas. Atualmente Harolado Oliveira se apresenta em casas da noite paulistana acompanhado da Banda Caixote em Pé, formada Caio Ignácio, Márcio Mutalupe e Deca Silva.

Sobre Alessandro Azevedo nasceu em Puxinanã-PB, em 23/07/68, é ator, palhaço, diretor e produtor. Iniciou carreira no teatro em Campina Grande. Em 91, tomou o rumo de São Paulo, para fazer cursos no CPT (Centro de Pesquisa Teatral), de Antunes Filho. Depois, criou o Palhaço Melão e fez espetáculos de rua. Em 96, criou outro palhaço, o Charles, que animava Saraus em espaços abertos. Em 2000, os Saraus do Charles ganharam maior freqüência. Alessandro fundou, com parceiros, o Raso da Catarina (espaço teatral localizado na Vila Madalena). Como não poderia deixar de ser, a primeira peça montada no novo espaço foi "Lampião Vai ao Inferno Buscar Maria Bonita", com base em entrevista concedida por Virgulino Ferreira, em 1926, a um jornal. Alessandro e Dani Carmona criaram a peça "O Amanhecer de Lampião", para dois personagens (Lampião e Maria Bonita) e um sanfoneiro. O primeiro contato do ator com o cinema foi na minissérie “O Cangaceiro” de Aníbal Massaini, depois, atuou em “Sonhos Tropicais” de André Sturm; “Narradores de Javé” de Eliane Caffé; Contra Todos, de Roberto Moreira; “Garotas do ABC” de Carlos Reinchenbach e, recentemente, em “O Sol do Meio dia” de Eliane Caffé, com estréia prevista para o segundo semestre de 2010, onde atua e faz preparação de atores. Atualmente Alessandro Azevedo preside a Associação Raso da Catarina, que é responsável pelo ponto de cultura “A vida é um Moinho”, que organiza a primeira “Mostra do Mangue Cultural”, apresentando a diversidade cultural brasileira na praça Éder Sader, na Vila Madalena, em São Paulo. Saiba mais: www.rasodacatarina.com.br.

Sobre o filme “Corisco, o diabo loiro”: 1969. 96 min. Direção: Carlos Coimbra, Roteiro: Carlos Coimbra e Antonio Amaury Corrêa. Elenco: Antonio Pitanga, Dionísio Azevedo, Geórgia Gomide, Jofre Soares, Johny Herbert, Laura Cardoso, Leila Diniz, Maurício do Valle, Milton Ribeiro, Tony Vieira, Turíbio Ruiz e outros. Sinopse: Depois de matar um provocador, Cristino foge para uma cidade no interior do Nordeste e acaba se vendo forçado a entrar para o bando de Lampião, onde se torna seu braço direito, com o nome de Corisco, o Diabo Loiro. Apaixona-se por Dadá, filha de um fazendeiro, e a leva à força consigo. Aos poucos ela aprende a amá-lo e vivem juntos 13 anos de cangaço. Corisco escapa do massacre de Angico, mas é apanhado pela volante do tenente Zé Rufino, depois de degolar a família do delator de Lampião. Dadá e Corisco, no trajeto de entrega às autoridades, recordam os lances aventurescos de sua vida. Saiba mais aqui.

Sobre o Bar Canto Madalena - localizado num canto tranquilo da agitada Vila Madalena, na varanda, sala e quintal desse esconderijo esperto, um público eclético, toma um chope Brahma, muito bem tirado. Faz sucesso os pratos da culinária nordestina, entre eles o "Arrumadinho", o "Escondidinho" e o Bolinho de Arroz com Carne Seca. Mas o Canto Madalena tem beliscos e petiscos para todos os gostos: picanha, salmão, frango, sem falar nos caldos, sopas e sanduíches. Saiba mais www.cantomadalena.com.br.

agosto 02, 2010

Centenário de Adoniran Barbosa na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, em Sampa



A Feira de Artes da Praça Benedito Calixto celebra o centenário de Adoniran Barbosa e os 23 anos da Feira no mês dos 450 anos do aniversário de Pinheiros (15/08/1550).

 Imagem que será reproduzida pela equipe Studio Kobra

João Rubinato nasceu no dia 6 de agosto de 1910 em Valinhos-SP, mas foi na cidade de São Paulo em 1932, que João Rubinato virou Adoniran Barbosa, tornando-se um dos maiores cronistas da Paulicéia, através de suas músicas e seus personagens. Para celebrar o centenário de seu nascimento e os 23 anos da Feira de Artes da Praça Benedito Calixto haverá uma programação com várias atividades na praça no dia 7 de agosto. O evento na praça fazem parte dos festejos do 450º aniversário de Pinheiros, o bairro mais antigo fora do centro da cidade foi fundado em 15 de agosto de 1.550. Contaremos com a participação especial de Sérgio Rubinato, sobrinho e grande parceiro de Adoniran. No Espaço Plínio Marcos, tenda na feira onde acontece o projeto O Autor na Praça, teremos escritores e biógrafos de Adoniran, em tarde de autógrafos e leituras, já estão confirmadas as presenças do músico e compositor Ayrton Mugnaini Jr. autografando “Adoniran, dá licença de contar...”;do jornalista e pesquisador Celso de Campos Jr. autografando “Adoniran, uma biografia” (nova edição revista e ampliada) e do cartunista Junior Lopes realizando caricaturas do público em papel personalizado com imagem de Adoniran. No espaço também haverá uma exposição de capas de discos do arquivo da Vozoteca, que possui um acervo de mais de 5.000 vozes de personalidades brasileiras e internacionais, criada pelo jornalista Luiz Ernesto Kawall, antigo morador da praça e do Museu da Voz, Kawall é um dos fundadores da Feira e do MIS. Na área de alimentação, o tradicional grupo de Choro da Praça vai tocar músicas do repertório de Adoniran durante à tarde, com a participação dos músicos e compositores Adler São Luís, Ayrton Mugnaini Jr., Djalma Dias e outros convidados. O artista plástico e muralista Eduardo Kobra vai pintar com sua equipe, uma imagem de Adoniran no muro da Associação dos Amigos da Praça, o painel faz parte do projeto “Muro das Memórias” desenvolvido por Kobra. Para completar a homenagem, no Espaço Cultural Alberico Rodrigues, que também fica na praça, haverá exibições dos filmes “Candinho” de Mazaroppi e “O Cangaceiro” de Lima Barreto, que tem participações de Adoniran. Saiba mais sobre Adoniran Barbosa: www.dicionariompb.com.br/adoniran-barbosa / www.mpbnet.com.br/musicos/adoniran.barbosa.

Serviço
Feira de Artes da Praça Benedito Calixto celebra o centenário de Adoniran Barbosa, o 450º aniversário de Pinheiros e os 23 anos da Feira.
Dia 7 de agosto de 2010, sábado, a partir das 14h - Grátis.
Espaço Plínio Marcos, Espaço do Chorinho da Praça na área de Alimentação e Muro da Associação na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto - Pinheiros.
(As exibições dos filmes “Candinho” (15h00) e “Cangaceiro” (16h30) acontecerão no Espaço Cultural Alberico Rodrigues – Praça Benedito Calixto, 159 - Tel. 3064 9737, com Entrada Franca).
Informações: Edson Lima – 3739 0208 / 9586 5577 - edsonlima@oautornapraca.com.br 
Realização: AAPBC – Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto e Edson Lima.
Parceria e apoio neste evento: Espaço Cultural Alberico Rodrigues.
Apoio: Max Design, Cantinho Português, Jornal da Praça, TV da PRAÇA, Enlace-media.com, AEUSP – Associação dos Educadores da USP e Restaurante Consulado Mineiro.




julho 22, 2010

Exposição "Transição" do artista plástico Jorge dos Anjos (SAMPA)

Galeria Espaço 3058A & Jorge dos Anjos

Convidam para a exposição

“Transição”

Lançamento do novo trabalho do artista plástico Jorge dos Anjos. O artista, que tem trajetória pictórica figurativa, inova ao lançar sobre suas pinturas diversas camadas de pontilhismo, desconfigurando a imagem original de suas telas, buscando uma incursão na linguagem contemporânea da arte. São 16 obras em acrílico sobre tela onde cenas de um Brasil idílico se desfazem sob a opacidade de cores vibrantes e reverberantes.

Jorge dos Anjos nasceu em Recife, Pernambuco, em 20 de junho de 1969. Começou a pintar aos 13 anos de idade, em 1982, na cidade de Salvador, Bahia. Autodidata, seguidor da tradição pictórica de Heitor dos Prazeres, Caribé e Roberto Osvaldo Griot, trabalha em acrílico sobre tela. Sua obra explora temas da cultura popular brasileira, apresentados em cores exuberantes, em meio a uma natureza abundante e generosa. Tem direcionado sua técnica para a incorporação da linguagem pontilhista, por meio da qual desconfigura a imagem origina de suas telas. Em 2000, radicou-se em São Paulo, onde vive e trabalha até a atualidade.

Serviço:
Exposição “Transição” de Jorge dos Anjos
Galeria Espaço 3058A
Rua da Consolação, 3058, Jardins – Tel. 2506 2144 – www.galeria3058a.blogspot.com.
Vernissage: abertura dia 27 de julho das 19 às 23h
Exposição: de 28 de julho a 14 de agosto – Horários: de segunda a quinta-feira, das 10 às 19h; Sextas-feiras, das 10 às 18h e aos sábados das 10 às 14h. Curadoria: Anna Guerra
Apoio: Empório Michelangelo, Max design, O Autor na Praça, DJ Pingo Dance Hall e Art Place.
Ass. Imprensa: Edson Lima – Tel. 3739 0208 / 9586 5577 – imprensa@oautornapraca.com.br.

Na vernissage haverá a participação especial do DJ Pingo e do poeta Zinho Trindade.

TRAJETÓRIA DO ARTISTA

Exposições Coletivas
2010 - Bienal SESC “Naifs do Brasil” Piracicaba
2009 - “Nossa Arte Negra” Centro Cultural Mestre Assis Embu das Artes
2005 - “Salão Nacional de Arte de Paraty” Rio de Janeiro Prêmio de Aquisição
2002 - “Salão de Arte Alma Paulista” Centro Brasileiro Britânico São Paulo
1998 - Bienal de Artes “Buenos Aires não Dorme” Argentina
1995 - III Bienal do Recôncavo Centro Cultural Dannemann São Felix Bahia; I Bienal Afro-Americana de Cultura Real Gabinete Português de Leitura Salvador Bahia; Encontro Brasil-África Centro de Convenções Salvador Bahia
1992 - I Bienal do Recôncavo Centro Cultural Dannemann São Felix Bahia
1991 - “Kabiyesi Le Onire Arte Negra” Casa do Benin Salvador Bahia
1989 - “Cultura Negra através da Arte” SENAC Pelourinho Salvador Bahia

Exposições Individuais
2007 - “Naïf Brasil Viva Cores” Galeria Território Brasil São Paulo
1998 - Casa de la Provincia de Corrientes Argentina
1997 - Galeria Solar Punta Del Este Uruguai
1995 - Galeria Ostarte San Sabastian Espanha; Museu da Cidade Salvador Bahia
1991 - “Caminhos dos Orixás”  Galeria e Espaço Cultural Novo Tempo Salvador Bahia

Feiras, intervenções, curadorias e encomendas
2009 - “SP Arte” (trabalho desenvolvido juntamente com o artista plástico Moacyr Toledo); Leilão de arte no principado de Mônaco promovido pela Fondation Prince Albert II; Curador da exposição “Nossa Arte Negra” Centro Cultural Mestre Assis Embu das Artes SP.
2008 - Intervenção individual a céu aberto na praia de Pouso da Cajaíba em Paraty, RJ murais em fachadas de bares; Organização curadoria e participação na intervenção a céu aberto “Muros do Querosene” mais de 120 murais em muros portões fachadas e postes de iluminação no bairro do Morro do Querosene no bairro do Butantã em SP juntamente com outros 35 artistas plásticos e grafiteiros.
2007 - Intervenção individual a céu aberto quilombo do Campinho Paraty RJ murais em fachadas de edifícios muros e postes de iluminação.
2005 – Intervenção no Espaço Plínio Marcos, na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto em Pinheiros, SP. Produziu uma tela no projeto O Autor na Praça, que realizava um evento em apoio a Revista OCAS – Organização Civil de Ação Social.
2000 - Painel 6x2,5m pintado ao vivo durante o desfile de Carnaval Escola de Samba Pérola Negra SP; Imagens impressas em cartões telefônicos e talões de cheques.

julho 14, 2010

Tarde Poética no projeto O Autor na Praça

O Autor na Praça e o Encontro de Utopias realizam mais uma tarde poética.

No próximo sábado, dia 17 de julho acontecerá mais uma tarde poética no Espaço Plínio Marcos. Além do grupo Encontro de Utopias, contaremos com a presença de convidados especiais: o poeta Ricardo carneiro e Silva, com seu livro “Sol dos Poros”, o poeta e agitador Marcos Marquez, o Kakolé declamando poesias autorais, do poeta e cordelista paraibano Chico Pedrosa e outros poetas da cultura popular e Haroldo Oliveira. Também acontecerá uma homenagem aos poetas Solano Trindade, pelo mês de seu aniversário de nascimento e Roberto Piva, que nos deixou recentemente. Contaremos com uma participação especial de Zinho Trindade, músico e bisneto de Solano e de alguns integrantes do grupo de poetas de Embu das Artes, apresentando um livro/coletânea recém lançado. Será um sarau aberto a todos, com leituras, músicas e performances com a participação de convidados e o público presente. Traga seus poemas, suas composições e adereços!  Saiba mais sobre Encontro de Utopias abaixo.

Serviço
O Autor na Praça e o Encontro de Utopias realizam Tarde Poética.
Dia 17 de julho, sábado, a partir das 14h - Grátis.
Espaço Plínio Marcos - Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto - Pinheiros.
Informações: Edson Lima – 9586 5577 - edsonlima@oautornapraca.com.br 
Realização: Edson Lima, Encontro de Utopias e AAPBC.
Apoio: Femina Arte, Max Design, Cantinho Português, Jornal da Praça, TV da PRAÇA, Enlace-media.com e Restaurante Consulado Mineiro.

O Encontro de Utopias é um coletivo artístico formado em junho de 2009 e se propõe a discutir com a sociedade a  construição de uma nova política cultural,   numa postura de não sectarismo, entendendo que o intercâmbio de culturas, opiniões, técnicas e  linguagens promovem a tolerância e  a formação de opiniões. O sarau é um espaço democrático por excelência, pois não comporta censura, não necessita do crivo da mídia e não reflete interesses de instituições, pois é aberto à vanguarda artística, às manifestações undergrounds e à reflexão individual e coletiva. Consiste num sarau que ocorre regularmente no Bar Pandora, na Praça Roosevelt, no último domingo de cada  mês, das 20h às 23h, com microfone aberto as  intervenções  de  linguagens e caminhos artísticos variados, através da palavra, da música, da dança, do teatro, das artes plásticas, performances e manifestações de grupos e movimentos sociais. O sarau também se desloca para outros espaços, como instituições sociais, escolas ou praças, pois acreditamos que é fundamental o respeito à diversidade e toda e qualquer expressão cultural que represente uma legítima aspiração popular. Já nos apresentamos na Fundação Casa, na Pça. Elis Regina (em manifestação contra a extinção da mesma), na Casa de Convivencia Restaura-me, na Feira Solidária, na Galeria Olido, no Metrô de São Paulo, na Pça da Sé (no evento Natal Solidário),  na Revista Ocas e no Teatro Satyros entre outros.


O Encontro de Utopias acredita que a arte é o mais poderoso instrumento de reflexão e crescimento pessoal e que  educação e cultura  são as melhores armas de transformação social.

Integram a equipe: Fábio Abramo, Tião Nicomedes, Regina Tieko e outros colaboradores.
Contatos : regina_tieko1@yahoo.com.br – 9717 2176 ou 9123 8652.

Sobre o livro “Sol dos Poros” -  “ARTE POÉTICA: A poesia tem como alimento principal tudo aquilo que a leva ao encantamento. Sem a magia, não existe beleza, não existe o arrebatamento. A violência, o erotismo, muitos são os registros que permitem a criação literária e naturalmente é fundamental que haja uma incessante busca pelo novo, pelas transformações e particularmente pela eliminação das costuras que levam ao lugar-comum. Nesse seu livro de estreia, “Sol de Poros”, o poeta Ricardo Carneiro e Silva põe-se à prova. A ousadia leva à maturidade e somente se expondo, outros universos serão alcançados. Digo sempre: devemos experimentar. Própria dos jovens, sua alma inquieta conduz-nos a uma viagem na qual se observa uma representação do Eu metafórico, o subjetivo, e um extenso comprometimento com a invenção. As imagens, o movimento, são peças claras de significação de sua poética, como: “ao ir-me indo/vou para onde ninguém/ousou buscar”.“...Agora escrevo o amanhã/por não saber se há.” Esta publicação de começo deve ser saudada. É um exercício de descortinamento que se acentua, que se cerca essencialmente da cumplicidade com a poesia e com a palavra.” (Celso de Alencar no texto de apresentação do livro).

Sobre Ricardo Carneiro e Silva, poeta e dançarino. Nasceu na cidade de São Paulo em 1979, ano do Carneiro no horóscopo chinês, na Vila Joaniza (Zona Sul). De família nordestina (Rio Grande do Norte e Bahia) e árvore genealógica dos Carneiros da Silva (avós maternos), Ricardo Aparecido Silva trabalhou em Cartório de 1996 à 2001, em 1999 conheceu a Soma - Uma Terapia Anarquista; onde o tesão de fazer poesia desabrochou, o tesão de jogar capoeira nasceu e a possibilidade de dançar plantou. Aclarou-se a intuição, o cartório para a minha vida seria uma contramão. Então a capoeira de angola passou  integrar o meu  viver de forma completa no Grupo de Capoeira Angola Omoayê até o fim de 2006. Trabalhou no projeto O Autor na Praça, onde organizou intervenções poéticas e urbanas, produziu e agitou no espaço Plínio Marcos com Edson Lima. Hoje integra a Cia Corpos Nômades como dançarino e assistente de produção. Saiba mais no Blog do poeta: www.soldosporos.blogspot.com.

Sobre Kakolé - Marcos José Gomes Marques, nascido na cidade Pernambucana de São José do Egito, passou parte de sua infancia vivendo no sitio Humaitá, foi criado pelos avós Maternos Francisco Gomes Confessor e Antonia Gomes dos Anjos. Nesse tempo de criança viveu entre as caatingas do Sertão, onde aprendeu a conviver com a natureza de forma mais sublime. Foi nesse Sertão que começou a gostar de cantorias de violas e música em geral, foi convivendo com grandes poetas que aprendeu a criar versos, baseado nos que ouvia dos poetas como Louro do Pajeú, Jó Patriota, Zezé Lulú, Mocinha de Passira, José Marcolino, Ivanildo Vila Nova, Dimas Batista, Sebastião da Silva, Pinto de Monteiro, Zé Catota, Rafaelzinha e tantos outros artistas da cultura popular brasileira. Foi nesse meio que conheceu a verdadeira essência da poesia, onde muitas vezes passava noites em cantorias promovidas por Zezinho Moura que era sobrinho de seu avô e também vizinhos de sítio. A Serrinha na década de 70 também foi palco de grandes cantorias promovidas por meu tio Mané Marques, que era fanático pelos repentes produzidos por Louro e Jó que abrilhantavam aquele cenário bruto do Sertão nas mil e uma noites Sertanejas.
Veja o blog do poeta: www.kakole-cordel.blogspot.com.

Sobre Zinho e a família Trindade: www.zinhotrindade.blogspot.com.