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agosto 24, 2010

agosto 18, 2010

As constelações na cosmologia dos grupos Tukano

Palestra: As constelações na cosmologia dos grupos Tukano

 
A observação do céu sempre esteve na base do conhecimento de todas as sociedades

Na próxima quinta-feira, 19 de agosto, Melissa Santana de Oliveira, do Instituto Socioambiental (ISA), apresentará a palestra Através do universo: as constelações na cosmologia dos grupos Tukano do rio Tiquié, alto rio Negro. Esta pesquisa, realizada desde 2005, tem por objetivo identificar o ciclo de constelações do grupo Tukano e também da etnia Desana, registrando seus  mitos de origem e descrevendo os fenômenos ecológicos, econômicos e rituais associados às posições das estrelas.
 A etnoastronomia, definida como a ciência que estuda os conhecimentos astronômicos relacionados aos costumes de uma determinada cultura, é importante para nos ajudar a entender qual a relação do homem com o céu e a natureza. Muito ligados aos mitos cosmogônicos, que tratam da origem do universo, esses conhecimentos sempre foram transmitidos de maneira oral, constituindo saberes tradicionais que passaram de geração em geração, e que hoje são estudados como forma de entender e preservar o universo cultural e o imaginário de cada um desses povos.

Realizado em parceria com os profissionais do Programa Rio Negro do ISA, com o físico Walmir Thomazi Cardoso da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e pela Sociedade Brasileira para o Ensino de Astronomia (SBEA), a pesquisadora afirma que seu projeto está em constante interlocução com as comunidades indígenas do alto rio Negro, inserindo-se no âmbito das iniciativas de educação e manejo ambiental protagonizadas por indígenas do médio rio Tiquié, Terra Indígena Alto Rio Negro, organizados na Associação Escola Indígena Tukano Yupuri (AEITY) e na Associação das Comunidades Indígenas do Médio Tiquié (ACIMET). 

A palestra é gratuita e aberta ao público em geral.

Palestra: Através do universo: as constelações na cosmologia dos grupos Tukano
Palestrante: Melissa Santana de Oliveira / Instituto Socioambiental (ISA)
Data: 19 de agosto
Horário: 17h
Local: Sede Administrativa do Museu da Amazônia (Musa)
Avenida Constelação, 16, Conjunto Morada do Sol, Aleixo

Fonte: Musa - Museu da Amazônia

agosto 12, 2010

Musa - Palestra Saberes e Sabores: uma nova mesa amazônica

Ilha de São Vicente - ao fundo, o Bairro de São Raimundo - Manaus-Amazonas-Brasil
Foto: Rogelio Casado, 2005

Palestra Saberes e Sabores:uma nova mesa amazônica

Nesta quinta-feira, 12 de agosto, realizaremos a palestra Saberes e Sabores - uma nova mesa amazônica, sobre a produção e consumo de hortaliças não convencionais, com Catarina Jakovac, consultora em agroecologia do Musa.

São chamadas de “não convencionais” aquelas hortaliças pouco conhecidas da culinária da região, as quais dificilmente são encontradas em feiras e mercados locais, como a taioba, o ariá e o cubiu. Estas plantas nativas da Amazônia possuem significante valor nutritivo e sabor agradável, o que, aliado ao baixo custo de produção, fazem-nas uma alternativa viável para uma alimentação saudável de nossa população.

Através de oficinas de capacitação e assistência técnica promovidas pela equipe do Musa, o Saberes e Sabores promove a produção destas hortaliças no Projeto de Assentamento Água Branca, no Puraquequara, bairro da Zona Leste de Manaus. Atualmente, esses produtores cultivam organicamente 15 diferentes hortaliças que hoje incrementam a renda das famílias envolvidas. A divulgação deste projeto faz parte dos esforços para a construção de novos hábitos alimentares que respeitem a cultura local, disseminando estes conhecimentos como uma alternativa de alimentação saudável e de baixo custo, baseada no uso sustentável da terra.

A palestra é gratuita e aberta ao público em geral. Na ocasião, haverá degustação de doces e sucos, além da venda das hortaliças após a palestra pelos próprios produtores.

Palestra: Saberes e Sabores - uma nova mesa amazônica
Palestrante: Catarina Jakovac / Museu da Amazônia (Musa)
Data: 12 de agosto
Horário: 17h
Local: Sede Administrativa do Museu da Amazônia (Musa)
Avenida Constelação, 16, Conjunto Morada do Sol, Aleixo

agosto 07, 2010

Curso de ilustração botânica no JB de Manaus

 Curso de ilustração botânica no JB de Manaus

O Museu da Amazônia (Musa) e o Jardim Botânico Adolpho Ducke de Manaus (JB de Manaus)  promoverão,  entre os dias 26 e 28 de agosto, o curso de ilustração botânica com Maria Alice de Rezende, ilustradora do  Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ). O curso tem por objetivo ensinar técnicas de ilustração em grafite e nanquim, disponibilizando 15 vagas com inscrições no valor de R$ 20,00. 

Lembramos que o curso será realizado no Jardim Botânico Adolpho Ducke de Manaus, mas as inscrições serão realizadas na sede administrativa do Musa.  Abaixo você pode conferir algumas informações, assim como o currículo da instrutora e um texto explicativo sobre Ilustração Botânica. 

Curso de Ilustração Botânica
15 vagas
Para pessoas acima de 18 anos
Inscrição: R$ 20,00
Período:26, 27 e 28 de Agosto de 2010
Horário: 09h às 12h
Local: Jardim Botânico Adolpho Ducke
Av. Uirapuru, bairro Cidade de Deus, Manaus – AM

 Local de Inscrições
Museu da Amazônia (Musa)
End.: Av. Constelação, Nº 16, Conj. Morada do Sol. Cep.: 69060-081. Aleixo. Manaus/AM
Fone: 92 3236-3079/9197 

Currículo - Maria Alice de Rezende
Formada em Artes Plásticas pela Escola Nacional de Belas Artes (EBA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em Iilustração Botânica pela Escola Nacional de Botânica Tropical (ENBT/JBRJ). Com aperfeiçoamento no New York Botanical Garden, e Royal Botanic Gardens Kew- Londres, como vencedora da bolsa artística da Fundação Botânica Margaret Mee- 2004. Com trabalhos publicados em livros e periódicos no Brasil e exterior. E trabalhos selecionados para exposições em Chicago, St. Louis, Illinois, New York, Washington, Albany, Tókio, e Londres. Ganhadora do prêmio The Anne Ophelia Dowden Award 2009 de ilustração botânica. Atualmente ilustrando em projetos para pesquisadores no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. 


A Ilustração Botânica
por Maria Alice de Rezende
      A ilustração botânica é uma forma de representação da natureza difundida universalmente, e como muitos gostam de dizer: “uma forma de arte que é ciência”. Mas  acima de tudo é uma demonstração de admiração e respeito à natureza.
     Ao observarmos uma planta atentamente podemos ver que detalhes como  folhas,  pétalas e ramos podem estar próximos ou afastados, podem ser lisos ou ásperos, cobertos por suaves pêlos ou mesmo ornados por espinhos. Em relação as cores, podemos notar sutis variações, como um branco que pode ter  tons de verde, amarelo, ou rosa. As variações são infinitas. Aos olhos do ilustrador botânico nenhum destes pequenos detalhes poderá escapar. Às vezes perde-se tempo tentando desvendar um emaranhado de pequenas folhas ou estames, até entender-se toda sua estrutura. Na maioria das vezes o auxílio de um pesquisador é indispensável, para a total compreensão.
    É importante conhecer profundamente a espécie para a realização de um trabalho de boa qualidade artística, e ao mesmo tempo, fidelidade a  planta representada.
    O trabalho de ilustração apóia o texto descritivo e tem como função deixar claras as características da planta descrita, por isso a importância da fidelidade na representação. O compromisso com a realidade está na consciência de cada ilustrador, ao lembrar que seu trabalho é um documento orientando ou desviando um pesquisador que, impossibilitado de ter a planta viva para observar, às vezes por tratar-se de uma espécie já extinta, terá apenas a ilustração para sua análise. Tradicionalmente, a aquarela e o nanquim são as  técnicas mais utilizadas na ilustração botânica. A planta a ser ilustrada deve conter o maior número de informações possíveis, ou seja, a planta em vários estágios de desenvolvimento, com botões, flores abertas, murchando, frutos verdes e maduros, se possível. O desenho inicial é feito a grafite em proporções reais, com a planta em uma posição que mostre claramente todos os detalhes fundamentais que a diferem de outras espécies.
Depois de finalizar a montagem da prancha suavemente em grafite é hora da montagem final e da cobertura em nanquim ou aquarela, se preciso for, com o auxílio de uma lupa. A riqueza de detalhes quase imperceptíveis é uma característica marcante da Ilustração Botânica. A ilustração de uma só planta pode levar algumas semanas ou vários meses, trabalho que requer extrema dedicação e paciência.

julho 28, 2010

As mudanças socioculturais e ambientais na Manaus de 1890 a 1910 é tema de palestra

Rita Chaves (Secretaria Executiva do MUSA) e Edneia Mascarenhas Dias (pesquisadora)
Foto: Rogelio Casado - Manacapuru-AM, 2007

As mudanças socioculturais e ambientais na Manaus de 1890 a 1910 é tema de palestra no Musa
A pesquisadora Edinea Mascarenhas, autora do livro A Ilusão do Fausto: Manaus de 1810 a 1920 ,  apresentará a os resultados de seus estudos sobre as mudanças socioculturais e ambientais na Manaus do período áureo da borracha, que vai de 1890 a 1910.
Ao tentar recuperar a constituição histórica da Manaus, quando capital da borracha, a autora tenta desvendar a aliança entre Estado e interesse privado, numa política de exclusão e dominação contra pessoas ou grupos que não se enquadravam nos conceitos de valores da elite local.

Nas palavras de Milton Hatoum, a pesquisa de Edinea nos faz refletir sobre os impasses gerados por uma modernidade incompleta. De um lado - o fausto - uma cidade limpa e urbanizada, um espaço urbano pensado e planejado para os ricos e estrangeiros. Do outro, a Manaus dos excluídos, dos desempregados e carentes que não figuram na historiografia da época.

A palestra é gratuita e aberta ao público em geral.
Palestra: Manaus de 1890 a 1910: A ilusão do Fausto  
Palestrante: Edneia Mascarenhas
Data: 29 de julho
Horário: 17h
Local: Avenida Constelação 16, Conjunto Morada do Sol, Aleixo

junho 09, 2010

FAPEAM: uma trajetória de amparo ao desenvolvimento científico e social do Amazonas

Odenildo Sena
Foto: Rogelio Casado - Manaus-AM, 2008

Fapeam é tema de palestra no Museu da Amazônia

A trajetória da Fundação de Amparo à Pesquisa no Amazonas - FAPEAM, como agência de fomento à pesquisa científica e tecnológica do Estado, será o tema da palestra do Musa,  na próxima quinta-feira, 10 de junho. 

Desde sua implantação, em 2003, a  FAPEAM fomenta o apoio à produção e divulgação científica no Estado. Os resultados de sua atuação, os indicadores da formação de pesquisadores e seu papel no desenvolvimento tecnológico regional serão apresentados pelo diretor-presidente da entidade, Odenildo Sena.

Segundo a FAPEAM, atualmente o Amazonas já pode se beneficiar com mais de 100 doutores e mais de 700 mestres titulados, e as instituições de ensino e pesquisa podem encontrar  na Fundação o apoio necessário para direcionarem seu foco para o  “fazer ciência”.

A palestra é gratuita e não há necessidade de inscrição. 

Palestra: FAPEAM: uma trajetória de amparo ao desenvolvimento científico e social do Amazonas
Palestrante: Odenildo Sena/ Diretor-presidente FAPEAM
Data: 10 de junho
Horário: 17h
Local: Avenida Constelação 16, Conjunto Morada do Sol, Aleixo
Entrada gratuita

março 02, 2010

"Amazônia, uma abordagem filosófica”


Heidegger e a metafísica da subjetividade, pelo filósofo Paulo Ghiraldelli Jr.

* * *

Nota do blog: A metafísica de Heidegger você já conhece. O que você não conhece são os caminhos teóricos que a obra desse filósofo abre para pensar a Amazônia. É o que o professor Renan Freitas Pinto promete apontar em sua palestra no MUSA.

"Amazônia, uma abordagem filosófica”

A obra de filósofos como o alemão Martin Heidegger (1889-1976) serviria para apontar novos caminhos teóricos para pensar a Amazônia? O sociólogo e cientista social Renan Melo de Freitas Pinto, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), aposta que sim e aborda o tema em palestra no Musa nesta quinta-feira, dia 04 de março.

“Vivemos um momento novo de interpretação da Amazônia”, afirma Renan. “A discussão de questões relacionadas ao meio ambiente e às culturas tradicionais, por exemplo, tem muito a se beneficiar da base teórica oferecida por diferentes filósofos”, completa.

Para Renan, durante muito tempo aqueles que se dispuseram a estudar a Amazônia e seus autores se depararam com um algo semelhante a um “vazio teórico”. “Muitas vezes lemos autores como Euclides da Cunha mas não esclarecemos sua obra de maneira satisfatória”, exemplifica.

O pesquisador afirma que a situação começou a mudar e que algumas universidades abordam autores como Heidegger em seus cursos de pós-graduação.

Apontar os caminhos dessa mudança é propósito da palestra de Ernesto Renan Pinto. Além de analisar trechos da obra de Heidegger, o pesquisador falará sobre o trabalho do filósofo alemão Hans-Georg Gadamer (1900-2002) e do francês Paul Ricoeur (1913-2005). “É claro que há outros autores importantes. Falarei sobre esses três, todos fortes críticos da ciência que acreditavam que há outros conhecimentos, como a arte e a filosofia, que conseguem explicar as situações”, afirma.

Palestra: Amazônia, uma abordagem filosófica

Palestrante: Ernesto Renan Melo de Freitas Pinto/ Ufam

Data: 04 de março

Horário: 17h

Local:
Avenida Constelação 16, Conjunto Morada do Sol, Aleixo

http://www.museudaamazonia.org.br/

dezembro 09, 2009

Museu Amazônico da Ufam: museu e coleções etnográficas

Museu Amazônico da UFAM
Foto postada em museuamazonico.ufam.edu.br

Museu Amazônico da Ufam: museu e coleções etnográficas

Na próxima quinta-feira, dia 10 de dezembro, às 17h, o Museu da Amazônia – Musa recebe o diretor do Museu Amazônico, Sérgio Ivan Gil Braga, para a palestra Museu Amazônico da Ufam: museu e coleções etnográficas.

Onde: Av. da Constelação, n16, Conjunto Morada do Sol, Aleixo – Manaus/AM
Data: 10/12/2009
Hora: 17h

Para mais informações,

Jane Dantas
Jornalista (MG 07326JP)
Telefone: 92 8128 5070
E-mail: jane@museudaamazonia.org.br, dantas.jane@gmail.com
skype: dantas.jane
msn: janesdantas@hotmail.com
www.museudaamazonia.org.br
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dezembro 01, 2009

Musa debate sobre a história da saúde pública e da medicina tropical no Amazonas entre 1890 e 1930

A história da saúde pública e da medicina tropical no Amazonas entre 1890 e 1930

Para refletir a respeito das atividades de saneamento no Estado do Amazonas no período da Primeira República no Brasil, o Museu da Amazônia – Musa recebe no dia 3 de dezembro, às 17h, o pesquisador Júlio César Schweickardt, que ministra a palestra “A história da saúde pública e da medicina tropical no Amazonas entre 1890 e 1930”.

O momento abordado coincide com o auge e o declínio da economia da borracha, fazendo da Região um importante centro de repercussão da cultura e das ideias científicas. “Analisaremos como as ideias da medicina tropical foram apropriadas por médicos do Amazonas e como seus princípios foram colocados em prática, com o objetivo de realizar a profilaxia da febre amarela e da malária”, exemplifica Júlio César. Essas duas endemias mobilizaram os diversos atores em torno das teorias, que debatiam sobre os mecanismos de transmissão e sobre as formas de combater e controlar os vetores.

Diferentes comissões atuaram no Amazonas nesse período, que envolveram: médicos, cientistas e engenheiros de Manaus, da Capital Federal e de Instituições internacionais. A única comissão que realizou o saneamento do interior do Estado foi o Serviço de Saneamento e Profilaxia Rural, que transformou o posto rural em posto itinerante. O saneamento do Amazonas foi proposto e realizado por estas diferentes comissões, que teve como pano de fundo o ambiente e o regime das águas: na capital os igarapés, e no interior a imensa rede de rios e lagos.

O Amazonas, nesse período, constituiu-se, portanto, em uma espécie de laboratório para a pesquisa e a experimentação das idéias científicas correntes. A região, em relação à nação, afirmou a sua autonomia e a sua identidade, através da ação dos médicos e cientistas que refletiram sobre a o saneamento do Estado.

Graduado em Teologia pela Escola Superior de Teologia (1990) e em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas – Ufam (1997), Júlio Cesar Schweickardt é mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Ufam (2000). Atualmente é pesquisador do Instituto Leônidas e Maria Deane/Fiocruz Amazônia e doutor em História das Ciências e da Saúde pela Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz. Tem experiência na área de Antropologia da Saúde e História das Ciências, atuando nos seguintes temas: saúde coletiva, história das doenças tropicais e das instituições na Amazônia.

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Jane Dantas
Jornalista (MG 07326JP)
Telefone: 92 8128 5070
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novembro 18, 2009

Imagens da Amazônia: natureza e humanidade

Amazônia
Foto: Antônio Negrão

Imagens da Amazônia: natureza e humanidade

Na próxima quinta-feira, dia 19 de novembro, às 17h, o Museu da Amazônia – Musa recebe o antropólogo Gilton Mendes dos Santos, que ministra a palestra “Imagens da Amazônia: natureza e humanidade”.

O pesquisador antecipa que vai abordar as várias imagens, das paisagens ecológica e humana, construídas sobre a Amazônia. “Tais imagens são aquelas construídas tanto pelas teorias científicas (naturais e humanas) quanto pelo ideário sobre a região e sua gente nativa. Todas elas, no entanto, fazem parte de uma Constituição Moderna, valendo-se da oposição entre natureza de um lado, e cultura do outro – o que se opõe radicalmente às concepções tradicionais e indígenas, em que tal dicotomia não faz o menor sentido”, afirma. Gilton Mendes enfatiza ainda que pretende abordar as teorias nativas, que estabelecem um continuum social entre humanos e não humanos, promovendo uma dissolução da natureza.

Professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e pesquisador do Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena – NEAI do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/UFAM, Gilton Mendes atua na área de Etnologia Indígena, com ênfase nos estudos da relação Sociedade e Natureza, manejo de recursos naturais, cosmologia indígena e conhecimentos tradicionais.

Próximas palestras:
Novembro
26 – “Cosmologia, Ambiente e Práticas Alimentares Baniwa” - Luiza Garnelo (Fiocruz)

Dezembro
03 – Júlio César (Fiocruz)
10 – Museu Amazônico – Sérgio Ivan
17 – "O outro - Meu Espelho"– Victor Py Daniel

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Jane Dantas
Jornalista (MG07326JP)
Assessora de Comunicação Museu da Amazônia - Musa
Fone: +55 92 32363079 / 9197 Cel.: 8128 5070
Skype: dantas.jane
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