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setembro 23, 2010

Rebeca Garcia e Silas Câmaras são os deputados federais pelo Amazonas que mais faltaram na Câmara Federal

“A ONG Transparência Brasil divulgou uma lista dos 36 deputados federais com faltas excessivas nas sessões plenárias e reuniões de comissões da Câmara dos Deputados.

O critério foi a constatação de que a ausência de Suas Excelências foi notada em 25% das sessões e a mais da metade das reuniões nas comissões da Casa da qual fazem parte para discutir os temas de relevância para o eleitor.

Dos 36, 33 são candidatos este ano, sendo 30 à reeleição, um a senador, um a governador e um a vice-presidente da República. Confira:

Abelardo Camarinha (PSB-SP) /// Affonso Camargo (PSDB-PR) /// Alexandre Silveira (PPS-MG) /// Bispo Gê Tenuta (DEM-SP) /// Carlos Sampaio (PSDB-SP) /// Cláudio Diaz (PSDB-RS) /// Enio Bacci (PDT-RS) /// Ernandes Amorim (PTB-RO) /// Eudes Xavier (PT-CE) /// Fernando Melo (PT-AC) /// Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) /// Geraldo Thadeu (PPS-MG) //// Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) /// Indio da Costa (DEM-RJ) /// Jader Barbalho (PMDB-PA) /// José Aníbal (PSDB-SP) /// Marcelo Guimarães Filho (PMDB-BA) /// Marcos Antonio (PRB-PE) /// Marcos Medrado (PDT-BA) /// Milton Vieira (DEM-SP) /// Nice Lobão (DEM-MA) /// Pedro Henry (PP-MT) /// Raul Jungmann (PPS-PE) /// Rebecca Garcia (PP-AM) /// Ribamar Alves (PSB-MA) /// Roberto Balestra (PP-GO) /// Sandro Mabel (PR-GO) /// Sérgio Brito (PSC-BA) /// Silas Câmara (PSC-AM) /// Urzeni Rocha (PSDB-RR) /// Vadão Gomes (PP-SP) /// Wladimir Costa (PMDB-PA) /// Zé Vieira (PR-MA)


Fonte: Brasil! Brasil!

setembro 03, 2010

Transparência Brasil


Nas eleições de 2006, empresas doaram R$ 100 milhões
a parlamentares com ocorrências na Justiça e em Tribunais de Contas

Das dez que se destacaram no financiamento a políticos com problemas, seis são do setor de infraestrutura, três do setor de alimentos e bebidas e uma do setor financeiro

Um total de 2,3 mil empresas repassou R$ 99,4 milhões a parlamentares que estão em exercício nas principais Casas Legislativas e que respondem a processos na Justiça ou sofreram sanções de Tribunais de Contas, de acordo com estudo que a Transparência Brasil divulga nesta quinta-feira (2 de setembro).
São estas as dez empresas que nas eleições de 2006 doaram os maiores montantes para deputados ou senadores com problemas na Justiça ou em Tribunais de Contas:
  1. JBS Friboi
  2. Caemi (empresa adquirida pela Vale em fins de 2006)
  3. Gerdau
  4. Instituto Brasileiro de Siderurgia (atualmente “Instituto Aço Brasil”)
  5. Schincariol
  6. Aracruz (empresa incorporada ao Grupo Votorantim em 2009)
  7. Construtora OAS
  8. Construtora Camargo Correa
  9. Bertin (empresa adquirida pelo JBS em 2009)
  10. Banco Itaú
O levantamento traz ainda a relação dos diretórios partidários que mais doaram a parlamentares com esse perfil, além das pessoas físicas que mais ajudaram a financiá-los. Para acessar o estudo, basta clicar aqui.
O relatório se baseia em informações retiradas do projeto Excelências (aqui), que reúne diversas famílias de informação a respeito dos parlamentares brasileiros.
Acompanhe o desempenho dos ministros do Supremo Tribunal Federal no projeto Meritíssimos. Quem mais demora e quem é mais eficiente na resolução de processos, quem tem os melhores indicadores. Pela primeira vez, a percepção de lentidão do Judiciário é explicada com mensurações objetivas. Aqui.
Consulte sempre o projeto Excelências, que traz informações aprofundadas sobre os 2.368 integrantes de todas as principais Casas legislativas brasileiras: processos na Justiça, doações eleitorais, como gastam o dinheiro que recebem e muito mais. Aqui.
Visite todos os dias o projeto Deu no Jornal, que traz o noticiário sobre corrupção e controle publicado em jornais e revistas de todo o país. Aqui.
Acostume-se a consultar o projeto Às Claras, que traz informações sobre quem paga quem em eleições. Aqui.
Acompanhe a Transparência Brasil no Twitter. Aqui.

setembro 02, 2010

Projeto de lei de acesso a informação: qual a posição dos candidatos ao Senado?


Transparência Brasil questiona candidatos ao Senado
sobre projeto de lei de acesso a informação

A Transparência Brasil enviou nesta terça-feira um ofício aos principais candidatos ao Senado Federal solicitando que se posicionassem a respeito do projeto de lei de acesso a informação que tramita naquela Casa (PLC 41/2010).

O projeto de lei em questão é resultado de discussão iniciada em 2005 pela Transparência Brasil no Conselho de Transparência Pública e Combate à Corrupção da Controladoria-Geral da União (CGU). Em 2006, como resultado de negociações conduzidas pela Transparência Brasil, o então candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva transformou o projeto de lei de acesso à informação em promessa de governo.

Em maio de 2009, por iniciativa do Executivo federal e após pressões exercidas pela Transparência Brasil e outros atores junto à CGU e à Casa Civil, o projeto de lei regulamentando o acesso a informações públicas foi enviado ao Congresso.

A Transparência Brasil aguarda as respostas dos postulantes ao Senado Federal. Veja abaixo a íntegra do ofício enviado aos candidatos.


Exmo. Sr.
Candidato ao Senado Federal

São Paulo, 31 de agosto de 2010

Prezado senhor:
A Transparência Brasil está realizando uma consulta junto aos candidatos ao Senado Federal para que estes se posicionem diante do projeto de lei de acesso a informação pública em tramitação naquela Casa.
O PLC 41/2010, que se encontra atualmente na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática, versa sobre o acesso a informações detidas pelo Estado nos três Poderes e nas três esferas de governo.
O resultado deste levantamento será tornado público de maneira a ajudar o eleitor a realizar suas escolhas no pleito de outubro, no que diz respeito ao comprometimento de seus eventuais representantes com a transparência pública.
Nesse sentido, gostaríamos de solicitar a V. S. a gentileza de responder às seguintes questões:
  1. Caso V. S. vença a eleição de outubro e o PLC 41/2010 necessite vossa apreciação, qual será a posição a ser tomada? a. Apoiará integralmente o presente texto;
    b. Fará alterações no texto (se esta for a alternativa escolhida, pede-se anotar quais serão as alterações sugeridas); ou
    c. Desaprovará o texto.

  2. V. S. tomará alguma providência no sentido de acelerar a tramitação do PL 41/2010? a. Sim (se for esta a alternativa selecionada, pede-se indicar qual procedimento será adotado);
    b. Não
Agradecendo a atenção, despeço-me,

Atenciosamente,

Claudio Weber Abramo
Diretor executivo
Acompanhe o desempenho dos ministros do Supremo Tribunal Federal no projeto Meritíssimos. Quem mais demora e quem é mais eficiente na resolução de processos, quem tem os melhores indicadores. Pela primeira vez, a percepção de lentidão do Judiciário é explicada com mensurações objetivas. Aqui.
Consulte sempre o projeto Excelências, que traz informações aprofundadas sobre os 2.368 integrantes de todas as principais Casas legislativas brasileiras: processos na Justiça, doações eleitorais, como gastam o dinheiro que recebem e muito mais. Aqui.
Visite todos os dias o projeto Deu no Jornal, que traz o noticiário sobre corrupção e controle publicado em jornais e revistas de todo o país. Aqui.
Acostume-se a consultar o projeto Às Claras, que traz informações sobre quem paga quem em eleições. Aqui.
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agosto 13, 2010

Transparência Brasil: autodoações eleitorais de parlamentares levantam dúvidas


Autodoações eleitorais de parlamentares levantam dúvidas

Dos 2.368 parlamentares em exercício nas 55 principais Casas legislativas brasileiras, 1.608 são candidatos na eleições deste ano.
São 50 senadores, 479 deputados federais, 991 deputados estaduais ou distritais (do DF) e 284 vereadores de capitais.
Desses, 39 afirmaram ter doado a suas próprias campanhas mais do que o patrimônio que declararam possuir.
Muitos outros fizeram autodoações eleitorais que correspondem a mais de 30% de seus bens.
E 49 doaram a suas próprias companhas montantes superiores a R$ 100 mil, o que, conforme a legislação eleitoral, implicaria uma renda anual de pelo menos R$ 1 milhão.
As análises decorrem dos dados recolhidos no projeto Excelências, da Transparência Brasil, o mais completo repositório de informações sobre políticos existente no país.
É responsabilidade do Ministério Público Eleitoral e da Receita Federal examinar todos os casos de candidatos que fazem doações eleitorais incompatíveis com outras informações que prestam.
Veja quem são esses políticos no relatório completo, aqui.
Acompanhe o desempenho dos ministros do Supremo Tribunal Federal no projeto Meritíssimos. Quem mais demora e quem é mais eficiente na resolução de processos, quem tem os melhores indicadores. Pela primeira vez, a percepção de lentidão do Judiciário é explicada com mensurações objetivas. Aqui.
Consulte sempre o projeto Excelências, que traz informações aprofundadas sobre os 2.368 integrantes de todas as principais Casas legislativas brasileiras: processos na Justiça, doações eleitorais, como gastam o dinheiro que recebem e muito mais. Aqui.
Visite todos os dias o projeto Deu no Jornal, que traz o noticiário sobre corrupção e controle publicado em jornais e revistas de todo o país. Aqui.
Acostume-se a consultar o projeto Às Claras, que traz informações sobre quem paga quem em eleições. Aqui.
Acompanhe a Transparência Brasil no Twitter. Aqui.
Transparência Brasil.

***

Nota do blog: Atenção para o esclarecimento abaixo, enviado pela Transparência Brasil.

 

Esclarecimento

Comunicado distribuído hoje a respeito de autodoações eleitorais de candidatos continha um trecho que pode dar lugar a equívoco.
Pessoas físicas são limitadas a doações até 10% de seus rendimentos no ano anterior. Candidatos são sujeitos a um limite de uso de recursos próprios definido pelos seus respectivos partidos.
Dependendo do candidato e do partido, esse limite varia.
Transparência Brasil.

abril 28, 2010

Transparência Brasil


O mais, o menos e o nada

(Réplica a artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo de 20 de abril de 2010 por Oscar Vilhena Vieira; o jornal recusou-se a publicar esta réplica.)

Claudio Weber Abramo - Diretor executivo da Transparência Brasil

Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 20 de abril, o professor de direito constitucional Oscar Vilhena Vieira, coordenador do programa de Mestrado em Direito da Fundação Getúlio Vargas (SP), contesta tanto a relevância quanto o acerto do recém-inaugurado projeto Meritíssimos (ver), da Transparência Brasil.

Voltado para o desenvolvimento de indicadores quantitativos de desempenho dos ministros do Supremo Tribunal Federal, o Meritíssimos permite, pela primeira vez no Brasil, realizar comparações entre os ministros.

O foco do projeto são tempos de tramitação: quanto tempo demora cada ministro para resolver as ações que lhes cabem e como cada ministro se compara com os demais.

Pois bem, o professor Vilhena considera que tal preocupação seria equivocada, uma vez que o problema fundamental do STF não seria o tempo que os processos demoram para ser resolvidos, mas a enorme quantidade deles.

Ora, que o STF recebe uma quantidade e uma variedade absurdas de processos, sabemos todos. O fato é explicitado logo na capa do projeto Meritíssimos, o que poderia ter sido constatado por Vilhena caso ele tivesse se dado ao trabalho de examinar, mesmo que perfunctoriamente, aquilo que critica. Se menos processos chegassem ao STF, menos processos cada ministro teria de resolver, mais atenção seria dedicada a cada processo e mais eficiente o tribunal seria. A conclusão é trivial ao ponto de ser pueril.

O que Vilhena não percebe, ou não quer perceber, é que, independentemente de quantos processos recaem sob a responsabilidade de cada ministro, faz todo sentido determinar se existem diferenças entre os tempos que cada um deles demora para resolvê-los. Como também faz todo sentido indagar como se distribuem, entre os ministros, as responsabilidades pelo número de processos que permanecem abertos na Corte e assuntos correlatos.

Não para Vilhena, porém. Para ele, tais perguntas seriam irrelevantes. Em seu entender, nada disso deveria ser feito e o público deveria permanecer ignorante a respeito de diferenças de desempenho entre ministros, deveria desconhecer quem responde por quanto do congestionamento do STF, como se distribuem os tempos de tramitação conforme classes processuais e ramos do Direito e assim por diante.

Na visão de Vilhena não faria sentido constatar-se que, ao se considerarem processos do ramo Administrativo (por exemplo) distribuídos nos últimos 24 meses no STF, o ministro Ricardo Lewandowski os resolveu em 26 semanas, em média, ao passo que o ministro Cezar Peluso demorou 40 semanas.

Tampouco seria interessante ao público saber que permanece nas mãos do ministro Carlos Ayres Britto, ainda sem resolver, um total de 197 Habeas Corpus, enquanto o ministro Celso de Mello retém 514, um número duas vezes e meia maior.
Comparações desse tipo, englobando todos os ministros, as principais classes processuais e ramos do Direito, estão disponíveis a qualquer um no sítio de Internet do projeto Meritíssimos.

O que o projeto não pretende responder é por que os ministros do STF apresentam desempenhos tão diferentes. O que o projeto faz é sistematizar informações de modo a permitir que outros, em particular especialistas como Vilhena, formulem perguntas, busquem respostas e proponham alterações na mecânica de funcionamento do tribunal de forma a reduzir a influência de peculiaridades pessoais de ministros.

Por outro lado, caso não se sistematize esse tipo de informação, como desejaria Vilhena, torna-se impossível formular qualquer pergunta, pois não se pode investigar o nada. O que, aliás, era o caso até o surgimento do projeto Meritíssimos. Não há notícia de que os especialistas brasileiros da área tenham se preocupado em analisar estatisticamente os tempos de espera para a resolução de processos.
Esse, porém, não é um problema alocável à Transparência Brasil, mas a esses especialistas, Vilhena incluído.

A esse respeito, é interessante observar que Vilhena deixa escapar, em seu artigo, uma tentativa de inverter responsabilidades. Escreveu ele que seria necessário “reformular o modo pelo qual se constrói a agenda do tribunal. Hoje é difícil compreender a lógica. Alguns processos são julgados em 24 horas e outros permanecem sem decisão por anos. Como justificar isso? Essa, sim, seria uma questão sobre a qual a Transparência Brasil poderia se debruçar, com mais proveito.”

Obviamente, esse “com mais proveito” no final do parágrafo servia apenas para reforçar a depreciação da quantificação realizada no projeto Meritíssimos, promovida por Vilhena.

Seja como for, no projeto – coisa que Vilhena poderia ter se dado ao trabalho de verificar por si mesmo, uma vez que está publicado – exibem-se as características da distribuição estatística dos tempos de resolução de processos e se procede a uma modelação para descrevê-la. A partir daí, fornece-se uma explicação para a percepção pública de que (embora objetivamente não seja o caso) no STF processos parecem demorar “para sempre” para serem resolvidos.

Quanto a buscar explicações para a distribuição observada e propor soluções, embora isso deva ser preocupação de todos, decerto o eventual leitor concordará em que os primeiros responsáveis por tratar o assunto são os especialistas da área.

O que jamais se poderia esperar de um especialista da área, e menos ainda de alguém com as responsabilidades do professos Vilhena, seria argumentar pela renúncia de se descreverem quantitavamente os fenômenos de seu próprio terreno de atuação.

Acompanhe o desempenho dos ministros do Supremo Tribunal Federal no projeto Meritíssimos. Quem mais demora e quem é mais eficiente na resolução de processos, quem tem os melhores indicadores. Pela primeira vez, a percepção de lentidão do Judiciário é explicada com mensurações objetivas. Aqui.

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Transparência Brasil.

abril 02, 2010

Liberdade de Informação

Unesco oferece o livro “Liberdade de Informação: um Estudo de Direito Comparado”

O escritório da Unesco no Brasil contactou a Transparência Brasil para sondar o interesse dos nossos associados e parceiros em adquirir o livro “Liberdade de Informação: um Estudo de Direito Comparado”, de Toby Mendel.

Lançado recentemente pelo setor de Comunicação e Informação do escritório da Unesco no Brasil, o livro tem tradução para o português feita a partir da segunda edição, revisada e ampliada, da obra Freedom of Information: A Comparative Legal Survey, lançada originalmente em inglês em 2008.

A obra apresenta uma visão geral de exemplos concretos de boas práticas nessa área e analisa a legislação sobre a liberdade de informação e o direito a informação de 14 países, destacando aspectos positivos e problemas das leis em vigor ao redor do mundo.

Se você se interessar em adquirir, sem custo algum, um ou mais exemplares de “Liberdade de Informação: um Estudo de Direito Comparado”, escreva para grupoeditorial@unesco.org.br, indicando um endereço postal para o envio do livro.

Consulte sempre o projeto Excelências, que traz informações aprofundadas sobre os 2.368 integrantes de todas as principais Casas legislativas brasileiras: processos na Justiça, doações eleitorais, como gastam o dinheiro que recebem e muito mais. Aqui.

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Fonte: Transparência Brasil
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março 04, 2010

Transparência Brasil


Transparência Brasil lança iniciativa inédita para medir o desempenho dos ministros do STF

Uma das preocupações constantes no Brasil é a lentidão percebida no Judiciário. Outra consideração usual relacionada ao tema diz respeito à carência de mecanismos institucionais que permitam ao público obter uma visão da atuação judicial.

Para dar mais objetividade e racionalidade a esse debate, a Transparência Brasil desenvolveu o Projeto Meritíssimos, que analisa algumas das diversas características dos processos judiciais.

Para se debater a questão da morosidade, não há como avançar a discussão se não se desenvolvem indicadores de medida de tempo. Daí vem o ineditismo do projeto: pela primeira vez no Brasil (e possivelmente no mundo) há dados objetivos a respeito dos tempos de resolução de processos judiciais.

A principal medida realizada no Meritíssimos diz respeito às expectativas de tempo de resolução de processos no Supremo Tribunal Federal. Verifica-se que as características de desempenho variam bastante conforme o ministro.

O projeto Meritíssimos não pretende oferecer explicações a respeito de por quê os números comparativos têm esta ou aquela característica, mas apenas exibi-los. A partir das diferenças, pesquisadores, jornalistas e outros interessados podem formular perguntas e oferecer respostas.

O projeto foi criado com financiamento da Fundação Ford.

Consulte sempre o projeto Excelências, que traz informações aprofundadas sobre os 2.368 integrantes de todas as principais Casas legislativas brasileiras: processos na Justiça, doações eleitorais, como gastam o dinheiro que recebem e muito mais.

Visite todos os dias o projeto Deu no Jornal, que traz o noticiário sobre corrupção e controle publicado em jornais e revistas de todo o país.

Acostume-se a consultar o projeto Às Claras, que traz informações sobre quem paga quem em eleições.

Transparência Brasil.