Mostrando postagens com marcador copa do mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador copa do mundo. Mostrar todas as postagens

julho 11, 2010

Descriminalizar e regulamentar a indústria do sexo

Imagem postada em dialogospoliticos.wordpress.com

A copa do mundo e a prostituição

Texto extraído do site da Marcha Mundial das Mulheres
O processo de preparação para a Copa do Mundo trouxe para a África do Sul o debate da descriminalização e regulamentação da indústria do sexo. O país sede do mundial esperava receber neste período cerca de 40 mil prostitutas dentre meio milhão de visitantes que devem passar pela copa até o final.
Na Alemanha, em 2006, não foi diferente, com a indústria do sexo legalizada desde 2002, o país se preparou para a copa com a construção de estádios, hotéis e luxuosas casas de prostituição, acreditando os investidores que futebol e sexo caminham juntos. 
O projeto de lei que previa esta regulamentação da prostituição na África do Sul não foi adiante. Porém, nos argumentos das entidades defensoras desta causa estão a forte discriminação sofrida pelas prostitutas no país, uma vez que, com a ilegalidade da prostituição, esta mulheres não podem contar com o apoio de nenhuma instituição pública, seja a polícia, em caso de violência, ou o serviço de saúde, para prevenção e tratamento de DSTs, por exemplo.

O fato é que criminalizar as mulheres não é mesmo o caminho, muito pelo contrário, elas precisam de todo um suporte do Estado para a garantia de uma vida digna, com distribuição de renda, acesso aos serviços públicos como saúde e educação e políticas públicas para construção de sua autonomia financeira.
Porém, as mulheres não são as verdadeiras beneficiadas com a prostituição. Tais medidas visam claramente a defesa sanitária dos usuários da prostituição, dado os altos índices de HIV na África do Sul.

Além disso, precisamos considerar que a prostituição se torna uma atividade cada vez mais rentável para os capitalistas, esta regulamentação tem como efeito estimular o crescimento da indústria do sexo. Segundo o Parlamento Europeu, a indústria sexual ilegal realiza, por ano, mais dinheiro do que todos os orçamentos militares do mundo juntos (5 a 7 mil milhões de dólares) e cerca de 4 milhões de indivíduos, principalmente jovens mulheres, são anualmente transportadas dentro de um mesmo país e entre países com o objetivo de serem exploradas sexualmente.

Mulheres oriundas de países subdesenvolvidos são as maiores vítimas desta exploração. Vivendo em situação de pobreza absoluta, com baixa escolaridade, empregos precários, elas tornam-se presas fáceis para os aliciadores e acabam encontrando na prostituição uma alternativa para escapar da miséria a que estão submetidas. É a manutenção das pessoas na miséria que garante o fornecimento de meninas para o mercado do sexo. Por este motivo, a prostituição não pode ser encarada como uma opção individual das mulheres, sem considerar as condições de vida que a elas foram oferecidas.

A próxima copa do mundo será no Brasil, o debate da regulamentação da prostituição já é ventilado por algumas entidades da sociedade civil, setores do governo e do parlamento.

O fato é que a Copa do Mundo está diretamente atrelada ao turismo sexual, atividade que tem raízes principalmente na relação entre turismo e populações carentes, já que vivemos em um modelo econômico perverso e injusto que visa exclusivamente o lucro de poucos e não se importa com a vida das mulheres. Por isso, precisamos ficar atentas para não deixarmos que a pressão dos investidores fortaleça uma posição favorável à legalização da indústria do sexo no Brasil.

por Verônica Maia, militante da Marcha Mundial das Mulheres no Ceará.

Fonte: Trezentos

junho 14, 2010

Nike e Adidas continuam promovendo a exploração do trabalho infantil

A Copa do Mundo e os marxistas: bolas da Adidas e da Nike continuam a ser fabricadas por crianças


Cultura e desportos
Domingo, 13 Junho 2010 21:06
130610_nike Blog do Renatão - Na revista marxista americana The Rustbelt Radical, em inglês em http://rustbeltradical.wordpress.com/2010/06/11/the-world-cup-who-to-support-a-marxist-position/, há conselhos sobre para qual seleção torcer na Copa do Mundo:
"1) Para qualquer país (menos a Inglaterra) contra os Estados Unidos. 2) Para qualquer país que alguma vez foi uma colônia. 2) (sic) Contra qualquer país que alguma vez teve uma colônia. 3) Em caso de jogos entre potências imperialistas, torcer para a que tiver a classe trabalhadora mais militante e mais consciente. 4) No caso de um confronto entre duas ex-colônias, o mesmo se aplica. 5) Um Estado socialista supera todos (não incluímos nessa categoria o time posto em campo pela RDPC" (a Coréia do Norte).

Já o jornal australiano The Sydney Morning Herald divulgou em inglês em http://www.smh.com.au/world/soccer-ball-makers-in-poverty-20100610-y0ls.html uma reportagem de James Rupert que descreve a miséria em que vivem os operários asiáticos que fabricam as bolas de futebol das marcas mais vendidas em todo o mundo. Há treze anos a Adidas, a Nike e outras empresas se comprometeram a não empregar mais crianças em suas fábricas de bolas de futebol, diz a reportagem. Mas o Fórum Internacional sobre Direitos Trabalhistas constatou que "o trabalho infantil continua", para costurar as bolas de futebol, nos três principais países produtores, Paquistão, China e Índia. Como na Tailândia, quarto país produtor, as crianças nesses países de fato deixaram as fábricas de bolas de futebol, mas para costurarem bolas em casa, ou para trabalharem em oficinas mecânicas, olarias, etc. Mesmo os trabalhadores adultos das fábricas de bolas de futebol recebem salários abaixo do nível de subsistência.

Mais da metade dos operários das fábricas de bola da cidade paquistanesa de Stalkol, o maior centro mundial de fábricas de bolas de futebol da Adidas e da Nike, recebe salário abaixo do salário mínimo vigente no Paquistão, de 70 dólares americanos mensais. Para costurar os 32 gomos de uma bola que é vendida nos EUA por 50 dólares, cada trabalhador recebe 5 centavos de dólar.

junho 11, 2010

El otro Mundial

Nota do blog: Segundo o jornalista Bob Fernandes: "A morte da bisneta de Mandela é, além de trágica, simbólica. Mandela que já discordava da roubalheira na organização se recolherá de vez".


De Sudáfrica a la resistencia hondureña...
El otro Mundial

Sergio Ferrari
Rebelión


* Tarjeta amarilla contra la FIFA
* Por una real libertad de prensa
* No al trabajo infantil
* Contra el abuso sexual

La euforia futbolística estalla. En apenas algunas horas, a partir de este viernes 11 de junio y durante exactamente un mes –hasta la esperada final del 11 de julio- el planeta se mimetizará en un gran balón.

El mundial de fútbol ocupará entonces el epicentro mediático internacional. Nada, o muy poco, se escapará a la fiebre deportiva estimulada por enormes intereses económicos. Derechos de televisión varias veces millonarios; ganancias extraterrestres para las firmas auspiciantes; premios indecentes para los triunfadores... Excitación –comprensible- de la mano de beneficios económicos –inimaginables- en el mayor carnaval planetario jamás vivido hasta ahora. Con el escenario particular de un país de África. Continente que por primera vez en la historia acogerá al Mundial de la FIFA (Federación Internacional del Fútbol)


El apartheid social

Organizaciones sociales sudafricanas aumentaron en las últimas horas el tono de la denuncia. Acusan a las autoridades municipales del *Cap* y de otras ciudades del país de expulsar a miles de “sin techo” hacia zonas periféricas alejadas de la vista de los visitantes.

Derrotado heroicamente el apartheid en 1994, sin embargo el impacto colonial no ha sido superado radicalmente en estos tres lustros de la nueva Sudáfrica, principal potencia económica del continente.

Si bien desde 1995 el ingreso mensual medio de la mayoritaria población de color aumentó en un 37 %, en igual período el de la población blanca superó el 83%. África del Sur es una de las diez naciones del mundo con mayor desigualdad interna.

El 20 % de las familias más ricas concentran el 62 % de los ingresos a nivel nacional, mientras que el 40 % más pobre de la población total araña apenas el 10 %.

El desempleo explota junto con la desesperación. Oficialmente, el 24.3% de la población en edad productiva no tiene trabajo. Cifra que en realidad oscila en el 40%. Uno de cada dos jóvenes esta excluido del proceso productivo. Tasa que aumenta sensiblemente entre los jóvenes negros: 70% de ellos no tiene acceso al trabajo al concluir la escuela.

Cuatro de cada diez sudafricanos viven con menos de 2 dólares diarios –frontera del concepto de la pobreza según las Naciones Unidas-. Desde 1990 a la actualidad la esperanza de vida media descendió de 62 a 51 años.

¡Fuera de juego!: tarjeta amarilla a la FIFA

Más de 13 mil suizos sostuvieron con su firma la campaña lanzada en abril pasado contra la FIFA y en solidaridad con los sectores más excluidos de la población sudafricana.

Iniciativa promovida por la “Ayuda Obrera Suiza” (AOS), que dio así continuidad a la Campaña Internacional a favor del “Trabajo Digno” lanzada por las principales centrales sindicales mundiales en el marco del Foro Social Mundial de Nairobi, Kenya, en enero del 2007. Ya entonces se anticipaban los potenciales estragos sociales que llegarían de la mano del mundial 2010.

Esa organización de solidaridad helvética acusa a la Federación con sede en Zürich de pasividad o falta de compromiso activo en tres áreas sensitivas .

No presionar a los países organizadores de competencias (en este caso África del Sur) para que sus empresas y auspiciantes respeten las normas mínimas de trabajo digno y consulten a los sindicatos.

No denunciar la violación de derechos humanos, en particular las expulsiones de los “sin techo”. Y en tercer lugar, no respetar a fondo la libertad de prensa.

Organizaciones del sector denuncian las restricciones impuestas para el trabajo informativo y las condiciones para la acreditación de sus miembros. En particular, el inciso que estipulaba que la actividad periodística “no debe atacar la reputación de la FIFA”. Esa fuerte reacción llevó a la Federación a relativizar ese punto.

La presión internacional y la movilización social interna produjeron frutos parciales. El caso de los obreros que construyeron los estadios fue significativo. Lograron pasar de los 2500 *Rands* por mes a 3000 *Rands* (en torno a los 460 dólares estadounidenses). Sin embargo todavía menor a los 700 dólares exigidos como salario mínimo – vital por parte de los sindicatos sudafricanos.

Flagelos sociales contra la niñez

La Organización Internacional del Trabajo (OIT) convocó el jueves 10 de junio a su campaña “Ir derecho hacia el arco” para eliminar las peores formas de trabajo infantil hasta 2016.

Al tiempo que crece la excitación planetaria por el Campeonato Mundial de fútbol, señala la OIT, “215 millones de niños en todo el mundo deben trabajar para sobrevivir. Para ellos, la educación y el juego son un lujo”, sentencia.

Y es al organismo internacional de convocar, en este caso en colaboración con la FIFA, a la jornada “Tarjeta roja al trabajo infantil” a realizarse en 60 naciones, el mismo viernes de la apertura del Mundial.

En paralelo la Organización de Naciones Unidas para la Infancia (UNICEF), aprovecha del telón de fondo de la competencia futbolística para lanzar un alerta sobre el riesgo de abusos sexuales potenciales contra niños y niñas durante esa competencia que reunirá a casi 3 millones de espectadores locales.

La resistencia hondureña

La cara oculta del “otro mundial” saldrá a la luz en actividades creativas de protesta y denuncia en los más diversos rincones del planeta.

Honduras – que hace parte del mismo grupo junto con España, Chile y Suiza- sufrió en junio del año pasado un Golpe de Estado. La actual “normalización” democrática encabezada por Porfirio Lobo es fuertemente criticada en Latinoamérica y por sectores solidarios europeos. La represión continúa y se agudiza contra el Frente de Resistencia y su militancia.

Asociaciones de solidaridad y de residentes latinoamericano en Suiza, por ejemplo, decidieron darle una imagen a la resistencia. Durante la transmisión televisiva de los partidos en que juegue Honduras, militantes solidarios distribuirán en locales públicos figuritas tipo “Panini” pero en este caso con las fotos de algunas de las víctimas de la resistencia.

Rebelión ha publicado este artículo con el permiso del autor mediante una licencia de Creative Commons, respetando su libertad para publicarlo en otras fuentes.

Fonte: Rebelión

maio 04, 2010

Lixo no centro histórico de Manaus

Rua Barão de São Domingos
Foto: Raimundo Neleto da Silva - Manaus-AM, 2010
Nota do blog: A fotografia acima foi feita pelo artista plástico Raimundo Neleto da Silva. Trata-se da rua Barão de São Domingos, no centro histórico da cidade de Manaus, à beira da baía do rio Negro. Sujeira igual pode ser encontrada em várias ruas adjacentes. Em 2014, seremos sub-sede da Copa do Mundo. A demolição do velho estádio de futebol, para dar lugar a uma moderna praça de esportes, está atrasada. O monotrilho, projetado por uma empresa sem intimidade com a história do patrimônio arquitetônico de Manaus, teve o processo licitatório suspenso pelo Ministério Público. Neste caso, nada a ver com o surto cívico, de última hora, com manifestações contrárias à construção da obra do novo estádio, que surpreendeu por ter sido feitra fora dos prazos estabelecidos para a devida contestação. O caso do monotrilho tem a ver com o processo licitatório. Oxalá, seja corrigido o seu traçado, reconhecidamente equivocado, e que vem recebendo críticas de respeitáveis entidades amazonenses. Se conseguirmos respeitar os prazos estabelecidos pela FIFA, resta o desafio de re-educar os hábitos de comerciantes formais e informais, reforçar a coleta de lixo e estabelecer outros procedimentos civilizatórios até o início da Copa. Caso contrário, temo que a região venha a ser isolada do roteiro turístico, como estratégia para esconder o vergonhoso estado em que se encontra o centro histórico de Manaus.
Posted by Picasa

março 27, 2010

Copa do Mundo: Investimento público, lucro privado

Maquete do principal estádio da Copa 2010. A sua volta, nenhuma cidade (divulgação)
Investimento público é transformado em lucro privado em mega-eventos

João Sette, pesquisador da USP, afirma que o modelo de desenvolvimento dos mega-eventos como Copas do Mundo e Olipíadas privilegia apenas grandes empresas, sem levar em conta as necessidades das populações.

Sette observa que ao falar de "crescimento econômico" os governos não especificam quem vai se beneficiar e não determinam se será ou não um crescimento distribuído em toda a sociedade.
Na opinião do pesquisador, "o que existe de mais perverso nos mega-eventos é que os investimentos são feitos com dinheiro público, mas os lucros são privados. Sendo assim, o povo paga para que os eventos ocorram. Contudo, quem ganha são as empresas que lucram com toda a estrutura."

Exemplo da falta de retorno para toda a sociedade são os transportes. Na África do Sul, próxima sede da Copa, os táxis coletivos estão sendo substituídos pelo modelo de transporte indicado pelo banco mundial. Estes táxis coletivos equivalem ao nosso transporte alternativo.

Alan Mabim, que é sul-africano, afirma que esta ação está aumentando o desemprego em um país onde 40% da população já está desempregada. Isso porque o novo modelo de transporte não re-insere os trabalhadores dos táxis coletivos. Outro porblema é que o novo transporte não atende a toda a população. (pulsar)

kf
24/03/2010

Fonte: Pulsar ))) Brasil

novembro 30, 2009

Monotrilho de Manaus tem erro de trajeto

Monotrilho
Foto postada em skyscrapercity.com

Nota do blog: O projeto de monotrilho do arquiteto João Bosco Chamma para a cidade de Manaus é bom, mas tem um defeito: não teve a devida divulgação. Trata-se de um projeto arrojado, atual, amparado em modernos conceitos de urbanismo. A matéria de A Crítica é oportuna, mas tardia. O projeto oficial está em curso. Faltou debate público para demonstrar a impropriedade do traçado proposto. Imagine um trem desses passando por toda a extensão da av. Constantino Nery? Bom para olhos provincianos, péssimo para a cidade. Leia a excelente matéria da sempre competente Ana Célia Ossame.

Recado pro João Bosco: O blog está à disposição para postar os detalhes do projeto do arquiteto João Bosco, para que @s leitor@s possam a ter a dimensão do que Manaus perderá com o projeto oficial.

Monotrilho

Ana Celia Ossame
Da equipe de A CRÍTICA

O trajeto do monotrilho apresentado pelo Governo do Estado para o transporte público, pelo fato de Manaus ter sido escolhida como uma das sedes da Copa do Mundo de 2014, tem que ser modificado. A afirmação é do arquiteto João Bosco Chamma, que participou da 8ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.

Na bienal, Chamma foi convidado a apresentar o projeto com o qual pretendia entrar na concorrência pública realizada pela Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan), cujo vencedor foi o elaborado pela empresa de consultoria de viabilidade econômica que, segundo afirma, não tem conhecimento para tratar de projetos urbanos, a Pricewaterhouse.

De acordo com Chamma, no entanto, a utilização de vias saturadas como a Constantino Nery, proposta no projeto vencedor da concorrência, vai provocar imensa dificuldade às pessoas que a usam, grandes engarrafamentos e desvalorização de toda a avenida que, por sua vez, não tem uma largura apropriada para uma intervenção desta envergadura. Caso o trajeto fosse feito pelo igarapé dos “Franceses”, nada disso aconteceria e a cidade poderia ganhar um grande parque linear urbano com ciclovias (contribuição com menos gás carbônico na atmosfera), uma viagem mais bonita e agradável que acabaria ficando convidativa aos domingos e feriados, melhorando, com isso, a viabilidade econômica para a manutenção do sistema.

“Propomos, ainda, a não entrada do monotrilho pelo nosso centro, pois isso seria um verdadeiro estupro (coisas de quem não tem conhecimento e nem compromisso com a nossa cidade). Poderíamos ter um acesso ao Centro beirando o igarapé no Bariri, depois na Aparecida, onde vai acontecer um projeto do Prosamim. Dignificaríamos e requalificaríamos a orla, aproveitaríamos para aumentar a densidade populacional já que a nossa atual está em 40 hab/10.000 m² e o trajeto permitiria aos manauenses a contemplação do rio Negro”.

Erro de trajeto

O arquiteto acredita que, dada a magnitude do projeto estimado em R$ 958 milhões, os projetistas deveriam ter pensado a cidade no futuro. “E um erro de trajeto desse vai custar muito caro ao cidadão. Será dinheiro jogado fora, como no Expresso. Fora isso, ainda deixa um desconforto visual e desproporcional de grandes vigas de concreto por cima de nossas cabeças nas avenidas e ruas que não têm larguras suficientes para esta envergadura de projeto. No projeto proposto por sua equipe há um percurso de 41 quilômetros, com 29 estações circundando a cidade por todas as zonas, e utilizando áreas dos igarapés e do rio Negro. Nesse trajeto podem ser criados condomínios coletivos nos quais as pessoas terão espaços para o lazer e, assim, vão poder zelar pela obra", explica Chamma.

“O traçado deles só pensa na viabilidade econômica, mas não podemos fazer um monotrilho para ser usado somente cinco dias na semana”, alerta ele, lamentando não ter tido a oportunidade de participar da licitação devido a um erro no edital da concorrência lançada no dia 09/09/2009 que falava da construção de duas arenas, quando uma dessas, na verdade, era a implantação do sistema de transporte de alta capacidade. “Quando vimos a errata, não deu mais tempo de participar”, lamentou.

Fonte: A Crítica
Posted by Picasa