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julho 31, 2010

Substâncias psicoativas: duas faces da luta anti-proibicionista

Ouvi falar em uma MARCHA!!! - Marcha da Maconha Natal RN - Coletivo Cannabis Ativa

Queria comentar um pouco como foi a primeira marcha da maconha em Natal. Estou cansada, mas gostaria de compartilhar com vocês o que foi nosso dia hoje.

Durante uma semana, a mídia foi atualizando os conflitos que a marcha daqui estava causando. Fato é que o ministério público, a PM, a Polícia Civil, a Denarc, e a secretaria de segurança, foram pegas de surpresa e deram declarações em que foram obrigados a voltar atrás. Tivemos reunião com o MP, com chefe do comando da polícia militar, chefe da inteligência, delegado da Denarc, tudo foi esclarecido: não é um movimento de apologia, não é incitação à violência. O habeas corpus saiu e, dessa forma, marchamos hoje, dia 30.07, dentro da UFRN.

Fomos às ruas, a tarde estava linda, e o primeiro problema apareceu: estavam querendo impedir o carro de som de entrar na UFRN e queriam multar o carro por estar esperando uma resposta da segurança do campus permitir a entrada. Fato é que não permitiram e mudamos o início do trajeto, e assim saímos. Antes, colocamos "Porcos Fardados", do Planet Hemp em homenagem a todas as forças policialescas repressivas da cidade de Natal e do Estado do Rio Grande Norte presentes no momento.

A marcha teve em torno de 500 pessoas nas ruas. Todo o percusso foi tranqüilo, apesar de ter até helicóptero da polícia sobrevoando o ambiente.

Optamos por tomar o campus, apesar de estar amparado legalmente para fechar a BR, mas prefirimos fazer as coisas com cautela, estratégia para poder levar o debate de forma menos agressiva para uma sociedade que "precisa chegar cedo em casa". Conseguimos nosso objetivo: tivemos a oportunidade de levar e elevar o debate sobre a descriminalizaçã
o da maconha para desmistificar toda o preconceito, o moralismo, a ignorância e a hipocrisia que há ao tratar desse tema, e pensar que a política proibicionista do Estado brasileiro em nada resolveu problemas de violência e de combate ao tráfico, muito pelo contrário, só aumentou a estatística de homicídio no país.

A mídia veio fazer uma mega cobertura e demos entrevistas para todos eles, com excessão da TV Ponta Negra que veiculou uma informação na quarta feira em seu site dizendo que tinha procurado os organizadores da marcha e nós tinhamos nos negado a dar entrevistas. Fato é que isso nunca ocorreu, nunca fomos procurados e, por isso, decidimos não dar nenhuma declaração à TV Ponta Negra. Igualmente ocorreu com TVU, que não veicularam duas entrevistas antes da marcha, além de terem censurado o Xeque Mate com um dos integrantes do Coletivo Cannabis Ativa. Fora estes, todos que chegaram para conversar com nós tiveram nossa posição.

Fizemos uma paralização em frente à reitoria da UFRN, onde colocamos o debate de maneira séria, legal, ética, responsável, científica e política. O ato durou em torno de 15 a 20 minutos e partimos em direção ao setor 2, onde tudo da marcha começou.
Fizemos quase que um ritual de ciranda com o Pau e Lata, que foram responsáveis por segurar e muito o batuque da marcha por todo o percusso. Dispersamos e....continuamos a noite.

A marcha continuou no show do Tom Zé, na praça cívica, onde o número de policiais parecia ter triplicado e se concentrado na região da praça cívica onde nós, do Coletivo Cannabis Ativa permanecemos,  para ver se estávamos fumando. Não conseguiram achar ninguém praticando tal ato e ficaram perdidos olhando as pessoas. Assim começou uma grande vaia e todos cantando com toda força "polícia para quem precisa, polícia para quem precisa de polícia".

Pouco tempo depois um conhecido nosso foi pego com fumo e fumando, e foi levado pela polícia. Fomos atrás e, por mais que o nosso conhecido tivesse errado nessa situação, fomos atrás para que ele não fosse preso e que a lei 11.343, por mais que seja proibicionista, fosse cumprida. O que aconteceu é que eu e outra integrante do Coletivo Cannabis Ativa fomos ameaçadas de serem presas pois, segundo um dos policiais, nossa camisa que tinha escrito "marcha da maconha" era apologia. O que eles não sabia, e ficaram sem justificativas, foi que tínhamos um habeas corpus que nos protegia desse tipo de coerção. Não conseguimos falar com os advogados, mas sabemos que nosso conhecido foi levado para delegacia e liberado pouco tempo depois.

Imaginávamos que isso seria prato cheio para mídia negativar o movimento, mas não conseguiu nenhum pouco. A primeira marcha da maconha aconteceu, e saber que se o Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes não tivesse vindo nos incomodar com um email bastante repressivo sobre os usuários de maconha no setor 2, creio que isso não estaria ocorrendo. POR ISSO, OBRIGADO CCHLA, POR FAZER INFLAMAR ESSA ORGANIZAÇÃO TODA.

Agradeço a todos que puderam ir, e aos que não puderam valeu por todo apoio dado. Agora é só jogar no google e youtube "marcha da maconha Natal" e ver o que fizemos. Agora vamos nos articular para promover esse debate nas periferias de Natal e em outras áreas da cidade para mostrar a urgência que é esse assunto.

Abraços,

IB
Coletivo Cannabis Ativa
Natal-RN

Nota do blog: As políticas de "repressão" ou "demonização" do uso de drogas se mostraram ineficazes, como afirmam Beatriz Caiuby Labate, Maurício Fiore e Sandra Lucia Goulart, na introdução do livro "Drogas e Cultura: novas perspectivas", obra editada pela EDUFBA/Fapesp, imprescindível para as reflexões públicas que os integrantes da Marcha da Maconha estão propondo ao país. Na contra-mão dessa história, a Universidade Federal do Amazonas mergulhou na onda proibicionista, tudo porque universitários estariam fazendo uso de maconha no campus. Que desperdício! Instituição do saber por excelência, com um quadro de professores e pesquisadores notáveis, capazes de dar profundidade e consistência a um tema tão paradoxal e enigmático como o uso de drogas na sociedade atual, optou-se equivocadamente por uma resposta anti-acadêmica e anti-democrática, em plena era da interdisciplinaridade. Torço para que a comunidade acadêmica aproveite o ensejo para por fim às raízes históricas do proibicionismo. Como egresso desta universidade (que na concepção do marxista José Carlos Mariatégui, compõe o quarto segmento da comunidade acadêmica), reivindico a imediata abertura de um espaço de diálogo que reafirme a universidade como produtora de novas realidades e não reprodutora da nefasta ideologia de "guerra às drogas", cujo cenário é marcado por sequelas de estigmatização, violência, cinismo e estreiteza intelectual. Cabe a universidade o trabalho intelectual contra toda sorte de simplificação conceitual e manipuilação política e, sobretudo, contra a espiral viciosa que naturaliza a ilegalidade e potencializa a repressão, se quisermos impedir que a sociedade seja inundada de preconceitos e a juventude criminalizada. (Dedico essa postagem ao sociólogo, redutor de danos, Dênis Petuco).

julho 15, 2010

Saúde Mental de Natal: aviltamento

Nem tudo é cartão postal
Imagem postada em brazil-pousadas.com.br
                                          CARTA DENÚNCIA

Estamos enviando à Coordenação Nacional de Saúde Mental comunicado sobre a situação agravante que se encontra a Saúde Mental do município de Natal.

Apesar de ter uma política norteada pelas diretrizes do SUS e da Política Nacional de Saúde Mental, não se pode negar que, atualmente, o município de Natal vem enfrentado sérias dificuldades de gerenciamento e de políticas.

Tais dificuldades vêm se configurando como verdadeiros entraves para a consolidação de avanços necessários à efetivação da Rede de Saúde Mental deste município e para a democratização do processo de construção da cidadania de usuários, familiares e trabalhadores de Saúde Mental de Natal. Sobretudo porque os atuais gestores se pautam pela total inobservância de uma política de saúde mental aprovada pelo Conselho Municipal de Saúde e referenciada pelas Conferências de Saúde Mental, além de Audiência Pública na Câmara Municipal realizada em novembro de 2009.

Tal constatação reflete-se na situação retratada no relato abaixo discriminado:

Antes de tudo, peço que meu nome e contato não sejam revelados. 

Trabalho em um serviço de saúde do município de Natal (especificamente CAPS infano-juvenil) e quero registrar por meio deste manifesto denúncia em nome dos trabalhadores do referido CAPS e dos trabalhadores de Saúde Mental do município de Natal/RN, referente à CLARA PERSEGUIÇÃO, COAÇÃO, ASSÉDIO MORAL contra servidores públicos que prestam serviços, de forma honrosa, a rede de Saúde Mental desta cidade.

Recentemente, todos os CAPS de Natal e mais o Ambulatório de Saúde Mental reivindicaram junto à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) melhores CONDIÇÕES DE TRABALHO (e não condições salariais, quero frisar). Isso foi feito durante reunião ordinária do Conselho Municipal de Saúde (gravada em vídeo c/ áudio), no dia 24/jun/10 (o plenário estava lotado por usuários, familiares e funcionários). Antes desta reunião com o Conselho houve outra, na qual só participaram funcionários dos CAPS’s e Ambulatório, para levantar os principais problemas que estavam (e continuam) inviabilizando o funcionamento de tais serviços de saúde. Essa reunião aconteceu no CAPS AD LESTE, porém os funcionários de lá não quiseram participar (participaram apenas a administradora e uma médica) e questionou-se a ausência da diretora de lá que sabia onde e quando a reunião aconteceria (soube-se depois, que essa diretora registrou que a reunião aconteceu à revelia do serviço).

Ficou então acertado que uma comissão, formada por 1 representante de cada serviço, iria redigir um documento (que chamamos de CARTA DOS SERVIÇOS) explicitando as condições que inviabilizam a prestação de serviços da rede de saúde mental de Natal a contento.

Foi comunicado em cada CAPS que haveria uma reunião geral com todos os usuários de todos os CAPS e Ambulatório, no auditório/teatro do CAPS infanto-juvenil que comportaria o número esperado de pessoas, trabalhadores e usuários da rede. FRISO QUE ESSAS REUNIÕES COM USUÁRIOS FAZEM PARTE DA ROTINA E DA FUNÇÃO DESSES SERVIÇOS. A reunião aconteceu e a próxima foi a relatada no Conselho.

Claramente, após essas reuniões e 1 dia antes da reunião ocorrida no Conselho, A diretora do CAPS infantil foi exonerada juntamente com a coordenadora de saúde mental do município. Nenhum outro CAPS teve cargo comissionado destituído, mas a destituição é incontestável.

O que contesto e denuncio é que a servidora pública, antes diretora do CAPSi, também é Psicóloga do serviço. Serviço este que é o ÚNICO EM NATAL ESPECIALIZADO PARA ATENDER CRIANÇAS E ADOLESCENTES quer em uso abusivo de drogas, quer portadoras de transtorno mental grave. Escrevo para deixar claro aos colegas servidores públicos que estamos sendo submetidos claramente a coação e assédio moral. A saída FORÇADA/OBRIGADA E À REVELIA, de uma psicóloga do caps infanto-juvenil, ESPECIALISTA EM SAÚDE MENTAL (por titulação e por experiência profissional), sanitarista, com reconhecimento no setor público e privado pelo seu trabalho com crianças e adolescentes, vem claramente expor essa situação.

A psicóloga em questão foi OBRIGADA a deixar o ÚNICO SERVIÇO ESPECIALIZADO QUE ATENDE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO MUNICÍPIO DE NATAL e também PROIBIDA de atuar EM QUALQUER OUTRO SERVIÇO DE SAÚDE MENTAL do município, o que deixa um serviço ESPECIALIZADO AINDA MAIS CARENTE DE PROFISSIONAIS QUALIFICADOS e toda a rede de saúde mental mais fragilizada.

Justificativa escrita para tal saída e imposição: NENHUMA, APENAS, ORDENS SUPERIORES. O que temos encarado como uma situação vulgarmente chamada de: "bode espiatório"!

Não obstante, há OUTRAS CATEGORIAS profissionais que estão sendo questionadas quanto a sua presença num serviço tipo CAPS, o que nos leva a crer que outros funcionários podem ser ainda mais brutal e moralmente assediados do que já estamos todos sendo caso queiram dialogar sobre problemas a serem enfrentados no trabalho. O que por sinal, não foi feito pela psicóloga do caps Infantil, não de forma isolada nem sendo ela a pessoa que incitou ou começou a mobilização dos caps, que sabemos que fomos todos nós e não uma única pessoa.

Para que não sejamos os próximos a serem ARBITRARIAMENTE E DITATORIALMENTE FORÇADOS A SAIR DO LOCAL DE TRABALHO E ÁREA DE ATUAÇÃO, peço que repassem para outras pessoas, MAS SEM DIVULGAR O MEU E-MAIL, a sugestão dada é que façamos várias DENÚNCIAS tanto na Promotoria de Saúde, quanto na Procuradoria Geral de Justiça, Promotoria do Patrimônio Público, além do Sindsaúde. Por favor, repassem para os colegas que realmente apóiam a causa e também para os usuários, já que no caso destes últimos, estamos impossibilitados de fazer no CAPSi.

Outrossim, próprio Secretário de Saúde, além de seus subordinados, dizem abertamente que PODER EXECUTIVO é quem DETERMINA os atos administrativos, MAS NÃO ACREDITO QUE ESTES ATOS E ESTE PODER possa passar POR CIMA DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE QUALIDADE À POPULAÇÃO E POR CIMA DOS DIREITOS DOS FUNCIONÁRIOS, inclusive coagindo-os.

Vale salientar que os serviços estão sendo abastecidos de materiais que há mais de 1 ano não eram fornecidos apesar de constantemente solicitados tanto da parte dos serviços de saúde mental existentes, quanto da parte da coordenação de saúde mental anterior. (atualmente destituída)

Outros funcionários também estão dispostos a falar. Estamos indignados com o regime de DITADURA que está sendo empregado pela Prefeitura Municipal de Natal. O caso aqui citado é apenas 1 de vários outros que é de conhecimento do SETOR DE RECURSOS HUMANOS da SMS e de outras Secretarias, Além de conhecimento do SINDSAÚDE.

fevereiro 07, 2010

Loko.Motiva na folia


Loko.Motiva na folia !
Solte suas fantasias! Embarque na folia!


A Prefeitura de Natal através da Secretaria Municipal de Saúde estará promovendo o Carnaval da Saúde Mental que se propõe a circular usuários e familiares nos espaços sócios culturais da cidade. Levar a alegria, resgatar a “folia” que existe em cada um nas ruas da cidade, é antes de tudo, a possibilidade de contracenar usuários, familiares e sociedade civil, revivendo os antigos carnavais. Mostrando que é possível transitar juntos, comungando as mesmas datas, eventos, calçadas, cidades, tristezas e alegrias, fantasias e felicidades. O Pierrô e a Colombina - Loucos uns pelos outros, fazendo a vida acontecer. Assim é a Reforma Psiquiátrica. Buscar a construção de uma nova lógica de acolhimento e de cuidados no contexto do Sistema Único de Saúde - SUS.

O Bloco LoKo.Motiva, foi criado em 2001, tendo edições posteriores em 2002 e 2003, onde abriu o carnaval da cidade com dois mil e quinhentos foliões. Este ano, após 07 anos de interrupção, o bloco volta a sair às ruas na sua quarta edição, se propondo o retomar um processo histórico de inclusão social dos usuários dos serviços de saúde mental.

Venha e traga seus amigos e familiares. Resgate sua fantasia!!

Data: 11 de fevereiro de 2010
Horário: de 15:00 às 17:30h.
Concentração: CAPS ad Leste
Rua Monsenhor Severiano, nº 443
Percurso: Saindo do CAPS ad, entra na Av. Prudente de Morais, segue na Rua. Potengi, retorna na Avenida Campos Sales seguindo até a Rua. Mossoró, voltando pela própria Campos Sales para o pátio do Colégio Atheneu.

Ensaio Geral: 04 de fevereiro, de 9:00 às 11:30h.)
(Oficina integrativa de confecção de máscaras e fantasias no CAPSi, com a participação dos usuários e familiares de todos os serviços implicados na construção desse evento)

DAE/Coordenação de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde.
Contatos através do 3232-8480, Valéria Negreiros.

Natal, 01 de fevereiro de 2010.


SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
Rua João Pessoa, 643 – Ed. Ducal Palace Center 15º andar, salas 06/12 – Centro Tel.: (84) 3232-8485/8487
CEP: 59.025-500

dezembro 29, 2009

Esperando a BICA

Nota do blog: Depois de realizar o Natal do Panetonegate, Brasília aguarda com expectativa o próximo tema da banda Pacotão. Já em Manaus, a banda da BICA (Banda Independente da Confraria do Armando) começa mais uma disputa fratricida pela letra do tema do próximo carnaval: "Irmãos Metralha: do parlamento ao Puraquequara".

Dica: Acesse o jogo do panetone do Arruda e ajude Brasília a ficar limpa: http://users6.jabry.com/social1/
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Natal da Revista de História da Biblioteca Nacional


Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional
Assine já e receba até o carnaval de 2011
15 edições pelo preço de 12 em cinco vezes sem juros

Dezembro / 2009
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dezembro 24, 2009

Je vous salue Marie!


Nota do Blog: Quando o filme de Godard veio ao Brasil, a igreja condenou e a ditadura militar proibiu. Só os bacanas foram assistir em Paris. Nessa noite de Natal, lembrei-me de Maria. Sem ela a história seria outra. Je vou salue Marie!

novembro 26, 2009

Especial de Natal com o Coral João Gomes Júnior

Coral João Gomes Júnior
APRESENTAÇÃO DO CORAL JOÃO GOMES JÚNIOR

ESPECIAL DE NATAL

DATA: SÁBADO, 28

HORÁRIO: 18H

LOCAL: SARAIVA MEGASTORE / MANAUARA SHOPPING

ENTRADA FRANCA

Dando início à programação de fim de ano, a Saraiva MegaStore apresenta o Especial de Natal, com músicas cantadas pelo Coral João Gomes Júnior, no sábado, 28, às 18h, na Saraiva MegaStore. A entrada é franca.

De acordo com a diretora musical do Coral, Cleomar Feitoza, a apresentação tem como objetivo despertar nas pessoas o espírito de solidariedade, união e confraternização. Ela afirma que o Natal deve ser lembrado não somente pelo período de compras, festas e distribuição de presentes, mas pelos sentimentos nobres que ele desperta nas pessoas.

O Coral João Gomes Júnior foi fundado em 1956 pelo maestro amazonense Nivaldo Santiago com o objetivo de formar e manter uma platéia amante de bons espetáculos culturais.

O grupo colaborou e incentivou a formação da Orquestra Sinfônica em 1957 e na criação do Conservatório de Música Joaquim Franco (1970) que mais tarde foi incorporado à Universidade Federal do Amazonas. Atualmente o grupo conta com 42 integrantes.

Repertório:

1. O Natal é tempo de Amar
2. Então é Natal
3. Noite Azul
4. Rei Nascido em Belém
5. White Christmas (Natal Branco)
6. Feliz Natal
7. Vinde Cristãos
8. Estrela de Natal
9. Adeste, Fideles10. Feliz Natal11. Meia Noite Cristãos12. Noite Feliz13. Boas Festas14. A Nossa Lapinha15. O Primeiro Natal16. O Pinheiral

Andreia Mayumi
Assistente de comunicação
Saraiva MegaStore Manaus
(92) 3236 9200 R-2033 / 8102 7432
andreiam@livrariasaraiva.com.br
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