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setembro 17, 2010

50 anos de Clélio Diniz

Clélio Diniz
Acervo:
Projeto Cultural Uakti
50 anos de Clélio Diniz


Em comemoração aos 50 anos do violinista Clélio Diniz, o Projeto Cultural Uakti convida para uma homenagem a um dos maiores nomes do violão do Amazonas nesta 6ª. Feira, dia 17/09, a partir das 18h00 na Assinpa (Rua da Lua, s/n, Conjunto Morada do Sol). Na ocasião Clélio e seus principais parceiros farão um concerto para os presentes, bem como são esperadas algumas canjas. Haverá venda de cervejas e tira-gostos.


Clélio Diniz é um dos maiores intérpretes da obra para violão de Villa Lobos e autor de centenas de composições. Recentemente ele fez duas apresentações em Minas Gerais (Extrema e Formiga) para o Projeto Uakti. Seu violão poderoso calou os presentes e os mineiros se emocionaram com suas interpretações de Dilermando Reis, músico e pesquisador da música mineira.

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Dr. William Nazaré G Gama
Coordenador do Projeto Cultural Uakti
Coordenador do Projeto Memória da Ciência e da Cultura na Amazônia
Presidente da Associação dos Pesquisadores do INPA
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agosto 06, 2010

Senhoras e senhores... Dartiu Xavier da Silveira!

julz73 | 8 de novembro de 2008
médico Dartiu Xavier da Silveira divide tempo entre medicina e música

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Nota do blog: Quando cheguei à Comunidade Terapêutica Enfance, em Diadema-SP, do saudoso Osvaldo Di Loreto, em 1978, para prosseguir meus estudos, na condição de médico-residente em psiquiatria social, tive oportunidade de conhecer Dartiu Xavier da Silveira. Se não me falha a memória, ele deixava a comunidade por ter sido aprovado numa outra residência. Era o segundo médico com pendores artísticos que conhecia naquela comunidade. O primeiro foi Nelson Carrozo, que havia composto o elenco do Ballet Stagium, de Marika Gidali e Décio Otero, e que faria parte do Instituto A Casa, fundada em 1979, uma importante referência no campo da Saúde Mental e Psicossocial da cidade de São Paulo. O segundo foi Dartiu Xavier da Silveira, exímio painista (com concertos no Teatro Municipal de São Paulo), como você pode ver no vídeo acima. Dartiu é professor livre docente da Universidade do Estado de São Paulo, e está no centro do debate atual sobre o uso terapêutico da maconha, como você pode conferir abaixo. Grande Dartiu! 

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pauloteixeira13 | 1 de agosto de 2010
Dartiu Xavier da Silveira, professor livre docente da Universidade de São Paulo (USP), fala da atuação do deputado federal Paulo Teixeira quando à mudança na atual política de drogas.

julho 25, 2010

Mulheres In Concert

O sindicato dos músicos do Amazonas, promove no dia 30 de julho o show denominado MULHERES IN CONCERT, onde contará com algumas das cantoras mais atuantes no cenários local. Dividem o palco:  CINARA NERY, BELLA QUEIROZ, CAROL MARTINS, CÉLIA MORENO, MIRTES MELO, ELLEN MENDONÇA e LUCILENE CASTRO.

Com uma banda base composta pelos músicos: HELIOMAR PAZ (violão), BERNARDO LAMEIRAS (contrabaixo) e CHICO CARLOS (Bateria), as cantoras  apresentarão as pérolas da música brasileira.

A mescla de estilos é o que permeia o show MULHERES IN CONCERT, indo do lírico com a soprano CAROL MARTINS ao swing da cantora CÉLIA MORENO, show transcorre ainda com a participação do público presente. É sem dúvida uma grande pedida pra noite manauara.

Serviço:

Dia: 30 de julho
LOCAL: BAR FINO DA BOSSA
Hora: 22:30 h
Valor: R$ 10,00 (p/pessoa)
Informações e reservas: 3082-7666

junho 18, 2010

Neuber Uchôa faz uma série de shows em Manaus

O grande compositor e intérprete Neuber Uchôa, de Roraima, faz uma série de shows em Manaus para lançar seus novos CDs: Damurida e Eu Preciso Aprender a ser Pop.

março 05, 2010

Meu nome é Johnny Alf (1929 - 2010)


Johnny Alf interpreta seu maior sucesso. Um dos maiores interpretes e fundador da Bossa Nova. Video de Arthur Bandeira

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Nota do blog: Modesta homenagem ao grande Johnny Alf, que fez sua passagem aos 80 anos de idade.

Johnny Alf is a true genius, unfortunately he is also highly underestimated. He introduced Brazil to a new way of singing, playing, and composing several years before the term "bossa nova" was coined. Tom Jobim, Leny Andrade, Luís Eça, Carlos Lyra, and all those who came after had some Alf influences. Always rejecting the label bossa nova, Alf focused on his artistic achievements and let go of the music press, which continued ignoring him. His importance in Brazilian popular music as a fundamental precursor is still to be properly regarded, while he has been frequently recorded by international musicians such as Lalo Schifrin ("Rapaz de Bem"). In Brazil, his playing is registered on 46 albums, singles, compilations, and participations, but he has recorded only nine solo LPs or CDs in his career.

His father, an Army sub-official, died in 1932. His mother had to work as a washerwoman in a family home where Johnny was accepted and raised as a son, together with Luís Paulo Ribeiro, the family's own son. Alf began his piano studies at nine with a family friend, Geni Borges. Soon, he demonstrated interest for North American composers, such as George Gershwin and Cole Porter, and for unnoticed Brazilian revolutionaries such as Garoto, Custódio Mesquita, Lúcio Alves, and Gilberto Milfont, together with the famous Dick Farney. At 14, he formed a group with friends in Vial Isabel, playing on weekends in Andaraí. Studying at the Pedro II school, he was invited by his colleagues to join the cultural meetings promoted by the Brasil-U.S. Institute Ibeu. They met weekly to listen and discuss jazz music and to see jazz movies, concerts, etc. At that time, Alf was working as an accountant assistant and was already writing music. At 18, he enlisted; a little after, in 1949, Dick Farney returned from his season in the U.S. As one of the first (and certainly the most successful) singer to incorporate jazz influences in his personal expression, Farney already had a great number of fans, people who were avid in new music directions. The jazz meetings, welcoming Farney, adopted the name of Sinatra-Farney Fan Club, revering another already influential name in those times. Amongst the frequenters, there were several names that would later be famous in music, such as Tom Jobim, Nora Ney, and Luís Bonfá, among others. He'd been a longtime a die-hard jazz fan, jazz journalist José Domingos Raffaelli was also a longtime friend of Luís Paulo Ribeiro's, whose home he, together with other friends, frequented regularly on Saturdays to listen and discuss music. Those encounters began in 1949 and in 1950, they created another jazz fan club, the Hot Club do Rio. Raffaelli accounted, in a private testimony, of one of those musical meetings where he knew a boy who lived with the family who had been enlisted, but had been recovering from a tuberculosis. They were listening to a Red Rodney 10" LP recorded for Imperial, on which the second track was Chopin's "Minute" valse in a jazz rendition. When the third track began, one of the listeners commented, "Isto dá samba..." (loosely, "it can be turned into samba rhythm"); Alf replied that that track couldn't, but the previous one could. Challenged, he went to the piano and composed his masterpiece samba "Seu Chopin, Desculpe," with lyrics and music done in only 15 minutes. Some months later, Raffaelli met César de Alencar casually on the street as he was then the most popular radio host in Brazil. de Alencar told him that he was opening a new nightclub and was looking for a pianist who could sing both in Portuguese and English and wasn't expensive. Alf, who had been previously mentioned to de Alencar by Farney, was chosen and began to play at the Cantina do César, at Rua Rodolfo Dantas, Copacabana. That was in 1950, when Tom Jobim was an unknown who after his day gig would go to the Cantina do César to learn those crazy harmonies, that new comping style (inspired by Nat "King" Cole's), and that new compositional style, having even formally asked Alf to teach him. At the Cantina do César, Alf was approached by actress Mary Gonçalves, who'd been elected Queen of Radio of 1952. She included on her debut album, Convite ao Romance, four of Alf's compositions, "Estamos Sós," "O que é Amar," "Podem Falar," and "Escuta." Alf then went to the Monte Carlo nightclub, playing with violinist Fafá Lemos' group. Alf's first recording (for Sinter) dates from this period (September 1952), with his "Falseta" accompanied by the great Garoto (violão), and bassist Vidal. He also played at nightclubs Mandarim, Clube da Chave, and Drink. Already a renowned musician on the artistic scenery, Alf began to play at the focal point of the nascent bossa nova, the Plaza nightclub at the Avenida Princesa Isabel. A meeting point for all people interested in jazz music, the Plaza was the cradle of bossa, not the South side apartments generally associated within that, and Alf consolidated his position there as a seminal influence in modern Brazilian music.

In 1954, before the bossa movement boomed in Rio, Alf felt segregated from the other musicians, so he moved to São Paulo. His extraordinary musicality frightened the competition. He primarily went there to open the nightclub Baiuquinha at Major Sertório. After that, at Michel, he played with the then novices Paulinho Nogueira, Sabá, and Luís Chaves. In 1955, he recorded a 78 rpm album for Copacabana Brasil, which is considered by several musicologists to be the first bossa nova album, three years before João Gilberto's Chega de Saudade. In 1961, he was invited by composer Chico Feitosa to perform at the historic Carnegie Hall Bossa Nova Festival, but Alf refused the invitation. That was the year he recorded his first LP, Rapaz de Bem, for RCA. The next year, he spent a season in Rio at the Bottle's Bar, which also featured Sérgio Mendes, Luís Carlos Vinhas, Sílvia Telles, and Tamba Trio. With the important drummer Edison Machado and bassist Tião Neto, he formed a trio that performed at the Little Club and Top Club. In 1964, he recorded the LP Diagonal (RCA) and in 1965, Johnny Alf (Mocambo). In 1967, his composition "Eu e a Brisa" was presented at TV Record's III FMPB (Brazilian popular music festival) by singer Márcia. Taken by the tropicalista novelties of "Alegria, Alegria" (Caetano Veloso) and "Domingo no Parque" (Gilberto Gil), the jury neglected that song, which only one month after would became one of the biggest hits of Alf's career. In 1971, he recorded Ele é Johnny Alf for Parlophon. In 1974, he recorded Nós (Odeon) and in 1978, Desbunde Total (Chantecler). Away from the studios during the whole decade of 1980, he recorded a new album in 1990 for RCA, Olhos Negros. In 1997, together with distinguished arranger/pianist Leandro Braga, he recorded an album dedicated to his personal interpretation of one of the most traditional samba composers of Brazil -- Noel Rosa -- which was somewhat ironic, as he was so many times mistakenly regarded as an Americanized composer/performer. In that year, he also did tribute shows to Ary Barroso. In 1998, he recorded live Cult Alf for Natasha. In 1999, he was commissioned for the composition of popular theme songs for bishop Dom Pedro Casaldáliga's social poems and the production was recorded on the CD As Sete Palavras de Cristo na Cruz (Paulinas). Also in 1999, Alf recorded the CD Eu e a Bossa for Rob Digital, regretting in later interviews the label's choice of title and subtitle (40 Years of Bossa Nova). In that year, he was also the 20th artist awarded for lifelong achievement with a Prêmio Shell. During all his life, he has kept a regular schedule as a nightclub performer. ~ Alvaro Neder, All Music Guide

Fonte: Lau Munduruca (Facebook)

fevereiro 26, 2010

Roubolation


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janeiro 22, 2010

Lançamento do CD do Grupo Jacobiando

LANÇAMENTO DO CD DO GRUPO JACOBIANDO
DATA: QUINTA-FEIRA, 28
HORÁRIO: 19H30
LOCAL: SARAIVA MEGASTORE / MANAUARA SHOPPING
ENTRADA FRANCA

Na quinta-feira, 28, o grupo de choro Jacobiando fará o lançamento do novo CD Jacob VS Waldir, na Saraiva MegaStore (Manauara Shopping) às 19h30, com entrada franca. O mais recente trabalho do grupo reúne músicas dos dois grandes mestres do choro, Jacob do Bandolim e 11 de Waldir Azevedo.

Considerando que o Jacobiando é um dos melhores no gênero, o público será brindado com um musical de primorosa execução, pois o trabalho está centrado no estilo original desses dois nomes do choro nacional.

O grupo estabeleceu-se na cidade de Manaus privilegiando-se da inspiração do ritmo brasileiríssimo do choro. Arte maior do grande nome da música popular, Jacob do Bandolim, cujo instituto que leva seu nome desde 2002, divulga e disponibiliza a pesquisadores e instrumentistas as mais diversas oportunidades como oficinas, cursos e festivais em diversas localidades do Rio de Janeiro.

O Jacobiando é formado por cinco amazonenses e instrumentistas autodidatas, em sua maioria, que buscam a qualidade através da especialização na arte do choro.

Em 2005 o grupo realizou mais de 100 apresentações entre concertos, rodas de choro e samba, palestras, entrevistas em todos os jornais de circulação, programas de radio e televisão em todas as emissoras locais.

O Jacobiando faz parte do circuito nacional do choro, através dos clubes de choro (Brasil) e da própria Escola Portátil de Música(Rj). O líder do grupo, Rosivaldo Cordeiro é representante oficial do Instituto Jacob do Bandolim no Amazonas, além de ser aluno de Bruno Rian e Pedro Amorim, considerados predecessores da obra do Mestre Jacob.

*Rosivaldo Cordeiro-(Bandolim, cavaquinho, violão tenor e 7 - Cordas)
*Cláudio Nunes-(Violão de 7 - Cordas e Cavaquinho)
*Rogério De Mozzi-(Cavaquinho)
*Marco Darlan-(Violão 6 cordas)

Andreia Mayumi
Assistente de comunicação
Saraiva MegaStore Manaus
(92) 3236 9200 R-2033 / 8102 7432
andreiam@livrariasaraiva.com.br
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novembro 24, 2009

"Ou nóis se Raoni, ou nóis se Sting"


Scenes from the show "Enxadário", where the artist Babilak Bah uses objects such as hoes, pots and pens as percussion instruments. / Belo Horizonte, Minas Gerais -- Brazil
Acesse Também: http://www.babilakbah.com.br/

Cenas do show Enxadário, em que o artista Babilak Bah usa objetos como enxadas, bacias e panelas como instrumentos de percussão. / Belo Horizonte, Minas Gerais -- Brasil

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Nota do blog: O Trem Tan Tan recebe prêmio Loucos pela Diversidade. Tudo a ver com Babilak Bah.

Loucos Pela Diversidade

Acompanhe o Trem Tan Tan no recebimento da premiação do edital "Loucos pela Diversidade". Funarte. Rio de Janeiro.

Dia 25 de novembro de 2009, 11 horas
Teatro de Arena da Caixa Cultural
Av. Almirante Barroso, n° 25 - sobreloja - Centro - Rio de Janeiro-RJ
Para maiores informações acesse já:
http://www.cultura.gov.br/site/2009/11/20/loucos-pela-diversidade-7/

novembro 22, 2009

Senhoras e senhoras, Babilak Bah!

Babilak Bah
Foto postada em http://www.babilakbah.com.br/

Nota do blog: Em julho de 2006 estava em Belo Horizonte representando o Amazonas no I Encontro de Saúde Mental - A Reforma Psiquiátrica que temos, a Reforma Psiquiátrica que queremos -, organizado e realizado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) e Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial (Renila), quando fui surpreendido por um músico que trabalha com pessoas com sofrimento psíquico grave durante uma apresentação da programação cultural do evento. Surpreenda-se também. Aqui ao lado, no topo da coluna ouça o som de Babilak Bah. Confira também a agenda, discografia, mural, fotos y otras cositas mas do músico paraibano, radicado em Belô, em Bandas de Garagem.
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novembro 21, 2009

Porto de Lenha tu nunca serás Liverpool


Imagens da cidade de Manaus antes/hoje com a canção Porto de Lenha por Raízes Caboclas.

Nota do blog: Eis dois ícones da cultura amazonense: a canção Porto de Lenha e o grupo musical Raízes Caboclas, fundado pelo músico e poeta Celdo Braga (agora com um novo grupo: Imbaúba). A letra da canção é do enfant-terrible da poesia manauara Aldísio Filgueiras, musicada pelo compositor Torrinho. Este é mais um documentário audio-visual do crime contra o patrimônio histório, paisagístico, arquitetônico e cultural da outrora linda cidade de Manaus. Enquanto a burritsia baré destruía a cidade por puro ressentimento, a intelligentsia demonstrou por A+B que os indígenas e os negros do país não nos deixaram virar europeus. Mas, porra, não precisava destruir a cidade! Indignação à parte, o último que levantar a bunda da cadeira para salvar o que restou de Manaus é mulher de padre. (Ih! a igreja não vai gostar dessa história, mas... catzo!... passei a infância ouvindo essa expressão; taí o Deocleciano Bentes que não me deixa mentir).