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julho 12, 2010

Vai começar a quinta edição do Festival da Loucura em Barbacena

Zeca Baleiro e Ariano Suassuna entre as atrações do Festival da Loucura
DA REDAÇÃO - Editoria Cultura - 22/06/10 - 06h41































Divulgação/Site Zeca Baleiro
O cantor/compositor Zeca Baleiro e dramaturgo Ariano Suassuna estão entre as atrações da quinta edição do Festival da Loucura, que acontecerá entre os dias 15 e 18 de julho

O cantor/compositor Zeca Baleiro e dramaturgo Ariano Suassuna estão entre as atrações da quinta edição do Festival da Loucura, que acontecerá entre os dias 15 e 18 de julho. Com o tema “De perto ninguém é normal” o festival tem uma programação artística, cultural e científica elaborada pela Fundac, Cenatur e Demasp.

Suassuna é um dos mais importantes dramaturgos brasileiros, autor de clássicos como Auto da Compadecida e A Pedra do Reino. Suas obras já foram traduzidas para inglês, francês, espanhol, alemão, holandês, italiano e polonês.

Zeca Baleiro, cantor e compositor, já teve suas canções interpretadas por Simone, Gal Costa, Elba Ramalho, Vange Milliet, Adriana Maciel, Luíza Possi, Rita Ribeiro, Renato Braz, Charlie Brown Jr, O Rappa e Babado Novo. Sua música varia entre o samba, pagode, baião com elementos do rock, pop e música eletrônica com um modo peculiar de tocar violão.

Fonte: Site PMB
 
Fonte da Fonte: Barbacena on-line

Nota do blog: Saiba mais sobre a programação em http://www.festivaldaloucura.com.br/

Mapeamento dos cidadãos submetidos à medida de segurança de internação em Minas Gerais 2009/2010

segue convite para a apresentação do "Mapeamento dos cidadãos submetidos à medida de segurança de internação em Minas Gerais 2009/2010", no dia 12/07.
Aparecida Celina
Fórum Mineiro de Saúde Mental

junho 24, 2010

Meu candidato em Belo Horizonte

Nota do blog: Nilmário Miranda foi lançado candidato a deputado federal em Minas Gerais, pelo Partido dos Trabalhadores. Se eu votasse em Belo Horizonte, meu voto seria dele. Um mandato de deputado estadual, três como deputado federal, ministro do governo Lula, duas vezes candidato ao governo de Minas, além de um grande caráter. Ficha limpa, limpíssima. Grande Nilmário. Clique aqui para ler o blog do Nilmário.
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junho 15, 2010

PAILI: Reconhecimento de autoria

Prezados Srs.


Não tenho procuração do Tribunal de Justiça de Minas Gerais,  muito menos da servidora Fernanda Otoni,  mas me move nesta mensagem o incomodo com a repetição de uma injustiça que envolve o "reconhecimento de autoria" sistematicamente  negligenciada quando se trata de promover o PAILI, como uma benfazeja novidade para a abordagem do tema crime e loucura.

Talvez porque eu tenha acompanhado o processo de fertilização gerador dos conceitos e possibilidades  que o tornou realidade, quando da pioneira campanha da Comissão Nacional de Direitos  Humanos do Conselho Federal de Psicologia em 1998 que através do mote "Manicômios Judiciários: o pior do pior!, na qual participou ativamente a servidora do TJ de Minas Gerais,  a criativa psicanalista Fernanda Otoni, que para além de convencer as autoridades judiciárias do seu estado,  em parceria com a Universidade Newton de Paiva  organizou pioneiramente o PAIPJ - Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário, fonte original dos questionamentos e das tecnologias assistenciais efetivamente substitutivos  das internações manicomiais no judiciário brasileiro.

Da mesma forma sou testemunho da sua participação, a convite de orgãos governamentais para assessorar, mais de cinco anos depois , quando o projeto mineiro já havia produzido resultados para impactar mesmo os mais céticos - e céticos não faltam nestes momentos -  a implantação de um certo PAILI no Estado de Goiás, o que ela fez com a mesma generosidade que caracterizava a iniciativa mineira.

Dessa forma,  não sendo a primeira ocasião  em que assisto este tipo de promoção do PAILI sem qualquer menção ao projeto original, e considerando que instituido pioneiramente, o PAIPJ continua em plena vigência em Minas Gerais, novenho manifestar a minha inconformidade, neste país de memória tão curta, com estes modos  que , injustos,  usurpam dos criadores os méritos da criação, promovendo segundas  versões , em alguns casos de edições pioradas,  como se fossem a grande novidade. Aproveito para recomendar a mudança deste nome PAILI por considerar que ele ainda carrega grande potencial estigmatizador, nefasto aos que são por ele assistidos... Como bem alertava Fernanda Otoni, eles são sempre cidadãos que foram negilgenciados nos seus direitos,  inclusive á assistência, para que pudessem figurar,  posteriormente,  na condição de infratores.
Em nome do necessário reconhecimento dos méritos criativos dos pioneiros reivindico que toda vez que o PAILI for apresentado que por justiça seja mencionado "baseado no projeto PAIPJ do TJ de Minas Gerais".


Marcus Vinicius de Oliveira
Professor Adjunto IPSI-UFBA

Festival da Loucura


Barbacena - Minas Gerais

Dias 15, 16, 17 e 18 de julho

Shows, Seminário Científico, Palestras, Teatro, Oficinas, Bar Temático, Exposições, Intervenções Artísticas e muito mais.
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maio 09, 2010

Marcha pela Paz contra os Despejos


leosm51 20 de julho de 2009 — Ocupação Dandara rompe o bloqueio da polícia. Vídeo/documentário feito no dia 12/07/2009 por Frei Gilvander Moreira, Pároco da Igreja do Carmo de Belo Horizonte e Assessor da Comissão Pastoral da Terra, mostrando o Acampamento Dandara e a mobilização de seus integrantes para tomar posse deste grande latifúndio urbano. 

***

Marcha pela Paz contra os Despejos

No dia 10 de maio, próxima segunda feira, às 14 horas, saíremos em marcha da Comunidade Dandara em direção ao Centro de BeloHorizonte para pressionar o Poder Público a negociar com as Comunidades e Ocupações ameaçadas de despejo na capital. Serão mais de 20 Km de caminhada pela construção do diálogo em busca de uma saída digna.

A Comunidade Dandara(887 famílias) está prestes a testemunhar a derrubada pela Corte Superior do Tribunal de Justiça da liminar que lhe assegura a posse no imóvel. A Comunidade Camilo Torres (140 famílias) possui mandado de reintegração de posse desde o início de 2009, tanto a parte pública como a parte privada do terreno. O Novo Lajedo (aproximadamente 1000 famílias), comunidade vizinha da monstruosa operação urbana que a Prefeitura pretende implantar na Mata do Isidoro, passando pelo Quilombo Mangueiras, foi surpreendido recentemente com uma nova liminarde despejo, depois de mais de 10 anos de resistência na área. A  Ocupação Irmã Dorothy (132 famílias) tem a posse assegurada por decisão precária que pode ser derrubada a qualquer momento. Isso sem falar das inúmeras outras comunidades que vivem o drama da insegurança da posse, como as Torres Gêmeas no Bairro Santa Teresa, Ocupação Navantino Alves na área hospitalar, Comunidade Recanto UFMG na Av. Antônio Carlos etc.

São milhares e milhares de pessoas que, tendo suas casas demolidas pela truculência dos tratores, irão aumentar ainda mais o insustentável déficit habitacional de Belo Horizonte, cidade que já ostenta o títulode 13ª cidade mais desigual do mundo (ONU).

Diante da posição da Prefeitura de Belo Horizonte em não dialogar com as organizações e movimentos populares e tratar as ocupações como caso de polícia, vamos cobrar a imediata intervenção do Governo estadual, que também tem responsabilidade pela penúria em que vivem os sem-casa da capital mineira.

Há mais de 20 anos, o Governo do Estado não constroi nenhuma unidade habitacional em BH. Por outro lado, o Programa Lares Gerais da COHAB-MG, que possui empreendimentos apenas fora da capital, está suspenso desde 2008, sem cadastrar nenhuma família. Além disso, os compromissos assumidos pelo Governo do Estado com as famílias da antiga Ocupação do Cardio Minas (2003) não foram cumpridos até a presente data.

Portudo isso, sairemos em marcha para ocupar as ruas da cidade e soltar um gritode paz contra as remoções forçadas. Somos sujeitos de direitos assegurados constitucionalmente e o despejo não nos cabe.

Assim,convidamos apoiadores e apoiadoras, entidades e movimentos solidários àcausa dos/as trabalhadores/as de periferia para marcharem junto a nós por uma cidade onde caibam todos e todas!

- BRIGADAS POPULARES -

- FÓRUM DE MORADIA DO BARREIRO -

Mais informações: 9241-9092 / 8815-4120 / 9708-3048

Marcha pela Paz contra os Despejos

* Saída:dia 10/05, 14h - Comunidade Dandara (Rua Petrópolis, nº 315, Bairro Ceu Azul, Nova Pampulha - próximo à Escola Est. Dep. Manoel Costa; ônibus 3302D -2213 - 2215A - 608)

* Chegada: dia 11/05, 11h - Praça Raul Soares (Centro)

OBS:Quem puder contribuir, vamos precisar de carros e caminhonetes para transportar bagagens, alimentos e água, além de acudir @s companheir@s que tiverem dificuldade de caminhar todo o percurso.

abril 05, 2010

Nasce mais uma entidade inspirada no trabalho de Gregório Baremblitt

Nota do blog: Bem vinda a inauguração do Instituto Gregório Baremblitt, em Frutal-MG. Trata-se da criação de mais uma entidade inspirada no trabalho do psicanalista argentino que rompeu com a Associação Internacional de Psicanálise por motivos políticos, ocasião em que fundou o grupo Plataforma, na Argentina. Estabelecido no Brasilo a partir de 1977, Gregorio Baremblitt fundou, no Rio de Janeiro e São Paulo, o Instituto Brasileiro de Psicanálise, Grupos e Instituições (Ibrapsi). Na década de 80, fundou o Instituto Félix Guattari de Belo Horizonte. Inspirados na sua atuação no campo da saúde mental, outros profissionais criaram a Fundação Gregório Baremblitt, em Uberaba-MG, uma das primeiras entidades a instituir formas de tratamento mental em sintonia com os ideais da Luta Antimanicomial.
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março 01, 2010

"Supervisão Psiquiátrica"


Lançamento do livro: "Supervisão em Psiquiatria" dia 05 de março às 19:30h na AMMG (Associação Mineira de Psiquiatria)

fevereiro 02, 2010

Belo Horizonte realiza encontro entre a Rádio Favela e Rádio Koch (Quênia)



Belo Horizonte realiza encontro entre a Rádio Favela e Rádio Koch (Quênia)

A capital mineira está reunindo dois exemplos de comunicação popular que se destacam no mundo. De hoje a 3 de fevereiro, acontece o encontro entre a Rádio Koch, de Nairóbi, e a Rádio Favela, de Belo Horizonte. A programação faz parte das atividades do Fórum Social Mundial (FSM) que este ano se dá de forma descentralizada, com eventos em várias partes do
mundo, ao longo do ano. (veja programação ao final)

A Koch FM foi fundada em 2006, por 10 jovens da favela de Korogocho, na capital do Quênia, inspirados na trajetória da Rádio Favela de Belo Horizonte. Este aglomerado de vilas e favelas abriga quase quinhentas mil pessoas em condições de extrema carência (sem água encanada, energia elétrica ou saneamento básico). Os jovens realizam um trabalho corajoso e criativo que transformou a rádio Koch em líder de audiência em Korogocho.

A Rádio Favela FM foi fundada em 1981 por iniciativa de um grupo de moradores do Aglomerado da Serra, a maior favela de Belo Horizonte, localizada na zona sul da cidade, composta por 11 vilas e com uma população de cerca de 40 mil habitantes. Durante quase vinte anos operou pulando de barraco em barraco para fugir da polícia, que por cinco vezes chegou a fechar a emissora. Nesse mesmo período, foi condecorada duas vezes pela ONU por sua atuação no combate às drogas e à violência. A Rádio Favela é co-fundadora da Abraço - Associação Brasileira de Rádios Comunitárias, associada à Amarc - Associação Mundial de Rádios
Comunitárias desde 1998, participa da construção da Comunicação Compartilhada do FSM desde sua 1ª edição e ganhou o Premio Mídia Livre do Ministério da Cultura, prêmio este que possibilitou a articulação desta atividade.

A história da Rádio Favela inspirou o longa metragem "Uma Onda No Ar", do cineasta Helvécio Ratton. Conquistou autorização para operar como educativa em 2001 e com potência suficiente para ser sintonizada, com boa qualidade, para cerca de 4 milhões de moradores da região
metropolitana de BH. Hoje está entre as dez emissoras de maior audiência e representa uma grande conquista da comunicação popular do mundo.

10 anos do Fórum

Para os organizadores do FSM, a Rádio Favela e a Rádio Koch são exemplos dos "sinais de outra comunicação" e de que é fundamental que sejam contadas publicamente as exitosas histórias da comunicação popular e comunitária. Este encontro é uma das principais atividades da Roda
Internacional sobre os 10 anos da "Comunicação Compartilhada" no Fórum Social Mundial. Pretende refletir sobre a história e perspectivas da nova comunicação experimentada no FSM, reforçar as pontes internacionais, promovendo o debate entre produtores de mídia, redes de
ação em comunicação e experiências de mídia contra-hegemônicas de todos os continentes com o objetivo de difundir seus conceitos e práticas e ampliar sua construção. As atividades comemorativas dos dez anos do Fórum vão durar todo o ano, até a edição de 2011, em Dakar (Senegal).

A vinda da Rádio Koch ao Brasil e os encontros com Rádio Favela nos eventos do Fórum Social Mundial são uma realização das rádios em parceria com Ciranda Internacional da Informação Independente, Abraço e Amarc-ALC e apoio do Instituto Paulo Freire, Música para Baixar, Action Aid e Coletivos de Comunicação Compartilhada do FSM 2010.

Mais sobre este assunto em http://fsm10.procempa.com.br/wordpress/?p=845

Assessoria de imprensa

Aline Bahia

Contato:

José Guilherme Castro (9812-3338)

Carmen Albinati (9429 0165)

Vinívios d Moreira (8774 1617)

PARTICIPANTES DO ENCONTRO

Delegação Africana

Viriato Tamele - Moçambicano, arquiteto, coordenador da Coligação para a Justiça Econômica (CJE) em Moçambique, membro do Conselho Internacional do FSM e um dos membros do Comitê Africano responsável pela realização do próximo FSM em Dakar

Catherine Wanjiku, apresentadora de programas sobre jovens e problemas da juventude em Korogocho, transmitidos pela Rádio Koch FM 99,0 MHz, emissora inspirada na Rádio Favela de BH e que funciona um dos aglomerados de vilas e favelas mais populosos do mundo, em Nairóbi,
Quênia.

Delegação Brasileira

Rita Freire e Nelson Pombo

Ciranda Internacional de Comunicação Independente

Misael Avelino, José Guilherme Castro, Rogério Baracho, Fernando Barbosa, Vinícios d Moreira, Deiseane Avelino do Santos, Misael Avelino Filho, Carmen Albinati e Heitor Reis

Rádio Educativa Favela FM

Programação Belo Horizonte

DIA
LOCAL
ATIVIDADE
Horas

1 de fevereiro 2010
Comunidade Stª Teresa
Depoimento Ye Borges
14:30h

Rádio Favela 106,7 FM
Visita
15:30h

TV Comunitária
Visita
18:30h

Escola de Samba Cidade Jardim
Visita/Ensaio da Escola
19:30h

2 de Fevereiro 2010
Rádio Favela FM106.7 (telefone)
Programa Super Popular
08:00h

Rádio Favela 106,7 FM (estúdio)
Programa de Jornalismo
10:00h

Escola de Samba Cidade Jardim
Almoço*Gravação 2 programas TV "Rumo a Dakar"
13:00h

TV Bandeirantes
Entrevista TV e Rádio
19:00

Ocupação Dandara
Visita e Ensaioda Escola de Samba
Cidade Jardim
20:00h

Espaço Cultural Casa do Fernando
Visita e *Gravação de Programa TV
22:00h

03/02
Espaço Cultural Casa do Fernando
Avaliação atividades no Brasil e planejamento ações futuras
Até hora ida p/ SP

*Programas para TV - " Rumo a Dakar" Fórum Social Mundial 2011

Apresentação: Luis Carlos Bernardes

Programas: "Resistência Cultural e a Comunicação Popular"

Convidados: Misael Avelino dos Santos - Presidente da Rádio Favela 106,7 FM, Rita Freire Ciranda Internacional, Alexandre Costa - Presidente do Grêmio Recreativo Escola de Samba cidade Jardim, Rita Freire - Coordenação Comunicação e Cultura Compartilhada do FSM

Programas: "Sistema Solidariedade de Comunicação no FSM 2011"

Convidados: Raimundo Anisseto Presidente da Rádio Constelação, Silvia Maria - Coordenação do Fórum Mineiro de Saúde Mental e Viriato Teotônio - Conselho Internacional do FSM

Programas: "Processo FSM" de Porto Alegre 2001 à Dakar 2011

Convidados: Viriato Teotônio e Ana Prestes - Conselho Internacional do FSM e Dirlene Marques - Comitê Mineiro do FSM

Matérias que levam até Korogocho e a Rádio Koch:
"Rádios Favela do Brasíl e do Quênia se encontram no FSM em Porto Alegre"
Por Rita Freire - 1º de janeiro de 2010

http://www.ciranda.net/spip/article3480.html

Fonte: www.fsm10.org

"Do consumo crítico à crítica dos nossos lixos"

Por Marcelo Barros - 17 de julho de 2007

http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2283&Itemid=1

Fonte: www.adital.com.br

janeiro 31, 2010

Minas se prepara para a IV Conferência Nacional de Saúde Mental


Colegas


IV CONFERENCIA NACIONAL E ESTADUAL/MG DE SAÚDE MENTAL


Atualização de informações:

Foi definida a Comissão Organizadora Nacional da IV Conferencia Nacional de SM. Será composta por 34 membros, com as seguintes representações:

· 5 rep. do Ministério da Saúde

· 2 rep. do Conselho Nacional de Saúde

· 4 rep. do ministério do desenvolvimento social

· 4 da Secretaria Especial de Direitos Humanos

· 1 do Ministério da Cultura

· 1 do Ministério da Educação

· 1 do Ministério do Trabalho (Secretaria Nacional de Economia Solidária)

· 1 do Ministério da Justiça

· 1 do CONASS (Conselho Nacional dos Secretarios Estaduais de Saúde)

· 1 do CONASEMS ( Conselho Nacional dos Secretarios Municipais de Saúde)

· 2 da Rede Nacional Internucleos da Luta Antimanicomial - RENILA

· 2 do Movimento Nacional da Luta Antimanicomial - MNLA

· 1 representante do Fórum Nacional Infanto-Juvenil (não pertencente á área da saúde)

· 1 representante da ABRASCO – Associação Brasileira de Saúde Coletiva

· 1 representante de uma das associações nacionais de redução de danos

· 4 representantes do segmento de profissionais da área da saúde

Obs.: Como a representação do segmento é um pouco polemica, a definição final ficara para a reunião do pleno do Conselho Nacional de Saúde (que acontecerá dia 08.02.10). Por enquanto os segmentos indicados são: 1 representante da Federação Nacional dos psicólogos; 1 representante da associação Brasileira de Terapia Ocupacional; 1 representante da Associação Brasileira de Psiquiatria; e 1 do Conselho Federal de Psicologia).

O tema geral da conferencia nacional: (podendo sofrer pequenos ajustes)

SAÚDE MENTAL: DIREITO E COMPROMISSO DE TODOS.

3 sub-temas:

· Saúde mental como política de Estado

· Rede psicossocial e movimentos sociais

· Desafios éticos e a intersetorialidade

As Conferencias Municipais deverão acontecer até 15 de abril, as Estaduais de 23 de abril até 23 de maio.

A Conferencia Estadual de MG já está marcada para os dias 14,15 e 16 de maio no auditório do hotel Grandarrell (rua Espírito Santo 901/BH).

A Conferencia Nacional será de 27 a 30 de junho em Brasília.

O total de delegados nacionais será de 1200. Sendo que: 70% dos delegados serão da área da saúde (seguindo a paridade, ou seja: 50% de usuários; 25% de trabalhadores e 25% entre gestores e prestadores). Os outros setores participarão com 30% dos delegados. Quanto ao número de delegados para os Estados e Municípios só teremos noticia, após a próxima reunião da comissão organizadora nacional, dia 08.02.10.

A Conferencia Estadual MG seguirá o temário nacional; entretanto, o tema definido anteriormente, ou seja: A expansão da Rede de Saúde Mental e o protagonismo dos Trabalhadores e Usuários serão encaixados dentro dos subtemas nacionais. O nosso lema continua o mesmo: Por uma Reforma Psiquiátrica Antimanicomial.

Gostaríamos de contar com a colaboração dos colegas no encaminhamento de sugestões para a Comissão Organizadora da IV Conferencia Estadual. saudemental@saude.mg.gov.br

Abraços

Lourdes A Machado

Coordenação de Saúde Mental SESMG e

Membro da Comissão Organizadora da IV Conferencia Estadual de SM

novembro 28, 2009

I Encontro Mineiro dos Atingidos pela Vale


Vídeo da campanha promovida por diversos movimentos sociais que pede a devolução da Companhia Vale do Rio Doce ao seu verdadeiro dono - o povo brasileiro -, e reivindica a declaração de nulidade do leilão de privatização da Companhia Vale do Rio Doce. O Plebiscito Popular sobre o tema será realizado de 1 a 7 de setembro (2007).

*************

Nota do blog: O plebiscito aconteceu em 2007 e o encontro noticiado abaixo rolou hoje pela manhã. Vale a pena ver o vídeo de novo e ler a notícia abaixo. São movimentos como esse que dão significado à luta política por uma sociedade socialista.

I Encontro Mineiro dos Atingidos pela Vale

No dia 28 de novembro será realizado em Belo Horizonte o I Encontro Mineiro dos Atingidos pela Vale. A proposta desta atividade é reunir e dar voz às comunidades afetadas pela Companhia Vale do Rio Doce em Minas Gerais.

A Vale iniciou suas atividades no Brasil e hoje é a responsável por um legado de destruição social e ambiental registrado em vários municípios de Minas Gerais. Os bens naturais disponíveis no estado e a exploração da mão-de-obra são as fontes da riqueza dessa empresa que está presente nos cinco continentes do mundo. Os resultados dessa ganância são os graves impactos identificados sobre o meio ambiente e a vida das pessoas.

Progresso econômico para os municípios, geração de emprego, responsabilidade social e desenvolvimento sustentável fazem parte da campanha publicitária vinculada pela empresa para convencer comunidades e trabalhadores a aceitarem a mineração, mas o que a realidade comprova é a acentuação de conflitos sociais, econômicos e ambientais que modificam a qualidade de vida das pessoas.

As desapropriações forçadas, a terceirização com as perdas dos direitos trabalhistas, os constantes acidentes de trabalho, a contaminação e o rebaixamento do lençol freático e a perda da biodiversidade são exemplos de degradações ocasionadas pela mineração.

Apesar das demissões ocorridas entre 2008 a 2009 sob o argumento da crise econômica mundial, a empresa segue com os pedidos de licenciamento ambiental - mantendo altos investimentos - para abrir novas lavras em locais ainda preservados como é o caso da mineração pretendida na Serra da Gandarela, contribuinte do abastecimento de água da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Desde a privatização ocorrida em 1997, trabalhadores e comunidades vêm sendo prejudicados pela ganância desta grande empresa capitalista. Os bens naturais do solo brasileiro devem ser patrimônio do povo e não dos acionistas da Vale! É preciso que o governo federal anule o leilão de privatização - que foi ilegal - e patrocine a reestatização da Vale.

Diante dos conflitos estabelecidos, o Comitê Mineiro dos Atingidos pela Vale, convida: populações, comunidades, trabalhadores, estudantes, professores, movimentos sociais, movimentos sindicais, organizações ambientalistas, pastorais, associações comunitárias, igrejas e todos os mineiros a somarem forças contra as degradações sociais, ambientais e econômicas cometidas em Minas Gerais

Participe do I Encontro Mineiro dos Atingidos pela Vale, pois o que vale é a vida!

Você sabia que a Vale:

- Atua em 12 Estados brasileiros e detêm direito de lavra de 23 milhões de hectares o que corresponde aos estados de Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte;

- Nos onze anos que se seguiram à privatização seu lucro líquido cresceu 29 vezes;

- Seu valor de mercado passou de US$8 bilhões para US$125 bilhões;

- Que sob o argumento da crise econômica mundial a empresa demitiu cerca de 4 mil trabalhadores diretos e 15 mil terceirizados;

- Que a Vale consome, sozinha, 5% de toda energia elétrica do Brasil;

- Que as famílias brasileiras pagam por 100kwh/ mês mais de R$50,00 e a Vale paga pelos mesmos 100Kwh/ mês cerca de R$3,30;

- Nos últimos 12 meses a empresa gastou R$178,8 milhões em propaganda para enganar comunidade e trabalhadores com o falso discurso de desenvolvimento sustentável;

- Trabalhadores e comunidades de várias partes do mundo são explorados por essa empresa;

- Os trabalhadores do Canadá da Vale Inco estão em greve há mais de cinco meses por melhores condições de trabalho e melhores salários;

- A Vale está em Moçambique desde 2004 e seu plano de minerar lugares atualmente habitados e agricultáveis vai obrigar um elevado número de famílias a abandonar suas terras e casas.

PROGRAMAÇÃO

08:30 às 09:00 Apresentação

09:00 às 09:20 O Trabalho na Mineração / Apresentação: Metabase Itabira

09:20 às 09:40 A mineração e as comunidades atingidas: bairro São Geraldo

09:40 às 10:00 A mineração e o abastecimento público de água: Capão Xavier e Gandarela

10:00 às 11:30 Debate

11:30 às 12:00 Fechamento/ Encaminhamentos


I Encontro Mineiro dos Atingidos pela Vale

Data: 28/11 [UTF-8?]– Sábado

Horário: 8hs às 12hs

Local: Sind-rede/BH

Av. Amazonas, 491 / sala 1009, Centro

Comitê Mineiro dos Atingidos pela Vale

Brigadas Populares, CONLUTAS, MAB, Assembléia Popular, Metabase Itabira, Metabase Congonhas, CPT, Articulação Popular São Francisco, Movimento pelas Serras e Águas de Minas, ENE-bio, MTD.

novembro 26, 2009

Drama familiar vira negócio rentável para clínicas

Ilustração postada em Tempo
Drama familiar vira negócio rentável para clínicas

Ministério Público investiga estabelecimentos para dependentes químicos que maltratam pacientes e ganham fortunas dos pais com falsas promessas de "cura"

Andréa Silva e Fernando Zuba

Se para quem tem um dependente químico na família enfrentar a batalha contra o vício é um desafio, para muitas clínicas de tratamento ou comunidades terapêuticas clandestinas que agem em Minas e também em outros Estados o drama dessas famílias tem se transformado, cada vez mais, numa verdadeira "galinha dos ovos de ouro". As denúncias que chegam ao Ministério Público Estadual (MPE) não deixam dúvidas de que o desespero de muitos pais e mães virou sinônimo de negócio rentável para donos de estabelecimentos irregulares, que se escondem atrás de um sistema de fiscalização extremamente frágil e cobram verdadeiras fortunas por um tratamento que, em certos casos, sequer existe.

A reportagem de O TEMPO apurou que há unidades que chegam a cobrar até R$ 33 mil por um tratamento de 180 dias. Em Minas, onde a internação involuntária de pacientes em comunidades terapêuticas é proibida por lei, só nos últimos quatro meses, cinco estabelecimentos foram interditados pela Promotoria Especializada de Saúde. Todos funcionavam em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Enquanto o Ministério Público tenta fechar o cerco por aqui, estabelecimentos de fora, principalmente do interior de São Paulo, encontram um campo fértil para agir. Para quem vive em drama, o mínimo a fazer antes de contratar os serviços de uma clínica particular é procurar se informar junto aos órgãos que normatizam o funcionamento desses estabelecimentos.

Em Uberlândia, as denúncias contra os estabelecimentos interditados neste ano impressionam pela crueldade, conta o promotor Lúcio Flávio de Faria. Pacientes que atravessaram os portões dessas pseudoclínicas levados pela esperança das famílias de que voltariam "curados" teriam sido submetidos às mais terríveis sessões de crueldade.

As investigações do Ministério Público constataram desde casos de cárcere privado e tortura até acusações de violência sexual. Três pessoas, entre proprietários e funcionários dos locais investigados, estão presas. Ainda segundo o promotor, nas cinco clínicas interditadas, todos os pacientes, entre eles menores, estavam internados involuntariamente.

A promotoria coletou relatos de jovens que denunciaram que qualquer desobediência à regra do lugar era motivo para castigos como espancamento com porretes e torturas com choques elétricos. Conforme o promotor Lúcio de Faria, além de infringirem a Resolução nº 101/01, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e a Lei Antimanicomial, as clínicas irregulares violam os direitos dos pacientes.

Na capital, a promotoria de Justiça de Defesa da Saúde apura a internação involuntária de um mineiro, de 21 anos, em uma clínica da cidade de Piedade, no interior de São Paulo. Por telefone, o rapaz - que não terá o nome revelado - nos contou o drama que vive desde que foi mandado para o local pelos pais, há dois meses. "Esse lugar interna pessoas que não têm condições de conviver em sociedade, e esse não é o meu caso. Preciso sair daqui se não vou enlouquecer".

O rapaz acusa a mãe de interná-lo à força porque ele é homossexual. "Não faço e nunca fiz mal a ninguém. Beber e fumar maconha não faz de ninguém um criminoso que tem que ser privado do convívio dos amigos e familiares. Minha mãe não aceita minha opção sexual", explicou. O drama relatado pelo rapaz é impressionante. Ele conta que foi apanhado de surpresa em sua casa, em Belo Horizonte, sem qualquer exame prévio. "Três homens me cercaram e me aplicaram uma injeção. Quando acordei, já estava neste lugar". O jovem diz que foi vítima de maus-tratos e conta que, dos 60 dias de internação, já chegou a ficar 25 na chamada "solitária" como forma de castigo. Com a voz embargada, antes de terminar a ligação, ele revelou que no lugar há muita violência. "Temos que fazer o que eles querem, do contrário, os castigos são aplicados, sem piedade".

A reportagem de O TEMPO também fez contato com a mãe do interno, que saiu de Belo Horizonte e está em São Paulo desde que contratou os serviços da clínica. Ela dá outra versão para a história. "Conheço o meu filho. Ele estava utilizando drogas pesadas e podia causar danos irreversíveis a sua saúde". Segundo ela, todas as medidas foram tomadas dentro da lei. "Jamais faria algo para prejudicar o meu próprio filho".

O promotor Bruno Alexander, que recebeu a denúncia, não quis dar detalhes do caso. Segundo ele, a investigação é sigilosa. "Recebemos dezenas de denúncias sobre o translado de pessoas para clínicas em outro Estado. Fazemos os primeiros levantamentos e depois encaminhamos tudo ao promotor da comarca responsável. Ainda estamos aguardando o resultado da maioria", explicou. A Lei Federal nº 10.216/01 determina que todas as internações involuntárias devem ser comunicadas ao Ministério Público, num prazo de 72 horas, assim como os casos de alta.

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Andréa Silva e Fernando Zuba

Flagrante

"Casa parece um presídio"

Coordenadora de Comissão Nacional de Direitos Humanos confirma que pacientes estão submetidos a cárcere privado

Na última sexta-feira, a clínica localizada em Piedade, no interior de São Paulo, onde está o mineiro de 21 anos que alega ter sido internado por preconceito da mãe, foi alvo de uma fiscalização. De acordo com a coordenadora da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia, Ana Luiza Castro, o local apresenta fortes indícios de violação dos direitos humanos. "O que pudemos perceber é uma infinidade de grades, cercas elétricas e um número excessivo de seguranças. Fica evidente o uso abusivo da força. Essa clínica não tem características de uma casa de saúde, mas, sim, de um presídio que mantém as pessoas em cárcere privado", assinalou.

Sobre o mineiro entrevistado por nossa reportagem, Ana Luiza Castro informou que manteve um longo contato com o jovem e concluiu que o rapaz está internado indevidamente. "Trata-se de um jovem que está totalmente lúcido, consciente e saudável. Vamos acionar a Justiça imediatamente para que ele seja liberado", contou. Outros três laudos psicológicos, segundo ela, teriam confirmado as conclusões da coordenadora da Comissão Nacional de Direitos Humanos, mas o rapaz só poderá deixar a clínica após decisão da Justiça.

A diretora terapêutica da clínica em Piedade, a psicóloga Cláudia de Oliveira Soares, informou que todos os procedimentos realizados são padronizados e normatizados pelos órgãos competentes. "Sabemos que existe uma lei que permite a internação involuntária, desde que o Ministério Público Estadual (MPE) seja comunicado em até 72 horas. É o que fazemos", explicou. Ela ressaltou que o paciente mineiro foi internado a pedido da mãe, e o procedimento, comunicado ao MPE.

Outros casos. São inúmeros os casos de pais ou responsáveis, desesperados com o fato de o filho ser usuário de drogas, que acabam recorrendo a tratamentos psiquiátricos e, em situações mais radicais, a internações involuntárias. Mas, conforme o psiquiatra Valdir Ribeiro Campos, especialista em dependência química, nem sempre a internação é indicada. Isso, segundo ele, porque nem todo usuário de drogas é um dependente.

De acordo com Campos, os casos que precisam de internação valem para pacientes graves que oferecem riscos para eles próprios e para outras pessoas e quando os recursos extra-hospitalares não se mostram suficientes. "Há circunstâncias sérias como aquelas em que os dependentes passam a ameaçar e agredir seus familiares, e também os que apresentam quadros psicóticos, sofrendo alucinações e delírios, o que pode resultar em homicídio".

Porém, para que haja a internação, os familiares dos pacientes devem observar alguns cuidados. O procedimento deve ser autorizado por um médico registrado no Conselho Regional de Medicina (CRM), onde a unidade hospitalar ou clínica de tratamento esteja localizada.

Em Sete Lagoas, na região Central, encontramos um outro caso de uma família, que, desesperada, acabou acreditando nas promessas de uma clínica particular. A internação involuntária de M.P, 64, dependente do álcool, providenciada por familiares em uma comunidade terapêutica da cidade, surgiu como "a luz no fim do túnel" para o problema.

Mas a bem-sucedida recuperação, com base em disciplinas religiosas, ficou apenas nas promessas. Três meses depois de ser levado para a instituição, o homem, que deveria ficar pelo menos um ano no lugar, retornou para casa. Além de não apresentar qualquer evolução, M. logo voltou a beber.

Para G., 37, um dos filhos de M.P., o erro começou justamente porque os parentes não conheceram o lugar antes da internação. "Fomos iludidos pelas promessas dos responsáveis. O lugar não tinha sequer uma estrutura. A verdade é que não havia um tratamento real para os dependentes químicos. Não existiam terapias de ressocialização nem enfermeiros de plantão", contou. Por mês, a família pagou quase R$ 500. "Meu pai ficava nos perguntando como é que tivemos coragem de mandá-lo para um lugar daquele. Nessa hora, a sensação de culpa nos derruba".

Para Ana Machado, referência técnica em atenção ao uso de álcool e drogas, da Coordenação Estadual de Saúde Mental, os efeitos nos paciente deixados em lugares irregulares são devastadores. "Além de contribuírem para o agravamento dos aspectos relacionados à dependência química, os procedimentos inadequados também agridem a saúde física e mental", diz.

Na tentativa de combater as irregularidades nas comunidades terapêuticas de Minas, foi criado no Estado um grupo de cooperação técnica, composto por representantes da Subsecretaria Antidrogas, da Secretaria de Estado de Saúde. A finalidade é coordenar o desenvolvimento das ações voltadas às 150 comunidades terapêuticas e monitorar esses lugares. Já as fiscalizações são de responsabilidade das vigilâncias sanitárias municipais.

A base do tratamento dos dependentes químicos do Sistema Único de Saúde (SUS) são os Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPs ad), espalhados pelo país. Ao todo, em Minas, são 18 unidades. Duas delas funcionam em Belo Horizonte - o Centro de Referência à Saúde Mental (Cersam-BH) e o Centro Mineiro de Toxicomania (CMT). Esses espaços trabalham com estágios motivacionais e prevenção à recaída.
Publicado em: 16/11/2009

Fonte: O Tempo
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novembro 22, 2009

Senhoras e senhoras, Babilak Bah!

Babilak Bah
Foto postada em http://www.babilakbah.com.br/

Nota do blog: Em julho de 2006 estava em Belo Horizonte representando o Amazonas no I Encontro de Saúde Mental - A Reforma Psiquiátrica que temos, a Reforma Psiquiátrica que queremos -, organizado e realizado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) e Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial (Renila), quando fui surpreendido por um músico que trabalha com pessoas com sofrimento psíquico grave durante uma apresentação da programação cultural do evento. Surpreenda-se também. Aqui ao lado, no topo da coluna ouça o som de Babilak Bah. Confira também a agenda, discografia, mural, fotos y otras cositas mas do músico paraibano, radicado em Belô, em Bandas de Garagem.
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novembro 17, 2009

Conferência Estadual de Comunicação foi uma vitória dos movimentos sociais

Conferência Estadual de Comunicação foi uma vitória dos movimentos sociais

Minas Gerais encaminhará cerca de 700 propostas à Conferência Nacional de Comunicação, marcada para os dias 14 a 17 de dezembro, em Brasília (DF), número superior ao das conferências estaduais já realizadas no País. O documento com as propostas foi apresentado na manhã deste domingo (15/11/09), na plenária final da 1ª Conferência Estadual de Comunicação, que aconteceu na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, desde a última sexta (13).

Entre as propostas aprovadas, estão aquelas que buscam fortalecer as rádios comunitárias e a rede pública de comunicação; garantir a universalização do acesso à internet; implantar conselhos de comunicação deliberativos, com foco na participação da sociedade não empresarial; e instituir uma política de comunicação estadual, com foco no controle público dos meios de comunicação.

Leia mais em Comissão Mineira Pró-Conferência Nacional de Comunicação
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