Mostrando postagens com marcador Marcha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marcha. Mostrar todas as postagens

maio 09, 2010

Marcha pela Paz contra os Despejos


leosm51 20 de julho de 2009 — Ocupação Dandara rompe o bloqueio da polícia. Vídeo/documentário feito no dia 12/07/2009 por Frei Gilvander Moreira, Pároco da Igreja do Carmo de Belo Horizonte e Assessor da Comissão Pastoral da Terra, mostrando o Acampamento Dandara e a mobilização de seus integrantes para tomar posse deste grande latifúndio urbano. 

***

Marcha pela Paz contra os Despejos

No dia 10 de maio, próxima segunda feira, às 14 horas, saíremos em marcha da Comunidade Dandara em direção ao Centro de BeloHorizonte para pressionar o Poder Público a negociar com as Comunidades e Ocupações ameaçadas de despejo na capital. Serão mais de 20 Km de caminhada pela construção do diálogo em busca de uma saída digna.

A Comunidade Dandara(887 famílias) está prestes a testemunhar a derrubada pela Corte Superior do Tribunal de Justiça da liminar que lhe assegura a posse no imóvel. A Comunidade Camilo Torres (140 famílias) possui mandado de reintegração de posse desde o início de 2009, tanto a parte pública como a parte privada do terreno. O Novo Lajedo (aproximadamente 1000 famílias), comunidade vizinha da monstruosa operação urbana que a Prefeitura pretende implantar na Mata do Isidoro, passando pelo Quilombo Mangueiras, foi surpreendido recentemente com uma nova liminarde despejo, depois de mais de 10 anos de resistência na área. A  Ocupação Irmã Dorothy (132 famílias) tem a posse assegurada por decisão precária que pode ser derrubada a qualquer momento. Isso sem falar das inúmeras outras comunidades que vivem o drama da insegurança da posse, como as Torres Gêmeas no Bairro Santa Teresa, Ocupação Navantino Alves na área hospitalar, Comunidade Recanto UFMG na Av. Antônio Carlos etc.

São milhares e milhares de pessoas que, tendo suas casas demolidas pela truculência dos tratores, irão aumentar ainda mais o insustentável déficit habitacional de Belo Horizonte, cidade que já ostenta o títulode 13ª cidade mais desigual do mundo (ONU).

Diante da posição da Prefeitura de Belo Horizonte em não dialogar com as organizações e movimentos populares e tratar as ocupações como caso de polícia, vamos cobrar a imediata intervenção do Governo estadual, que também tem responsabilidade pela penúria em que vivem os sem-casa da capital mineira.

Há mais de 20 anos, o Governo do Estado não constroi nenhuma unidade habitacional em BH. Por outro lado, o Programa Lares Gerais da COHAB-MG, que possui empreendimentos apenas fora da capital, está suspenso desde 2008, sem cadastrar nenhuma família. Além disso, os compromissos assumidos pelo Governo do Estado com as famílias da antiga Ocupação do Cardio Minas (2003) não foram cumpridos até a presente data.

Portudo isso, sairemos em marcha para ocupar as ruas da cidade e soltar um gritode paz contra as remoções forçadas. Somos sujeitos de direitos assegurados constitucionalmente e o despejo não nos cabe.

Assim,convidamos apoiadores e apoiadoras, entidades e movimentos solidários àcausa dos/as trabalhadores/as de periferia para marcharem junto a nós por uma cidade onde caibam todos e todas!

- BRIGADAS POPULARES -

- FÓRUM DE MORADIA DO BARREIRO -

Mais informações: 9241-9092 / 8815-4120 / 9708-3048

Marcha pela Paz contra os Despejos

* Saída:dia 10/05, 14h - Comunidade Dandara (Rua Petrópolis, nº 315, Bairro Ceu Azul, Nova Pampulha - próximo à Escola Est. Dep. Manoel Costa; ônibus 3302D -2213 - 2215A - 608)

* Chegada: dia 11/05, 11h - Praça Raul Soares (Centro)

OBS:Quem puder contribuir, vamos precisar de carros e caminhonetes para transportar bagagens, alimentos e água, além de acudir @s companheir@s que tiverem dificuldade de caminhar todo o percurso.

março 11, 2010

Marcha com três mil integrantes marca 100 anos do Dia Internacional da Mulher

Fotos João Zinclair
Marcha com três mil integrantes marca 100 anos do Dia Internacional da Mulher

O objetivo da ação é conquistar avanços e melhorias para a vida das mulheres brasileiras, denunciar o capitalismo patriarcal e expressar solidariedade com as mulheres de todo o mundo

08/03/2010 Desirèe Luíse, De São Paulo, da Radioagência NP

O 8 de março deste ano marca os cem anos do Dia Internacional da Mulher. Por isso, no Brasil, três mil mulheres começam, nesta segunda-feira (08), uma marcha, que sai de Campinas e chega a São Paulo, no dia 18 deste mês. O ato faz parte da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, que acontece ao longo de 2010 e conta com a participação de mulheres de todas as Regiões do país, do campo e da cidade.
O lema deste ano é “Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!”. O objetivo da ação é conquistar avanços e melhorias para a vida das mulheres brasileiras, denunciar o capitalismo patriarcal e expressar solidariedade com as mulheres de todo o mundo.

Miriam Nobre, da Marcha Mundial das Mulheres, falou sobre a importância de ações que visam os direitos femininos. “Nós sabemos que cada vez mais as mulheres sustentam sozinhas suas famílias, e [é preciso] poder decidir a melhor forma de como fazer isso. Quer dizer, tendo empregos com qualidade, com direitos, com salário justo ou então tendo condições de produzir, no caso das mulheres que vivem no campo, das artesãs, das comerciantes. Que elas possam trabalhar em boas condições e viver do seu trabalho.”

A 3ª Ação Internacional será baseada em quatro campos de atuação: autonomia econômica das mulheres, bens comuns e serviços públicos, paz e desmilitarização e violência contra a mulher.

A Marcha Mundial das Mulheres é um movimento feminista internacional que nasceu no ano 2000, a partir de uma mobilização que reuniu mulheres de todo o mundo. Em 2005, a Marcha organizou sua 2ª Ação Internacional para divulgar a proposta de um mundo sem machismo e opressão.

Leia mais: http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia

VEJA MAIS FOTOS DO 1º DIA DA 3ª AÇÃO INTERNACIONAL DA MMM: http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/nacional/veja-fotos-da-marcha-da-mulheres/view

fevereiro 24, 2010

Ufa! Mais um CAPS...

Marcha dos Usuários de Saúde Mental a Brasília
Foto: Nivya Valente - Brasília-DF - Setembro, 2009

Ufa! Mais um CAPS...

Bem vindos, companheiros(as) do Centro de Atenção Psicossocial da Cachoeirinha. Finalmente, saiu o primeiro CAPS da Prefeitura. A Associação Chico Inácio – filiada à Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial – fez uma visita no local, no mês de janeiro, e me garantiu que a equipe que a recebeu merece crédito. O espírito ali reinante é antimanicomial, até que se prove o contrário.

O déficit de CAPS em Manaus, bem como a implantação de leitos psiquiátricos no hospital geral, ainda é muito grande. Com apenas dois CAPS, estamos aquém das demandas de uma cidade com dois milhões de habitantes. Nos sessenta e dois municípios amazonenses ainda não chegamos a meia dúzia de CAPS. É pouco.

Vale a pena repetir: é preciso CAPS para adultos com problemas severos e persistentes, CAPS para crianças e adolescentes psicóticos e autistas, CAPS para abusadores de álcool e outras drogas, sem esquecermos dos Centros de Convivência com programas de geração de renda.

A Associação Chico Inácio não pretende baixar a guarda dos direitos de cidadania dos usuários dos serviços de saúde mental de Manaus. Enquanto não houver uma rede de CAPS capaz de oferecer tratamento que não se baseie apenas em medicamentos, silenciar é pecado capital.

Basta o silêncio de anos seguidos de quem tem a responsabilidade de gestão da saúde. Um deles chegou a dizer que “era só o que faltava investir em presos e loucos”. Essa cultura da indiferença vem sendo enfrentada pela Chico Inácio com a dignidade dos que jamais perdem a cordialidade.

É fundamental não perder o espírito crítico, sob pena de retrocesso das poucas conquistas obtidas. E isso vale para todos, sobretudo para a categoria mais reticente aos princípios que norteiam a reforma psiquiátrica brasileira: médicos.

Lembro-me do questionamento que fizemos, ainda estudante de medicina, no IV Congresso Brasileiro de Psiquiatria, realizado em Fortaleza, no Ceará. Época de ditadura militar. A formação do estudante de medicina em psiquiatria era o tema do congresso:


“Nós não compreendemos porque ocupando os psiquiatras irremediavelmente o lugar de intelectuais, negam esse papel e simplesmente se justapõem ao aparelho burocrático estatal que consideram incondicionalmente benéfico e justo”.


O texto lido por mim na plenária final do congresso é de autoria do saudoso Humberto Marouelli Mendonça, médico psiquiatria com quem dividi importantes momentos da vida acadêmica em Manaus. Seu texto continua atual. Até porque pouco mudou na formação elitizada da medicina brasileira.

Moral da história: mesmo numa cidade habituada a promover a “desafiliação” dos que nadam contra a correnteza, uma outra gramática é possível.

Manaus, Fevereiro de 2010.
Rogelio Casado, especialista em Saúde Mental
Pro-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da UEA
www.rogeliocasado.blogspot.com

Nota do blog: Artigo publicado no jornal Amazonas em Tempo, no caderno Saúde & Bem Estar, que sai aos domingos.


janeiro 03, 2010

Situación actual de la "Marcha por la libertad de Gaza"

Desde El Cairo, Egipto
Situación actual de la "Marcha por la libertad de Gaza"

María José Lera
Rebelión

La Marcha por la Libertad se inició hace meses con el objetivo de romper el asedio a Gaza. Mas de 1400 delegados y delegadas de mas de 43 países se coordinaron para llegar a Gaza y participar en la marcha que tendrá lugar el 31 de Diciembre desde múltiples direcciones; desde Israel, Cisjordania y Gaza todos en dirección hasta Eretz, reclamando el fin del asedio que oprime y mata a más de un millón y medio de palestinos víctimas de la operación plomo fundido, realizada por Israel hace ahora un año. La miseria, depresión y urgencia de acciones mundiales son ahora mismo más necesarias que nunca.

Con este objetivo los más de 1400 delegados y delegados llegamos a Egipto. Desde la llegada el Gobierno egipcio ha impedido la realización de ninguna de las actividades que habían sido previamente coordinadas y acordadas con las propias autoridades egipcias, palestinas así como con cientos de organizaciones de la sociedad civil que desde todas partes del mundo apoyan esta acción solidaria.

Las medidas tomadas por Egipto han impedido la celebración de la primera reunión que tenía lugar el 27 de diciembre a las 19:00 en el auditorium de la Sagrada Familia en El Cairo, quienes renunciaron a dejarnos el local previamente reservado y abonado. Ante tal evento, la reunión tuvo lugar en la plaza Tahrir en el centro de El Cairo donde más de 700 personas nos comprometimos a continuar con la Marcha por la libertad de Gaza tal y como estaba previsto, y a pesar de no tener ni siquiera los autobuses para desplazarnos, que igualmente habían sido prohibidos.

La policía ha seguido en todo momento todos los movimientos de los delegados, organizadores y representantes, desde los mismos hoteles repletos de policía secreta y que ha impedido además otras acciones de solidaridad que se realizaron antes de esta reunión. Concretamente una fue en el puente del Nilo, donde se colgaron postales por las personas de Gaza, donde tras media hora la policía retiró estos mensajes y fuimos expulsados y se nos prohibió ninguna celebración en cualquier lugar, público o privado. Posteriormente nos propusimos subir a unas barcas para turistas del Nilo donde se encenderían 1434 velas por todos los asesinados en Gaza el pasado invierno. La policía prohibió tal actividad, impidiendo a los delegados montar en las barcas, por lo que tuvo que hacerse en la calle, pero se hizo a pesar de la presión.

Un grupo importante de delegados, catalanes, españoles, franceses e ingleses entre otras nacionalidades decidieron continuar hacia el camino a Gaza, una vez fue comunicada la prohibición de coger ningún medio de locomoción para acercarse a Gaza. Estos delegados están sufriendo diferentes acciones de la policía egipcia.

Un grupo más precoz compuesto por 15 españoles y catalanes, consiguió llegar el 26 de diciembre a Al Arish (última ciudad en el camino hacia Rafah, Gaza), allí fueron detenidos en el hotel. Desde su llegada, y desde antes, han sido acosados continuamente por la policía, y a pesar de ello realizan acciones de protesta en la plaza de Al Arish; cuatro de ellos han encontrado la manera de llegar hasta Rafah, donde la policía les ha retirado los pasaportes y han sido retenidos. Como medida de presión y ayuda, los once restantes en día de hoy 28 de diciembre se han dirigido a la carretera hacia Rafah escoltados por la policía y se han tendido en la carretera, de la que no se levantarán hasta conseguir negociar con la policía el regreso y la libertad de los cuatro detenidos, donde se encuentran un compañero de Cataluña, y tres compañeras del resto del Estado. En estos momentos todo este proceso está ocurriendo.

Por otra parte, en el día de hoy al grupo mayoritario de italianos (80) y de franceses (150) les han impedido tomar autobuses que habían alquilado para desplazarlos hasta Al Arish, tras lo cual han hecho una sentada en sus respectivas embajadas en el Cairo, donde nuevamente escoltados firmemente por la policía continúan sentados y esperando alguna negociación por parte de sus embajadores. Si bien, las negociaciones no prosperan, más bien se recrudecen especialmente contra el grupo de franceses que lleva en esta acción en estos momentos más de 12 horas.

El grupo mayoritario, unas 500 personas, se encuentra en estos momentos en el edificio de la ONU en el Cairo, donde se ha tomado la entrada al mismo y donde estamos dispuestos a permanecer hasta llegar a negociaciones con Egipto que permita que la Marcha por la Libertad de Gaza continúe. Obviamente la presión policial es extraordinaria, acordonados por todas partes, pero con la firme intención de permanecer allí, día y noche hasta tener una respuesta satisfactoria para todos.

En este lugar se han puesto en huelga de hambre la compañera Hedir, de 85 años y superviviente del holocausto, se han sumado por el momento cuatro personas más, entre las que se incluye Teresa Salas, compañera de Barcelona de 63 años.

Al mismo tiempo el convoy Viva Palestina, dirigido por George Galloway que también se encuentra retenido en Aqaba, con 250 camiones de ayuda y 500 voluntarios. Todos también en huelga de hambre hasta conseguir desbloquear la situación.

La participación de más de 45 países en esta marcha, la participación en el convoy de Viva Palestina, las manifestaciones que actualmente están teniendo lugar en el mundo, son solo una demostración del apoyo mundial para que el sufrimiento de la población palestina, y especialmente de Gaza finalice, y pedimos a todos ejercer la máxima presión posible para que este criminal, e ilegal asedio termine; y denunciemos la estrategia de exterminio puesta en marcha por Israel, con la ayuda y complicidad de la Comunidad internacional (definida como EEUU, Europa y parte de los países árabes, especialmente Egipto). La paciencia de la sociedad civil del mundo parece que se está terminando.

Por favor difunde y realiza actos donde sea posible, concentraciones locales, llamadas a las autoridades, embajadas, ministerios, presidentes, manifestaciones, y sobre todo trata de celebrar la Marcha por la Libertad de Gaza allí donde estés; en El Cairo, estamos simplemente los delegados que representamos a la sociedad civil.

Actualmente se encuentran desplazados unos 60 españoles en Egipto, en solidaridad con Gaza, y dispuestos a luchar de todas las maneras pacíficas que sea posible.

Teléfono para saber más
Cristina Ruíz Cortina 00 20 148402187 (Egipto)
María del Mar 00 20 147367761 (Egipto)

Fonte: Rebelión

Posted by Picasa