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julho 27, 2010

Revista Cult - Freud e a teoria social

Freud e a teoria social


O patológico fornece a visibilidade do que está em jogo nas condutas sociais gerais
Publicado em 22 de junho de 2010

Sofrimento: os sujeitos devem estabelecer um compromisso entre suas exigências de satisfação e o que é socialmente permitido

Vladimir Safatle

Freud é um autor fundamental no esforço de constituir um campo de reflexão sobre a modernidade. O recurso a ele foi uma constante em várias correntes de pensamento do século 20 e a razão para tal constância era evidente: longe de se colocar apenas como uma clínica do sofrimento psíquico, a psicanálise freudiana procurou, desde seu início, ser reconhecida também como teoria das produções culturais para desvendar a maneira com que sujeitos mobilizam sistemas de crenças, afetos, desejos e interesses para legitimar modos de integração a vínculos sociopolíticos. Freud afirmava que “mesmo a sociologia, que trata do comportamento dos homens em sociedade, não pode ser nada mais que psicologia aplicada. Em última instância, só há duas ciências, a psicologia, pura e aplicada, e a ciência da natureza”.

Partir do patológico sem reduzir o social

Não se trata aqui de reduzir a dimensão do social ao psicológico. Na verdade, esse recurso à psicanálise apenas realizava a intuição do sociólogo alemão Max Weber a respeito da necessidade de explicar como a racionalidade dos vínculos sociais depende fundamentalmente da disposição dos sujeitos em adotar certos tipos de conduta.

Em A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, Weber lembrava como a racionalidade econômica do capitalismo dependia fundamentalmente da disposição dos sujeitos em adotar os tipos de conduta ligados a um modo de ser que remetia à ética protestante do trabalho e da convicção, estranha ao cálculo utilitarista, e cuja gênese deve ser procurada no calvinismo. Sem essa ética internalizada, os sujeitos nunca desenvolveriam disposições para trabalhar, poupar e acumular do modo que o capitalismo exigia. No caso de Freud, essa análise das disposições individuais nascia de uma maneira peculiar. Em vez de partir do que deveria ser normal a todos os sujeitos, Freud partia da análise daqueles que, de certa forma, portavam as marcas do fracasso da razão, daqueles que guiavam suas condutas de maneira “patológica” e “irracional”. No entanto, o que Freud procurava era transformar a compreensão do patológico no modo de acesso ao verdadeiro mecanismo do comportamento normal. O que não poderia ser diferente para alguém que acreditava que a conduta patológica expõe, de maneira ampliada, o que está realmente em jogo no processo de formação das condutas sociais gerais. É dessa forma que devemos interpretar uma metáfora maior de Freud: “Se atiramos ao chão um cristal, ele se parte, mas não arbitrariamente. Ele se parte, segundo suas linhas de clivagem, em pedaços cujos limites, embora fossem invisíveis, estavam determinados pela estrutura do cristal”. O patológico é esse cristal partido que, graças à sua quebra, fornece a inteligibilidade do comportamento definido como normal.

Por exemplo, Freud nunca cansou de lembrar que “um ser humano se torna neurótico por não poder suportar a frustração (Versagung) imposta pela sociedade com seus ideais culturais”, sem que essa impossibilidade o leve ao ponto de negar todo e qualquer interesse por tais ideais. Para assumir tais ideais, os sujeitos devem estabelecer certo compromisso entre suas exigências individuais de satisfação e aquilo que é socialmente permitido. Tal compromisso exige, necessariamente, aceitar certa frustração, submeter-se a certa coerção e conflito. Esse é, para Freud, um traço geral dos processos de socialização. No entanto, os neuróticos vivem tal compromisso como fonte profunda de sofrimento psíquico. Entender as causas de tal sofrimento psíquico nos permite, por outro lado, apreender a verdadeira natureza dos compromissos presentes em todo processo de assunção de ideais, normas e valores sociais. Dessa forma, poderemos partir da frustração patológica para, ao final, encontrar seus traços em todo comportamento normal.

Notemos um dado fundamental aqui. Quando alguém está doente, cremos que sabemos isso porque comparamos sua situação com uma situação normal da qual disporíamos previamente. Ou seja, a doença nos aparece como uma derivação do normal. No entanto, Freud faz praticamente o inverso. Ele parte do sofrimento vivenciado pelo doente que procura amparo clínico. Em vez de simplesmente curá-lo, ele procura inicialmente mostrar como seu sofrimento expõe conflitos e processos gerais na constituição de todo e qualquer indivíduo. Isso lhe permite problematizar uma noção demasiadamente normativa e sublimada de normalidade.

No entanto, não se trata com isso de simplesmente negar a distinção entre normal e patológico. Podemos dizer que, no caso de Freud, temos uma diferença qualitativa fundamental entre normal e patológico. Se é verdade que o patológico permite a visibilidade de processos e conflitos presentes no comportamento normal, é porque o patológico transforma em motivo de quebra aquilo que o comportamento normal é capaz de suportar sem cindir-se e dissociar-se.Por exemplo, a ambivalência entre amor e ódio na relação com o objeto de desejo, assim como a erotização da autoridade, é um traço que encontramos em todo comportamento. Mas é na neurose obsessiva que tal ambivalência e tal processo são vivenciados para produzir necessariamente sintomas, inibições e angústia. Ou seja, há uma diferença qualitativa na vivência de processos estruturalmente semelhantes. Eles ganham visibilidade, como os sulcos do cristal quebrado, porque começam a produzir fenômenos que não produziriam em algo que poderíamos chamar de uma situação normal (e que nada mais é do que a ausência de certos sintomas, inibições e angústias em outras situações patológicas, já que não há sujeitos sem sintomas de sofrimento psíquico).Mas dizer que o patológico é o ponto que fornece a visibilidade do que está em jogo nas condutas sociais gerais significa, necessariamente, dizer que “normal” e “patológico” são categorias que podem ser utilizadas para compreender fatos sociais. Proposição aparentemente temerária, a não ser que mostremos que a verdadeira crítica social pode ser algo como uma “análise de patologias do social”. Talvez essa seja a lição que podemos tirar ao tentar trazer Freud para o domínio da teoria da sociedade.

Da necessidade de críticas totalizantes

Nesse sentido, podemos dizer que o recurso a Freud nos permite compreender que uma crítica social é indissociável da análise dos procedimentos de socialização que visam conformar sujeitos a formas de vida aspirantes a uma validade que não se reduz apenas aos domínios da tradição e do hábito. Por um lado, sabemos como os dispositivos de formação e de individuação presentes nas dinâmicas de socialização são legíveis a partir daquilo que compreendemos como sendo processos de identificação mimética e de investimento libidinal. Até porque socializar é, fundamentalmente, “fazer como”, atuar a partir de tipos ideais que servem de modelos de identificação e de polo de orientação para os modos de desejar, julgar, falar e agir. Mas sabemos também que essa identificação com tipos ideais não pode ser descrita simplesmente a partir de considerações sobre as pressões de conformação presente em núcleos elementares de interação social (família, instituições sociais, mídias). Freud compreendeu que as estruturas elementares que orientam o que está em jogo nesses núcleos de interação são figuras privilegiadas da razão. As exigências de racionalidade presentes nesses núcleos são, necessariamente, manifestações privilegiadas do que estamos dispostos a contar como racional. No entanto, nunca deixará de colocar a questão: “o que é necessário perder para se conformar a exigências de racionalidade presentes em processos hegemônicos de socialização e de individuação?”, ou, ainda, “qual o preço a pagar, que tipo de sofrimento devemos suportar, qual o cálculo econômico necessário para viabilizar tais exigências?”.

Essa questão está claramente enunciada em trechos como, por exemplo: “Grande parte das lutas da humanidade centralizam-se em torno da tarefa única de encontrar uma acomodação conveniente, ou seja, um compromisso (Ausgleich) que traga felicidade entre reivindicações individuais e culturais; e um problema que incide sobre o destino da humanidade é o de saber se tal compromisso pode ser alcançado através de uma formação determinada da civilização ou se o conflito é irreconciliável”. Pois devemos nos perguntar o que deve acontecer ao sujeito para que ele possa se pautar por um regime de racionalidade que impõe padrões de ordenamento, modos de organização e estruturas institucionais de legitimidade. Como deve se organizar sua economia libidinal para que ele possa ser reconhecido, como sujeito agente, por estruturas institucionais que aspiram garantir a racionalidade de nossas dinâmicas sociais. Toda discussão freudiana clássica da imbricação entre socialização e repressão, que encontramos em textos como O Mal-estar na Civilização, é apenas o ponto mais visível desse problema.

Essas perguntas são fundamentais por nos levarem a uma visão renovada do que pode ser a crítica social. Sendo os núcleos de interação social modos de realização de formas de ordenamento, de determinação de validade do que estamos dispostos a contar como racional, então a verdadeira crítica social deverá ser uma análise das formas de vida que se perpetuam por meio dos modos institucionais de reprodução social.

No entanto, como bem nos lembra Axel Honneth, sabemos desde ao menos Rousseau que tal análise pode nos levar à denúncia ampla do caráter distorcido das formas de vida na modernidade ocidental. Nesse caso, ela se transforma em crítica da natureza patológica de tais formas de vida com suas exigências de autoconservação e reprodução social. Notemos que, aqui, uma forma de vida poderia ser chamada de “patológica” por produzir um sofrimento social advindo da impossibilidade de dar conta de exigências de reconhecimento dos sujeitos em suas expectativas de autorrealização. Ou seja, nesse caso, a estrutura conceitual e valorativa “normal”, cuja internalização constitui sujeitos agentes, produtores de deliberações racionais, já seria “patológica”, pois indissociável da perpetuação de uma situação de sofrimento advinda, ao menos no caso de Rousseau, da perda de um horizonte originário que se confunde com a natureza como plano positivo de doação de sentido.

Se deixarmos de lado a temática rousseauísta do retorno à origem, é bem possível que esse esquema esteja animando algo da intuição freudiana. Trata-se de se perguntar se o sofrimento social que produz patologias não expõe, de maneira mais clara, o funcionamento dos processos de formação de subjetividades normais. Trata-se, ainda, de investigar se isso não nos obrigaria a perguntar pelos conflitos que estão por trás dos sistemas de normas e regras que compõem a vida social e, principalmente, por novas maneiras de gerir tais conflitos.

Fonte: Revista Cult

Nota do blog: A dica do texto é de Cristina Barreto.

junho 19, 2010

Pedofilia: O insuportável peso do Real

Pedofilia
Foto postada em jornalismofm.com.br

Pedofilia

Breno Melaragno - Professor PUC/RJ e Advogado Criminalista * Carlos Fortes - Promotor de Justiça - MG * Leda Nagle * Carlos Eduardo Leal – Psicanalista e escritor * Vladimir Brichta -Ator exclusivo Rede Globo * Talvane de Moraes - Psiquiatra Forense

No dia 16 de abril último, fui convidado a debater sobre a pedofilia no Programa Sem Censura da Leda Nagle, na TVE- Brasil. O tema era sobre o pedreiro Ademar de Jesus que havia matado e tido relações sexuais com 6 jovens em Luisiânia, Go. Mas, obviamente, muitas outras questões foram abordadas.
O sujeito perverso é aquele que diz que "não consegue se conter" e Edimar dizia, "não consigo parar de matar". A perversão se coloca acima da lei. Ele faz suas próprias leis. Não podemos dizer que vivemos cada vez mais numa sociedade perversa, mas numa sociedade ainda fortemente marcada pela neurose com graves traços de perversão. Ou seja, há umfranqueamento muito maior para a perversão, para o ato perverso em nosso meio social. A impunidade é o franchising da perversão. O mal, o mal-estar na civilização é o apagamento do desejo do sujeito frente à avalanche de demandas que o discurso capitalista oferece. Esta fetichização das mercadorias, levam os sujeitos a um "dever de felicidade", como se fosse uma obrigação em ser feliz e uma depressão quando não se é.

Outro fato marcante que também tem acontecido é uma fratura do simbólico. Fratura das relações e dos laços simbólicos. Fratura das leis que regem as relações. Pais e filhos, professores e alunos, mestres e discípulos, patrões e empregados. As relações hierárquicas estão se esfacelando, virando pó (sic). Há micro revoluções não armadas, ou melhor, armadas em salvo-condutos, habeas-corpus, ou pior, a revolução dos celulares com câmeras de vídeo, tornou a todos espiões num reality show jamais visto até então. Todos estão vigiados e vigiam-se mutuamente num grande BBB.

A desestabilização do Imaginário (das garantias imaginárias - certezas construídas ao longo da vida), produz uma quebra, uma ruptura do simbólico (as palavras), fazendo emergir o insuportável peso do Real.

Leia mais em Psicanálise: crítica e ética

Nota do blog: A dica de leitura é da psicanalista Aline Drummond

maio 11, 2010

Novamente lança livros de MD Magno

A Rebelião dos Anjos: Eleutéria e Exousia
Em 2007, MD Magno, no Falatório que chega agora ao público, afirma que os Anjos somos nós, mensageiros que anunciam como Mundo todas as mensagens possíveis, por nossa condição de poder "topar toda e qualquer informação, conhecimento, idéia ou situação" em função da experiência de Real que é dada para cada Um. Situação precária essa: por efeito de recalque, somos anjos decaídos e, contudo, disponíveis ao angélico pela possibilidade de referência ao Real. Eis o ponto de partida para a reconsideração do problema do conhecimento, tema central deste livro.

A Gnômica, que é a teoria do conhecimento proposta pela Nova Psicanálise, parte do conhecimento absoluto da Pessoa como experiência de Haver, presença imanente do Real para cada Um em sua solidão e derrelição. Nesse sentido, a psicanálise é uma gnose. Mas o é também pela ampliação conferida ao que é da ordem do conhecimento, pois aquém do ponto de Real todo e qualquer conhecimento é válido como modo de lidar com esse mal-estar originário.

Donde a proposição do conhecimento compreensivo, abordado através da noção de formações do Haver, isto é, estruturas na realidade passíveis de descrição, aí incluída a conjetura da homogeneidade do campo. Estamos além do estruturalismo, do significante, do sujeito (do inconsciente), do objeto (do desejo), da heterogeneidade dos registros real, simbólico e imaginário, e da estrutura como elemento mínimo garantidor do conhecimento. Navegamos na dinâmica da polarização das formações, discerníveis e operáveis em zonas focais, mas se dispersando nas zonas franjais. Conhecimento é, portanto, resultante de transa entre pólos de formações, sempre precário, provisório e discutível, trazendo, por isso mesmo, a defesa de um instrumentalismo radical por parte da psicanálise.

Pessoas são pólos de formação que transam com outras formações e, a partir de sua experiência de Haver, produzem e transformam Mundo. Desta conseqüência gnoseológica se extraem outros questionamentos, dessa vez para o campo político. Quais os recursos possíveis da Pessoa diante da Lei, da Justiça, da Diferença, da Escolha e Afirmação na ordem sexual?

A "Rebelião dos Anjos" é não apenas o reconhecimento sereno da turbulência contemporânea por parte da psicanálise. É também a aposta na eficácia de seu aparelho clínico. De alguma maneira, a heresia está sempre presente.

Fonte: Novamente Editora

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Economia Fundamental, MetaMorfoses da Pulsão

Este livro, que transcreve o Falatório 2004 de MD Magno, trata da operação que Freud chamou de “economia das forças nervosas” quando nela se inclui a noção de quantidade. Isto, no sentido de reforçar que Freud tinha ambição de pensar mais o comum dos acontecimentos psíquicos do que a nosologia, esta sendo apenas o caminho para pensar como funcionamos.

Partindo de que “a base sobre a qual repousa a sociedade humana é, em última análise, de natureza econômica”, como diz Freud, a proposta de Magno é pensar sobre a Economia Pulsional, que constitui o fundo de toda a Psiconomia – nome que ele já sugerira para a psicanálise –, para depois retornar com mais recursos às formações progressivas, estacionárias e regressivas (anteriormente chamadas de nosológicas) presentes na lida com a clínica.

O foco está numa Economia Fundamental, reconfiguradora da Clínica como Economia das Formações no Mercado Pulsional. Nela vigora um Pensamento Perplexo, que valoriza a Indiferença, o Inumerável, e apregoa que a diferença e a multiplicidade, características do chamado pensamento complexo, se tornam aceitáveis e acolhíveis de fato só depois da Indiferenciação.

Falar em economia é considerar as composições do poder. Lacan já dissera que o inconsciente é capitalista, mas agora trata-se de partir de que o Haver é capitalista, pois o Inconsciente, para Magno, é o que se passa entre Haver e não-Haver. Será, pois, no contexto da Economia e do Inconsciente Capitalista que serão abordadas: a questão (trazida por Jean-Claude Milner) sobre os judeus e a democracia na Europa, aqui vista sob a ótica do Creodo Antrópico (conceito de 1995); as noções de alienação, apropriação e mais-valia, que se mostram dependentes do conceito de Transferência; os quatro tempos – composição, estatuação, catásfrofe e ruína – das Morfoses Regressivas (antes chamadas de psicoses), cujo efeito tem sido a generalizada difusão do processo de regressão sustentada, ou hipóstase firme, na vida das pessoas...

Sobretudo, é neste livro que o autor dá inicio à investigação direta dos conceitos de Pessoa e de Eu como formações constituídas de Primário, Secundário e Originário, e definidos como rede dotada de pólos, cada qual com uma região focal e uma região franjal infinita. Investigação esta que continuará nos anos subseqüentes com precisões importantes e necessárias, uma vez que as idéias de indivíduo e sujeito têm se evidenciado cada vez mais insustentáveis no mundo contemporâneo.

Fonte: Novamente Editora

abril 04, 2010

Rio de Janeiro: Jornada de Psicanálise, dia 10 de Abril

JORNADA DE PSICANÁLISE, DIA 10 DE ABRIL - CAMPUS BARRA

Evento gratuito e aberto ao público.

Campus Barra

Dia: 10 de abril 2010

Horário: 10h às 16h

Local: Auditório do Campus Barra

Programação

10h – Abertura

Profa. Glória Sadala - Coordenadora do Mestrado Profissional em Psicanálise, Saúde e Sociedade e da Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica e Prática Clínico-Institucional.

Profa. Aline Drummond - Coordenadora do Curso de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica e Prática Clínico-Institucional e Professora do Curso de Graduação em Psicologia.

10h30min às 12h: Estruturas Clínicas

Profa. Elisabeth da Rocha Miranda - Psicanalista do FCCL
Professora do Curso de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica e Prática Clínico-institucional.

Profa. Ana Paula da Costa Gomes - Psicanalista/Escola Lacaniana
Professora da Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica e Prática Clínico-institucional.

12h às 13h intervalo para almoço

13h às 14min30h: Psicanálise e Literatura

Profa. Nadiá paulo ferreira - Psicanalista/Corpo Freudiano
Professora da Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica e Prática Clínico-institucional.

Profa. Adelina lima freitas - Psicanalista/SPID
Professora da Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica e Prática Clínico-institucional.

14h30min às 16h: Psicanálise com Crianças e Adolescentes

Profa. Teresinha Costa - Psicanalista/Corpo Freudiano
Professora da Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica e Prática Clínico-institucional.
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