PICICA - Blog do Rogelio Casado - "Uma palavra pode ter seu sentido e seu contrário, a língua não cessa de decidir de outra forma" (Charles Melman) PICICA - meninote, fedelho (Ceará). Coisa insignificante. Pessoa muito baixa; aquele que mete o bedelho onde não deve (Norte). Azar (dicionário do matuto). Alto lá! Para este blogueiro, na esteira de Melman, o piciqueiro é também aquele que usa o discurso como forma de resistência da vida.
outubro 17, 2010
Saúde Mental: Carta da Renila aos candidatos à Presidência da República
julho 24, 2010
Na Paraíba, nem tudo é cartão postal
Ubiratan Pereira de Oliveira (BIRA)
Militante da Luta Antimanicomial
Vereador em João Pessoa – Vice Presidente da Comissão de Saúde da CMJP
julho 21, 2010
Denúncia contra hospital psiquiátrico paraibano
EXCLUSIVO: Funcionário denuncia estupros contra pacientes, tráfico de drogas e espancamento de idosos em hospital público do Estado na Capital
Por Fábio Cabral Bernardo
Estupro, tráfico de drogas, espancamento de idosos, desvio de mercadorias e fraude de documentos. Esses são apenas alguns dos crimes que, supostamente, vêm ocorrendo dentro do Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, um lugar onde o respeito ao ser humano deve ser marca registrada.
Apelidado no passado de “colônia dos doidos”, o Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira é um órgão que fica sediado na cidade de João Pessoa e que é vinculado à Secretaria de Saúde do Estado. O hospital tem como finalidade básica cuidar de pacientes que sofrem de doenças psiquiátricas.
No último sábado (17), o Paraíba Já teve acesso, com exclusividade, a uma carta que narra, com riqueza de detalhes, cenas que, se comprovadas, podem ganhar repercussão nacional. Elaborado por um funcionário do complexo psiquiátrico, o documento relata fatos, aponta nomes e clama por uma intervenção das autoridades.
Temendo represarias, o autor do documento pediu à reportagem para não ser identificado, por isso, a partir daqui, passaremos a chamá-lo apenas por “I”, de indignado.
Na carta entregue ao Paraíba Já, “I” confessa que, ainda, não possui provas documentais sobre todas as denúncias apontadas por ele. Entretanto, pela riqueza de detalhes narrados, as acusações ganham contornos de realidade.
Para comprovar que realmente é funcionário do Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, “I” atendeu a uma exigência do Paraíba Já e conseguiu imagens internas da unidade.
Relatos dramáticos
“I” inicia a carta deixando um alerta aos parentes dos pacientes: “O Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira não é um local seguro para a população deixar seus parentes amados. Diferente de tudo o que a população pensa, ele é um depósito de loucos, onde ao chegar lá, os pacientes são tratados como bichos. Apanham, dormem num colchão forrado de plástico sem nada por cima e sem nada pra se cobrir. Isso inclui os idosos também.”
“I” prossegue denunciando crimes de estupro contra pacientes: “As pacientes são estupradas por funcionários, mas quando elas falam para a família, são abordadas por funcionários, dizendo aos parentes que é coisa da cabeça delas, por causa da doença, mas infelizmente não é.”
Na carta, “I” conta quem são os autores dos supostos estupros: “Os vigilantes que ficam na entrada do portão principal não servem de absolutamente nada, a não ser para entrar na madrugada e ir estuprar as pacientes que muitas vezes estão dopadas de medicações fortes e nem sentem o que acontece com elas. Os vigilantes que trabalham dentro dos pavilhões também fazem isso, pois eles também querem desfrutar desse prazer gratuito que tem lá.”
“I” também denuncia a violência, que segundo ele, impera dentro do hospital: “Os pacientes são espancados de dia e a noite, mas tudo lá para dentro para que a população não tome conhecimento. Os pacientes morrem e ninguém sabe o porque, como foi o caso de um que morreu esses dias e o médico do Juliano diagnosticou que tinha sido infarto, mas quando fizeram a perícia detectaram espancamento até a morte.”
Desvio de mercadorias
Em sua carta, “I” denuncia, ainda, o desvio de alimentos dentro do complexo psiquiátrico: “(...) pessoas adoram fazer reuniõezinhas fora dali para tomar cachaça. Até aí tudo bem, se os tira-gostos não fossem as carnes, frangos e peixes que chegam para os pacientes comprados com o dinheiro público. E a casa sorteada entre eles é abonada com produtos da cozinha, ou seja, desviam mercadorias pra casa deles para as farrinhas particulares.”
Em outro trecho, “I” diz que, “até tráfico de drogas ta havendo lá dentro” e acusa uma funcionária do complexo de desviar medicamentos. “Medicações são vendidas por baixo dos panos (...) Tem uma funcionária do SISREG apelidada carinhosamente por Dondon, que já deve ter aberto uma farmácia com tanta medicação que ela pega dali, através de médicos e representantes. (Ela) inclusive, facilita receitas de medicamentos controlados com suas médicas parceiras em troca de presentinhos e favores.”
Mostrando indignação, “I” revela alguns nomes que, segundo ele, compactuam com os supostos crimes: “Existe uma panelinha comandada Clélia Lucena (superintendente), Darcy (chefe do Setor Pessoal), Maria José Vasconcelos (Administrativo), Leda Pontes (Administrativo), Afonso (um dos responsáveis pela tal sindicância), Mirian (chefe da limpeza, que inclusive, teve um filho pego roubando peças de carne e nada foi feito para puni-lo). Existem outros nomes que compactuam com essa administração psicopata da então Superintendente.”
“I” revela que todos os desmandos narrados por ele são de conhecimento da direção do hospital e faz um apelo dramático ao governador José Maranhão. “O pior de tudo é que já foi feita uma sindicância para apurar todos estes fatos, mas quando o caso chegou às mãos da Dra Clélia Lucena, foi abafado e engavetado. Isso é uma vergonha. É o fim da picada. Onde está o governador José Maranhão que não vê uma coisa dessas?”
“I” conclui a carta definindo como se encontra o Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira atualmente: “No Juliano Moreira tem de tudo: estupros a pacientes, tráfico de drogas, desvio de medicação e mercadoria alimentar, perseguição a funcionários de bem, espancamento a pacientes, inclusive idosos, fraude de documentos etc.”
Leia abaixo na íntegra a carta entregue po “I” ao Paraíba Já.
Aí vai a podridão que esta acontecendo no Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira e da administração fajuta da atual Superintendente Clélia Lucena. Espero que você transforme esse material em uma grande e poderosa matéria. (lembrando que eu ainda não tenho provas documentais sobre todos esses fatos e apesar de ser funcionário desse lugar, meu nome não pode aparecer por temer represarias, mas acredite, são fatos verdadeiros.
Realmente é muito triste saber que atrocidades com seres humanos ocorrem a todo momento. É por isso que essa matéria deve ser publicada para conscientizar as pessoas e orientá-las a denunciar esse tipo de atitude. E a melhor forma para isso é divulgar a todos sobre a realidade. Quando as pessoas tomam conhecimento das crueldades a que são submetidos os seres humanos e ainda por cima doentes mentais, acaba por tomar atitudes em prol deles, deixando antigos hábitos de lado. Conscientização é a chave de tudo! É a melhor maneira de combater os crimes contra pessoas incapacitadas de se defender.
O Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira não é um local seguro para a população deixar seus parentes amados. Diferente de tudo o que a população pensa ele é um depósito de loucos onde ao chegar lá os pacientes são tratados como bichos, apanham, dormem num colchão forrado de plástico sem nada por cima e sem nada pra se cobrir. Isso inclui os idosos também. É inadmissível o que acontece lá.
Os pacientes vivem em meio ao lixo, ratos e baratas. A sujeira e mal-cheiro é grande e quando a vigilância sanitária vem fazer inspeção a Diretora do Hospital é automaticamente comunicada por olheiros de sua confiança e ai é um corre-corre para limpar tudo às pressas. Existe uma série de fatos que aterrorizam quem está interno lá. As pacientes são estupradas por funcionários, mas quando elas falam pra família é abordada por funcionários dizendo aos parentes que é coisa da cabeça delas por causa da doença, mas infelizmente não é. É a mais pura verdade, acredite.
Os pacientes são espancados de dia e a noite ainda é pior, mas tudo lá pra dentro pra que a população não tome conhecimento. Os pacientes morrem e ninguém sabe porque, como foi o caso de um que morreu esses dias e o médico do Juliano diagnosticou que tinha sido infarto mais quando fizeram a perícia detectaram espancamento até a morte. Até tráfico de drogas ta havendo lá dentro.
Existe uma panelinha chamada Clélia Lucena (Superintendente), Darcy (Chefe do setor Pessoal), Maria José Vasconcelos (Administrativo), Leda Pontes (Administrativo), Afonso (um dos responsáveis pela tal sindicância), Mirian (Chefe da limpeza que inclusive, o filho dela foi pego roubando peças de carne e nada foi feito para puni-lo) entre outros nomes que compactuam com essa Administração Psicopata da então Superintendente. Esses são alguns nomes de pessoas que abafam tudo o que acontece de podre e desumano lá dentro e ainda tem muitos nomes envolvidos nessa porcariada toda, mas não querem nem saber de nada (claro, não querem perder a boquinha dos mimos em forma de gratificações dados pela superintendente).
Essas pessoas perseguem funcionários que não concordam com isso tudo (salvo se o funcionário perseguido gratificá-las) , gostam de humilhar sem piedade. Essas pessoas adoram fazer reuniõezinhas fora dalí para tomar cachaça. Até aí, tudo bem, se os tira-gostos num fossem as carnes, frangos e peixes que chegam pros pacientes comprados com o dinheiro Público, e a casa sorteada entre eles é abonada com produtos da cozinha, ou seja, desviam mercadorias pra casa deles para as farrinhas particulares inclusive até uma funcionária pra servi-los, pode uma coisa dessas? Fardos de carnes são desviados, medicações são vendidas por baixo dos panos, as roupas que os caridosos de fora doam pra os pobres dos pacientes se transformam em brexós para funcionários peixinhos da Dra. Clélia.
Os vigilantes trabalham bebendo. Tem uma funcionária do SISREG apelidada carinhosamente por Dondon que já deve ter aberto uma farmácia com tanta medicação que ela pega dalí através de médicos e representantes, inclusive facilita receitas de medicamentos controlados com suas médicas parceiras em troca de presentinhos e favores.
Os vigilantes que ficam na entrada do portão principal não servem de absolutamente nada, a não ser pra entrar na madrugada e ir estuprar as pacientes que muitas vezes estão dopadas de medicações fortes e nem sentem o que acontece com elas, e alguns vigilantes que trabalham dentro dos pavilhões também fazem isso... pois é... eles também querem desfrutar desse prazer gratuito que tem lá.
O pior de tudo é que já foi feita uma sindicância para apurar todos estes fatos mais quando o caso chegou as mãos da Dra Clélia Lucena foi abafado e engavetado. Ela ainda diz mais: "Isso só vou ver depois das eleições". Isso é uma vergonha. É o fim da picada. Onde está o Governador José Maranhão que não vê uma coisa dessas? Acho que o que ela quis dizer com isso é que se ela permanecer lá dará uma disfarçada em alguns assuntos pra da uma de eficiente, mas se ela voar dali, os pacientes e alguns funcionários que se explodam.
Resumindo... no Juliano Moreira tem de tudo : estupros a pacientes, tráfico de drogas, desvio de medicação e mercadoria alimentar, perseguição a funcionários de bem, espancamento a pacientes inclusive idosos, fraude de documentos e etc.
É isso ai, aproveite e meta as canetas. Quero ler essa matéria sentado de camarote e ver esses corruptos fraudulentos e sem vergonhas correrem feito formigas atrás de salvar suas cabeças. Quem aqui faz aqui paga. Agora chegou a vez de cair a máscara dessa “mundiça” do Complexo Juliano Moreira que se dizem Chefes responsáveis. "Isso até parece uma piada, pode crer. É inacreditável.”
Paraíba Já
fevereiro 28, 2010
Confira a data das etapas regionais da Conferência de Saúde Mental da Paraíba
A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES) reuniu, nesta sexta-feira (26), os membros da comissão organizadora da III Conferência Estadual de Saúde Mental, que deverá acontecer no próximo mês de maio, para discutir detalhes do evento. O encontro – que aconteceu no Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor), em João Pessoa, definiu que as duas primeiras etapas regionais acontecerão entre os dias 23 e 26 de março. Os participantes desses encontros vão discutir os avanços e obstáculos à consolidação da reforma da assistência psiquiátrica, na Paraíba, que serão levados para as etapas estadual e nacional.
O evento está sendo organizado pelo Núcleo de Saúde Mental da SES. Segundo a coordenadora do órgão, Úrsula Patrícia Neves Leite, o tema central da IV Conferência Nacional é ‘Saúde Mental, direito e compromisso de todos: consolidar avanços e enfrentar desafios’. Segundo ela, nos encontros regionais também vão ser debatidos o atual cenário da reforma psiquiátrica na Paraíba e no Brasil e os novos desafios para melhoria do cuidado em saúde mental. “Essa Conferência realça o exercício único de democracia nesse momento para definir a política de Saúde Mental em nível nacional”, disse.
Diferencial - Segundo Sylvana Melo, psicóloga do Núcleo de Saúde Mental, outras áreas também serão envolvidas na discussão. “Esse evento se apresenta com um diferencial em relação aos anteriores, ao ser marcado por uma construção coletiva de diversos atores e ao extrapolar o âmbito da saúde e fazer links com diversas outras áreas, perpassando a cultura e a sociedade como um todo, não se fechando na saúde mental”, disse.
As primeiras reuniões regionais serão realizadas nas III e IV macrorregionais de saúde do Estado, entre os dias 23 e 26 de março. Nos primeiros dois dias, o encontro acontece no município de Sousa e, nos dois últimos, em Patos.
Organização – Participam da organização das etapas regionais, além do Núcleo de Saúde Mental, outros órgãos da SES, como Gerência Executiva de Ações Estratégicas e Especiais, Gerência Executiva de Atenção Básica, Gerência Executiva de Vigilância Ambiental, Gerência das DST/Aids, Núcleo de Educação e Saúde e Centro Formador de Recursos Humanos (Cefor).
O evento também conta com outros órgãos, como Secretaria Estadual de Desenvolvimento Humano ( SEDH), Fundação do Desenvolvimento da Criança e Adolescente (Fundac), Ministério da Saúde, Ministério Público, Associação de Usuários e Familiares, Núcleo da Luta Antimanicomial da Paraíba (Renila), Centro Educacional do Adolescente-JP, Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd/Polícia Militar da Paraíba), Conselho Estadual de Saúde, Conselho Regional de Psicologia, Centro Acadêmico de Psicologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Conselho de Secretários Municipais de Saúde/PB, Conselho Regional de Enfermagem, Secretaria de Administração Penitenciária e Programa Estadual da Mulher.
Fonte: ClickPB
fevereiro 06, 2010
Nem tudo é cartão postal: breve história de ofensas morais
Nota do blog: A Secretária de Saúde de João Pessoa, que é, também, professora de Saúde Coletiva na universidade federal, dá com a língua nos dentes e pede "exames de sanidade mental" como recurso para ofender um adversário político. Não é a primeira vez que isso acontece: um jornalista norte-americano, do New York Times, sugeriu que o presidente da república tinha uma falha moral por suposto uso problemático de álcool. Em 1987, como diretor do Hospital Psiquiátrico Eduardo Ribeiro fiz uma greve de fome em defesa da reforma psiquiátrica, ocasião em que o Secretário de Estado de Saúde afirmou para a imprensa que eu podia ficar por lá mesmo, na casa dos doidos, para fazer tratamento. Como a greve foi vitoriosa, resolvi não processar a indigitada criatura, que figura entre os representantes do mesmo pensamento que ainda vigora entre autoridades de saúde descomprometidas com a reforma psiquiátrica brasileira. Os números não me deixam mentir: Manaus, até a presente data, só possui dois CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), sendo um administrado pelo Estado e outro pelo Município. O primeiro foi implantado em 2006; o segundo, em janeiro de 2010. É de c(h)orar de vergonha!Quinta, 4 de Fevereiro de 2010 - 07h37
Roseana Meira é condenada por danos morais
A secretária de Saúde do município de João Pessoa, Roseana Meira, foi condenada a indenizar em três mil reais a presidente do sindicato dos odontologistas da Paraíba, Joana Batista, por danos morais. A sentença foi da juíza Higyna Josita, da 8ª Vara Cível da Capital.
A ação foi movida em função de declarações prestadas por Roseana ao programa Rede Verdade, da TV Miramar. Na entrevista, ela disse que Joana era uma pessoa desatualizada, que teria necessidade de fazer exame de sanidade físico mental.
Para a juíza, houve ato ilícito praticado pela secretária Roseana Meira, tendo a agressão moral se consumado. A magistrada disse que como se trata de danos morais, sua verificação é objetiva, "não carecendo de comprovação da repercussão, até porque o que é público e notório dispensa provas".
Ela afirmou ainda que como se trata de programa televisivo, as conseqüências foram mesmo danosas a autora da ação. "Os danos morais desse modo decorrem dos dissabores sofridos com o evento narrado na inicial", afirmou a juíza Higyna Josita, na sentença proferida.
Do Lana Caprina
fevereiro 03, 2010
Nem tudo é cartão postal: o que está por trás de um singelo convênio
Convênio entre UFPB e Casa de Saúde São Pedro beneficia pacientes
Melhorar o atendimento aos dependentes químicos internados em instituições psiquiátricas é o objetivo do projeto “Atendimento psicológico aos dependentes químicos hospitalizados em instituição psiquiátrica”, que vem sendo desenvolvido há mais de 10 anos na Casa de Saúde São Pedro, localizada em João Pessoa. Trata-se de uma ação conjunta entre a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Casa de Saúde São Pedro. O projeto é coordenado pela professora Silvana Carneiro Maciel, do Departamento de Psicologia da UFPB.
Leia mais em ClickPB
Nota do blog: O ti-ti-ti que rola em João Pessoa, segundo uma importante fonte da luta antimanicomal daquela linda cidade, é que "a tal professora do departamento de psicologia da UFPB referida nesta matéria é também a dona do mesmo hospital psiquiátrico no qual o tal projeto vai ser desenvolvido. Ou seja: caso isto seja mesmo verdade, temos uma psicóloga, professora do curso de psicologia da federal, que coordena um projeto de extensão que vai levar estudantes da universidade para dentro do hospital, do qual ela mesma é dona. Ou seja: ela vai lucrar com os pontinhos na CAPES, com a qualificação do atendimento realizado no seu próprio hospital, e com a economia de mão de obra, já que os estudantes não vão receber salário do hospital pela sua atividade. E ainda vai posar de alma bondosa preocupada com os usuários de álcool e outras drogas".
Se o bochicho que corre solto pelas ruas de João Pessoa não for verdade, a fonte promete enviar calorosas "desculpas a maravilhosa e bem intencionada professora manicomial", através deste blog.
Era só o que faltava: internação de usuários de drogas em hospital psiquiátrico!
Afinal, esse procedimento não vai contra a política do Ministério da Saúde para o setor?
Não estamos entendendo mais nada. Pra exercitar o espírito crítico, em qual das opções abaixo você assinalaria um X?
( ) O Ministério da Saúde é omisso
( ) A professora manicomial é mal intencionada
( ) O inferno está cheio de boas intenções




