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julho 27, 2010

Resistência Camponesa - Seg, 26 de Julho de 2010

Resistência Camponesa - Seg, 26 de Julho de 2010

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Resistência Camponesa

Fazenda Santa Elina é retomada pelas vítimas (escrito por Resistência Camponesa)


 

A Fazenda Santa Elina é do Povo!
No dia 9 de agosto completará 15 anos da primeira  tomada  da Fazenda Santa Elina – em Corumbiara,...

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A Fazenda Peri-peri é do povo! (escrito por LCP do Nordeste)

Com muita disposição de luta e muita esperança em poder tirar do trabalho na terra uma vida melhor, se dispuseram a enfrentar todo o perigo,...
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julho 13, 2010

Resistência Camponesa

Resistência Camponesa - Seg, 12 de Julho de 2010

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Resistência Camponesa

Pressionar o juiz Danilo Paccini pelo fim do despejo do Canaã! (escrito por LCP – Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental)

 Numa audiência em maio de 2010 o juiz Danilo Augusto Kanthack Paccini decretou a reintegração de posse da Área Canaã (antigas fazendas "Só...
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Acampamento Barro Branco (Chupinguaia) – “O ensaio de um novo massacre” (escrito por Afonso Maria das Chagas)

É de conhecimento público que neste próximo mês, completar-se-ão 15 anos do Massacre de Corumbiara, região de Vilhena.
Tragicamente, tem-se...

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junho 25, 2010

Resistência Camponesa

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Resistência Camponesa



Camponeses de Santa Cruz do Sol Nascente comemoram 1 ano de resistência! (escrito por Comitê Velho Chico)
 No dia 31 de Maio as 120 famílias do Acampamento Santa Cruz do Sol Nascente  (Carinhanha/Bahia) comemoraram 1 ano de tomada dolatifúndio Tamburi,...

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Um ano do assassinato do companheiro Luiz Lopes! Segue o clamor: Justiça! (escrito por Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres )
 No dia 15 de junho de 2009 o companheiro Luiz Lopes foi assassinado. Histórica lide­rança camponesa da região sul do Pará, Luiz Lopes não se...

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maio 23, 2010

Deputado grileiro criminaliza a Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental

Nota sobre declarações do deputado Ernandes Amorim

Escrito por LCP de Rondônia e Amazônia Ocidental

Sáb, 22 de Maio de 2010

Nos últimos anos o deputado federal Ernandes Amorim não perde a oportunidade de se pronunciar contra a luta dos camponeses em Rondônia, em especial a dirigida pela LCP - Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental. No dia 17 de Maio em pronunciamento no congresso clamando como sempre por mais repressão a luta camponesa, repetiu o de sempre que a "LCP é um grupo terrorista", acrescentando que em Buritis " há uma lista de 10 marcados para morrer, entre eles o prefeito da cidade Elson Montes", etc e etc.

O ataque de um bando em Abril que culminou na morte de 1 policial rodoviário na BR 421, região de Campo Novo, fez muitos meios de imprensa e indivíduos como Amorim esfregarem as mãos de satisfação, já que como ocorreu próximo a Jacinópolis onde é uma área antiga de atuação da LCP, poderiam culpar a LCP pelo ocorrido. Procurar criar o tempo todo o clima para que o aparato policial, juntamente com a pistolagem ataquem os camponeses pobres não é uma tática nova e já nos acostumamos com isso.

Buritis, Campo Novo e Nova Mamoré, é uma região em que máfias de grandes empresários e políticos ligadas a grilagem de madeira de reservas, de grilagem de grandes áreas de terras da união, tráfico de drogas, volta e meia se digladiam entre si, motivo pelo qual não descartamos que algum desses grupos possa estar interessado em matar o atual prefeito da cidade e jogar a culpa na LCP. Só para se ter uma idéia, circula um boato na cidade que o prefeito teria recebido uma ameaça de morte e que no bilhete estava assinado LCP!

Quanto ao ilustre deputado Ernades Amorim o mesmo dispensa apresentações: Limpo igual pau de galinheiro, é um dos maiores grileiros de terra de Rondônia e tem uma quilométrica ficha criminal. Processos como improbidade administrativa, corrupção, citado na CPI do narcotráfico em 1992, preso pela policia federal em 2004 na operação Mamoré, etc, o deputado só se safou até hoje pelas benesses que os ricos usufruem na justiça. Entretanto no que depender da LCP ao menos suas fazendas griladas da união ainda vão ser do povo.

LCP - Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental

Fonte: Resistência Camponesa
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abril 06, 2010

Carta aberta da Liga dos Camponeses Pobres

Foto postada em Resistência Camponesa
Carta aberta da Liga dos Camponeses Pobres

Escrito por LCP do Nordeste
Seg, 05 de Abril de 2010

Vimos através dessa, denunciar os crimes que estão sendo cometidos na cidade de Lagoa dos Gatos pelo latifundiário, proprietário-herdeiro, Deputado Federal Eduardo da Fonte. No dia 18 de março, o Deputado Federal enviou seu irmão, Maurício da Fonte, para comandar pessoalmente o despejo das famílias acampadas no latifúndio Peri-peri, ordenando que um trator destruísse as casas de alvenaria e barracos de lona dos acampados, as lavouras e roçados de batata, macaxeira, milho e feijão.

No momento da destruição das lavouras, munidos de uma câmera fotográfica, vários acampados se organizaram para registrar a ação. O referido trator foi fotografado destruindo a roça de macaxeira, bem como vários pistoleiros munidos de armas de fogo, inclusive de grosso calibre, que estavam ali garantindo a destruição da plantação das famílias camponesas.

No momento de nosso registro a PM, que já se retirara do local após a desocupação pacífica da área, foi chamada pelas famílias para regressar. Quando a PM chegou, como sempre, só enquadrou os camponeses, oito trabalhadores ficaram cerca de meia hora detidos, recebendo a famosa “geral” em busca de armas, enquanto mais de trinta pistoleiros portando armas explicitamente não foram sequer abordados pela polícia.

Desde o dia do despejo até hoje estamos vivendo um clima de terror na cidade e principalmente nos povoados vizinhos ao latifúndio. Os pistoleiros de Eduardo da Fonte são bandidos da região, inclusive ex-presidiários, velhos conhecidos da polícia por cometerem crimes de morte e controlarem um ponto de venda de “crak” na cidade de Lagoa dos Gatos. O restante do bando de pistoleiros é composto por marginais envolvidos em roubos, desmanches de moto e muitos são foragidos da polícia.

Na última segunda-feira, dia 29 de março, quatro pistoleiros em um Fiat prata, quatro portas, tentaram assassinar um morador vizinho ao latifúndio e apoiador da luta pela terra. Quando o trabalhador se deslocava para seu trabalho foi perseguido pelo grupo, que efetuou vários disparos, tendo um desses acertado a moto e dois outros uma leiteira de alumínio. Felizmente nenhum tiro acertou o camponês, que só não foi assassinado por que seus amigos foram ao seu socorro.

O clima de terror que estamos sofrendo diariamente, por parte do latifúndio, tem tido a conivência do poderes local, onde só os camponeses são tratados repressivamente “dentro da lei”. Tememos que o próximo derramamento de sangue da luta pela terra no estado de Pernambuco, ocorra no latifúndio Peri-peri, dessa vez sob o comando de um Deputado Federal, “legítimo representante do povo”, o senhor Eduardo da Fonte.

Inclusive o Sr. Eduardo da Fonte em suas propagandas eleitorais, demagogicamente, fala que o “crak é um problema de saúde pública” e que ele apóia casas de recuperação de usuários desta maldita droga. Mas em Lagoa dos Gatos, o “ilustre” deputado contrata traficantes de droga para destruir a roça de camponeses e protegerem seu imenso latifúndio.

Denunciamos também o total descaso do Incra, da Ouvidoria Agrária Estadual e da justiça municipal que não enviaram sequer um representante para acompanhar o despejo. O Incra como sempre revela sua inoperância. O superintendente regional Sr. Abelardo, marcou uma reunião no Recife, dia 25 de março, com as famílias despejadas, mas não compareceu e nem mandou nenhum representante. E não é a primeira vez que o Incra obriga os camponeses a arcarem com enormes gastos para irem ao Recife e quando chegamos lá damos de cara com as portas fechadas.

O mais preocupante é que todos estes crimes acontecem: roças e casas de camponeses são destruídas, tentativa de morte contra apoiadores da luta pela terra, e não se toma nenhuma providência, nada é noticiado pelos meios de comunicação. Este cerco contra a luta pela terra faz parte da perigosa ofensiva do latifúndio com a conivência do governo contra os camponeses. Quando trabalhadores com tratores destruíram pés de laranja no latifúndio Cutrale (SP), que se apropriou de terras griladas da União, diga-se de passagem, um grande estardalhaço foi feito. O Presidente da República, o Presidente do STF, senadores e deputados, todos vão a público condenar a ação. Mas quando um deputado federal manda um trator destruir casas e roças de famílias camponesas pobres, nada é noticiado! Nenhuma autoridade diz ou faz nada e as famílias ainda ficam sob a ameaça de bandos de pistoleiros fortemente armados! Até quando estas injustiças e crimes contra o povo seguirão acontecendo impunemente?

Se o campo não planta a cidade não janta!
A luta pela terra não é crime!
O povo quer terra não repressão!
Viva a Revolução Agrária!

Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste

Lagoa dos Gatos - Pernambuco - Brasil
31 de Março 2010


Fonte: Resistência Camponesa

março 30, 2010

Moção de apoio e solidariedade a luta do povo Tupinambá de Olivença

Moção de apoio e solidariedade a luta do povo Tupinambá de Olivença

Escrito por Conselho Indigenista Missionário
Seg, 29 de Março de 2010

As Entidades abaixo assinadas vêm expressar toda sua indignação com a infame campanha de criminalização contra o povo Tupinambá de Olivença e suas lideranças na justa e histórica luta pela reconquista de seu território.

Não é de agora que o povo Tupinambá sofre perseguições como esta campanha difamatória e preconceituosa que está a pleno vapor aqui no sul da Bahia, pois vem de longas datas a trajetória deste povo e as perseguições sofridas por causa da defesa de seu território, perseguições essas praticadas pela elite local e apoiadas pela conivência do Estado Brasileiro.

Quase 200 anos depois a história se repete de forma injusta contra os Tupinambá de Olivença. Num passado não muito distante a liderança Tupinambá conhecida como Caboclo Marcelino um ardoroso defensor de seu povo foi perseguido, caluniado e desaparecido “misteriosamente”, hoje também entre as varias lideranças Tupinambá que sofrem calunias e perseguição se destaca a liderança do cacique Babau da comunidade da Serra do Padeiro em Buerarema, recentemente aprisionado pela Polícia Federal e que se encontra na Superintendência da PF em Salvador. Pelo teor das acusações impostas à liderança Babau, fica patente a continuidade da carga preconceituosa que se tem no Brasil contra as populações indígenas. De novo faz-se uma inversão de valores e as vitimas são transformadas em réus.

Os Tupinambá de Olivença estão sendo considerados “invasores” de seu próprio território por aqueles que os expropriaram de forma violenta e traumática, e apesar da comprovação documental de sua imemorial posse. Assim como no passado, a atual campanha discriminatória e criminalizante em curso tem o claro objetivo de menosprezar os direitos dos Tupinambá. Incita a opinião pública contra as comunidades indígenas que lutam por seus direitos, utilizando os meios de comunicação local a serviço do poder político e econômico da região. Divulga-se uma série de mentiras e acusações contra as lideranças do povo Tupinambá de Olivença que estão mais a frente da luta.

Babau é considerado chefe de um bando, ou seja, ser liderança de uma comunidade indígena, ou quilombola é ser chefe de bando de bandidos? Se organizar em comunidade e luta por seus direitos se tornou perigoso, isto agora é considerado formação de quadrilha. Ocupar e retomar de volta suas terras, muitas delas totalmente devastadas pelo invasor, se tornou “invasão de fazendas”, e por ai vai às acusações imputadas às lideranças do Movimento Indígena, notando-se em todas elas uma total inversão de valores e uma forte carga de preconceito.

Diante deste grave contexto, solicitamos a imediata e isenta apuração dos fatos, bem como a tomada de providências urgentes que impeçam este processo de criminalização e ataques racistas à luta e às lideranças do Povo Tupinambá de Olivença, bem como a imediata liberdade do cacique Rosivaldo Ferreira. Repudiamos a distorção apresentada pelos meios de comunicação segundo a qual a sociedade do sul da Bahia festeja a prisão do cacique Babau - muito pelo contrário, esta prisão causa indignação. Repudiamos mais uma vez a ação da Polícia Federal, no tratamento dispensado as comunidades indígenas. Conclamamos todos aqueles que acreditam em uma nova sociedade possível que se somem à luta dos Tupinambá pela recuperação definitiva de seu território, reivindicando que o Estado Brasileiro confirme a demarcação desta terra indígena, efetivando os direitos constitucionais deste povo Indígena.

Itabuna, 19 de março de 2010.


1- Escola Agrícola Comunitária Margarida Alves – Ilhéus – Bahia

2- Associação para o Resgate Social Camacaense (ARES) – Camacan – Bahia

3- Comissão Pastoral da Terra Sul e Sudoeste-(CPT) – (Itabuna - Vitória da Conquista e Caetité)

4- Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE) – (Itabuna e Salvador)

5- Conselho Indigenista Missionário (CIMI) – Regional Leste (Bahia, Minas e Espírito Santo)

6- Movimento Negro Unificado (MNU) – Itabuna - Bahia

7- Conselho de Cidadania Paroquial (CCP) – Santa Rita de Cássia – Itabuna – Bahia

8- Missionárias Agostinianas Recoletas – Itabuna – Bahia

9- Fraternidade das Catequistas Franciscanas – Itabuna – Bahia

10- Fórum de Luta por Terra, Trabalho e Cidadania da Região Cacaueira – Sul da Bahia

11- Centro de Estudos e Pesquisas para o Desenvolvimento do Extremo Sul - CEPEDES – Bahia


12- Frente de Luta e Resistência do Povo Pataxó – Extremo sul da Bahia

13- Sindicato dos Bancários do Extremo sul da Bahia – Itamarajú - Bahia

14- Comissão de Lideranças do Povo Pataxó Hã-Hã-Hãe – (Pau Brasil, Camacãn e Itajú do Colônia)

15- Centro de Estudos e Ação Social (CEAS) – Salvador

16- Movimento de Trabalhadores Assentados e Acampados e Quilombolas da Bahia – CETA

17- Sociedade Ambientalista da Lavoura Cacaueira (SALVA) - Mascote -Bahia

18- Rede Alerta Contra o Deserto Verde – Bahia e Espírito Santo

19- Pastoral da Juventude da Diocese de Itabuna –Itabuna – Bahia

20- Coordenadoria Ecumênica de Serviço – CESE – Bahia

21- Centro de Desenvolvimento Agro-ecológico do Extremo Sul da Bahia – Terra Viva– Itamarajú - Bahia

22- Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) – Ubatã – Bahia

23- Associação Nacional de Ação Indigenista (ANAÍ) – Salvador

24- Organizações dos Pescadores da RESEX - Canavieiras.- Bahia

25- Justiça Global – Brasil

26- Associação Ação Ilhéus – Ilhéus – Bahia

27- Rede de Coalizão Sustentável do Sul da Bahia

28- Assembléia Popular da Bahia (AP) – Bahia

29- Articulação de Políticas Pública (APP) - Bahia

30- Associação Cultural e Beneficente Antonio Pereira Barbosa – ACAPEB – Gongogi – Bahia

31- Núcleo de Estudos Bíblicos Pe. Luiz Lintner - Ubatã – Bahia

32- Rede alerta contra o Deserto Verde de Minas Gerais

33- Conselho da Rede GRUMIN de Mulheres Indígenas – Brasil

34- Organização Popular Aymberê OPA – São Paulo

35- Instituto Floresta Viva – Ilhéus - Bahia

36- Assentamento Maceió – Itapipoca CE

37- Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais (AATR-BA)

38- AJIT – Associação de Jovens Indígenas Tapebas

39- Associação de Marisqueiras e Pescadores de Curral Velho

40- Associação dos Moradores de Águas Pretas – Comunidade Remanescente de Quilombo

41- Associação de Moradores do Quilombo de Acauã – RN

42- Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo – APOINME

43- Centro de Cultura Negra do Maranhão

44- Coletivo Jovem pelo Meio Ambiente – PI

45- Comunidade Indígena Potiguara Mendonça do Amarelão – RN

46- Comunidade dos Pescadores da Praia do Chaves, CE.

47- Comunidade Quilombola Três Irmãos

48- Conselho Pastoral dos Pescadores – CPP/CE

49- Fórum Carajás

50- Fórum Cearense de Mulheres

51- Fórum em Defesa da Zona Costeira do Ceará

52- Fórum Estadual de Reforma Urbana – FERU/CE

53- Grupo Paraupaba da Questão Indígena no NE

54- GT de Combate ao Racismo Ambiental da RBJA

55- Instituto Ambiental Viramundo

56- Instituto Terramar

57- Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara – MABE

58- Movimento Indígena Tremembé Barra do Rio Mundaú

59- Núcleo de Extensão e Pesquisa com Populações e Comunidades Rurais, Negras Quilombolas e Indígenas (NuRuNI), do Programa de Pós-Graduação em Saúde e Ambiente da UFMA

60- Núcleo TRAMAS – UFC

61- Rede Brasileira de Justiça Ambiental – RBJA

62- REALCE – Rede de Educação Ambiental do Litoral Cearense

63- Rede de Juventude pelo Meio Ambiente – PI

64- Rede Nacional de Advogados(as) Populares – RENAP

65- Social Advocacia Popular – RN

66- Sociedade Maranhense de Direitos Humanos

Fonte: Resistência Camponesa