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junho 06, 2010

Campanha contra a transposição do rio São Francisco


boscozorom 19 de junho de 2007 — UMA CAMPANHA CONTRA A TRANSPOSIÇÃO DO RIO DA UNIDADE NACIONAL. A MÚSICA É CANTADA POR CARLOS PITA: NAS AGUAS NO SÃO FRANCISCO 

***

Grupos.com.brDIVULGUE E ASSINE A PETIÇÃO DA CAMPANHA OPARÁ

O Rio São Francisco é a fonte de vida mais importante do semi-árido do Nordeste brasileiro, hospedando nas suas margens povos indígenas, comunidades quilombolas e pescadores tradicionais que dependem dele para viver. As 7 barragens e hidrelétricas construídas ao longo do rio, junto com os grandes empreendimentos de agronegócio, já diminuíram 95% da vegetação e muitos peixes nativos e destruíram o ciclo da vazante que regulava as atividades produtivas das populações. 

O projeto de transposição do curso do rio, capitaneado pelo governo brasileiro, ameaça a vida do rio e dos povos tradicionais que desde sempre o respeitam e defendem. As águas transpostas serão privatizadas e destinadas ao agronegócio e a indústrias pesadas para beneficiar latifundiários e empresas multinacionais. Apenas 4% das águas serão destinadas à população do semi-árido.   
 

Nós, 33 povos indígenas do Nordeste impactados com o projeto de transposição das águas do Rio Opará (Rio-Mar), conhecido como rio São Francisco, queremos ver respeitados nossos direitos e garantir a plenitude de nossos territórios e de nosso Rio, Pai e Mãe da Nação Indígena. Não desistimos de lutar por sua revitalização e contra a transposição. 


Contamos com seu apoio. Assine nossa petição para o Supremo Tribunal Federal ou envie a carta por correio, para que seja respeitado o direito de sermos consultados. Para saber mais leia o relatório "Povos Indígenas do Nordeste impactados com a transposição do Rio São Francisco"


Pela democratização do acesso à água. Pela vida do rio São Francisco e de seus povos!

Articulação dos Povos e das Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo-APOINME-

 

maio 07, 2010

Cesare Battisti: libertação!

Assine AQUI a petição a entregar ao presidente Lula (assinaturas até 10 de Maio próximo) E transmita esse endereço aos seus amigos e conhecidos. Obrigado.


***

A decisão sobre extraditar ou não extraditar Cesare Battisti para a Itália está nas mãos do presidente Lula. A questão lhe foi entregue nesses moldes pelo acórdão de 15 de Abril do Tribunal Supremo brasileiro.

Mas é da maior importância que esse objetivo, a ser atingido brevemente, seja alcançado por meio das vozes que se levantam nas ruas, nos bairros, nas escolas e faculdades. Não é apenas a libertação física e formal de Cesare que está em causa, são também as causas - revolucionárias e anticapitalistas - que o levaram à prisão.

Como o Passa Palavra refere no recente artigo “Libertação de Cesare Battisti: dilemas e problemas“, esta luta não é separável do contexto de criminalização dos movimentos sociais que se vive agora no Brasil e no mundo.

Por isso é da maior importância que os movimentos sociais brasileiros compreendam quão relevante pode ser esta luta particular para o avanço das suas lutas mais gerais.

Mas que posso eu fazer para se ouvir a minha voz neste caso? perguntará você.

Muitas e diversas iniciativas, nos mais diversos contextos - respondemos nós.

Nos bairros, nas empresas, nas escolas e faculdades, difundam pequenos cartazes e panfletos volantes pressionando o presidente Lula para libertar Cesare.

Na internet, nos espaços de sociabilidade virtual, nas listas de emails, façam circular petições, abaixo-assinados, declarações, pressionando o presidente Lula.

Estimulem os coletivos, associações, sindicatos, movimentos sociais a que estejam ligados para que tomem posições públicas pressionando o presidente Lula.

Realizem atos públicos em todo o lado, pressionando o presidente Lula para negar a extradição de Cesare e o libertar de imediato.

Não falta o que fazer, e o que quer que se faça é por demais urgente.

Mãos à obra!

Fonte: Passa Palavra
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abril 05, 2010

Petição pela punição do assassinato brutal de Silvia Suppo

Petição pela punição do assassinato brutal de Silvia Suppo

Como resposta à brutalidade do assassinato de Silvia Suppo, que testemunhou apontando cada um de seus torturadores em processo que concluiu com a condenação de todos por crime contra a humanidade, professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro estão engajados na divulgação de uma petição que condena este crime hediondo e promovaa apuração e punição dos criminosos.

Petição

Denunciamos com veemência o assassinato de Silvia Suppo, dia 29 de março de 2010, em Rafaela, Santa Fe, Argentina, e protestamos com toda força contra este ato de barbárie. Ex presa política entre 1977 e 1980, Silvia Suppo corajosamente reconheceu e denunciou seus algozes, juntamente com outros ex presos políticos, no processo conhecido como “Causa Brusa” que, em dezembro de 2009, terminou na condenação de todos os acusados por crime de lesa humanidade. Testemunha fundamental no julgamento do ex juiz federal Victor Brusa, do chefe da Guardia de Infantería Reforzada, comissário Juan Calixto Perizzoti, dentre outros agentes das forças policiais e da repressão da ditadura militar argentina, como o policial Eduardo “el Curro” Ramos, Silvia Suppo deporia em futuro próximo no processo de sequestro e desaparecimento de Reynaldo Hattemer. Assinamos esta petição em repúdio ao brutal assassinato de Silvia Suppo, ativista dos movimentos de Direitos Humanos na Argentina, e mais uma vítima da ditadura militar e de seu criminoso sistema. Alertamos para a importância da mobilização das consciências democráticas para acompanhar o caso e exigir, das autoridades argentinas, apuração e punição exemplar desse crime que fere, ao mesmo tempo, a justiça e a democracia da América Latina.

Sincerely,

The Undersigned

http://www.PetitionOnline.com/suppo58/petition.html
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fevereiro 18, 2010

Uganda quer instituir pena de morte para gays: DIGA NÃO!

Foto publicada em AVAAZ.org

CLIMA DE MEDO: Frank, um militante de direitos humanos e contra a nova proposta de lei na Uganda, já recebeu ameaças e precisa proteger a sua identidade

Uganda: Direitos, e não repressão

Caso a proposta de legislação sendo debatida no momento passe, cidadãos gays da Uganda podem ser sentenciados à morte.

Desaprovação de alto nível internacional levou o presidente a pedir revisão da lei, mas aliados na Uganda dizem que só uma mobilização mundial pode afastar parlamentares dessa proposta, alarmando eles para um possível isolamento global.

Nós só temos mais alguns dias -- assine a petição abaixo se opondo à lei anti-gay da Uganda e envie para amigos e família, que será entregue aos políticos da Uganda, doadores e embaixadas ao redor do mundo.


Para Museveni, presidente da Uganda, membros do comitê de revisão e governos doadores,:
Nós apoiamos cidadãos da Uganda que vem pedindo que seu governo retire a proposta de lei anti-homossexual, e que proteja os direitos humanos incorporados à constituição da Uganda. Nós pedimos que líderes e doadores se juntem a nós para rejeitar a perseguição e assegurem justiça e tolerância.


Para assinar a petição acesse AVAAZ.org

janeiro 23, 2010

Petição contra pena de morte a Mumia Abu-Jamal






http://www.partisandefense.org/
Video from the Partisan Defence Committee. Free Mumia NOW!! Mumia is an innocent man! Abolish the Racist Death Penalty!! (Part 1 of 3) More info@http://icl-fi.org/

---UPDATE---

More FACTS going to...
http://www.icl-fi.org/english/wv/886/...
http://www.partisandefense.org/pubs/i...

I, MUMIA ABU-JAMAL, declare:

1. I am the Petitioner in this action. If called as a witness I could and would testify to the following from my own personal knowledge:

2. I did not shoot Police Officer Daniel Faulkner. I had nothing to do with the killing of Officer Faulkner. I am innocent.

3. At my trial I was denied the right to defend myself, I had no confidence in my court-appointed attorney, who never even asked me what happened the night I was shot and the police officer was killed, and I was excluded from at least half the trial.

4. Since I was denied all my rights at my trial I did not testify. I would not be used to make it look like I had a fair trial.

5. I did not testify in the post-conviction proceedings in 1995 on the advice of my attorney, Leonard Weinglass, who specifically told me not to testify.

6. Now for the first time I have been given an opportunity to tell what happened to me in the early morning hours of December 9, 1981. This is what happened:

7. As a cabbie I often chose 13th and Locust Street because it was a popular club area with a lot of foot traffic.

8. I worked out of United Cab on the night of 12/9/81.

9. I believe I had recently returned from dropping off a fare in West Philly.

10. I was filling out my log when I heard some shouting.

11. I glanced in my rear view mirror and saw a flashing dome light of a police cruiser. This wasn't unusual.

12. I continued to fill out my log/trip sheet when I heard what sounded like gun shots.

13. I looked again into my rear view mirror and saw people running up and down Locust.

14. As I scanned I recognized my brother standing in the street staggering and dizzy.

15. I immediately exited the cab and ran to his scream.

16. As I came across the street I saw a uniformed cop turn toward me gun in hand, saw a flash and went down to my knees.

17. I closed my eyes and sat still trying to breath.

18. The next thing that I remember I felt myself being kicked, hit and being brought out of a stupor.

19. When I opened my eyes, I saw cops all around me.

20. They were hollering and cursing, grabbing and pulling on me. I felt faint finding it hard to talk.

21. As I looked through this cop crowd all around me, I saw my brother, blood running down his neck and a cop lying on his back on the pavement.

22. I was pulled to my feet and then rammed into a telephone pole beaten where I fell and thrown into a paddy wagon.

23. I think I slept until I heard the door open and a white cop in a white shirt came in cursing and hit me in the forehead.

24. I don't remember what he said much except a lot of "n-----s", "black motherfuckers" and what not.

24. I believe he left and I slept. I don't remember the wagon moving for a while and when it did for sometime.

25. I awoke to hear the driver speaking over the radio about his prisoner.

26. I was informed by the anonymous crackle on the radio that I was en route to the police administration building a few blocks away.

27. Then, it sounded like "I.D.'d as M-1" came on the radio band telling the driver to go to Jefferson Hospital.

28. Upon arrival I was thrown from the wagon to the ground and beaten.
29. I was beaten again at the doors of Jefferson.

30. Because of the blood in my lungs it was difficult to speak, and impossible to holler.

31. I never confessed to anything because I had nothing to confess to.

32. I never said I shot the policeman. I did not shoot the policeman.

33. I never said I hoped he died. I would never say something like that.

I declare under penalty of perjury under the laws of the United States that the above is true and correct and was executed by me on 3 May, 2001, at Waynesburg, Pennsylvania.
(signed)

MUMIA ABU-JAMAL

Onde assinar:

http://www.petitiononline.com/Mumialaw/petition.html


Sobre o assunto:

Fonte da Notícia: http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/444

Em 14 de janeiro de 2010, foi colocada online uma petição para o presidente Barack Obama sobre Mumia Abu-Jamal e a abolição global da pena de morte. É importante que a subscrevam o maior número de pessoas. Em causa está a pena de morte. Parece que o tribunal vai finalmente tomar uma decisão durante a semana que vem, depois de analisar o caso em conferência em 15 de janeiro. Estamos preocupados com o futuro acórdão. Mumia está agora em perigo maior do que já esteve em outro momento, desde a sua prisão há 28 anos atrás.

Documentos da Amnistia Internacional sobre o caso Mumia Abu-Jamal: ver AQUI

O link para a petição é:

http://www.PetitionOnline.com/Mumialaw/petition.html.

Foram mais de 5.000 signatários nos primeiros dias, principalmente da Europa. Estes incluem o primeiro signatário, Madame Danielle Mitterrand (ex-primeira-dama da França), Günter Grass (vencedor do Prêmio Nobel em literatura), Fatima Bhutto (escritor, Paquistão), Noam Chomsky (filósofo e autor), o actor Ed Asner (), Mike Farrell (actor), & Michael Radford (diretor do filme vencedor do Oscar Il Postino).

PETIÇÃO

Para o presidente Barack Obama:

NÓS, SIGNATÁRIOS desta petição, pedimos-lhe que se pronuncie contra a execução de Mumia Abu-Jamal e de todos os homens, mulheres e crianças condenadas à morte no mundo.

A pena máxima é inadmissível numa sociedade civilizada e diminui a dignidade humana. (Assembleia Geral das Nações Unidas, moratória no uso da pena de morte, resolução 62/149, 18 de Dezembro, 2007; refrendada, resolução 63/168, 18 de Dezembro, 2008).

O senhor Abu-Jamal, célebre jornalista e escritor negro, está no corredor da morte há quase três décadas no pavilhão da morte na Pennsylvania.

Ainda que a sorte do senhor Abu-Jamal na sua qualidade de recluso do estado esteja fora do controle de vossa excelência, que exerce a liderança moral no âmbito internacional, solicitamos que haja um apelo mundial para que cesse a pena de morte em todos os casos sancionados com a pena capital.

O senhor Abu-Jamal converteu-se num símbolo mundial, é “a voz dos que não têm voz” na luta contra a pena de morte e o abuso dos direitos humanos. Existem mais de 20.000 pessoas que esperam a execução, de todo o mundo, e existem mais de 3.000 nos Estados Unidos.

No julgamento, de 1982, do senhor Abu-Jamal praticou-se o racismo. O julgamento celebrou-se em Filadélfia cuja história de corrupção e discriminação entre as forças policiais é bem conhecida.

A organização da Amnistía Internacional, ganhadora do prémio Nobel, concluiu que muitos dos aspectos deste caso não cumpriram com as normas internacionais que garantissem a justiça dos actos jurídicos. “Com o fim de existir justiça deve-se conceder um novo julgamento a Mumia Abu-Jamal.

. . . O julgamento deve acatar todas as normas internacionais de justiça…não deve permitir-se uma nova aplicação da pena de morte.”

Para assinar http://www.PetitionOnline.com/Mumialaw/petition.html.

Consultar:

http://www.freemumia.org/

http://www.freemumia.com/

http://www.mumiabujamal.net/

http://www.mumialegal.org/

janeiro 22, 2010

O out-door que Manaus não verá


Lista de vereadores que votaram a favor da Taxa de Lixo.

Enquanto em Manaus a maioria governista faz tudo o que o seu mestre mandar,
em Brasília a maioria que apoia Zé "Panetone" Arruda fez da CPI para
apurar corrupção um grande rodízio de pizza. Putzgrila!!!
Na coluna, à direita neste blog, tem uma petição para
que você manifeste sua indignação.
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