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outubro 25, 2010

A Psicologia e a Eleição de Dilma Rousseff

PICICA: Aproveito pra mandar um grande abraço aos(às) companheiros(as) de luta. E, mais uma vez, meus parabéns pela reeleição de Humberto Verona.

Informativos : ABAIXO ASSINADO: A Psicologia e a Eleição de Dilma Rousseff

Ao longo dos últimos oito anos, assistimos e participamos de muitas transformações na sociedade brasileira. Um impressionante crescimento da atenção do Aparelho de Estado às necessidades da população brasileira, permitiu umfortalecimento das políticas públicas que ocorreu de forma clara, tanto na construção do Sistema Unificado de Assistência Social (SUAS), quanto no combate à fome, assim como nas mais diferentes formas de apoio ao desenvolvimento cultural do povo brasileiro. Em suma, a máquina estatal passou a ser reconhecedora e produtora de direitos da cidadania.

Os psicólogos foram chamados e se apresentaram.


No processo de construção do SUAS foram contratados mais de oito mil psicólogos. O fortalecimento do SUS conta com cerca de vinte mil psicólogos. Psicólogos, hoje, participam dos processos relacionados a habitação de interesse social, ao fortalecimento do turismo, iniciativas de redução da privação de liberdade de adolescentes, no trabalho com idosos, na defesa civil, em vários espaços e âmbitos do sistema de saúde, na justiça, nas iniciativas voltadas à implantação da Reforma Psiquiátrica (cujo futuro está ameaçado pelo concorrente de Dilma).

Os resultados dessas políticas já são perceptíveis para muito além do sucesso econômico tão propalado na mídia. Houve queda acentuada (e maior do que era esperado) na incidência de desnutrição da infância brasileira. Os livreiros estão comemorando a multiplicação da média de leitura de livros por parte dos brasileiros. Serviços antes restritos aos cidadãos mais abastados são estendidos a enorme número de brasileiros.

Nesse contexto, é praticamente impossível imaginar que as mulheres sujeitas a aborto sejam deixadas fora da atenção das políticas públicas. É praticamente impossível imaginar que o tema da orientação sexual seja utilizado como forma de redução do acesso de cidadãos aos direitos garantidos a todos os brasileiro.

O estado brasileiro vive momentos sem precedentes de abertura à participação da sociedade em suas decisões.

Diante do exposto, os psicólogos abaixo assinados querem ver Dilma presidente da República. O projeto político colocado em curso pelo Presidente Lula precisa continuar a ser implantado. Queremos que o Brasil continue a mudar, conquistando condições mais dignas de vida e superando a histórica dominação/humilhação a que o povo brasileiro esteve submetido.


http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/7285 (clique no link para assinar o abaixo assinado) 

Fonte: Cuidar do Futuro da Profissão

agosto 27, 2010

Lula participa da campanha contra a fome organizada pela FAO

Presidente Lula faz apitaço contra fome

26 de agosto de 2010 · 
Presidente Lula faz apitaço contra fome. Imagem: FAO.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva uniu-se à campanha contra a fome organizada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), assinando a petição “1billionhungry” (um bilhão de pessoas com fome) e dando um apitaço contra a fome. O apitaço ocorreu ontem (25) à noite no Palácio do Itamaraty, em Brasília, durante a XVIII reunião plenária do CONSEA, na qual Lula também assinou decreto instituindo a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Mais de 400 mil pessoas já assinaram a petição “1billionhungry”, que pede que os líderes mundiais façam da erradicação da fome sua prioridade. Você também pode assinar a petição aqui: www.1billionhungry.org/faobrasil

Um milhão de assinaturas

A meta é conseguir um milhão de nomes até o fim de novembro, e apresentar a petição aos 192 Estados-Membros da organização, que participarão do Conselho da FAO. Atualmente, cerca de um bilhão de pessoas no mundo vivem numa situação de fome crônica. “A fome dói e mata. E nós não podemos ficar indiferentes perante tanto sofrimento”, afirmou o representante da FAO no Brasil, Hélder Muteia na cerimônia, antes de convidar Lula a assinar a petição e apitar contra a fome.

Brasil: compromisso com a luta contra a fome

Nos últimos anos, o Brasil promoveu importantes avanços institucionais para garantir o direito à alimentação, como a inclusão do direito à alimentação entre os direitos sociais assegurados na Constituição, e a promulgação da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional e da lei que determina que 30% dos produtos que abastecem a merenda escolar sejam comprados de agricultores familiares.

Hélder Muteia elogiou a estratégia Fome Zero e os esforços do governo para promover a inclusão social e fez um chamado para que outros governos sigam o exemplo brasileiro.

O projeto “1billionhungry”

O projeto “1billionhungry” é uma campanha de comunicação que busca reunir apoio internacional para acabar com a fome no mundo. Diversas celebridades participam desse esforço, incluindo o ator Jeremy Irons, o músico cubano Chucho Valdés e Gilberto Gil, e o goleiro do Real Madrid e da seleção espanhola campeã do mundo, Iker Casillas.

No Brasil, o projeto conta com diversos apoios, entre eles, do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA), a Rede Nacional de Mobilização Social (COEP), a Fundação Banco do Brasil, agências do Sistema Nações Unidas no Brasil, Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), Visão Mundial, Portal do Voluntariado, Planeta Voluntários, Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), e de universidades como UnB, UniCeub e UPIS.

Para assinar a petição visite o site: www.1billionhungry.org/faobrasil
ATENÇÃO JORNALISTAS: Caso necessitem de fotografias e vídeos do apitaço contra a fome do presidente Lula, ou outros materiais do projeto 1billionhungry, entre em contato conosco nos e-mails ou telefones abaixo.

Assessoria de imprensa

  • Representação da FAO no Brasil: Lídia Silva, lídia.silva@fao.org, (55 61) 3038 2270
  • Escritório Regional da FAO para América Latina e Caribe: Lucas Tavares, lucas.tavares@fao.org, (56 9) 9802 7300
Siga-nos em Twitter: www.twitter.com/faonoticias

Fonte: UNIC Rio de Janeiro

junho 06, 2010

Campanha contra a transposição do rio São Francisco


boscozorom 19 de junho de 2007 — UMA CAMPANHA CONTRA A TRANSPOSIÇÃO DO RIO DA UNIDADE NACIONAL. A MÚSICA É CANTADA POR CARLOS PITA: NAS AGUAS NO SÃO FRANCISCO 

***

Grupos.com.brDIVULGUE E ASSINE A PETIÇÃO DA CAMPANHA OPARÁ

O Rio São Francisco é a fonte de vida mais importante do semi-árido do Nordeste brasileiro, hospedando nas suas margens povos indígenas, comunidades quilombolas e pescadores tradicionais que dependem dele para viver. As 7 barragens e hidrelétricas construídas ao longo do rio, junto com os grandes empreendimentos de agronegócio, já diminuíram 95% da vegetação e muitos peixes nativos e destruíram o ciclo da vazante que regulava as atividades produtivas das populações. 

O projeto de transposição do curso do rio, capitaneado pelo governo brasileiro, ameaça a vida do rio e dos povos tradicionais que desde sempre o respeitam e defendem. As águas transpostas serão privatizadas e destinadas ao agronegócio e a indústrias pesadas para beneficiar latifundiários e empresas multinacionais. Apenas 4% das águas serão destinadas à população do semi-árido.   
 

Nós, 33 povos indígenas do Nordeste impactados com o projeto de transposição das águas do Rio Opará (Rio-Mar), conhecido como rio São Francisco, queremos ver respeitados nossos direitos e garantir a plenitude de nossos territórios e de nosso Rio, Pai e Mãe da Nação Indígena. Não desistimos de lutar por sua revitalização e contra a transposição. 


Contamos com seu apoio. Assine nossa petição para o Supremo Tribunal Federal ou envie a carta por correio, para que seja respeitado o direito de sermos consultados. Para saber mais leia o relatório "Povos Indígenas do Nordeste impactados com a transposição do Rio São Francisco"


Pela democratização do acesso à água. Pela vida do rio São Francisco e de seus povos!

Articulação dos Povos e das Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo-APOINME-

 

maio 31, 2010

Cineastas e pesquisadores fazem carta à Cinemateca Brasileira

Nota do blog: Acesse o abaixo-assinado em http://www.petitiononline.com/CCB2405/petition.html

Carta Cinemateca Brasileira

To: Cinemateca Brasileira

São Paulo, 24 de maio de 2010

À Cinemateca Brasileira,

Reconhecemos o enorme esforço e o imenso trabalho que têm sido feitos, ao longo dos anos, para bem equipar a instituição com telecine, auditório, ambiente climatizado para guarda dos filmes, entre outras providencias, assim como a importância da política de aquisição de acervos como da Atlântida ou Jean Manzon que poderiam se perder por falta dos cuidados e guarda adequados.

Contudo, vimos por meio desta, solicitar uma reunião com o Conselho e a Diretoria da Fundação Cinemateca Brasileira no sentido de pedir o encaminhamento de soluções para a melhoria da política de atendimento à pesquisa (e ao público) no acervo desta instituição. Nós cineastas, pesquisadores, produtores, estudantes, cidadãos entendemos que:

• A FCB trabalha com um acervo que é bem público, que é seu dever não só preservar e adquirir novos materiais mas também disponibilizá-los para novas produções e para o público interessado em geral. Sem acesso não existe sentido na preservação pura e simples pois a ressignificação da memória audiovisual através de novas produções, reflexões e olhares se estanca.

• É necessária a criação de uma política de valores e prazos transparentes e publicada no site, nos moldes de outras instituições como o Arquivo Nacional.

• Acreditamos que a política de valores deve ser diferenciada , baseada no tipo de veiculação do projeto final. Desta forma pode-se atender as especificidades das demandas de pesquisa e tornar realmente acessível o acervo da Cinemateca respeitando projetos de orçamento mais baixos, viabilizando a utilização de imagens para historiadores, pesquisadores, estudantes que estejam fazendo teses na área e necessitem de material para seus projetos desde que comprovados por documentação da instituição a que estão ligados.

• É fundamental o acesso a todas as bases de dados disponíveis na Cinemateca para que o pesquisador/produtor/diretor que o queira possa ele mesmo filtrar os termos para a pesquisa de seu projeto.

• Propomos a ampliação da estrutura de atendimento a pesquisa , pois diante do aumento da demanda de documentários no país, se faz necessária a criação de uma política que permita que as pesquisas e os licenciamentos das imagens sejam feitos num prazo de realidade de mercado . Hoje em dia o tempo requerido para visualização do material, por si só , ja inviabiliza os projetos.

• Que seja dado a produção dos filmes e pesquisadores ter a possibilidade de fazer o telecine ou tranfer de VT do material levantado na FCB em outros lugares desde que sejam locais reconhecidamente profissionais; nos moldes do que era feito há alguns anos atrás quando a própria Cinemateca não tinha telecine, seria uma opção para o telecine da CB ocupado com os projetos de grande porte.

• Estudo de uma solução para o problema de acesso ao acervo Tupi , que se trata do único acervo televisivo dos anos 50/60 disponível para pesquisa. Atualmente encontram-se indisponíveis, inclusive, as fitas VHS que eram visionadas para escolha de material.

• Desenvolvimento de uma politica de atendimento aos acervos que recentemente foram adquiridos pela instituição e que estão indisponíveis, enquanto estes não forem totalmente digitalizados e disponibilizados no site da Cinemateca, processo que deverá levar muito tempo ainda.

Cordialmente abaixo assinados,

Sincerely,
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fevereiro 12, 2010

MST: abaixo-assinado pela investigação do agronegócio

Ano VIII - nº 179 quinta-feira, 11/02/2010

Participe de abaixo-assinado pela investigação do agronegócio

A Via Campesina lançou um abaixo-assinado sugerindo que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) instalada recentemente para criminalizar a luta Reforma Agrária e o MST seja utilizada para investigar os crimes do agronegócio. No texto, a entidade afirma que "a restrição dos trabalhos dessa CPMI à investigação apenas de convênios de entidades parceiras do MST representará, unicamente, mais uma iniciativa parlamentar de criminalização dos movimentos sociais, e não uma contribuição ao desenvolvimento e democratização do campo brasileiro."

A Via Campesina pede o envio de cópias das adesões para o presidente da CPMI, senador Almeida Lima (PMDB/CE) e para o relator, deputado Jilmar Tatto (PT/SP).

Leia abaixo a íntegra do documento.

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA CPMI

Aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal

Fevereiro de 2010

Prezados senhores,

O Parlamento brasileiro instalou novamente mais uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI, com a participação de deputados e senadores) para investigar os convênios firmados entre o governo federal e entidades e movimentos de trabalhadores rurais.

Apesar de a Bancada Ruralista e a grande imprensa insistirem que é uma "CPMI do MST", o requerimento que criou a Comissão estabelece objetivos mais amplos, como explicitados na ementa: "apurar as causas, condições e responsabilidades relacionadas a desvios e irregularidades verificados em convênios e contratos firmados entre a União e organizações ou entidades de reforma e desenvolvimento agrários, investigar o financiamento clandestino, evasão de recursos para invasão de terras, analisar e diagnosticar a estrutura fundiária agrária brasileira e, em especial, a promoção e execução da Reforma Agrária".

Diferente do divulgado pela grande imprensa, os reais objetivos dos autores do requerimento - Bancada Ruralista no Congresso - ao centrar as investigações apenas em convênios assinados entre o Poder Executivo e entidades populares, é criminalizar os movimentos sociais, especialmente o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

Esta é a terceira Comissão Parlamentar de Inquérito com o mesmo objetivo nos últimos sete anos. Em 2003, foi criada a "CPMI da Terra", que funcionou até novembro de 2005, e nada provou contra o MST ou qualquer outra entidade agrária. Naquela CPMI, a Bancada Ruralista conseguiu rejeitar o relatório apresentado pelo Dep. João Alfredo (PSOL/CE), então relator da CPMI, e aprovou o relatório do Dep. Lupion (DEM/PR), que propôs classificar as ocupações de terra como crime hediondo.

Em junho de 2007, o Senado aprovou a criação da CPI das ONGs, destinada a investigar a utilização de recursos públicos por entidades da sociedade civil organizada. Novamente, valendo-se de tese semelhante - ou seja, que as entidades populares e movimentos sociais desviam recursos públicos -, os inimigos da Reforma Agrária voltaram a atacar, pedindo a quebra do sigilo bancário, fiscal e telefônico de entidades parceiras do MST. A CPMI ainda está funcionando, e o seu encerramento está previsto para fevereiro de 2010. Além de analisar a aplicação legal dos recursos, seria importante analisar os resultados dos convênios, e se os objetivos propostos foram realizados.

Agora, a Bancada Ruralista voltou a atacar os movimentos sociais rurais, especialmente o MST, com a criação de mais uma CPMI, buscando dar resposta às pressões de sua base social, e utilizando-a como um meio de barrar a atualização dos índices de produtividade. Os argumentos e a tese são sempre os mesmos: movimentos sociais e entidades populares não têm direito a acessar recursos públicos.

Por outro lado, a instalação desta CPMI, tendo como objeto de investigação a atuação de entidades no meio rural, é uma excelente oportunidade para investigar, por exemplo, a destinação dos recursos recebidos pelo Sistema S. Essa investigação é oportuna, não só pela quantidade de recursos públicos envolvidos (entre 2000 e 2009, o SENAR e o SESCOOP, entidades dominadas pelas entidades dos fazendeiros, receberam, só em recursos da contribuição obrigatória, mais de R$ 2 bilhões), mas também por fartas evidências de má versação dos mesmos. Em reiteradas decisões do Tribunal de Contas da União, por exemplo, estes recursos estariam sendo utilizados não para educar e treinar o povo do campo, mas para manter, de forma irregular, as estruturas administrativas e mordomias das federações patronais.

Além disso, seguindo o que está proposto na ementa do requerimento aprovado, é uma excelente oportunidade para investigar a grilagem de terras públicas nos mais diversos Estados da Federação, que a imprensa denunciou e que envolve inclusive parlamentares como a senadora Kátia Abreu, no estado de Tocantins, ou banqueiros sob suspeita, como é o caso da compra de 36 fazendas em apenas três anos no sul do Pará pelo Banco Oportunity, o que foi denunciado em inquérito da Polícia Federal. Ou ainda, como a compra de terras por empresas estrangeiras em faixa de fronteira, como acontece com a empresa Stora Enso, no RS, e a seita Moon, no MS.

A violência no campo (e suas causas) é outra realidade a ser investigada. Nos últimos anos, foram mortas diversas lideranças do MST e de outros movimentos agrários. Desde a redemocratizaçao, em 1985, até os dias atuais, foram assassinados mais de 1.600 lideranças de trabalhadores rurais, incluindo agentes de pastoral, advogados etc. Destes, apenas 80 chegaram aos tribunais e menos de 20 foram julgados. A CPMI precisa investigar os seus responsáveis e por que o Poder Judiciário é tão conivente com os latifundiários mandantes desses crimes.

Recomendamos que o Parlamento brasileiro investigue porque um verdadeiro oligopólio de empresas estrangeiras domina a produção de agrotóxicos, e transformou o Brasil no maior consumidor mundial de venenos agrícolas, afetando a qualidade dos alimentos e a saúde da população, sem nenhuma responsabilidade.

Entendemos que estes seriam alguns temas que esta CPMI deveria investigar, contribuindo para a construção de uma sociedade verdadeiramente democrática, apoiando as iniciativas populares, inclusive das organizações e movimentos que, na conquista de um pedaço de chão, produzem alimentos para a população brasileira. A restrição dos trabalhos dessa CPMI à investigação apenas de convênios de entidades parceiras do MST representará, unicamente, mais uma iniciativa parlamentar de criminalização dos movimentos sociais, e não uma contribuição ao desenvolvimento e democratização do campo brasileiro.

Queremos manifestar aos senhores nossa total solidariedade ao MST e a todos os movimentos sociais e entidades que colocam seus esforços na luta por uma Reforma Agrária justa e necessária. O Brasil nunca será uma sociedade democrática, nem justa, se não resolver essa vergonhosa concentração da propriedade da terra, em que apenas 15 mil fazendeiros são donos de 98 milhões de hectares, como denunciou o último censo, e que menos de 2% do total dos estabelecimentos controlam mais de 45% de todas as terras. E quem luta pela democratização da propriedade não pode ser criminalizado justamente por aqueles que querem manter o monopólio da propriedade da terra.

Atenciosamente,

(A carta assinada pode ser enviada por correio eletrônico para: Deputado Jilmar Tatto, relator - dep.jilmartatto@camara.gov.br e Senador Almeida Lima, presidente da CPMI - almeida.lima@senador.gov.br)

Fonte: MST

janeiro 22, 2010

O out-door que Manaus não verá


Lista de vereadores que votaram a favor da Taxa de Lixo.

Enquanto em Manaus a maioria governista faz tudo o que o seu mestre mandar,
em Brasília a maioria que apoia Zé "Panetone" Arruda fez da CPI para
apurar corrupção um grande rodízio de pizza. Putzgrila!!!
Na coluna, à direita neste blog, tem uma petição para
que você manifeste sua indignação.
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dezembro 10, 2009

Usuários do SUS contra o projeto de lei do Ato Médico

Nota do blog: O projeto de lei do Ato Médico foi aprovado na Câmara Federal. Agora é a vez do Senado. Para adesão de outras entidades contra a aprovacão do projeto de lei, envie e-mail para rogeliocasado@uol.com.br A iniciativa é dos companheir@s de Minas Gerais (ASUSSAM-MG).

Ao Congresso Nacional,

Através de Senhor Presidente do Senado,

Dr. José Sarney,

Considerando o substitutivo, em tramitação no Senado Federal, ao Projeto de Lei 7.703B, de 2006, conhecido como “ato médico”, que dispõe sobre o exercício da Medicina, vimos, como usuários dos serviços de saúde, apresentar veemente protesto devido à desconsideração, expressa nessa pretensa lei, de nossa liberdade de escolha no processo de reabilitação a que temos direito e necessidade enquanto sujeitos deste mesmo processo e não objetos da medicina.

Uma grande preocupação nossa quanto aos cursos de medicina é a sua super especialização voltada para um modelo, cada vez mais, biológico e cientificista. Reprovamos esse olhar reducionista e vimos reafirmar a necessidade de uma equipe multi ou transdisciplinar que tenha o sujeito como centro dos cuidados, sendo abordado em suas diversas dimensões: psicológica, existencial, social e política.

Tendo a certeza de uma solução rápida, eficaz e eficiente para todos, subescrevemo-nos:

Associação Chico Inácio
Associação dos Usuários dos Serviços de Saúde Mental de Minas Gerais – ASUSSAM-MG
Associação dos Usuários, Familiares e Amigos da Saúde Mental do IPSEMG – Associação Verdesperança.
Associação dos Diabéticos de Belo Horizonte
Federação das Associações de Diabéticos do Estado de Minas Gerais.
Associação dos Transplantados de Minas Gerais
Associação dos Usuários dos Serviços de Saúde Mental de Betim-MG - Associação Vida que te quero Vida
Associação dos Usuários da Saúde Mental de João Monlevade – ASSUME
Associação de apoio aos portadores de sofrimento e seus familiares de Ipatinga - Associação Loucos por Você
Fórum Mineiro de Saúde Mental
SURICATO
Associação Mente Especial/Ribeirão das Neves-MG - AME
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novembro 14, 2009

UNEGRO apoia Protógenes em sua incansável luta

Charge do Ique
Postada em takahashi.noblogs.org

Nota do blog: PROTÓGENES QUEIROZ é aquele delegado da polícia federal que, entre 2004-2008, chefiou a Operação Satiagraha (Fonte: Takahashi) resultando na prisão de duas organizações criminosas comandada por DANIEL DANTAS, NAJI NAHAS, e o ex-prefeito da cidade de Sao Paulo CELSO PITTA e outros, por indícios de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, financeiros, sonegação fiscal e formação de quadrilha. O Daniel Dantas é o banqueiro que em menos de 48 horas conseguiu um habeas-corpus do presidente do Supremo Tribunal Federal GILMAR MENDES. Gilmar Mendes é o magistrado que insiste em promover, através de depoimentos fragéis e inconsistentes e sem provas materiais, a extradição do escritor CESARE BATTISTI. Pela lógica das implicações Cesare Battisti é inocente, assim como o delegado Protógenes não merece o assédio moral de que é vítima pela própria instituição a que serviu.

Convido-o a seguir os passos de União de Negros pela Igualdade. Assinar o Abaixo-Assinado proposto pela entidade é mais do que um protesto contra a perseguição criminosa (Assédio Moral) que a Polícia Federal está fazendo contra o ÍNCLITO Delegado Protógenes Queiroz, é lutar contra a injustiça contra um brasileiro que realizou seu dever como Delegado da PF.

Para Leila Brito, Protógenes Queiróz "investigou, com lisura e competência profissional, os crimes de colarinho branco que levaram o PODEROSO banqueiro bandido condenado (mas impune) Daniel Dantas e toda a sua quadrilha para a cadeia, da qual saiu, em menos de 48 horas, com o apoio irrestrito do Poder Judiciário - leia-se STF", onde reina soberano Gilmar Mendes.

Leila Brito conclama: NÃO PODEMOS PERMITIR QUE UM CIDADÃO HONESTO TENHA A SUA VIDA E A DE SUA FAMÍLIA INVADIDAS, DESRESPEITAS E DESTROÇADAS, EM FUNÇÃO DE PROTEÇÃO A BANDIDOS DE COLARINHO BRANCO (PODEROSOS MEMBROS DA ALTA ELITE NACIONAL) QUE ASSALTAM OS COFRES PÚBLICOS E AS RIQUEZAS DO SOLO BRASILEIRO À LUZ DO DIA, SEM O MENOR CONSTRANGIMENTO, POIS CONVICTOS DA IMPUNIDADE QUE LHES ASSEGURA A ALTA CORTE DA JUSTIÇA, FAZENDO, ASSIM, O MAIS DESCARADO E ACINTOSO POUCO CASO DA FORÇA POLÍTICA DE REAÇÃO DO POVO BRASILEIRO.

Mostre a sua força cidadã e dê seu apoio ao Delegado Protógenes Queiroz. Apoio que ele PRECISA e MERECE, pelo que fez pelo Brasil e pelo seu povo, arriscando sua própria vida, ora em risco iminente. Muito obrigada! (Assina: Leila Brito).

O PICICA apoia o Delegado Protógenes e o Abaixo-Assinado da UNEGRO.

* * * * *

UNEGRO apoia Protógenes em sua incansável luta

UNEGRO - UNIÃO DE NEGROS PELA IGUALDADE

CONTRA A IMPUNIDADE DOS CRIMES DE COLARINHO BRANCO, EM DEFESA DO DELEGADO PROTÓGENES QUEIROZ


A Corregedoria da Polícia Federal encaminhou pedido de suspensão por 60 dias do delegado Protógenes Queiróz, responsável pela Operação Satiagraha, que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, o megainvestidor Naji Nahas, o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta e outras pessoas acusadas de compor a quadrilha especializada em fraudes e crimes financeiros. Ao mesmo tempo em que solicita o afastamento de Protógenes, a cúpula da Polícia Federal articula arbitrariamente sua demissão. Enquanto isso os verdadeiros réus estão soltos com a proteção da mais alta autoridade judiciária do país. Esta ação da Cúpula da Polícia Federal ocorre pela pressão das elites brasileiras, acostumadas com a impunidade dos seus atos, e contam com forte apoio dos meios de comunicação de massa que fazem uma ampla campanha contra o delegado Protógenes Queiroz e o juiz Fausto De Sanctis.

A União de Negros Pela Igualdade - UNEGRO manifesta apoio e solidariedade ao delegado Protógenes Queiróz, repudia a inversão de objeto da cúpula da Polícia Federal que desde a eclosão da Operação Santiagraha tem investido na criminalização de quem cumpriu corretamente suas funções. Atesta que o arbítrio, a corrupção e a impunidade são armas poderosas de desestabilização da democracia e de manutenção das desigualdades sócio-econômica que assola o país. Considera essa iniciativa impregnada do mesmo princípio daqueles que criminalizam os movimentos sociais, ou seja, tratar com tirania e violência todos os atores que se voltam contra os privilégios da elite dominante.

Conclamamos todo movimento negro e popular a manifestarem-se:

“ Pelo arquivamento dos processos disciplinares promovidos pela Polícia Federal contra o delegado Protógenes Queiróz;

“ Pelo julgamento e punição dos culpados dos crimes investigados pela Operação Satiagraha;

“ Pelo fim de qualquer forma de criminalização dos movimentos sociais e das forças progressistas.

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/5223

Fonte: http://blogdoprotogenes.com.br/
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