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novembro 19, 2010

Espionaje a través de Internet. Somos contra.

PICICA: FBI quiere implementar acciones de espionaje a través de Internet.
Aumentar tamaño del texto Disminuir tamaño del texto Partir el texto en columnas Ver como pdf 19-11-2010

El FBI presiona a Google y Facebook para el espionaje en Internet


La pupila insomne


The New York Times informa que a principios de esta semana el director del FBI, Robert Mueller, se reunió con altos ejecutivos de varias de las principales empresas de Silicon Valley, entre ellas Google y Facebook, para implementar acciones de espionaje a través de Internet. 

Según NYT Andrew Noyes, director de políticas públicas de Facebook, dijo “puedo confirmar que el director del F.B.I. Robert Mueller, se encuentra de visita Facebook durante su viaje a Silicon Valley “.  Un portavoz del FBI, reconoció las reuniones, pero no dio más detalles.

EL FBI desea que una ley de 1994 se aplique también a las empresas de Internet. Un grupo de trabajo interinstitucional de la administración Obama está  desarrollando una legislación para el plan, y lo presentará al Congreso norteamericano el año próximo.

Según la propuesta, las empresas tendrían que diseñar sistemas para interceptar y descifrar mensajes cifrados, además de  la obligación de que todo servicio localizado en el extranjero envíe las comunicaciones a través de un servidor de Estados Unidos, donde serían intervenidas.

Interrogados por el Times, Google no quiso hacer comentarios y Noyes dijo, en nombre de Facebook, que era prematuro tomar una posición.



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Fuente: Rebelión

novembro 10, 2010

Editora Perseu Abramo libera 43 livros na rede

PICICA: Ajude a divulgar e apoiar mais esta grande ação na luta pela cultura livre promovida pela Editora Perseu Abramo.
Perseu Abramo (1929-1996)

EDITORA PERSEU ABRAMO LIBERA 43 LIVROS NA REDE. INCLUSIVE O LIVRO "SOFTWARE LIVRE: A LUTA PELA LIBERDADE DO CONHECIMENTO".

A Editora Perseu Abramo está dando um grande exemplo que deve ser divulgado e parabenizado. Recentemente liberou 43 obras para download na Internet. Algumas obras ainda estão em copyright, mas os autores permitem o seu uso justo, ou seja, garantem que você pode baixar seus livros legalmente para uso individual. Outros livros, como Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento, estão em Creative Commons.

Esta iniciativa chama-se Biblioteca Digital e pode ser acessada no site http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/index.php?storytopic=1699 .

A Editora promete soltar em breve outras publicações na rede. Vamos divulgar e apoiar mais esta grande ação na luta pela cultura livre.

Veja a lista de livros liberados:

Armadilha da dívida, A – Valter Pomar e Reinaldo Gonçalves ©

Bolsa Família – Marco Aurélio Weiissheimer ©

Brasil desempregado, O – Jorge Mattoso ©

Brasil endividado, O – Valter Pomar e Reinaldo Gonçalves ©

Brasil privatizado, O – Aloysio Biondi Creative Commons

Brasil privatizado II, O – Aloysio Biondi Creative Commons

Celso Furtado e o Brasil – Maria da Conceição Tavares (org.) ©

Classes sociais em mudança e a luta pelo socialismo – Francisco de Oliveira, José Genoino e João Pedro Stedile ©

Comércio internacional e desenvolvimento – Kjeld Jakobsen ©

Democratização do Parlamento – Zilah Wendel Abramo e Mila Frati (orgs.) ©

Economia socialista – Paul Singer e João Machado ©

Esperança equilibrista, A – Juarez Guimarães ©

Fórum Social Mundial – José Correa Leite Creative Commons

Globalização e socialismo – Paul Singer, Maria da Conceição Tavares, Emir Sader e Eduardo Jorge ©

Governo e cidadania – Inês Magalhães, Luiz Barreto e Vicente Trevas (orgs.) ©

Governos estaduais: desafios e avanços – Jorge Bittra (org.) ©

Hip Hop: a periferia grita – Janaina Rocha, Patrícia Casseano e Mirella Domenich ©

Instituições políticas no socialismo – Tarso Genro, Edmilson Rodrigues e José Dirceu ©

Josué de Castro e o Brasil – Vários autores ©

Máfia das propinas, A – José Eduardo Cardozo ©

Mapa do trabalho informal – Paul Singer, Marcio Pochmann, Kjeld Jakobsen e Renato Martins ©

Mário Pedrosa e o Brasil – José Castilho Marques Neto (org.) ©

Massacre na Lapa – Pedro Estevam da Rocha Pomar Creative Commons

Modo petista de ação parlamentar, O – Fernando Antonio Nacif, José Cavalli Júnior, Selma Rocha e Zilah Wendel Abramo ©

Mulher e política – Ângela Borba, Nalu Faria e Tatau Godinho (orgs.) ©

Negro e o socialismo, O – Octavio Ianni, Benedita da Silva, Gevanilda Gomes Santos e Luiz Alberto Silva Santos ©

Novos espaços democráticos – Tarso Genro, Antonio Gutiérrez Vegara, Francisco Miguel Fernández Marugán e Jaime Montalvo Correa ©

Olhar sobre o mundo, Um – Kjeld Jakobsen ©

Orçamento participativo e socialismo – Olívio Dutra e Maria Victoria Benevides ©

Patriotas e traidores – Mark Twain ©

Poder local e socialismo – Celso Daniel, Marina Silva, Miguel Rosseto © e Ladislau Dowbor Creative Commons

Previdência social no Brasil, A – Vários autores ©

Rememória – Ricardo de Azevedo e Flamarion Maués (orgs.) ©

Retrato do Brasil, Um – José Prata Araújo ©

Revolução tecnológica, internet e socialismo – Maria Rita Kehl, Bernardo Kucinski, Laymert Garcia dos Santos e Walter Pinheiro ©

Seca e poder – Celso Furtado ©

Segurança Alimentar – Marlene da Rocha (org.) ©

Sindicatos, cooperativas e socialismo – Fernando Haddad, Ricardo Antunes, Gilmar Mauro e Gilmar Carneiro ©

Socialismo e globalização financeira – Reinaldo Gonçalves, Ronald Rocha, Tania Bacelar e João Sayad ©

Socialismo no século XXI – Marco Aurélio Garcia, Juarez Guimarães e Valter Pomar ©

Software livre – Sérgio Amadeu da Silveira Creative Commons

Universidade sitiada – Luiz Carlos de Menezes ©

Versões e ficções – Vários autores © 


Fonte: Blog do Sergio Amadeu

novembro 03, 2010

Xenofobia na internet: um legado de Serra, o Obscuro

PICICA:  A intolerância e o preconceito de classe tem endereço na internet: http://www.facebook.com/pages/Revoltados-ON-LINE/144205978939296 Leia, abaixo, o texto do professor de Direito Internacional da Universidade Federal do Amazonas Everaldo Fernandes sobre o preconceito que se disseminou entre alguns grupelhos insatisfeitos com a vitória de Dilma Rousseff. O PICICA abre espaço para este e outros textos do ilustre professor. O vídeo abaixo é uma dica do blog do Miro. Leia, também, "Massa cheirosa deverá responder por crime de racismo", no blog da Mario Frô.
 
juliquinhafreitas | 2 de novembro de 2010
Vídeo em 'homenagem' à 'massa cheirosa' do país!

***
Sobre preconceito. O preconceito é intrinseca e deliberadamente irracional. O mesmo Serra que criticou a posição de diálogo do Brasil frente ao Irã, porque esse era um Estado religioso e fundamentalista, promoveu a maior campanha fundamentalista dos ultimos 45 anos no Brasil. Ou seja, quem afastou o Brasil (e campanha) do caminho laico e secular foi o critico do Irã.

Hoje quem xinga os nortistas e nordestinos são aqueles mesmos que durante décadas tiveram um jardineiro, um chofer ou uma doméstica baiana ou paraíba (respectivamente as denominações preferidas por São Paulo e Rio para retirar a identidade desses migrantes reduzindo-os a um outro difuso).

Pra ser breve, deve ser por esse mesmo motivo, mas agora com sinal contrário, que esses autoimportantes e arrogantes praguejam contra a eleição da presidenta. O motivo é o mesmo só que agora um paraíba ou um baiano tem empregos decentes ou, se for o caso, não precisam trabalhor por comida, porque o bolsa família esta ai. 
Everaldo Fernandes


outubro 05, 2010

O PT ainda é jurássico em se tratando de internet, segundo Azenha

O mundo em rede é instantâneo; o PT, jurássico

por Luiz Carlos Azenha

Escrevi, muito antes da eleição brasileira, um artigo em que descrevia a campanha eleitoral dos Estados Unidos em 2008 — eu  morava em Washington, então.

Lá, a máquina de moer carne republicana fatiou Barack Obama com o objetivo de atender a preconceitos latentes nos eleitores estadunidenses:

1. Barack Obama, o muçulmano (cujo vice era satanista);

2. Barack Obama, que não nasceu nos Estados Unidos (“o búlgaro”);

3. Barack Obama, associado a um pastor “radical” (lutou contra o regime militar);

4. Barack Obama, o terrorista (recebeu em casa, uma vez, Bill Ayers, que havia integrado um grupo que jogou bombas no Pentágono e no Congresso);

5. Barack Hussein Obama, cujo sobrenome denotava submissão a bin Laden.

6. Barack Obama, que estudou em uma madrassa (a escola religiosa islâmica).

Pouco importava, então, se isso tinha ou não relação com a realidade.

O objetivo, como escrevi, era ter um boato, uma ilação, uma suposição para se encaixar em cada um dos preconceitos já existentes no eleitorado.

Não disseram que Obama era gay, mas disseram que ele apoiava o casamento gay.

Como a campanha de Obama enfrentou a onda de boatos, mentiras, ilações e suposições?

Montou um site na internet exclusivamente dedicado a combater os boatos. Quando o internauta desse um Google atrás da informação, tinha um contraponto à máquina republicana de moer carne.

Além disso, Obama montou uma força-tarefa de militantes virtuais e advogados exclusivamente dedicada a combater os boatos, tentar identificar a origem deles e ingressar na Justiça com as medidas cabíveis.

Por que?

Porque vivemos no mundo da informação instantânea. Porque vivemos no mundo em que aqueles que tem acesso às tecnologias da informação se transformaram em produtores e disseminadores de conteúdo, para o bem e para o mal.

Uma mentira disseminada na internet tem o potencial de se replicar N vezes antes que você seja capaz de articular uma resposta.

No dia do primeiro turno, assisti a um debate inócuo e cheio de lugares-comuns na Globonews. O objetivo do debate era óbvio: dizer que a TV era a grande formadora de opinião e que o papel da internet era ínfimo.

Bobagem. A disseminação de boatos a respeito de Dilma Rousseff pode ter tido um papel central no período que precedeu o primeiro turno.

E o PT com isso? E  a campanha de Dilma Rousseff com isso?

Nada.

O PT e a campanha de Dilma são jurássicos, quando se trata do uso da rede para combater a boataria.

O PT ainda é refém do ciclo de notícias dos jornais diários.

Aliás, o partido é fiador da mídia que investiu na destruição de seus candidatos.

Na campanha atual, de Dilma Rousseff, concedeu privilégios em três oportunidades a um repórter da TV Globo, que fez o perfil que estrelou o Jornal Nacional da véspera da eleição. O acesso a Dilma deu legitimidade ao perfil de Marina Silva, uma superprodução hollywodiana que estrelou o JN de sábado passado, com objetivos óbvios.

Aliás, no comício de encerramento da campanha de Dilma em Porto Alegre, um repórter da revista Veja teve acesso privilegiado ao palco.

Nota do blog: Vi o Mundo

setembro 17, 2010

Lula, o marco regulatório de comunicação, a internet e a participação popular

Tijolaco | 17 de setembro de 2010
Em entrevista ao IG, Lula fala sobre a "Revolução na Internet".

*** 

Lula: internet é participação popular


Em entrevista ao IG, o presidente Lula afirma que a grande imprensa banaliza a democracia e toca no assunto que leva os barões midiáticos a entrar em pânico: o debate sobre o novo marco regulatório da comunicação no país.

O desespero da grande imprensa e seu apoio incondicional a Serra passa muito por aí. Lula já mudou um pouco as regras do jogo. O governo teve interesse em fortalecer a imprensa regional e o surgimento de novas mídias, distribuindo de forma mais democrática a sua publicidade, antes concentrada nos jornalões, revistonas e redes de rádio e TV. Não é por outro motivo que a procuradora eleitoral Sandra Cureau quer saber o que Carta Capital recebe de propaganda do governo.

Mas o principal avanço de Lula foi a realização ano passado da primeira Conferência Nacional de Comunicação, que pela primeira vez debateu com vários setores da sociedade o futuro do setor no país.

Os grandes meios fizeram o que foi possível para inviabilizar a conferência, tentaram deslegitimá-la, mas ela foi adiante e apresentou uma série de conclusões que a sociedade quer ver debatidas.

E Lula não só deu o seu aval ao encontro como quer levar adiante a melhoria da comunicação no país. “Queremos a contribuição de todo mundo no debate que nós vamos fazer sobre o marco regulatório de comunicação. Vocês sabem que não pode ficar do jeito que está porque nós estamos com um marco regulatório de 1962, quando não tinha TV digital, quando não tinha TV a cabo, quando não tinha internet, quando não tinha nada”, afirma Lula.
O presidente lembra que foi atacado impiedosamente em seus oito anos de mandato, muitas vezes de forma desrespeitosa, o que o atingia e à instituição Presidência da República. “Peguem algumas capas de revista, peguem algumas coisas que, sabe, você aí foge da liberdade de imprensa e anda na banalização da democracia”, critica.
Lula adverte que a grande imprensa não aprendeu a lição de que o país é outro e que a informação se dá por outras fontes, especialmente a internet. A velocidade da informação deixa a imprensa tradicional com “gosto de pão velho”, diz Lula, que se mostrou entusiasmado com a capacidade da internet.

“A maior vantagem e que eu acho que é importante, é que é uma coisa interativa. O cidadão participa do processo. Ele participa”, destaca.

Para nós, que estamos nesse front da internet, as palavras de Lula são gratificantes. Sobretudo por saber que funcionamos como contraponto ao massacre que sofreu durante todo o seu mandato e que está em curso contra Dilma na tentativa desesperada e irrealizável de mudar o curso da história.

Fonte: Tijolaço

setembro 04, 2010

Lula: "Querer que eu censure a internet não é meu papel e não vou censurar"

loucosemnocao | 3 de setembro de 2010
Trecho de entrevista do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Lula falou sobre a declaração do candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, o tucano tem dito a aliados que alertou pessoalmente, em janeiro, o presidente Lula para a hipótese de violação de sigilo fiscal de sua filha, Veronica. Segundo seus relatos, a conversa com Lula aconteceu no dia 25 de janeiro, quando se encontraram na solenidade oficial de comemoração do aniversário da cidade de São Paulo.

***

O Azenha, no Viomundo, fez a transcrição completa do vídeo. Leia abaixo
“Nosso adversário deveria procurar um novo argumento. Não é possível que um homem que se diz tão preparado para presidir o país, um homem que se diz tão preparado para presidir os destinos de 190 milhões de habitantes quer que o presidente Lula censure a internet.
Ele não alertou, ele se queixou do que estava acontecendo com ele na internet. Como eu sou vitima disso há muito tempo, eu sempre achei… sabe que a internet livre tem coisa extraordinariamente séria e tem coisa que é leviana.
Até agora, não tem nada de mais que a internet publicou sobre a filha do Serra, não tem nada de mais. Tem insinuações como tem contra o presidente Lula, como tem contra a família do presidente Lula, como tem contra vocês jornalistas individualmente.
Hoje de vez em quando vocês escrevem um artigo que os internautas não gostam, vocês tomam cacete o dia inteiro e isso é uma democracia que nós precisamos aprender a respeitar. Querer que eu censure a internet não é meu papel e não vou censurar, porque briguei contra a censura a vida inteira.
Eu acho que o Serra, eu acho que o Serra precisa saber uma coisa… uma eleição a gente ganha ela convencendo os eleitores a votar na gente. Não é tentando convencer a Justiça Eleitoral a impugnar a adversária. Isso já aconteceu em outros tempos de ditadura militar, em tempo de democracia o seu Serra que vá para a rua, que melhore a qualidade do seu programa, que melhore a qualidade de seu programa, que faça proposta de coisas que ele quer fazer para o nosso país, que apresente soluções para o crescimento industrial.
Hoje ele deve tá com dor de cabeça porque o PIB parece que pelo IBGE vai crescer acima daquilo que os mais pessimistas previam que ia crescer, vai crescer 7 por cento. O Brasil… o Brasil… o Brasil… o Brasil… o Brasil vive um momento de ouro e eu não vou permitir que nenhuma coisa menor, nenhuma futrica menor, porque não tem nenhuma, nenhuma acusação grave contra o Serra ou contra qualquer coisa, tem as coisas da internet contra o Serra e contra todo mundo.
Então, o presidente da República tem coisa mais séria para cuidar ao invés de cuidar das dores de cotovelo do Serra.

Fonte: #dilmanarede

agosto 23, 2010

Pesquisa sobre Literatura e Internet





SCAR
(NOVÍSSIMOS AUTORES) ... Eu queria não ter querido o que aconteceu. Eu gostaria de não estar gostando de ter acontecido. Nenhuma emoção forte está em mim agora além de uma grande felicidade. E por isso estou triste ... Milena Martins

Seleta Twitter - Desvairados inutensílios
(SELETA TWITTER) ... Perder-se é divino. Mim Tarzã, You Tube. Sanduíche de elefantes? Sinto muito, acabou o pãozinho ... Silas Corrêa Leite

Encontro com Eunice Arruda
O Lugar Pan temporâneo convida você a participar de um encontro literário, junto com os escritores Claudio Willer, Donizete Galvão, Álvaro Alves de Faria, Celso de Alencar e muitos outros. Veja mais aqui.

A Ficção Científica na Literatura e outras artes
(EVENTO ESPECIAL) A terceira edição do evento INVISIBILIDADES, do Itaú Cultural, debate a Ficção Científica na literatura e suas expressões artísticas. Dias 21 e 22. Mais informações aqui.

Haikai coletivo
(CRIAÇÃO) ... Após a seleção brasileira tomar aquele vareio da Holanda, fomos almoçar em uma churrascaria. Em clima de descontração começamos a escrever haikais ... Gust avo Felicíssimo

A fragilidade da pedra
(PERFIL ESPECIAL) ... Beatriz Bracher é romancista. Em comum, os personagens dos seus romances falam em primeira pessoa, num tom confessional e intimista ... Sissa Frota

Retraços do poeta de quando nem em Marte nem em Terra
(ENSAIO) ... Logística e transporte possibilitam mergulhos incríveis sem sair de casa. Agente de viagens não é agente literário ... Marco Aqueiva

Último encontro
(NOVÍSSIMOS AUTORES) ... Diante do espelho: nua, ela quer ser beijada por um homem doce e violento ... Paulo Mohylovski

I Pin Pin de Literatura comemora o centenário do escritor Edgard Cavalheiro
(NOVO ENCONTRO LITERÁRIO) ... Com o simpático nome de I Pin Pin de Literatura, a cidade de Espírito Santo do Pinhal comemora os 100 anos de nascimento do escritor Edgard Cavalheiro, um dos criadores do Prêmio Jabuti ... Alexandre Staut

Investigação sobre blogs: implicações entre literatura e mídia digital
(PESQUISA INÉDITA) ... A discussão que propomos nesta investigação apresentará dados significativos a respeito da literatura digital produzi da atualmente no Brasil: o que pensa a nova geração de criadores literários ... Ana Carolina Coelho

Poeira branca
(CONTO) ... Nunca se case com alguém de Jacuí-Mirim. A pessoa pode ser belíssima, inteligente, agradável, mas aceite meu conselho: afaste-se dela ... Cláudio Feldman

Interior Via Satélite, de Marcos Siscar
(CRÍTICA) ... A capa do livro reproduz uma foto feita via satélite, e o que se vê ali é o rio Tietê, e numa curva, a casa natal do poeta, seu pequeno barco enferrujado quase imperceptível ... Masé Lemos

Romério Rômulo: uma poética implacável
(ESTUDO) ... Romério se movimenta num universo de contrastes, em que a experiência vivida testa as realidades estabelecidas em favor de uma lucidez cada vez maior ... Maria da Conceição Paranhos

Acta Media discute processo criativo nas artes tradicionais e nas novas mídias
In-Pacto, 8ª edição do simpósio internacional, aborda criatividade artificial, arte no mundo virtual, design e tecnologia, entre outros temas. De 13 a 27 de agosto. Veja mais aqui.

Aprendizado
(CONTO) ... Hist órias daquele tempo, dos anos 60 e 70, houve muitas. Há quem diga que não devem ser lembradas, remexidas, fazem mal, ainda, parece. Para quê? diz o Tribeca, velho cabo da PM ...
Cecília Prada


Uma porta (entre)
(POESIA) ... Começa aqui /o processo de desintoxicação /da língua /vão-se embora as pimentas /as palavras destemperadas /a saliva espessa /as peles ásperas /fica só a língua /presa /fácil /da última flor ... Vagner Muniz

Flash Mob da Bienal de SP será neste sábado, dia 14, às 15h
Uma mobilização relâmpago foi planejada via Twitter e Facebook para ocorrer durante a 21ª Bienal de São Paulo e é apoiada por diversos sites culturais, inclusive o Cronópios. Saiba mais aqui.

[18] Verso livre obrigatório versus forma fixa voluntária
(ANARCHICO ARCHAICO) ... Antes que me accusem de caretice, vou mais longe e digo o que penso dos vanguardismos tendentes a 'abolir' regras. Sempre admirei auctores iconoclastas que ousaram transgredir ... Glauco Mattoso

Crônica dos festivais abundantes
(CORRESPONDENTE FLIP) ... E neste cenário no qual se fala muito de erotismo, um desfile de contra-moda, onde os caipiras se vangloriam e as parisienses se rendem, tudo conjugado por um saudável erotismo de meia-idade ... Artur Matuck

A atualidade de Sigmund Freud. Será que vale a pena ainda ler Freud?
A Editora Civilização Brasileira, a Casa do Saber e a Livraria da Vila convidam para a mesa redonda. A partir de pontos de vista diversos, três autores falarão por que vale a pena sempre reler o pai da psicanálise. Mais informações aqui.

agosto 18, 2010

Dilma Roussef no primeiro debate pela internet


dilmanaweb | 18 de agosto de 2010 
Nota do blog: Dilma Roussef participou do primeiro debate pela internet, promovido pela Folha de S. Paulo e UOL. Veja os principais trechos da candidata do Partidos dos Trabalhadores à presidência da república neste debate. Serena, tranquila, e dura quando necessário, sin perder la ternura.  

maio 23, 2010

A internet nas eleições presidenciais

Internet
A internet nas eleições presidenciais


Interessante essa matéria no Estadão. Por isso que eu digo, e estou falando sério, que ainda acredito na imprensa. Se ela botassse de lado essa loucura ideológica, superasse essa fobia anticomunista, essa mania de ver bolcheviques embaixo da cama, dentro do armário, em toda parte, e se limitasse a participar de forma transparente dos debates... Querem ser conservadores? Ótimo. Isso abre mais espaço para a blogosfera de esquerda. Mas sejam francos e honestos. Em vez de falarem tanto em ética, exerçam-na. Voltando à matéria, destaco as informações mais interessantes:

* 25% dos domicílios brasileiros têm internet, ou 13,5 milhões de casas.

* No Nordeste, apenas 13% dos lares tem internet.

* Acesso à internet em famílias com renda de 1 a 2 salários mínimos cresce a média anual de 69%

* 2% dos internautas acessam páginas com o conteúdo político. Nos EUA, são 9,8%.

Leia mais em Óleo do Diabo

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novembro 20, 2009

Informação não é mercadoria e internet não é ameaça à liberdade


Antena Negra TV - Argentina

Luta pela Internet Livre avança

Caros,

Avançou a mobilização contra o Projeto de Lei do Senador Eduardo Azeredo que criminaliza práticas comuns na Internet no Brasil, como a troca de arquivos P2P e o anonimato na rede.

Em 2008 o projeto foi aprovado pelo Senado Federal e encaminhado à Câmara dos Deputados para nova tramitação.

A sociedade civil organizou-se e conseguiu emperrar a votação do Projeto de Lei, mas ele ainda é uma ameaça à nossa liberdade.

Conseguimos fazer com que o Ministério da Justiça lançasse uma consulta pública para que o Brasil tenha um Marco Regulatório Civil na Internet.

(Leia mais)

Precisamos agora que todos os que defendem a Internet Livre entrem no blog www.culturadigital.br/marcocivil ou no twitter www.twitter.com/marcocivil e exijam
das autoridades nossos direitos!

Propomos que sejam considerados direitos dos cidadãos os seguintes pontos:

* Todos os brasileiros têm o direito ao acesso à Internet sem distinção de renda, classe, credo, raça, cor, opção sexual, sem discriminação física ou cultural

* Todos internautas têm o direito à acessibilidade plena, independente das dificuldades físicas ou cognitivas que possam ter.

* Todos cidadãos brasileiros têm o direito de abrir suas redes e compartilhar o seu sinal de internet, com ou sem fio.

* Todos os cidadãos têm o direito à comunicação não-vigiada.

* Todo internauta tem o direito à navegação livre, anônima, sem interferência e sem que seu rastro digital seja identificado e armazenado pelas corporações, pelos governos ou por outras
pessoas, sem a sua autorização.

* Todo interagente tem o direito de compartilhar arquivos pelas redes P2P sem que nenhuma corporação filtre ou defina o que ele deve ou não comunicar.

* Todo cidadão tem o direito que seu computador não seja invadido, nem que seus dados sejam violados por crackers, corporações ou por mecanismos de DRM.

* Todo brasileiro tem direito a cópia de arquivos na rede para seu uso justo e não-comercial.

* Todo cidadão tem direito de acessar informações públicas em sites da Internet sem discriminação de sistema operacional, navegador ou plataforma computacional utilizada.

* Toda pessoa tem o direito a escrever em blogs e participar de redes sociais com seu nome, com codinome ou anonimamente.

* Todo blogueiro tem o direito de aceitar ou não comentários anônimos, não sendo responsável pelo seu teor.

Que o Brasil tenha um Marco Regulatório Civil na Internet!

novembro 08, 2009

Consulta pública para definição do marco regulatório da Internet do Brasil

Charge postada em catablogs.wordpress.com
Cultura Digital

Lançada consulta pública sobre a definição do marco regulatório da Internet no Brasil

Dentro da plataforma Fórum da Cultura Digital Brasileira<http://culturadigital.br/>, criada pelo Ministério da Cultura e pela Rede Nacional de Pesquisa, os cidadãos podem contribuir para a definição do marco civil para a Internet no país. A consulta pública à proposta de projeto de lei foi lançada na tarde desta quinta-feira, 29 de outubro, pelo Ministério da Justiça em parceria com a Escola de Direito daFundação Getúlio Vargas (FGV).

O lançamento aconteceu na Sede da FGV, no Rio de Janeiro, e contou com as presenças do ministro da Justiça, Tarso Genro, e do secretário executivo do MinC, Alfredo Manevy, além de parlamentares, representantes do Comitê Gestor da Internet no Brasil e de organizações da sociedade civil.

Alfredo Manevy destacou a validade da proposta para o desenvolvimento do segmento no país. Em sua visão, a iniciativa é importante, pois propiciará a criação de regras de convivência na Internet, fundamental para fomentar a cultura digital. “Por esse motivo, o Ministério da Cultura é parceiro da proposta através do Núcleo de Cultura Digital da Secretaria de Políticas Culturais”, ressaltou.

Processo de Construção

O marco regulatório buscará consolidar um conjunto de direitos e responsabilidades aplicáveis aos diversos usuários da Rede Mundial de Computadores no território nacional (sociedade civil e poder público). Aconsulta pública terá duração prevista de 45 dias e será aberta à participação popular, no endereço culturadigital.br/marcocivil<http://culturadigital.br/marcocivil/>, que apresenta um texto base contextualizando os principais temas pendentes de regulação.

Cada participante também poderá votar para ranquear, positiva ou negativamente, as contribuições dos demais. Esses votos não significarão, necessariamente, a inclusão ou exclusão de determinado tópico do debate. Servirão para nortear a equipe de redação sobre as preferências, opiniões e interesses dos participantes, contribuindo para a formulação da proposta.

Para incentivar o debate em torno de ideias, princípios e valores ainda foi disponibilizado outro ambiente virtual: twitter.com/marcocivil<http://twitter.com/marcocivil>.

Cultura Digital Brasileira - Espaço público e aberto voltado para a formulação e a construção democrática de uma política pública de cultura digital, integrando cidadãos e instituições governamentais, estatais, da sociedade civil e do mercado.

(Comunicação Social/MinC)
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novembro 02, 2009

1968: o ano que abalou o mundo

Hospital Psiquiátrico de Parma - 1968
Foto:
Gianni Berengo Girdin
Nota do blog: 1968, o ano que não acabou, ainda dá pano pra manga. A obra recomendada (abaixo) pelo professor Guilherme Githay é uma delas. O autor questiona o papel da imprensa da época. Pela leitura de Githay, houve inépcia por parte da mídia no tratamento daquele evento histórico. Vale lembrar que, nessa época, Franco Basaglia trabalhava, há pelo menos dez anos, no desmonte dos manicômios italianos, e comia o pão que o diabo amassou para por o tema na pauta do debate público. Dez anos depois ele conseguiria obter do parlamento a Lei 180, que desmontava os hospitais psiquiátricos, criando em seu lugar um rede substitutiva. O fato foi explorado à exaustão na mídia, e hoje só é lembrado para ser contestado ou ser incensado aqui e acolá. O que faltando para que nossas histórias não fiquem submetidas a esse tipo de controle? A apropriação/democratização dos meios de comunicação, como afirma o professor da Universidade do Estado do Amazonas. dada a dica de leitura, oportuna para nós brasileiros, às vésperas da Conferência Nacional de Comunicação. No mais, a luta continua. Resta saber quantas andorinhas querem fazer um novo verão.

Descobri mais uma obra interessante sobre comunicação e transformação social: Kurlansky, Mark. 1968: o ano que abalou o mundo. Ed. José Olympio. O autor pesquisou nas edições daquele ano da imprensa de vários países, reconstituindo o papel das transformações da mídia na eclosão das rebeliões da juventude, com tantas consequências por todos aqui conhecidas. De um modo geral, a chave interpretativa do autor é considerar uma certa inépcia tanto da grande mídia como das outras instituições do poder para controlar os novos usos que surgiam diante das novas tecnologias, a TV em particular, como brecha decisiva para a efervescência rebeliões anti-autoritárias ocorridas em todo o mundo. Algo que, ao meu ver, poderíamos comparar com os primeiros anos da internet na década de 1990 e a eclosão do zapatismo e do movimento anti-capitalista. Se o autor estiver correto, 1968 foi um experimento bastante limitado, se comparado ao que poderia acontecer com a afetiva apropriação/democratização, ou mesmo com o fim da "propriedade" dos meios de comunicação.
Guilherme Githay de Figueiredo
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