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março 12, 2010

Vale a pena ver de novo: Terceiro Milênio




Em agosto de 1979, Jorge Bodanzky e Wolf Gauer partiram para a Amazônia com o senador Evandro Carreira. Nascia o documentário Terceiro Milênio.

Depois de 30 anos, Jorge Bodanzky volta à região do alto Solimões e exibe o documentário aos Ticuna, personagens importante do filme de 1979. De volta ao Terceiro Milênio é uma viagem ao passado, que muitas vezes continua se repetindo no presente.

A TV Navegar - Web TV de temática socioambiental com foco na Amazônia - tem como característica dar voz à população local,capacitando-a a gerar seus próprios conteúdos, numa visão de dentro para fora.

Direção: Jorge Bodanzky

Acesse: www.tvnavegar.com.br
www.twitter.com/TV_Navegar

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Nota do blog: Já postei aqui as imagens do Terceiro Milênio, do Jorge Bodanazky. Toda vez que revejo o velho senador Evandro Carreira - o Maninho -, ridicularizado pelos seus pares, como se pode ver numa das imagens, há que se lhe fazer justiça. Talvez tenha sido entre os políticos amazonenses o que mais se destacou por sua defesa apaixonada pela Amazônia. Votei nele para senador da república naqueles longíquos anos 1970, quando o povo brasileiro votou maciçamente na oposição de saco cheio com a ditadura militar. Soube que ele se candidatará à Assembléia Ligislativa do Estado do Amazonas pelo PSOL. Num cenário de camaleões, taí um que nunca mudou de cor. É vermelho, dos bons. A Amazônia voltará à pauta dos debates no parlamento, com a coragem que sempre caracterizou o nosso personagem.

dezembro 31, 2009

Clássico de Jorge Bondanzky faz 35 anos


Iracema, uma Transa Amazônica, filme de Jorge Bodanzky completa 35 anos. Rodado em 1974, a ditadura militar proibiu o filme até 1980, tudo porque o cineasta teve a ousadia de filmar a devastação da floresta amazônica no sul do Pará, tendo como produtora uma TV alemã - a ZDF.

A obra correu o mundo, virou lenda e figura entre os primeiros filmes do mundo, segundo André Nigri, da revista Bravo, classificados como documentário/ficção - gênero híbrido que tem entre seus representantes o cineasta paulistano Eduardo Coutinho e o francês Laurent Cantet.

Consegui ver o filme numa sessão clandestina de um cine clube manauara. Posso ser desmentido, mas penso que foi no Cine Clube Tarumã, dos irmãos Tom Zé e Selda Valle, ambos professores da Universidade Federal do Amazonas.

Curta aqui um trecho do filme do pai da Lais Bondanzky, diretora do clássico "Bicho de Sete Cabeças", filme obrigatório para os militantes da luta por uma sociedade sem manicômios.