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julho 23, 2010

Yes, we can!

Filie-se

Ação Belo Monte
Olá, ciberativista
Você esteve ao nosso lado contra as mudanças no Código Florestal, a derrubada das florestas na Indonésia financiada pela Nestlé e a prisão dos ativistas japoneses que denunciaram a caça e o comércio ilegal de baleia. Você celebrou conosco a prorrogação da moratória da soja e o aniversário de um ano do pacto firmado com frigoríficos para evitar desmatamentos na Amazônia. Tudo isso só em 2010.
Defender o planeta exige pesquisa, monitoramento e uma estrutura capaz de responder aos desafios, desde ir a campo para documentar e expor crimes ambientais até cobrar políticos e empresários a fazerem sua parte.  
Sua participação é fundamental para dar continuidade a esse trabalho, mas o apoio dos colaboradores é fundamental, já que, para garantir nossa liberdade de atuação, o Greenpeace não aceita dinheiro de governo, partidos e empresas.  
Quando os ativistas do Greenpeace partem em um barco para salvar baleias ou barram a derrubada de árvores na Amazônia os colaboradores também estão lá por um planeta saudável.
Toda a arrecadação feita pelo Greenpeace no Brasil é 100% destinada à manutenção da estrutura e das campanhas nacionais. Como parte da política de transparência e ética da organização, você pode conferir o relatório anual, com a prestação de contas de nosso trabalho e uso dos recursos. 

Clélia Maury

Abraços,

Clélia Maury
Diretora de Mobilização de Recursos
Greenpeace
 

Greenpeace online:

Ajude o Greenpeace a proteger as florestas
Recebeu este e-mail de alguém?

» Torne-se um ciberativista também
» Encaminhe esse e-mail para um(a) amigo(a)
Nota do blog: Vou dar essa colher de chá pro Greenpeace. Mas, olha, ainda não esqueci a omissão da entidade sobre o futuro do Encontro das Águas, no Amazonas. Nem eu, nem a torcida do Flamengo.

maio 08, 2010

Deixe em paz nossas florestas, Aldo!

Aldo Rebelo
Acervo do Greenpeace (acrescida de legenda)

GREENPEACE
Ciberativismo



07 de Maio de 2010

E o tiro sai pela culatra...

Na noite da última terça-feira, 4 de maio, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sentiu a pressão do ativismo on-line e soltou nova leva de emails respondendo à petição enviada por quase 50 mil brasileiros a partir do site do Greenpeace. Ele é relator da Comissão Especial na Câmara dos Deputados, onde meia dúzia de representantes da população em fim de mandato trama para desfigurar o Código Florestal Brasileiro. A petição exige que Aldo deixe em paz nossas florestas.

Sua resposta, porém, saiu pela culatra. Ela serviu para incentivar os brasileiros que não querem mudanças no código a assinar ainda mais petições, enviadas ao email do gabinete do deputado. Nas 24 horas após os envios do Aldo, mais de 3 mil pessoas assinaram a petição. Tantas outras começaram a enviar suas próprias respostas ao email de Aldo. Eu fui uma delas.

E você também pode criar a sua. Pode dizer que, como cidadão brasileiro, clama por bom senso no debate sobre o Código Florestal. Pode reforçar que agora não há espaço para esse assunto que pode ser contaminado pelas eleições e que vai repensar seu voto para deputado esse ano, excluindo todos aqueles que fazem parte da comissão se houver alterações no Código.

É impressionante como o deputado Aldo Rebelo anda mal informado. Com 18 anos de existência no Brasil, não é segredo para ninguém que o Greenpeace é uma organização global e que, aqui é formado e apoiado por brasileiros e trabalha para defender os interesses da sociedade civil. Ao contrário dos políticos, a organização não aceita dinheiro de empresas, partidos políticos ou empresas e conta com a colaboração de milhões de pessoas físicas em todo o mundo. Por isso a contribuição de cada um é fundamental.

Junte-se ao grupo de pessoas que permite que o Greenpeace continue atuando no Brasil, filie-se. O Greenpeace trabalha para zerar o desmatamento da Amazônia. Participe, divulgue para os seus amigos, pratique ações de cidadania online e junte-se a nós.

Rafael Cruz
Coordenador de campanha Greenpeace

Ps.: Obrigada pelo apoio novamente.
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maio 06, 2010

Greenpeace responde à arrogância de Aldo Rebelo

Aldo Rebelo
Acervo do Greenpeace (acrescida de legenda)
Lamúrias de um neo-ruralista

Aldo Rebelo envia mensagem para quem assina a petição em favor de nossas florestas. Arrogante, o texto insinua que ele é o árbitro ideal para dizer o que é bom para o Brasil.

Na noite da última terça-feira, 4 de maio, o deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) soltou nova leva de sua mensagem respondendo à petição, enviada por quase 50 mil brasileiros a partir do site do Greenpeace, exigindo que ele deixe em paz nossas florestas. Aldo, relator da Comissão Especial na Câmara em que meia dúzia de deputados em fim de mandato tramam para desfigurar o Código Florestal Brasileiro, sentiu a pressão do ativismo on-line.

No entanto, sua resposta saiu pela culatra. Seu tom, entre arrogante e paternalista, serviu para incentivar os brasileiros que não querem mudanças no Código Florestal a enviar a petição para o deputado. Nas últimas 24 horas, mais de 3 mil pessoas juntaram-se a outras milhares que já mandaram a petição para o gabinete de Aldo. Ontem à noite, a reação furibunda de Aldo figurava entre os assuntos mais comentados no Twitter. Ela deixou muita gente irritada.

Aldo menospreza a inteligência de quem assinou a petição. Insinua que são pessoas desinformadas, suscetíveis à confusão e à manipulação, incapazes de pensar por si próprias. Quem não está com ele é um idiota. Ou, então, defende interesses estrangeiros. Aldo ouviu essa ladainha no passado. Era como a ditadura militar desqualificava seus adversários, Aldo inclusive. Felizmente, nenhum ciberativista que assinou a petição pelas florestas tentou excluí-lo do debate pelo fato de o deputado professar uma ideologia nascida na Europa e reciclada pelos chineses.

Aldo se esquece de onde veio. Bate no peito e jura que ele é que sabe o que ser brasileiro. Se é assim, ele poderia ser ao menos um pouco mais coerente e devolver os R$ 300 mil que recebeu da mineradora Caemi - que conta com 50% de participação da japonesa Mitsui -, para irrigar seus cofres de campanha em 2006. Ou então parar de se comportar como empedernido nacionalista.

Sobre o trabalho da comissão, Aldo tenta passar a noção de que ele foi criterioso, realizando 19 audiências públicas e ouvindo mais de 300 pessoas. O que Aldo não conta é que metade dessas audiências sequer tem registro público. Aquelas que têm demonstram que a comissão deu preferência a escutar a opinião de quem quer desfigurar o Código Florestal. Ela deu voz a 63 representantes do agronegócio, todos críticos do Código Florestal.

Dos pequenos produtores e trabalhadores rurais, que Aldo jura defender, a comissão ouviu 37 representantes. Apenas 2 líderes indígenas foram convocados para prestar depoimento. De ambientalistas, a comissão não chamou para escutar sequer uma dezena e meia. Nada surpreendente. Aldo e sua turma de ruralistas na comissão não gostam de quem defende a natureza brasileira. O deputado, nos últimos meses, dedicou ao Ministério do Meio Ambiente e Ministério Público os mesmos adjetivos que vem dispensando ao Greenpeace. Em bom português, disse que não passam de lacaios do imperialismo americano e europeu.

O deputado também usa sua resposta para banalizar o debate sobre o Código Florestal. Entre os exemplos que invoca para justificar a necessidade de alterá-lo – corrigi-lo, como prefere seu pedantismo – diz que ele pode levar à cadeia um sujeito que pegar uma minhoca na beira de um rio.

Não se sabe de ninguém que tenha sofrido tal sanção. Mas sabe-se que, detrás da alteração do Código Florestal orquestrada pelo deputado e seus colegas ruralistas na Comissão, está a anistia aos desmatadores, a redução das áreas de preservação permanente e a alteração da reserva legal.

Nem por isso, insiste Aldo, ele deveria ser tachado de ruralista. Mas tem muito ruralista que, graças a ele, anda pensando em virar comunista. "Eu sou do PMDB. Provavelmente, pelo contato que eu tenho com o Aldo Rebelo, logo irei para o PCdoB", disse o deputado Moacir Micheletto (PMDB-SC), membro da Comissão Especial e sócio de carteirinha da bancada da motosserra na Câmara. Ela está adorando a performance de Aldo Rebelo.

Sobre o Greenpeace, Aldo não consegue achar nada de muito substancial para dizer a não ser que somos uma ONG holandesa, financiada por interesses externos. Ele erra nos dois tiros. O Greenpeace não é holandês. Nasceu no Canadá e hoje é um ONG global, com 42 escritórios espalhados pelo mundo. E não vive de dinheiro de governos, partidos ou empresas. Depende de doações individuais, que garantem a independência e autonomia de suas campanhas em favor do meio ambiente.

No Brasil, o Greenpeace tem quase 50 mil doadores e recebe o apoio de 320 mil ativistas on-line. Todos, ao contrário do que supõe Aldo, brasileiríssimos e engajados na defesa do que sobra das florestas que inspiraram o uso do verde na bandeira nacional. Assine a petição que anda irritando tanto o deputado Aldo Rebelo. E junte-se a nós.

Fonte: Greenpeace

maio 05, 2010

Direito de resposta

Aldo Rebelo
Acervo Greenpeace (menos o texto)
Saudações!



Recebi uma carta em seu nome produzida pela organização holandesa
 Greenpeace, cujo conteúdo não esclarece as razões pelas quais a Câmara
 dos Deputados constituiu uma Comissão Especial destinada a oferecer 
parecer sobre as diversas propostas de alteração da legislação 
florestal brasileira.

A carta do Greenpeace mente e manipula 
informações, confundindo pessoas que não acompanham o debate sobre o 
assunto.



O primeiro esclarecimento é que a Comissão, longe de querer alterar o 
Código Florestal, tenta apenas corrigir alterações por ele sofridas e 
que tornaram inaplicáveis os dispositivos modificados, a maioria deles por medida provisória, portarias e resoluções que nunca foram 
discutidas nem pelo Congresso ou pela sociedade brasileira.


O Código Florestal brasileiro, embora datado de 1965, é uma lei boa e defensável, alterada por interesses contrários aos objetivos do Brasile do povo brasileiro a partir da pressão de ONGs como a holandesa 
Greenpeace - e outras com sede no exterior - cujas agendas nada têm a 
ver com aquilo que interessa ao Brasil.

As propostas de alteração da legislação têm origem diversa: desde as apresentadas por deputados ligados à agricultura familiar, 
seringueiros da Amazônia ou da grande agricultura prejudicada pela concorrência desleal dos países ricos, que subsidiam seus agricultores e financiam suas ONGs para atuar no Brasil.

O Brasil possui mais de 5 milhões de proprietário agrícolas, em imensa maioria de pequenos e médios produtores, 90% deles na ilegalidade por
 não conseguirem cumprir a lei em vigor. Hoje, até a prática indígena
 de fermentar a raiz da mandioca em um igarapé ou o prosaico costume de 
retirar uma minhoca na beira do rio para uma pescaria tornou-se atividade ilegal.

Pela lei, 75% da produção do arroz em várzea tornou-se proibida, a plantação de bananas no Vale do Ribeira
 encontra-se na mesma situação e os ribeirinhos do Amazonas, impossibilitados de sobreviver porque vivem e tiram seu sustento em 
áreas vedadas pela legislação atual.


Diante de tal situação, fui indicado relator em um acordo
 suprapartidário envolvendo todos os integrantes da Comissão, de todos
 os partidos, com exceção do PSOL e do PV. Organizamos audiências públicas em 19 Estados, ouvimos mais de 300 pessoas - representantes
 de ONGs, órgãos ambientais, universidades, Embrapa, produtores, entre outros. ONGs como a multinacional holandesa Greenpeace, ou as 
brasileiras SOS Mata Atlântica e Instituto Socioambiental (ISA) foram
 ouvidas mais de uma vez, além de dezenas de outras ONGs nacionais, estaduais e municipais.



Confesso que fiquei estarrecido com o que vi por todo o Brasil.
 Pequenos agricultores vendendo suas propriedades ou trocando-as por um carro usado ou um barraco na periferia das cidades em razão de não
 terem mais acesso ao crédito da agricultura familiar por não 
conseguirem cumprir a lei.

No Mato Grosso, por exemplo, no município 
de Querência, 1.920 pequenos agricultores assentados do INCRA estão sem crédito, sem estradas para levarem seus filhos às escolas, enquanto em um outro município próximo, 4 mil pequenos agricultores,
 também assentados, encontram-se na mesma situação.

Que crime 
cometeram? Simplesmente ocuparam 80% de suas propriedades deixando 20% de reserva florestal, cumprindo a lei.

Quando a lei foi alterada
 recentemente e passou a exigir 80% de reserva, obrigou o agricultor a reflorestar aquilo que a lei anterior autorizara a usar para a 
agricultura. Acontece que a despesa com reflorestamento torna-se maior 
que o valor da propriedade, depreciado pela situação de ilegalidade.
 Na comunidade do Flexal, na reserva indígena Raposa-Serra do Sol, as autoridades apreenderam os instrumentos usados pelos índios para 
fermentar (pubar) a raiz da mandioca por causa da liberação do ácido 
cianídrico.



Poderia ampliar indefinidamente os exemplos de abusos e absurdos 
contra a agricultura e os agricultores (pequenos, médios e grandes), o que prometo fazer em mensagens seguintes.

Por enquanto desejo apenas reafirmar o meu compromisso com o meio ambiente e com o ideal de um País que construiu a sua história, preservando a natureza.

A título de 
exemplo, enquanto o Estado do Amazonas dispõe de 98% do seu território
 coberto por vegetação nativa, a Holanda do Greenpeace não chega a 
0,3%, o que a ONG batava considera mais do que o suficiente, já que não consta de sua plataforma, em seu país de origem, qualquer 
reivindicação de reserva legal ou área de preservação permanente. Em mensagens próximas, falarei do verdadeiro interesse dessa ONG, que concentra todos o seus esforços em cercar a Amazônia brasileira, pouco
 ligando para desastres ambientais urbanos que atingem milhões de 
brasileiros.

De qualquer forma, o conteúdo do debate sobre o Código
 Florestal você pode encontrar no seguinte endereço:
 http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/pl187699

Como último esclarecimento, ao contrário do que insinua a ONG holandesa, nunca integrei a bancada da agropecuária, chamada 
ruralista, embora deputados do meu partido e de outros partidos de esquerda a integrem como parte do esforço de defender a agricultura e 
a pecuária do Brasil contra os interesses dos países ricos.

Atenciosamente,


Aldo Rebelo

Deputado Federal PCdoB-SP

Esta mensagem é uma resposta ao abaixo-assinado do Greenpeace.

abril 28, 2010

Aldo Rebelo e o Código Florestal

 Aldo Rebelo
Acervo Greenpeace
O que houve com Aldo Rebelo e nosso código florestal?

Você, ciberativista, fez pressão on-line e deu resultado: depois de receber milhares de e-mails em poucos dias, o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator da Comissão Especial que tenta alterar o Código Florestal, resolveu olhar melhor onde está pisando.

Na última terça-feira, o deputado não entregou o documento com mudanças sugeridas para o Código Florestal, lei que protege as florestas brasileiras. Ele até tentou dividir a responsabilidade com os membros da comissão especial, principalmente ruralistas, e disse que entregará o relatório quando eles quiserem. Mas a verdade é que Aldo Rebelo ainda tem o relatório – e o destino das florestas do país - em suas mãos.

Muito obrigado a você que enviou um e-mail ao Aldo pedindo para que ele não altere o Código Florestal. Você mostrou que a legislação ambiental não pode ser alterada para beneficiar a apenas alguns interesses, como os da bancada da motosserra.

Se você está se inteirando do assunto agora, segue um resumo do que está acontecendo: Aldo tinha a intenção de apresentar seu relatório na terça-feira passada, dia 13 de abril, compilando os diferentes projetos em torno do Código Florestal em uma única proposta. Mas, durante a audiência, ele mudou seu discurso.

Disse que sentiu “o peso da responsabilidade” (com certeza - o peso de milhares de mensagens de protesto) e afirmou que nem sequer pediu a relatoria. Avisou que o assunto não era sua especialidade, assumindo que não tem conhecimento aprofundado sobre o Código Florestal e precisou estudar.

Apesar dessa declaração, já é possível ouvir o barulho da motosserra quando Aldo fala sobre nossas florestas. Pelos seus depoimentos à imprensa, podemos esperar que sua proposta favoreça os grandes desmatadores, que desejam empurrar a agricultura e a pecuária para dentro da Amazônia e para o que sobrou de vegetação nativa em outros biomas brasileiros, pisando nos interesses dos brasileiros: a preservação da natureza.

Então, se você ainda não assinou a petição on-line, ainda dá tempo e é muito importante. A história não acabou. Aproveite e navegue pelo novo site do Greenpeace, que permite a você participar de outras ações e exercer seu lado ativista.

Rafael Cruz

Coordenador da campanha da Amazônia
Greenpeace

Nota do blog: Enquanto isso, o Greenpeace local continua omisso na defesa do Encontro das Águas, um dos  mais importantes patrimônios paisagístico e cultural do estado do Amazonas.
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abril 12, 2010

Urgente - Aldo Rebelo deixe as florestas em paz

Aldo Rebelo e a motoserra do PC do B
Nota do blog: Este blog apoia as campanhas do Greenpeace. Já o Greenpeace não apoia a causa do movimento SOS Encontro das Águas.


***

Ciberativismo - Greenpeace

10 de Abril de 2010

Urgente - Aldo Rebelo, deixe as florestas em paz

Mais uma vez, o Código Florestal, corpo de leis que protege as florestas brasileiras desde 1934, está ameaçado.

Assine aqui a petição para não permitir que a bancada da motosserra desfigure nosso Código Florestal.O deputado Aldo Rebelo irá apresentar em breve um documento com as propostas de alteração dessa lei. E tudo indica que elas vão anistiar desmatadores e flexibilizar a proteção de nossas matas.

Proteste contra mais essa tentativa de acabar com as florestas no Brasil.

Há mais de dez anos, representantes da bancada ruralista deram partida numa ofensiva para mudar o Código Florestal em seu próprio benefício. A preservaçao das florestas é fundamental não só para a manutenção da biodiversidade, mas para equilibrar o clima no Brasil e no resto do planeta. Diante das chuvas torrenciais que provocaram deslizamentos e mortes no Rio de Janeiro, e que tendem a se tornar cada vez mais frequentes, a tarefa de resguardar o que resta de nossas matas é cada vez mais urgente.

Aldo Rebelo já deu indicações que está ao lado dos ruralistas que querem cada vez mais empurrar a agricultura e a pecuária para dentro da Amazônia e para o que sobrou de vegetação nativa em outros biomas brasileiros.

Mande um e-mail para o Aldo Rebelo dizendo que a questão é relevante demais para ser decidida apenas por meia dúzia de deputados em um ano de eleições. O assunto precisa ser debatido por todos os brasileiros e, portanto, o mínimo que se espera de nossos representantes no Congresso é que, ao invés de mexerem em legislação tão fundamental no fim de seus mandatos, tenham a coragem de levar o assunto para a campanha eleitoral.

Ajude a impedir que as nossas florestas continuem a ser devastadas. Assine aqui.

Rafael Cruz

Coordenador da campanha de código florestal
Greenpeace
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abril 03, 2010

Enquanto o Greenpeace silencia no Amazonas...

Nota do blog: Solidariamente este blog abre espaço para o Greenpeace em defesa de ativistas japoneses ameaçados com dez anos de prisão por denunciarem comércio ilegal de baleias. Essas e outras campanhas são bem vindas por aqui. O que nos espanta é a insensibilidade dessa prestigiada organização para com o destino dos jaraquis que desovam na região das Lajes, onde se pretende construir um terminal portuário através de uma subsidiária da VALE. Certamente o que está em jogo, nessa omissão do Greenpeace local, não é o tamanho do animal em questão. Um doce de cupuaçu japonês pra quem ao menos se aproximar das razões que sustentam tamanha negligência. Caso caia a ficha de que omissão é pecado capital, sugiro a seguinte ação, com direito a televisionamento: dez ativistas fazendo rapel nos 90 metros da falésia que compõe o paredão das Lajes e fixação da faixa: "Encontro das Águas - patrimônio da humanidade (SOS Encontro das Águas)".

... no resto do mundo a luta continua!

31 de Março de 2010

Eles ainda precisam de você

Mais de 500 mil pessoas ao redor do mundo pedem um julgamento justo para Junichi Sato e Toru Susuki, ativistas japoneses do Greenpeace que podem ficar dez anos na prisão por terem denunciado o comércio ilegal de carne de baleia.

Se você é uma dessas pessoas que já participou da ciberação, nosso muito obrigada pelo apoio.

Se ainda não participou, é só clicar aqui.

Na segunda etapa do julgamento, ocorrida em março, houve contradição entre a versão da tripulação do Nisshin Maru, navio carregado de carne de baleia interceptado pelo Greenpeace, e a da empresa Kyodo Senpaku, dona do navio, que se beneficiava da venda da carne.

Segundo relato de um ex-funcionário da Kyodo Senpaku, a mercadoria era entregue aos tripulantes como recompensa pelos dias no mar e depois era vendida ilegalmente. Parlamentares japoneses, oficiais da Agência de Pesca do governo e membros do Instituto de Pesquisa de Cetáceos – que em teoria deveriam impedir a caça comercial de baleias – também levavam para casa grandes quantidades de carne como “souvenir”. Esse depoimento confirma a versão de nossos ativistas, mas a pressão sobre o Greenpeace ainda é grande.

O resultado do julgamento está previsto para meados de junho. Até lá, todos os esforços são importantes. Podemos atingir 1 milhão de assinaturas. Participe!

E divulgue a seus amigos e em suas redes sociais. Espalhe essa causa.
Quer saber mais? Leia o histórico do caso aqui.

Abraços,

Leandra Gonçalves
Coordenadora da campanha de oceanos
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março 25, 2010

Nestlé destrói florestas na Indonésia


Nota do blog: A Nestlé faz mal saúde humana. Durante anos, graças a indução publicitária, ela convenceu mulheres a trocar o leite materno pelo leite industrializado. Agora ela faz mal ao meio ambiente. A denúncia é do Greenpeace, aquela entidade que defende a vida do planeta no atacado, mas deixa a desejar no varejo. Até agora eles não se manifestaram contra o obra do terminal portuário das Lajes (em frente ao santuário dos jaraquis, que desovam no Encontro das Águas - do rio Negro com o rio Solimões, que formam o rio Amazonas em território brasileiro). Assine a petição abaixo, mas cobre também a posição da entidade contra o anunciado desastre ambiental a ser provocado no Amazonas por uma subsidiária da VALE, aquela empresa que não respeita meio ambiente.

***

Nestlé, dê um tempo para as florestas

Há uma semana, o Greenpeace tem deixado a Nestlé de cabelo em pé. Tudo começou com um vídeo-denúncia exigindo que a Nestlé pare de usar óleo de dendê de empresas que destroem as florestas tropicais da Indonésia - atingindo as comunidades locais e os oragotangos nativos. De lá para cá, graças às trapalhadas da empresa para encobrir os fatos, ciberativistas de todo o mundo deram um show de bola com inúmeros protestos on-line.

Dê só uma olhada:

* A Nestlé pediu para que o YouTube tirasse nosso vídeo da
web, mas, como muita gente já tinha repostado, ele começou a
pipocar em diversas contas ficou impossível eliminá-lo do ar.
Até agora, mais de 600 mil pessoas já assistiram ao vídeo.

* Os usuários do Facebook visitaram a página da Nestlé
para perguntar se a empresa iria parar de comprar de fornecedores
que desmatam para plantar dendê e receberam respostas mal-educadas.
Apesar da tentativa da Nestlé de abafar o caso, inúmeros sites e
blogs deram a notícia.

* Mais de 100 mil pessoas em todo o mundo enviaram ao presidente da
Nestlé na Suíça, Paul Bulcke, uma carta apontando os problemas e
pedindo soluções.



As ações de cada um de vocês têm um grande impacto na decisão da Nestlé. Se você não participou, ainda dá tempo.

Envie um e-mail exigindo que a empresa pare de usar óleo de dendê produzido às custas da destruição das florestas. Depois não se esqueça de compartilhar nosso vídeo com seus amigos.

Obrigado pelo seu apoio,


Greenpeace

***

Peça a Nestlé que pare de destruir as florestas da Indonésia para produzir chocolate

A Nestlé compra óleo de dendê para seus chocolates da empresa Sinar Mas, que destrói a floresta da Indonésia para plantar dendezeiros e eucalipto para produzir papel. A sobrevivência de comunidades locais e dos orangotangos, nativos da floresta, está ameaçada. Participe.

***

Prezado Paul Bulcke,
Presidente da Nestlé

O óleo de dendê que você compra para produzir o chocolate “Kit Kat” é resultado da destruição das florestas tropicais da Indonésia. Grandes empresas, como a Sinar Mas, destroem a vegetação primária, chamada floresta de turfa, para plantar dendezeiro, mais eucalipto para produzir papel.

A destruição ameaça a sobrevivência dos orangotangos, nativos da floresta, e das comunidades locais, além de emitir gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento global.

Você e as empresas com quem você comercializa óleo de dendê estão envolvidas na destruição da floresta de turfa.

A Nestlé, maior empresa de alimentos e bebidas do mundo, compra mais de 320 mil toneladas de óleo de dendê por ano. Sua co-responsabilidade sobre a destruição das florestas indonésias é clara. A empresa precisa influenciar mudanças positivas na cadeia de produção de seus fornecedores.

Mesmo com o bom exemplo da Unilever, multinacional de alimentos e cosméticos que já cancelou seu contrato com a Sinar Mas pelas práticas irresponsáveis, a Nestlé não toma nenhuma atitude.

Nestlé, pare de fugir de sua responsabilidade e assuma esse problema. É preciso:

- Interromper relações comerciais com qualquer empresa do Grupo Sinar Mas;
- Parar de comprar produtos de empresas que comercializam óleo de dendê, papel e celulose da Sinar Mas;
- Pressionar o governo e as indústrias da Indonésia para proteger a floresta de turfa, e estabelecer uma moratória pelo fim do desmatamento.

Para assinar a petição, acesse http://greenpeace.org.br/kitkat/