Movimentos Sociais garantem a etapa paulista da IV Conferência Nacional de Saúde Mental, apesar de Serra...
Abaixo matéria que retrata mais uma ação do Governo Serra contra as conferências e a participação social.
Movimentos garantem etapa paulista de Conferência de Saúde Mental
publicado: Rede Brasil Atual
Fundamental para a formulação de políticas para o setor, a etapa estadual da conferência foi convocada em todo o país, menos em SP. Mesmo assim, o Conselho Estadual de Saúde paulista e entidades se encontrarão em São Bernardo para definir os delegados
Por: Cida de Oliveira, especial para a Rede Brasil Atual
Publicado em 11/05/2010, 16:08
Última atualização em 12/05/2010, 17:34
São Paulo - Apesar do boicote do governo estadual paulista, entidades ligadas à saúde pública promovem, no próximo dia 22, um sábado, em São Bernardo (SP)uma plenária para eleger os 188 delegados paulistas que terão voz nos debates da 4ª Conferência Nacional de Saúde Mental Intersetorial.
A gestão estadual foi a única unidade da federação a não convocar a etapa estadual da conferência preparatória para a Nacional. Todas as outras 26 unidades da federação têm eventos marcados nesta ou na próxima semana (confira o calendário aqui).
Além de indicar os delegados, o encontro deverá analisar a situação da saúde mental no estado de São Paulo e elaborar propostas. Os representantes serão escolhidos entre os usuários dos serviços de saúde mental, profissionais e gestores.
A reunião foi convocada pelo Pleno do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo, Conselhos Federal e Regional de Psicologia, Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo, Frente Parlamentar de Apoio à Luta Antimanicomial e Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo. Outras 25 entidades, que compõem o movimento Pró IV Conferência, apoiam a chamada.
"Pelo estatuto, a Conferência Nacional não será prejudicada nem adiada caso alguma das unidades da federação deixe de realizar sua etapa", diz a psicóloga Fernanda Magano, secretária geral do Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo e integrante da Comissão Intersetorial de Saúde Mental do Conselho Nacional de Saúde. "No entanto, não podemos ficar de fora da construção da saúde mental que defendemos", alerta.
Segundo ela, o governo paulista já vinha dando sinais de falta de vontade política para a convocação da etapa estadual. "O secretário chegou a agendar reunião para discutir a questão, mas desmarcou em cima da hora, quando o interlocutor já esperava para ser recebido. Fora outras desculpas que deu, como falta de tempo hábil para a realização", lamenta.
Para o psicólogo Ricardo Barreto, que trabalha no Hospital Psiquiátrico do Juqueri, em Franco da Rocha, o boicote tem outras razões além das político-partidárias. "O governo paulista quer impedir também o debate sobre o atual desmonte e privatização da saúde pública no Estado. E essa discussão não interessa ao candidato (José) Serra", opina. O ex-governador é o nome do PSDB para a sucessão presidencial.
Em Franco da Rocha, o Centro de Atenção Integrada à Saúde Mental (Caism), que funciona em uma área de 2,3 mil metros quadrados que já abrigou o antigo Pavilhão de Tuberculosos do Complexo Psiquiátrico do Juquery, é gerido pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Em setembro passado, o governador José Serra conseguiu aprovar a Lei Complementar 1.095, que permite a adoção do contrato de gestão por Organizações Sociais (OS) em hospitais já existentes e estende o modelo para as áreas de cultura e esporte.
Esse tipo de contrato firmado entre o governo e OS permite contratações e compras de equipamentos sem licitação. As organizações recebem 10% do total do orçamento enviado à unidade hospitalar como pagamento pelo gerenciamento, além de todo o valor referente ao custo de manutenção, incluindo funcionários e estrutura física do local. Tudo isso sem o controle social dos conselhos de saúde.
A 4ª Conferência Nacional de Saúde Mental, programada para Brasília, de 27 e 30 junho, é um fórum onde diversos setores da sociedade debatem o tema, além de questões como álcool e outras drogas. As discussões terão ênfase nos direitos humanos, assistência social, educação, cultura, justiça, trabalho e esportes, entre outros.
Convocada em 29 de abril por decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a realização da conferência veio a público antes, em 14 de janeiro, quando o ministro da Saúde José Gomes Temporão homologou a Resolução 433 do Conselho Nacional de Saúde.
Outro lado
Desde o dia 29 de abril a reportagem da Rede Brasil Atual tenta ouvir da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo o motivo pelo qual não convocou a conferência estadual de saúde mental, a exemplo de todos os demais Estados. No primeiro contato, a assessoria de imprensa informou desconhecer o assunto e que, por isso, "tinha dificuldades para localizar alguém na secretaria que pudesse responder”.Nos contatos seguintes, feitos diariamente, sucessivas recusas foram repetidas, sempre solicitando prazo maior. Até às 16h desta terça-feira, nenhuma informação foi prestada.
Fonte: Economia dos Trabalhadores(as)
PICICA - Blog do Rogelio Casado - "Uma palavra pode ter seu sentido e seu contrário, a língua não cessa de decidir de outra forma" (Charles Melman) PICICA - meninote, fedelho (Ceará). Coisa insignificante. Pessoa muito baixa; aquele que mete o bedelho onde não deve (Norte). Azar (dicionário do matuto). Alto lá! Para este blogueiro, na esteira de Melman, o piciqueiro é também aquele que usa o discurso como forma de resistência da vida.
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maio 14, 2010
Movimentos dão a volta por cima do boicote do governo estadual paulista
dezembro 05, 2009
Boicote a Folha de São Paulo
Tribuna Petista
Boicote Total à Folha de SP
Não basta cancelar assinaturas da Folha/UOL: boicote seus anunciantes!
Tem algo na cultura estadunidense que admiro profundamente: os EUA são um país assumidamente liberal, seus cidadãos lidam com o capitalismo e o consumo de modo claro e aberto. Se uma empresa não corresponde às expectativas e fere o código do consumidor eles movem processos e boicotam. Fazem campanha.
É isso que proporei neste post. Além de cancelar assinaturas da FOLHA/UOL, proponho que boicotemos empresas e produtos que anunciem neste grupo empresarial. Quem deseja ter sua marca assinada a um jornal que pratica anti-jornalismo não merece que os cidadãos de bem prossigam consumindo seus serviços/produtos.
Ando acompanhando o debate na blogosfera sobre o novo protesto contra a Folha/Uol que está marcado para o próximo sábado, às 10 hs, na Barão de Limeira, em frente à sede do Jornal colaboracionista com a ditadura militar.
Eduardo Guimarães propôs o protesto que foi acatado pelo MSM, alguns jornalistas como Rodrigo Vianna acha que um manifesto em frente ao jornaleco é dar muita importância para este órgão espúrio e propõe algo que doa no bolso do Grupo Folha/UOL: cancelamento de assinaturas. Edu contesta a medida como inócua, devido ao fato de esses jornalecos viverem de publicidade e de acordos com o poder público, muitas vezes, duvidosos como no caso da Folha especialmente com o governo do Estado que, além de anunciante de peso, faz assinaturas do jornaleco via secretaria da educação. Aliás, leiam aqui a interessante simbiose criada pelos tucanos com os jornalões.
Em março deste ano, um movimento completamente novo e independente surgiu via blogosfera contra o mau jornalismo praticado por este jornal decadente. Em seu editorial a folha de são paulo (em minúscula mesmo) afirmava, aos moldes de Pinochet, que no Brasil não havia tido ditadura militar e sim ‘ditabranda’.
O resultado daquele movimento foi muito positivo. Transmitido ao vivo pelo twitter e pela blogosfera, ganhou notoriedade mundial, o que fez o jornaleco mais uma vez passar vergonha pública e voltar atrás em outro editorial, além das milhares de assinaturas canceladas e de vários ciclos de debates e publicações em torno da discussão sobre os anos de chumbo no Brasil.
É compreensível (embora seja inaceitável) a folha sempre querer minimizar o que foi o regime de exceção e tortura no Brasil. Este jornaleco tem muitos motivos pra querer apagar a memória das décadas de ditadura militar no Brasil, já que foi um jornal colaboracionista com a ditadura militar. Nós, brasileiros cidadãos que respeitamos os valores democráticos, não.
Agora, no final de novembro, novamente a folha, que deveria poupar o corte de eucaliptos, publica um artigo de César Benjamin, ex-militante arrivista, que além de ofender a memória de um dos principais movimentos responsáveis pela queda da ditadura militar no Brasil, ataca gratuitamente a figura do presidente do país, praticando injúria e difamação (eu ainda sou favorável a uma ação pública contra a Folha e contra Benjamin). As falsas acusações do artigo injurioso foram negadas com veemência por todos os envolvidos, inclusive pelo delegado responsável pela prisão de Lula à época: Romeu Tuma.
Enfim, a folha caminha a passos largos para decretar sua falência financeira, pois a falência jornalística ela já decretou há muito.
Pessoas inteligentes, sérias, que desejam a promoção da democracia não podem ler o jornalismo marrom praticado por este jornaleco. Se ainda assinam a folha ou uol, cancelem. Mas além disso, proponho que também boicotem produtos e empresas que ainda anunciam neste jornal de futricas, factóides e faccioso.
Abaixo, segue uma lista provisória dos anunciantes que ainda associam seus produtos e marcas a este Grupo sem moral. Peço ajuda aos leitores do blog para que completemos a lista.
Abraços
BOICOTE AS EMPRESAS QUE ANUNCIAM NO GRUPO FOLHA/UOL
Cursos 24 Horas
Lojas Americanas
Espaço de Dança Ruth Rachou
Extra
Fábio Imóveis
Fast Shop
Livraria Saraiva
Luxtravel Turismo
Magazineluiza
Portal Educação
SKY
Submarino
Via Tentação
Lingerie Sexy
Vida Boa
Brasil
Fonte: Blog da Maria Frô
Boicote Total à Folha de SP
Não basta cancelar assinaturas da Folha/UOL: boicote seus anunciantes!
Tem algo na cultura estadunidense que admiro profundamente: os EUA são um país assumidamente liberal, seus cidadãos lidam com o capitalismo e o consumo de modo claro e aberto. Se uma empresa não corresponde às expectativas e fere o código do consumidor eles movem processos e boicotam. Fazem campanha.
É isso que proporei neste post. Além de cancelar assinaturas da FOLHA/UOL, proponho que boicotemos empresas e produtos que anunciem neste grupo empresarial. Quem deseja ter sua marca assinada a um jornal que pratica anti-jornalismo não merece que os cidadãos de bem prossigam consumindo seus serviços/produtos.
Ando acompanhando o debate na blogosfera sobre o novo protesto contra a Folha/Uol que está marcado para o próximo sábado, às 10 hs, na Barão de Limeira, em frente à sede do Jornal colaboracionista com a ditadura militar.
Eduardo Guimarães propôs o protesto que foi acatado pelo MSM, alguns jornalistas como Rodrigo Vianna acha que um manifesto em frente ao jornaleco é dar muita importância para este órgão espúrio e propõe algo que doa no bolso do Grupo Folha/UOL: cancelamento de assinaturas. Edu contesta a medida como inócua, devido ao fato de esses jornalecos viverem de publicidade e de acordos com o poder público, muitas vezes, duvidosos como no caso da Folha especialmente com o governo do Estado que, além de anunciante de peso, faz assinaturas do jornaleco via secretaria da educação. Aliás, leiam aqui a interessante simbiose criada pelos tucanos com os jornalões.
Em março deste ano, um movimento completamente novo e independente surgiu via blogosfera contra o mau jornalismo praticado por este jornal decadente. Em seu editorial a folha de são paulo (em minúscula mesmo) afirmava, aos moldes de Pinochet, que no Brasil não havia tido ditadura militar e sim ‘ditabranda’.
O resultado daquele movimento foi muito positivo. Transmitido ao vivo pelo twitter e pela blogosfera, ganhou notoriedade mundial, o que fez o jornaleco mais uma vez passar vergonha pública e voltar atrás em outro editorial, além das milhares de assinaturas canceladas e de vários ciclos de debates e publicações em torno da discussão sobre os anos de chumbo no Brasil.
É compreensível (embora seja inaceitável) a folha sempre querer minimizar o que foi o regime de exceção e tortura no Brasil. Este jornaleco tem muitos motivos pra querer apagar a memória das décadas de ditadura militar no Brasil, já que foi um jornal colaboracionista com a ditadura militar. Nós, brasileiros cidadãos que respeitamos os valores democráticos, não.
Agora, no final de novembro, novamente a folha, que deveria poupar o corte de eucaliptos, publica um artigo de César Benjamin, ex-militante arrivista, que além de ofender a memória de um dos principais movimentos responsáveis pela queda da ditadura militar no Brasil, ataca gratuitamente a figura do presidente do país, praticando injúria e difamação (eu ainda sou favorável a uma ação pública contra a Folha e contra Benjamin). As falsas acusações do artigo injurioso foram negadas com veemência por todos os envolvidos, inclusive pelo delegado responsável pela prisão de Lula à época: Romeu Tuma.
Enfim, a folha caminha a passos largos para decretar sua falência financeira, pois a falência jornalística ela já decretou há muito.
Pessoas inteligentes, sérias, que desejam a promoção da democracia não podem ler o jornalismo marrom praticado por este jornaleco. Se ainda assinam a folha ou uol, cancelem. Mas além disso, proponho que também boicotem produtos e empresas que ainda anunciam neste jornal de futricas, factóides e faccioso.
Abaixo, segue uma lista provisória dos anunciantes que ainda associam seus produtos e marcas a este Grupo sem moral. Peço ajuda aos leitores do blog para que completemos a lista.
Abraços
BOICOTE AS EMPRESAS QUE ANUNCIAM NO GRUPO FOLHA/UOL
Cursos 24 Horas
Lojas Americanas
Espaço de Dança Ruth Rachou
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Brasil
Fonte: Blog da Maria Frô
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