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novembro 10, 2010

Massa cheirosa, que só queria o voto dos fedidos, continua disseminando o ódio

PICICA: "Essa elite separatista que se manifestou, sobretudo via twitter, já vem há tempos espalhando e-mails onde sustentam a tese de que o Sul e Sudeste “trabalham para sustentar os vagabundos que recebem Bolsa Família no Nordeste”". Em tempo: Em Manaus, essa elite perdeu a vergonha de manifestar o ódio classista adormecido nos últimos oito anos. Refratários à crítica, a indigência de seus argumentos é de fazer corar seus próprios pares. Estes quando os advertem são tratados com a mesma forma grosseira com que eles respondem aos antagonistas de suas idéias. Essas "idéias", adotadas sem qualquer exame, acrescidas, à exaustão, da expressão "fala sério", é o retrato mal acabado da indigência mental de uma "elite" habituada a estigmatizar seus opositores. A falta de reflexão e de fundamentos razoáveis faz deste grupelho a banda podre do Facebook. Requiescat in pace.

Tribuna Petista



*Por Fernando Augusto

Não surpreendeu a reação preconceituosa e ignorante de jovens de classe média e alta, após proclamada a vitória incontestável de Dilma Rousseff. Quem convive ou conversa com essas pessoas já sabe como elas pensam. As redes sociais na internet só as deixam mais à vontade para manifestar suas ideias mais radicais.

Essa elite separatista que se manifestou, sobretudo via twitter, já vem há tempos espalhando e-mails onde sustentam a tese de que o Sul e Sudeste “trabalham para sustentar os vagabundos que recebem Bolsa Família no Nordeste”.

Além deste programa social não ser bancado apenas com os impostos cobrados nos estados do Sul e Sudeste, foi um dos responsáveis pela redução da pobreza e crescimento do mercado consumidor nos últimos oito anos. O presidente do Banco Mundial, Paul Wolfowitz, quando veio ao Brasil, comentou: “o Bolsa Família já se tornou um modelo altamente elogiado de políticas sociais. Países, ao redor do mundo estão aprendendo lições com a experiência brasileira e estão tentando reproduzir os mesmos resultados para suas populações”.

É fato que a campanha de ódio disseminada por José Serra contribuiu para gerar esse clima após o resultado da eleição. O tucano, inclusive, já chegou a atribuir à migração o baixo desempenho das escolas paulistas nos exames nacionais.
Portanto, é normal a reação dos eleitores do Serra contra não só o Bolsa Família, mas também a distribuição de renda, política de valorização do salário mínimo, entre outras ações para incluir pessoas.

Daí, vê-se como eram eleitoreiras as promessas do PSDB de aumentar o mínimo e dar o 13º salário do Bolsa Família.

*Fernando Augusto é chefe de reportagem do Visão Oeste

setembro 27, 2010

Alimentada pela mídia, a oposição evoca fantasmas do passado

A Última Marcha 

Por Leandro Fortes

Alimentada pela mídia, a oposição tenta evocar fantasmas do passado de triste memória

A pouco mais de uma semana das eleições, o núcleo da campanha do candidato do PSDB, José Serra, debatia-se com a possibilidade ou não de usar, no horário gratuito da tevê, um vídeo de terror eleitoral criado no melhor estilo do cineasta Zé do Caixão para fazer de cada eleitor brasileiro uma Regina Duarte em pânico. Na peça, veiculada na internet, pergunta-se se Dilma Rousseff será capaz de segurar os radicais do PT, “o partido que não gosta da imprensa”, representados por cães da raça rottweiler. Um dos pontos altos da propaganda mostra um exemplar da revista Veja em chamas.


A dúvida sobre a exibição não era só de ordem “marqueteira” (ataques desse naipe funcionam ou não?), mas jurídica. A lei eleitoral proíbe “efeitos especiais” na campanha, entre eles colocar atores para interpretar personagens reais – no caso Lula e Dilma.


O comercial tucano coroa um momento singular da vida política brasileira. Após o presidente da República reclamar do comportamento da mídia (reportagem à pág. 40), que, segundo ele, age como partido político, uma reação capitaneada pelos meios de comunicação fez lembrar as marchas que clamavam pelo golpe militar em 1963 e 1964. O mais badalado evento, um ato na Faculdade de Direito do Largo São Francisco precisou arregimentar alunos às pressas para formar um quórum de 150 participantes e propiciar a foto que os jornais estampariam no dia seguinte.


Fonte :
Carta Capital - Confira este conteúdo na íntegra da edição 615, já nas bancas.



setembro 05, 2010

Para Leonardo Boff o governo Lula derrotou as elites econômico-financeiras e a grande imprensa comercial

Leonardo Boff *

Para mim o significado maior desta eleição é consolidar a ruptura que Lula e o PT instauraram na história política brasileira. Derrotaram as elites econômico-financeiras e seu braço ideológico, a grande imprensa comercial. Notoriamente, elas sempre mantiveram o povo à margem da cidadania, feito, na dura linguagem de nosso maior historiador mulato, Capistrano de Abreu, “capado e recapado, sangrado e ressangrado”. Elas estiveram montadas no poder por quase 500 anos. Organizaram o Estado de tal forma que seus privilégios ficassem sempre salvaguradados. Por isso, segundo dados do Banco Mundial, são aquelas que, proporcionalmente, mais acumulam no mundo e se contam, política e socialmente, entre as mais atrasadas e insensíveis. São vinte mil famílias que, mais ou menos, controlam 46% de toda a riqueza nacional, sendo que 1% delas possui 44% de todas as terras. Não admira que estejamos entre os países mais desiguais do mundo, o que equivale dizer, um dos mais injustos e perversos do planeta.

Até a vitória de um filho da pobreza, Lula, a casa grande e a senzala constituíam os gonzos que sustentavam o mundo social das elites. A casa grande não permitia que a senzala descobrisse que a riqueza das elites fora construída com seu trabalho superexplorado, com seu sangue e suas vidas, feitas carvão no processo produtivo. Com alianças espertas, embaralhavam diferentemente as cartas para manter sempre o mesmo jogo e, gozadores, repetiam: “façamos nós a revolução antes que o povo a faça”. E a revolução consistia em mudar um pouco para ficar tudo como antes. Destarte, abortavam a emergência de outro sujeito histórico de poder, capaz de ocupar a cena e inaugurar um tempo moderno e menos excludente. Entretanto, contra sua vontade, irromperam redes de movimentos sociais de resistência e de autonomia. Esse poder social se canalizou em poder político até conquistar o poder de Estado.

Escândalo dos escândalos para as mentes súcubas e alinhadas aos poderes mundiais: um operário, sobrevivente da grande tribulação, representante da cultura popular, um não educado academicamente na escola dos faraós, chegar ao poder central e devolver ao povo o sentimento de dignidade, de força histórica e de ser sujeito de uma democracia republicana, onde “a coisa pública”, o social, a vida lascada do povo ganhasse centralidade. Na linha de Gandhi, Lula anunciou: “não vim para administrar, vim para cuidar; empresa eu administro, um povo vivo e sofrido eu cuido”. Linguagem inaudita e instauradora de um novo tempo na política brasileira. O “Fome Zero”, depois o “Bolsa Família”, o “Crédito Consignado”, o “Luz para Todos”, o “Minha Casa, minha Vida, o “Agricultura familiar, o “Prouni”, as “Escolas Profissionais”, entre outras iniciativas sociais permitiram que a sociedade dos lascados conhecesse o que nunca as elites econômico-financeiras lhes permitiram: um salto de qualidade. Milhões passaram da miséria sofrida à pobreza digna e laboriosa e da pobreza para a classe média. Toda sociedade se mobilizou para melhor.

Mas essa derrota infligida às elites excludentes e anti-povo, deve ser consolidada nesta eleição por uma vitória convincente para que se configure um “não retorno definitivo” e elas percam a vergonha de se sentirem povo brasileiro assim como é e não como gostariam que fosse. Terminou o longo amanhecer.

Houve três olhares sobre o Brasil. Primeiro, foi visto a partir da praia: os índios assistindo a invasão de suas terras. Segundo, foi visto a partir das caravelas: os portugueses “descobrindo/encobrindo” o Brasil. O terceiro, o Brasil ousou ver-se a si mesmo e aí começou a invenção de uma república mestiça étnica e culturalmente que hoje somos. O Brasil enfrentou ainda quatro duras invasões: a colonização que dizimou os indígenas e introduziu a escravidão; a vinda dos povos novos, os emigrantes europeus que substituíram índios e escravos; a industrialização conservadora de substituição dos anos 30 do século passado mas que criou um vigoroso mercado interno e, por fim, a globalização econômico-financeira, inserindo-nos como sócios menores.

Face a esta história tortuosa, o Brasil se mostrou resiliente, quer dizer, enfrentou estas visões e intromissões, conseguindo dar a volta por cima e aprender de suas desgraças. Agora está colhendo os frutos.

Urge derrotar aquelas forças reacionárias que se escondem atrás do candidato da oposição. Não julgo a pessoa, coisa de Deus, mas o que representa como ator social. Celso Furtado, nosso melhor pensador em economia, morreu deixando uma advertência, título de seu livro A construção interrompida (1993): “Trata-se de saber se temos um futuro como nação que conta no devir humano. Ou se prevalecerão as forças que se empenham em interromper o nosso processo histórico de formação de um Estado-Nação” (p.35). Estas não podem prevalecer. Temos condições de completar a construção do Brasil, derrotando-as com Lula e as forças que realizarão o sonho de Celso Furtado e o nosso.

*Leonardo Boff é teólogo, filósofo e escritor.

* Reproduzido do site www.pt.org.br 

maio 22, 2010

Tribuna Petista - Gente que mente (PSDB): Mente novamente

Por Guina

O Gente Que Mente, site fajuto do PSDB, criado para caluniar Dilma e Lula, publicou mais um post mentindo , desta vez, sobre José Serra  e suas catastróficas ações frente ao ministério da saúde no (des) governo FHC.

A Mentira

"José Serra foi o melhor ministro da saúde do mundo. (...) triplicou a distribuição de remédios gratuitos; reduziu o preço dos remédios; multiplicou por três o número de agentes de saúde comunitários e por cinco as equipes do Saúde da Família. (...)  fez os mutirões; criou o programa de vacinação de idosos contra a gripe; criou e implantou o programa de prevenção e tratamento de Aids."

A Verdade

Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde e junto com FHC, zerou o investimento na área de saneamento, o que causou a propagação de várias doenças no país. Além disso, José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar os focos do Aedes Aegypti.
Dos R$ 81 milhões gastos em publicidade do seu ministério em 2001, apenas R$ 3 milhões foram utilizados em campanhas educativas de combate à doença. O resultado desta política criminosa se fez sentir no Rio de Janeiro que, entre janeiro e maio de 2002, registrou 207.521 casos da dengue e a morte de 63 pessoas.

*Gente Que Mente é uma seção do blog Tribuna Petista que irá mostrar sempre as mentiras da falida oposição composta pelo PSDB, DEM e cia.
Posted: 22 Jan 2010 10:21 AM PST
"Cangaceiro, sertanejo aguerrido e valente. Capanga, guarda-costas, valentão". Essas são as definições para "jagunço" no dicionário Michaelis. No dicionário petista, a palavra serviu para adjetivar o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), o que acarretará em processo à legenda de Lula. "É risível a justificativa deles (PSDB). É de morrer de rir", diz José Eduardo Dutra, presidente eleito do PT que, junto ao atual, deputado Ricardo Berzoini (SP), cunhou o termo "jagunço político" ao tucano por ter chamado a pré-candidata petista e ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, de "mentirosa".

Os petistas, na mesma oportunidade, chamaram o pré-candidato tucano ao Planalto, governador José Serra (SP), de "hipócrita" por não entrar no debate político e deixar que o senador Guerra entre em seu lugar. O secretário nacional do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), afirmou, em nota divulgada nesta quinta-feira, que o partido vai processar os dois por calúnia e difamação.

A Terra Magazine, o presidente eleito do PT, José Eduardo Dutra, remonta a cronologia dos acontecimentos e justifica o teor da nota divulgada por ele e Berzoini. Argumenta que não se trata de preconceito, como acusam os tucanos, e dá um recado: "Nós queremos um debate de alto nível, mas também não vamos correr do pau. Se quiserem (PSDB) ir pro pau, vamos também".

Leia abaixo a íntegra da entrevista:

Terra Magazine - O PSDB quer processar o senhor e o deputado Ricardo Berzoini por calúnia e difamação...

José Eduardo Dutra - É risível a nota. É de morrer de rir. Em primeiro, porque eu sou de Sergipe. E mais, dizer que é preconceito usar um termo desde sempre muito usado no nordeste é de morrer de rir. Não entendi onde ele foi buscar o preconceito nisso aí. Onde está o preconceito quando se usa o termo jagunço?Mas, o senhor...Onde vai o preconceito contra o povo nordestino? A não ser que o senador Sérgio Guerra ache que ele é o povo nordestino. Em segundo, usamos um termo muito usado no nordeste e o relativizamos: "jagunço político". Ou seja, está vinculado ao teor da nota que ele soltou. Então, a nossa nota precisa bem em que circunstâncias está o termo. E se eu disser que Dilma é uma candidata arretada? Eu estou sendo preconceituoso? O argumento deles é risível. Se for para julgar qual nota seria cabível de ir na justiça, seria a do Sérgio Guerra contra Dilma.Por quê?Ali sim os termos são grosseiros e caluniosos. A nossa nota, não. Nós somente afirmamos que ele se comportou como um jagunço político ao soltar a nota anterior. Agora, querem entrar na Justiça? Paciência, é um direito deles. Mas deveriam arrumar argumentos melhores.

O senhor não acredita que esses argumentos estejam vinculados, de certa forma, ao fato de o partido carecer de maior inserção no nordeste?

Olha, se isso for uma estratégia de inserção, eles estão mal de estratégia.

O senhor acha que essa troca de notas entre os altos escalões do partido sejam positivas ou negativas para a imagem de ambos em ano eleitoral?

Nós vamos dançar de acordo com a música. Se tocar valsa, dançaremos valsa. Se tocar heavy metal, dançaremos heavy metal. Isso começou com a entrevista de Guerra na revista Veja, dizendo que iria acabar com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Respondemos.

A ministra Dilma respondeu, certo?

A ministra Dilma rebateu politicamente. Guerra, por sua vez, soltou uma nota naqueles termos, acusando a ministra de mentirosa. Nós respondemos, ao meu ver, muitos tons abaixo à nota do presidente do PSDB. Estranhamos que, no mesmo dia em que o governador José Serra (SP) disse que não entraria em baixaria, o presidente da sigla soltou uma nota nesses termos. Nós queremos um debate de alto nível, mas também não vamos correr do pau. Se quiserem ir pro pau, vamos também.

Fonte: Terra Magazine via Por Um Novo Brasil

maio 18, 2010

Biografia da Dilma e do Serra, segundo a Tribuna Petista

Tribuna Petista



*Dilma e José Serra tem suas biografias comparadas em texto que está circulando pela internet. É uma boa comparação sobre ambos. De um lado a biografia de Dilma e do outro a biografia de José Serra:

José Serra tem 68 anos é paulista, filho único de imigrantes italianos, o pai, empresário no ramo de frutas. José Serra foi criado em uma ampla e confortável casa na Mooca, São Paulo.

Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha do imigrante Pedro Rousseff, búlgaro naturalizado brasileiro, e da professora Dilma Jane Silva.

Quando Serra tinha 11 anos, sua família mudou para uma luxuosa casa em São Paulo na Rua Antônio de Gouveia Giudice, no bairro nobre de Alto Pinheiros.
Imóvel não era problema para a rica família Serra, que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Serra utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupo terrorista Ação Popular do qual foi um dos fundadores, que pouco tempo depois viriam a praticar atentados, roubar e seqüestrar.

Aluna da escola pública (escola estadual Milton Campos em Minas Gerais), Dilma conseguiu ingressar na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais, e, no início dos anos sessenta, tornou-se uma grande militante do movimento estudantil combatendo a ditadura militar no país.

Serra, por sua vez, neste mesmo período, ajudou a fundar a Ação Popular (grupo radical e adepto da luta armada que explodiu o aeroporto de Gurarapres em 25/07/1966).
Quando presidente da UNE vivia encangado na barra da calça de Jango.


Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Tornado-se economista, mestre em teoria econômica pela Unicamp e doutoranda em economia monetária e financeira pela mesma universidade.

Aos 18 anos, Serra ingressou no curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, o qual nunca concluiu. Com o golpe militar de 1964, ele exilou-se na Bolívia, no Uruguai e, em seguida, no Chile, onde fez o “Curso de economia” da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), de 1965 a 1966, especializando-se em planejamento industrial. Apenas 2 (dois) anos de curso! Quer dizer, não é um curso superior formal. Depois disso, fez mestrado em Economia pela Universidade do Chile (1968), da qual foi professor entre 1968 e 1973. Em 1974, fez Mestrado e Doutorado em Ciências Econômicas na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, sem nunca ter concluído uma faculdade. Como foi possível isso? No Chile e nos EUA não é exigido curso superior para fazer pós-graduação, o que não é permitido aqui no Brasil. Além disso, os cursos de pós-graduação que Serra cursou na Cornell (com que dinheiro não sei, porque são caríssimos) não são “strictu senso“ mas “lato senso“ como os fornecidos pela rede privada aqui no Brasil. Em suma: não valem nada em termos acadêmicos. Serra permaneceu 13 anos longe do Brasil. Autoexilando-se (ou melhor, fugindo) no Chile, junto com FHC ao invés de lutar pelo povo contra a ditadura. Na volta ao Brasil, logo locupletou-se com as elites brasileiras.

Enquanto isso, Dilma estava sendo presa e torturada. Combateu até o fim a ditadura militar no Brasil. Sempre esteve ao lado das forças progressistas e democráticas brasileiras. E ainda é, incansável defensora que se abra os arquivos secretos da ditadura militar. É direito de todo o povo saber o que realmente acontecia nos porões da ditadura.

Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Teve sua candidatura a deputado impugnada, pois estava com os direitos políticos suspensos devido à explosão do aeroporto de Guararapes. Foi admitido como editorialista do jornal que também apoiou a ditadura (Folha de São Paulo).

Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo, por também combater a ditadura militar. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer as disciplinas do mestrado na UNICAMP.

Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo, quando fez um péssimo trabalho. Braço direito do governador Montoro, não conseguiu sequer arrumou as finanças do Estado, sucateando ainda mais a Educação e a Saúde.

Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, e teve um dos piores desempenhos, como pode-se conferir abaixo:


a) votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas;
b) votou contra garantias ao trabalhador de estabilidade no emprego;
c) votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias;
d) votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo;
e) negou seu voto pelo direito de greve;
f) negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário;
g) negou seu voto pelo aviso pró prévio porcional;
h) negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical;
i) negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio;
j) negou seu voto pela garantia do salário mínimo real;
Fonte: DIAP — “Quem foi quem na Constituinte”;pág. 621.


Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, que classificou a gestão “como exemplo de competência e transparência”.Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, quando se afastou para se dedicar à campanha de Carlos Araújo(um dos fundadores do PDT ao lado de Leonel Brizola) à prefeitura de Porto Alegre.

Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiz Erundina, (á época do PT), nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal quando teve novamente péssimo mandato.

Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, saindo de lá para ser presidente da Fundação de Economia e Estatística, no governo de Alceu Collares.

Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano de Privatização de Fernando Henrique Cardoso, deixando um rastro de enormes prejuízos para o povo brasileiro:
· 166 empresas privatizadas entre 1990 e 1999;
· 546 mil postos de trabalho extintos diretamente;
· 17,1% dos 3,2 milhões de empregos formais perdidos na década.
(Fontes: Pochmann, Márcio. A década dos mitos. São Paulo, Editora Contexto, 2001. Biondi, Aloysio. O Brasil privatizado. São Paulo, Editora Perseu Abramo, 2001)

Depois foi eleito senador por São Paulo, em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento, onde por pura incompetência deixou o país à mercê de um racionamento durante o famoso “apagão” no governo FHC que durou Oito meses.

Em 1995, Dilma Rousseff voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômica.

Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde. Junto com FHC, zerou o investimento na área de saneamento, o que causou a propagação de várias doenças no país. Além disso, José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar os focos do Aedes Aegypti. Dos R$ 81 milhões gastos em publicidade do seu ministério em 2001, apenas R$ 3 milhões foram utilizados em campanhas educativas de combate à doença. O resultado desta política criminosa se fez sentir no Rio de Janeiro que, entre janeiro e maio de 2002, registrou 207.521 casos da dengue e a morte de 63 pessoas.

Em 1998, Dilma retornou à Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho.

Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.

Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, um ministério que cuida de questões relevantes para o país como o petróleo, o gás, a energia elétrica e as energias renováveis.

Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo e prejudicou sua já arranhada imagem ao mentir para o povo de São Paulo quando no debate da Band, diante de Boris Casoy,  afirmou que em caso de não cumprir a promessa, que seus eleitores nunca mais votassem nele. Disse ainda que “embora alguns candidatos adversários gostem de dizer que eu sairei candidato à presidência da República ou ao governo do estado, eu assumo esse compromisso, meu propósito, minha determinação é governar
São Paulo por quatro anos”. Deu sua palavra em rede nacional e depois voltou atrás, mentindo para o povo.

Em junho de 2005, Dilma assumiu o ministério da Casa Civil quando coube a ela tarefa de comandar o principal programa do segundo mandato de Lula, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Em 2006, Serra elegeu-se Governador de São Paulo (confirmando que mentira mesmo ao povo), cargo que exerceu até o último dia 31 de março de 2010. O governo foi marcado pela tragédia no Metrô e o escândalo no Caso Alstom.
É o candidato natural da oposição à Presidência da República. Oposição esta composta pelo PSDB (partido à qual pertence o chefe do mensalão mineiro, Eduardo Azeredo e Yeda Crusius, governadora do RS, envolvida em um escândalo no Detran daquele estado). Ainda possui aliança com o DEM (partido do mensalão do DF no qual o ex-governador e principal operador do esquema, José Roberto Arruda, iria ser o candiato à vice de José Serra).

De 2006 para cá, Dilma vem ganhando destaque na mídia por sua excelente atuação na Casa Civil e crescendo a cada dia pela sua determinação. É a candidata natural escolhida pelo presidente para dar continuidade ao projeto de crescimento econômico e investimentos sociais do Governo Lula.
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*Este currículo comparado não tem autoria conhecida, está circulando pela internet, mas é uma boa comparação entre a biografia de Dilma com a biografia de José Serra. Copie e envie para todos os seus amigos, conhecidos, colegas e parentes. Faça um bem para o Brasil. Faça um bem para as pessoas. Ajude a desmanchar a maior mentira que já inventaram na história deste país: José Serra.

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abril 10, 2010

Perfil dos candidatos Serra e Dilma

Foto postada na Tribuna Petista
Tribuna Petista

Jose Serra x Dilma: Uma Comparação Honesta

O relato abaixo é baseado em fatos reais, não há mentiras. Ele se destina a mostrar de uma forma isenta e imparcial as realizações e o perfil dos dois principais candidatos a presidência da República.

José Serra, junto com Elena Landau, funcionária de Daniel Dantas, bate o martelo da privatização da Telebrás num processo honesto, transparente, ético e correto, que até hoje é exemplo de probidade administrativa

Governos do qual fizeram parte

Serra foi ministro de Fernando Henrique Cardoso, num governo de homens bons, respeitado e admirado no exterior.
Dilma foi ministra de Lula, um governo da gentalha ignara, desqualificado e sem moral junto aos principais líderes mundiais.

Número de Servidores

Na gestão de Serra na pasta do planejamento ele combateu o inchaço da máquina pública, não houve um concurso sequer e os salários de marajás dos funcionários não sofreram aumento durante os 8 anos do governo FHC, deixando de onerar-se assim o erário público, mantendo a austeridade fiscal.

No (des)governo Lula, da qual Dilma fez parte, tem concurso semana sim e a outra também, inchando a máquina administrativa federal, favorecendo a entrada de elementos oriundos da gentalha, baixando ainda mais a qualidade do serviço público. Além disso, foram concedidos vários reajustes eleitoreiros ao funcionalismo, aumentando o déficit do tesouro, um verdadeiro programa de compra de votos dos servidores.

Combate ao gigantismo estatal

No governo FHC, Serra atuou com firmeza no combate ao gigantismo estatal, buscando reduzí-lo ao mínimo possível. Ele se empenhou pessoalmente na privatização das estatais Vale do Rio Doce, Embratel, Sistema Telebrás, etc, bem como participou ativamente da preparação para a privatização da dispendiosa, deficitária e ineficiente Petrobrax.

Já Dilma Roussef, como ministra das minas e energia nada fez para privatizar a deficitária Petrobrás (Petrobrax) e ainda apoiou, como ministra da Casa Civil, a expansão estatizante do Banco do Brasil e da Caixa, ao invés de propor a privatização desses paquidermes estatais consumidores de recursos públicos que nenhum retorno trazem à nação.

Gestão Econômica nas crises internacionais

José Serra, economista competente, atuou no planejamento em plena comunhão com o FMI e o Banco Mundial, alçando a economia brasileira a uma sólida posição de destaque, superando crises com grande maestria.

Dilma e o (des)governo Lula mergulharam o país numa crise infindável, provocaram a quebradeira generalizada, o desemprego em massa e a falência da indústria automobilística, justamente por terem abandonados a supervisão do Banco Mundial e a gerência salvadora do FMI, desprezando uma ajuda valiosa para o país.

Educação

A Educação é uma das vitrines do governo Serra em São Paulo. Durante o seu governo ela foi alçada a um nível muito elevado de qualidade e resultados, superando até mesmo os países da Europa. A implantação do bônus por desempenho somente para os professores merecedores, de acordo com a análise da direção, ao invés do antigo aumento salarial geral, levará a qualidade educacional para um patamar nunca antes visto na história da humanidade, além de evitar que os professores esquerdistas sejam recompensados por sua indolência funcional.

Já Dilma e o governo Lula sucatearam a educação a nível nacional, abrindo dezenas de universidades fajutas e centenas de centros tecnológicos mequetrefes que mais funcionam como centros de doutrinação marxista do que outra coisa.

Segurança pública

A segurança pública paulista sob o governo Serra é um exemplo não só para o Brasil, como para o mundo. Com um dos melhores salários pagos aos policiais e um dos menores índices de corrupção nacional, a segurança pública em São Paulo é coisa de primeiro mundo, tendo capturado vários criminosos internacionais que se escondia no país com a conivência da polícia do Lula.

Já Dilma, no governo Lula, ajudou a transformar a Polícia Federal em uma polícia política para perseguir os homens de bem e ameaçar os que lutam por justiça. Um exemplo desse ultraje dilmista foi a invasão da Daslu, a cruel perseguição ao Daniel Dantas e a prisão dos proprietários do Banco de Santos.

Saneamento

Como grande engenheiro que é, Serra sabe a importância das obras de saneamento básico e, cumprindo suas promessas de campanha, colocou esgoto e água na porta de milhões de pessoas em São Paulo.

Já Dilma emPACou o PAC do saneamento, mandando milhões de reais para debaixo do chão.

Liberdades democráticas

Serra preza pela liberdade de imprensa e valoriza os veículos de comunicação decentes, que não são dominados pelos esquerdistas ou que não fazem o jogo satânico do petismo atroz. Por isso mesmo, comprou milhares de assinaturas da Revista Veja, Jornal Folha de São Paulo e do Estadão para o governo do estado de São Paulo, propiciando uma informação isenta, ética e imparcial, sem a mácula petista, aos funcionários do seu governo.

Inimiga da democracia, a ex-terrorista Dilma persegue a liberdade de imprensa e acusa injustamente a Revista Veja, Jornal Folha de São Paulo e o Estadão de serem parciais e apoiarem José Serra.

Moral e bons costumes

José Serra se casou em 1967, nunca se separou, é fiel a sua esposa e um ótimo pai para seus filhos. Serra, quando ministro da saúde, repreendeu duramente a Xuxa pelo péssimo exemplo que dava às mulheres da nação sendo mãe solteira, atentando contra a moral e os bons costumes e insultando à família cristã.

Já Dilma Roussef se casou e se separou duas vezes, pecando contra as leis divinas pois o que Deus une a mulher não deve separar. Pecadora costumaz, Dilma certamente não tinha a autorização do seu ex-marido para sua atuação política sendo portanto um péssimo exemplo para as mulheres de insubmissão ao poder masculino.

São essas, por enquanto, as comparações adequadas entre a candidata terrorista de Lula e o governador José Serra, que mostram que este último é realmente o brasileiro mais bem preparado para assumir a presidência da República, remindo a nação das hostes satânicas do lullismo e recuperando o prestígio do Brasil no exterior.

Por favor copiem e enviem esse texto por email para todos de vossas listas pois precisamos garantir a vitória de Serra já no primeiro turno das eleições de outubro.

Transcrito do blog do Professor Hariovaldo

dezembro 05, 2009

Boicote a Folha de São Paulo

Foto postada em Tribuna Petista
Tribuna Petista

Boicote Total à Folha de SP

Não basta cancelar assinaturas da Folha/UOL: boicote seus anunciantes!

Tem algo na cultura estadunidense que admiro profundamente: os EUA são um país assumidamente liberal, seus cidadãos lidam com o capitalismo e o consumo de modo claro e aberto. Se uma empresa não corresponde às expectativas e fere o código do consumidor eles movem processos e boicotam. Fazem campanha.

É isso que proporei neste post. Além de cancelar assinaturas da FOLHA/UOL, proponho que boicotemos empresas e produtos que anunciem neste grupo empresarial. Quem deseja ter sua marca assinada a um jornal que pratica anti-jornalismo não merece que os cidadãos de bem prossigam consumindo seus serviços/produtos.

Ando acompanhando o debate na blogosfera sobre o novo protesto contra a Folha/Uol que está marcado para o próximo sábado, às 10 hs, na Barão de Limeira, em frente à sede do Jornal colaboracionista com a ditadura militar.

Eduardo Guimarães propôs o protesto que foi acatado pelo MSM, alguns jornalistas como Rodrigo Vianna acha que um manifesto em frente ao jornaleco é dar muita importância para este órgão espúrio e propõe algo que doa no bolso do Grupo Folha/UOL: cancelamento de assinaturas. Edu contesta a medida como inócua, devido ao fato de esses jornalecos viverem de publicidade e de acordos com o poder público, muitas vezes, duvidosos como no caso da Folha especialmente com o governo do Estado que, além de anunciante de peso, faz assinaturas do jornaleco via secretaria da educação. Aliás, leiam aqui a interessante simbiose criada pelos tucanos com os jornalões.

Em março deste ano, um movimento completamente novo e independente surgiu via blogosfera contra o mau jornalismo praticado por este jornal decadente. Em seu editorial a folha de são paulo (em minúscula mesmo) afirmava, aos moldes de Pinochet, que no Brasil não havia tido ditadura militar e sim ‘ditabranda’.

O resultado daquele movimento foi muito positivo. Transmitido ao vivo pelo twitter e pela blogosfera, ganhou notoriedade mundial, o que fez o jornaleco mais uma vez passar vergonha pública e voltar atrás em outro editorial, além das milhares de assinaturas canceladas e de vários ciclos de debates e publicações em torno da discussão sobre os anos de chumbo no Brasil.

É compreensível (embora seja inaceitável) a folha sempre querer minimizar o que foi o regime de exceção e tortura no Brasil. Este jornaleco tem muitos motivos pra querer apagar a memória das décadas de ditadura militar no Brasil, já que foi um jornal colaboracionista com a ditadura militar. Nós, brasileiros cidadãos que respeitamos os valores democráticos, não.

Agora, no final de novembro, novamente a folha, que deveria poupar o corte de eucaliptos, publica um artigo de César Benjamin, ex-militante arrivista, que além de ofender a memória de um dos principais movimentos responsáveis pela queda da ditadura militar no Brasil, ataca gratuitamente a figura do presidente do país, praticando injúria e difamação (eu ainda sou favorável a uma ação pública contra a Folha e contra Benjamin). As falsas acusações do artigo injurioso foram negadas com veemência por todos os envolvidos, inclusive pelo delegado responsável pela prisão de Lula à época: Romeu Tuma.

Enfim, a folha caminha a passos largos para decretar sua falência financeira, pois a falência jornalística ela já decretou há muito.

Pessoas inteligentes, sérias, que desejam a promoção da democracia não podem ler o jornalismo marrom praticado por este jornaleco. Se ainda assinam a folha ou uol, cancelem. Mas além disso, proponho que também boicotem produtos e empresas que ainda anunciam neste jornal de futricas, factóides e faccioso.

Abaixo, segue uma lista provisória dos anunciantes que ainda associam seus produtos e marcas a este Grupo sem moral. Peço ajuda aos leitores do blog para que completemos a lista.

Abraços

BOICOTE AS EMPRESAS QUE ANUNCIAM NO GRUPO FOLHA/UOL

Cursos 24 Horas
Lojas Americanas
Espaço de Dança Ruth Rachou
Extra
Fábio Imóveis
Fast Shop
Livraria Saraiva
Luxtravel Turismo
Magazineluiza
Portal Educação
SKY
Submarino
Via Tentação
Lingerie Sexy
Vida Boa
Brasil


Fonte: Blog da Maria Frô
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