Mostrando postagens com marcador José Serra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador José Serra. Mostrar todas as postagens

novembro 16, 2010

Retrato do eleitorado "chic" de Serra, o Obscuro

PICICA: Qualquer semelhança com pessoas que você conhece pode ser coincidência, ou não, como diria Caê.
marcoskalil26 | 12 de novembro de 2010

O comediante Marcelo Adnet, em seu programa Comédia MTV, ironiza parcela do eleitorado de José Serra nas Eleições 2010 que se destacou por suas opiniões preconceituosas. O quadro passou no programa do dia 10 de novembro de 2010.

Prestigie o comediante e seu programa na MTV, todas as quartas às 22h30.

Todos os direitos reservados à MTV e a seus artistas.

novembro 08, 2010

Plínio Arruda Sampaio: a esquerda que a direita adora

PICICA: Depois de um percentual inexpressivo como candidato à presidência da república, passando pela pregação do voto nulo, desta vez Plínio de Arruda Sampaio se supera em matéria de esquisitices políticas ao declarar que preferia Serra do que Dilma, numa nova versão do "quanto pior, melhor". Segundo ele, Serra, como é do seu estilo, ao reprimir os movimentos sociais, uniria a esquerda. Patético!
Plínio de Arruda Sampaio - Imagem postada emuniversitarioskariri.blogspot.com


A esquerda que a direita adora: Plínio afirma que preferiria governo Serra ao de Dilma

Toda vez que esse patético Plínio de Arruda Sampaio abre a boca sinto vergonha alheia. É o típico esquerdista que a direita adora. Enquanto eles ficam sentados sonhando com um mundo ideal e votando moções pela ordem, a direita fica livre para governar.

Não satisfeito em pregar o voto nulo no segundo turno, o candidato do PSOL agora afirma que preferia Serra no governo, pois este iria reprimir os movimentos sociais o que, na lógica tresloucada do ultra-esquerdista-utópico, é a melhor coisa para fazer a esquerda se unir!

Vamos então combinar uma coisa para testar a teoria dele: recomendo à turma do PSOL, PSTU e PCO que façam uma manifestação em frente ao palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Depois que a PM descer o cacete neles, aí a gente vê se resolveram deixar os sectarismos de lado e se uniram em torno de causa única! Que tal? Combinado?

Plínio afirma que preferiria governo Serra ao de Dilma

Para a esquerda, segundo ele, "repressão" é melhor do que "cooptação"

- Por Redação da Rede Brasil Atual
São Paulo – O quarto colocado na disputa presidencial, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) declarou preferir um governo de repressão a um de cooptação. Os termos foram usados por ele para definir, respectivamente, o que seria um governo comandado por José Serra (PSDB), candidato derrotado no segundo turno, e o que foi o governo Lula. As declarações constam de entrevista concedida à edição digital do Jornal do Brasil.

Plínio deixa claro que considera que um eventual novo governo encabeçado pelo PSDB "seria ruim também". Ele avalia que a gestão de Dilma Rousseff, eleita no dia 31, é "um horror", e que ocorrerá uma nova forma de mensalão. "No (eventual governo) Serra, temos a repressão, em Lula a cooptação", qualificou. "Acho mais favorável (para a esquerda) a repressão, que aliás já enfrentei. Mas é melhor porque a repressão unifica, as pessoas se unem, vão para as ruas", especulou.

O candidato Plínio avalia que seu partido sai fortalecido do pleito, por ter aumentado as bancadas federal e estaduais, conquistando a "hegemonia da esquerda". "O PSOL saiu unido, um partido de opinião pública. Ninguém duvida que o partido que faz oposição real é o PSOL, lugar que o PT já ocupou e que deixou vago", analisou.

O melhor momento da campanha eleitoral, na avaliação do promotor de Justiça aposentado, foram os debates. "Furei uma barreira de omissão, porque a estratégia da direita não se dirigia contra mim, mas contra o que eu falava, porque a burguesia, apesar da hegemonia em que se encontra, tem medo do povo. É um traço sociológico conhecido", criticou.

Ainda na entrevista, Plínio defende uma reforma tributária com taxação sobre grandes fortunas para garantir recursos suficientes para arcar com um salário mínimo de R$ 2 mil. O valor foi defendido na campanha eleitoral a partir do valor calculado mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) como necessário para assegurar o preceito constitucional que estabelece o piso salarial nacional.

Plínio defendeu ainda o não pagamento da dívida pública. "Só aí, seria R$ 280 bilhões para isso (bancar o aumento do salário mínimo)". Ele promete nem passar perto do Palácio do Planalto, quando questionado se aceitaria algum cargo no governo Dilma. E ainda afirmou que o PSOL representa uma opção contra o regime capitalista, cuja "lógica interna é perversa, excludente por natureza e perpetuadora da desigualdade".


Fonte: Tudo em Cima

novembro 01, 2010

Serra e FHC ensaiam volta para 2014. Vixe!

PICICA: Para além da arrogância do candidato tucano, saiba porque Serra, o Obscuro, perdeu a eleição para a presidência da república. Leia Por que Serra perdeu?

outubro 30, 2010

Dilma supera seu último obstáculo: o debate na TV Globo

PICICA: O desempenho medíocre do candidato do obscurantismo ficou claro ao final do debate da TV Globo. Todos os 80 eleitores indecisos, pero no mucho, presentes ao debate pediram autógrafos e fotografias para a candidata Dilma Rousseff, a candidata que usou da verdade para vencer a mentira.
dilmanaweb | 29 de outubro de 2010

A noite de pesadelos de Serra e Bento XVI

PICICA: Fontes do Vaticano informam que Bento XVI passou a noite com pesadelos. Sonhou com o Senhor a vociferar: "Cuida da tua igreja, Bento. Ela está a prevaricar. Separa das boas as más ovelhas. E não caias na tentação dos velhacos vendedores do templo. Deixa para os fiéis a escolha do candidato à presidência do Brasil, se quiseres te reconciliar comigo. Não estou nada satisfeito com esses bispos movidos à gráfica no Brasil. Lembra-te: foi-se o tempo da teocracia. Toda vez que seguimos este caminho, só dá pro nosso. Te manca, Bento! Não ponhas tudo a perder". Bento teria sido visto, no resto da madrugada, atravessado por uma dúvida: escrever, ou não, uma nova encíclica. Enquanto isso, no Brasil Serra, o Obscuro, teve pesadelos com a denúncia de um jornalista sobre sua relação com a privatização das empresas públicas brasileiras no governo de FHC. Sonhou que estava com uma corda no pescoço. Bye-bye, Serra. Para mais detalhes da escandalosa ação do candidato tucano e sua "tchurma", leia "As relações perigosas de Serra".

outubro 27, 2010

A agenda fascista de José Serra, o Obscuro

 
Política| 20/10/2010 | Copyleft
Serra assume agenda do fascismo social que ameaça Europa

Alguém poderá considerar um exagero associar a candidatura de José Serra a uma agenda de cunho fascista. Mas os fatos e as suas escolhas recentes falam por si. E não param de falar. A cada dia ficam mais eloqüentes e preocupantes. A guinada ultra-conservadora e fundamentalista de Serra não é um fato isolado, ecoando movimentos que estão ocorrendo nos Estados Unidos e na Europa. No continente europeu, a face econômica dessa ofensiva conservadora é a destruição do Estado Social e a supressão de direitos, motivo dos protestos que estão sacudindo a França neste momento. Enquanto isso, aqui no Brasil, o candidato tucano associa-se ao que há de mais conservador e reacionário no país.
As eleições presidenciais brasileiras, ao contrário do que sugere a indigente imprensa brasileira, não ocorrem em uma ilha isolada do mundo. A guinada ultra-conservadora e fundamentalista adotada pelo outrora desenvolvimentista José Serra não é, tampouco, um fato isolado. Neste momento, milhares de pessoas na Europa, após serem vítimas de uma grave crise provocada pelos ideólogos do Estado mínimo e da supremacia dos mercados financeiros, saem às ruas em protesto. Estão protestando contra o quê mesmo? Contra as faturas que estão sendo depositadas em suas mesas para que paguem pelo estrago feito por bancos, especuladores e uma ampla gama de delinqüentes financeiros. O Brasil só não está imerso nesta crise porque os representantes da delinqüência financeira foram apeados do poder.

Em um artigo intitulado “A ditamole” (ler nesta página), o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos fala sobre a grave crise que atinge seu país, um dos elos fracos do capitalismo europeu. “Se nada fizermos para corrigir o curso das coisas, dentro de alguns anos se dirá que a sociedade portuguesa viveu, entre o final do século XX e começo do século XXI, um luminoso, mas breve, interregno democrático”. Portugal corre o risco, adverte Boaventura, de entrar, a partir de 2010, em um “outro período de ditadura civil, desta vez internacionalista e despersonalizada, conduzida por uma entidade abstrata chamada mercado”. Esse regime preserva uma fachada democrática, mas reduz ao mínimo as opções ideológicas, instaurando uma espécie de fascismo social onde a solidariedade e a democracia passam a ser valores sob constante ameaça.

Ele cita dois sinais preocupantes da emergência desse regime autoritário em seu país. Em primeiro lugar, a desigualdade social está aumentando no país que já é apontado como um dos mais desiguais da Europa. Entre 2006 e 2009, aumentou em aproximadamente 38,5% o número de trabalhadores que recebem o salário mínimo (450 euros), abrangendo cerca de 15% da população ativa (804 mil trabalhadores). Por outro lado, em 2008, o pequeno grupo de cidadãos mais ricos (4051 pessoas) tinha um rendimento semelhante ao de um vastíssimo número de cidadãos mais pobres (634 mil pessoas). “Se é verdade que as democracias européias valem o que valem as suas classes médias, a democracia portuguesa pode estar cometendo suicídio”, assinala Boaventura.

Um suicídio assistido pelos grandes meios de comunicação portugueses que – oh!, que surpresa – pensam lá o mesmo que pensam aqui. O uso do verbo “pensar” é um pouco demasiado aqui, uma vez que o que a chamada grande imprensa faz, já há algum tempo, é defender os interesses econômicos dos grupos empresariais disfarçados de jornais, rádios, televisões e portais de internet. Lá como aqui repetem o mesmo mantra: é preciso cortar gastos públicos e abater o Estado social. O dinheiro gasto hoje com políticas sociais deve ser drenado para tapar o rombo e os roubos praticados pelo sistema financeiro internacional e seus agentes. É disso que se trata, é esse o sentido da candidatura de José Serra no Brasil e é por isso que ela trava uma “guerra religiosa”, com o apoio de seus múltiplos braços midiáticos, para voltar ao poder.

Serra usa jornalista acusado de apologia ao crime para atacar Dilma

Alguém poderá considerar um exagero associar a candidatura de José Serra a uma agenda fascista. Mas os fatos e as suas escolhas recentes falam por si. E não param de falar. A cada dia ficam mais eloqüentes e preocupantes. O candidato tucano vem patrocinando uma campanha torpe contra sua adversária Dilma Rousseff. As acusações não fazem parte das divergências programáticas e teóricas entre os partidos de ambos, PSDB e PT. Nada disso. A pauta gira em torno de questões religiosas, aborto, homossexualismo, terrorismo e por aí vai. Não é por acaso que Serra decidiu utilizar em seu programa o jornalista gaúcho Políbio Braga, um fundamentalista de mercado, conhecido por suas posições polêmicas e muitas vezes raivosas contra tudo o que tenha a mais longínqua aparência de esquerda.

Defensor entusiasmado da governadora Yeda Crusius na imprensa gaúcha, Políbio Braga é alvo de uma ação penal movida pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. A acusação: apologia ao crime. Em um texto publicado em seu blog, o jornalista elogiou do seguinte modo a contratação de 3,2 mil policiais pelo governo estadual:

“O que estava faltando era isto que ocorreu agora: matar, prender e mostrar a força aos bandidos do Rio Grande do Sul”.

Em maio deste ano, envolveu-se em uma polêmica com alunos e dirigentes da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) – uma instituição administrada pelos jesuítas. O jornalista criticou um debate com integrantes do MST, promovido pela universidade, e acabou dizendo que “os alunos da Unisinos costumam ser meio analfabetos”. Políbio Braga está movendo ainda uma série de ações judiciais contra integrantes do site Nova Corja, que acabou fechando as portas em função desses processos.

As considerações biográficas sobre o referido jornalista justificam-se por ajudar a entender o sentido da escolha de Serra. O fato de ter escolhido Políbio Braga, ex-secretário da Fazenda de Porto Alegre, para acusar Dilma de “incompetência”, reforça a percepção de que o candidato tucano ultrapassou uma fronteira política significativa. De Norte a Sul do país, Serra vai se aliando com o que há de mais conservador e reacionário no país. Não se trata apenas de uma obsessão pessoal, como chegou a parecer em determinado momento. Em sua ânsia desesperada de chegar à presidência da República, o ex-governador de São Paulo abriu as portas e acolheu uma agenda política e social ultra-conservadora que vem se manifestando também na Europa e nos Estados Unidos.

Vivendo em Berlim há alguns anos, Flavio Aguiar relata (ver artigo nesta página) que a conversão fundamentalista de Serra não é original:

“Os valores fundamentalistas em torno da religião têm sido constantemente manipulados contra Barack Obama nos Estados Unidos. Na Europa não dá outra: da França, Bélgica e Holanda, à Alemanha, Hungria, Suíça, Áustria, a mobilização da extrema-direita pendeu para uma suposta polarização entre a “civilização judaico-cristã” e o “Islã”, numa campanha tão repelente contra muçulmanos, árabes, turcos, ciganos, etc., quanto à que a campanha de Serra vem fazendo em torno de questões pseudo-religiosas e pseudo-cristãs”.

Quem ainda não decidiu em quem votar deveria pensar um pouco sobre isso. É o futuro do Brasil e de milhões de pessoas que está em jogo. Só isso e tudo isso.


Fonte: Carta Maior

outubro 26, 2010

Em debate, Serra, o Obscuro, perde até pra ele mesmo

PICICA: Para Carlos Alberto Saraiva, Juiz de Direito aposentado pelo TJ/RJ, José Serra, o Obscuro, perdeu até pra ele mesmo no debate da noite passada na TV Record. Leia o texto postado pelo eminente juiz no seu blog.
Trechos onde Dilma massacra Serra sobre o pré-sal
dilmanaweb | 25 de outubro de 2010 

Debate: Dilma ganhou e Serra perdeu até para ele mesmo



Dilma foi bem neste debate e venceu sem muito esforço.

Ela não estava cansada como no último debate, seguiu a estratégia de falar com o telespectador, recusou provocações, foi firme e propositiva, foi convincente no que disse, deu nó em Serra em vários momentos, denunciando quando estava enrolando e mentindo. E evitou as picuinhas, se fixando no PAC, pré-sal e empregos, principalmente.

Serra perdeu até para ele mesmo. Exagerou na agressividade, foi uma pessoa extremamente desagradável para o telespectador, parecendo aquela visita mal educada em sua casa, que numa conversa onde há controvérsia, em vez de argumentar, quer vencer no grito, e com ofensas à outros visitantes.

O telespectador viu em Serra uma pessoa desequilibrada, parecendo estar com os nervos abalados, à beira do descontrole.

Dilma foi nota 10 no quesito emprego. E Serra caiu na armadilha de não responder mais uma vez, mesmo Dilma incluindo na pergunta, a observação que ele não respondia esta pergunta nos outros debates. O telespectador percebeu que ele novamente fugir da pergunta. Só respondeu quando Dilma voltou a perguntar pela segunda vez neste mesmo debate.

Dilma foi ótima no pré-sal. Serra foi tão patético em acusar Dilma de privatista quanto Alckmin em 2006 quando acusou Lula de privatizar a Amazônia. Dilma foi muito bem na defesa do PAC.

E Serra cometeu alguns erros fatais em debates: mentiu sobre fatos e números. Tivéssemos uma imprensa imparcial, e ele teria se tornado carta fora do baralho amanhã, só com o noticiário, análises e desmentidos do que ele disse. Como a imprensa é serrista, as mentiras serão relevadas à segundo plano.

Serra capotou feio ao dizer que o pré-sal (onde há certeza de ter petróleo) e áreas de risco (onde não há certeza, pode perfurar e não encontrar) são a mesma coisa. Também mostrou desconhecimento ao não distinguir petróleo pesado, do petróleo leve do pré-sal (mais caro).

Ele despertou desconfiança no telespectador, pareceu querendo enganar o eleitor, por estar de rabo-preso com os interesses estrangeiros. Ele pareceu defender os interesses estrangeiros, usando o argumento patético de que Dilma e Lula teriam feito a mesma coisa.

O telespectador o enxergou como um político safado tentando enganá-lo ou alguém muito mal informado (e para um assunto dessa importância do pré-sal é imperdoável para um candidato à presidente ser mal informado).

As mentiras gravíssimas de Serra, foram:

- não distinguir as diferenças em leilões de blocos de risco, do pré-sal onde quase não há risco;
- Negar que o governo FHC cogitou mudar o nome de Petrobras para PetrobraX;
- Negar que o DEMos entrou com ação no STF contra o PROUNI;
- Desqualificar obras do PAC, como a refinaria Abreu e Lima;
- querer crédito pela integração da Bacia do São Francisco, quando o governo FHC enrolou para levar adiante, devido a contrariedade de Paulo Souto, então governador da Bahia;
- inventar que gerou 1 milhão de empregos com Ministro da Saúde. Ele demitiu gente em massa, como os mata-mosquitos, congelou concursos e carreira profissional no serviço público, sucateou a rede pública.
- Se contradisse, ao dizer que vai vigiar fronteiras e debochou de soluções técnicas da própria Polícia Federal, como os aviões não tripulados. Serra foi infeliz em chamar pejorativamente de discos voadores.
- Foi muito mal quando disse que os 15 milhões de empregos gerados eram só regularização com carteira assinada. Todo mundo sabe que empregos estão mais fáceis no governo Lula. E pegou mal ao admitir que no governo de FHC e Serra, a fiscalização do trabalho era frouxa;
- Mentiu na reforma agrária, dizendo que fez mais do que no governo Lula;
- foi patético ao querer acusar Dilma, principal ministra do governo Lula, de não dar atenção ao Nordeste; é o tipo de argumento que em vez de agradar, faz perder votos, de tão sem-noção.

Nas acusações de escândalos, Dilma deu respostas para o telespectador, enfrentou o problema de frente. Serra deixou sem resposta, se limitando a atacar os outros. Perdeu votos, não foi convincente, reforçou a idéia de que tem rabo preso com Paulo Preto.

Dilma só perdeu algumas oportunidades de detonar Serra em alguns temas, como banda larga, porque a privataria que ele deixou foi um modelo de banda larga cara e elitista, que a recriação da Telebras está tendo que consertar. E também que foi o governo FHC que criou a confusão com a Eletronet ao privatizá-la mal e porcamente.

Outro momento que poderia ter detonado foi na segurança pública, podendo lembrar da corrupção do DENARC e do secretário-adjunto de Segurança Pública, e da guerra de policiais que Serra promoveu.

Quando Serra falou que criou 1 milhão de empregos no Ministério da Saúde (êta mentira mal contada), bastaria lembrar da demissão dos mata-mosquitos, se bem que nesta hora ela não tinha direito à réplica.

Quando Serra esbraveja ser honesto e acusava Dilma, ela poderia ter falado sobre a folha corrida de 17 processos que ele próprio declarou ao TSE, e que ela tem ZERO. Talvez tenha guardado essa resposta para o debate da Globo.

Mas debates com regras rígidas, sempre acontece isso. Não dá tempo para dizer tudo o queria, e acaba tendo que escolher o que responder.
Fonte: Blog do Saraiva 

outubro 25, 2010

Segundo José de Abreu, Serra não cumpriu nem o mandato de presidente da UNE

PICICA: O ator José de Abreu é uma figura cara aos cinéfilos amazonenses, desde que encarnou o personagem de Silvino Santos, no filme "O Cineasta da Selva", do diretor Aurélio Michiles. Veja, no vídeo abaixo, como ele desmascara José Serra, o Obscuro, quando este estava à frente da presidência da UNE durante o golpe militar de 1964. A dica do vídeo é do Edson Carau. 
eleitorotario | 24 de outubro de 2010
FUJÃO: José Serra não cumpriu mandato nem de Pres. da UNE!!!

A "Revolução do Ódio" de José Serra

PICICA: Em Manaus, as vítimas da "revolução do ódio", pregada pelo candidato tucano, restringem-se a algumas áreas da classe média inculta. De onde menos se esperava, aflorou com "borra" o ódio de classe alimentado silenciosamente ao longo de anos. Lástima! Os implicantes vão todos pra UTI do amor, primeira medida do governo Dilma Rousseff para ajudar na desintoxicação do ódio.

Os segredos internacionais por trás da 'Revolução do Ódio' no Brasil
Segunda, 25 Outubro 2010 02:00
251010_serra1Blog da Dilma - [Mauro Carrara] Esse sistema é preferencialmente utilizado para disseminar peças de calúnia e difamação contra Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva e qualquer figura pública que ouse tomar partido do projeto da esquerda no Brasil. Funcionando também nas redes sociais, essa é uma das principais frentes da “Revolução do Ódio” em curso no país.
 
Até o primeiro turno da eleição presidencial, havia mais de 650 militantes, quase todos bem remunerados, para difundir material venenoso contra o governo federal. Neste segundo turno, essa super tropa de terrorismo virtual, recrutada por Eduardo Graeff, conta com mais de 1.000 militantes.
Esse, no entanto, é apenas um braço do movimento de golpismo midiático financiado por entidades ultra-conservadoras, sobretudo norte-americanas, empenhadas em desestabilizar movimentos de esquerda pelo mundo e assumir o controle das fontes de riqueza nos países emergentes.

O enigma das “revoluções coloridas”

Há 15 anos, a Internet vem sendo utilizada como ferramenta de sabotagem por esses grupos. Dentre eles, destacam-se o poderoso National Endowment for Democracy (NED), a United States Agency for International Development (USAID) e inúmeras entidades parceiras, como a Fundação Soros.

O NED, por exemplo, financia várias organizações-satélite, como o World Movement for Democracy, o International Fórum for Democratic Studies e o Reagan-Fascell Fellowship Program, que atuam direta ou indiretamente em todos os continentes.

Grupos ligados ao NED, por exemplo, tiveram comprovada atuação nos episódios políticos que desestabilizaram a coalizão de centro-esquerda na Itália, em 2007 e 2008. Acabaram derrubando o primeiro-ministro Romano Prodi e, em seguida, reconduziram ao poder o magnata Silvio Berlusconi.

A ação envolveu treinamento de jornalistas, divulgação massiva de boatos na Internet, dirigidos sobretudo aos jovens, e distribuição seletiva de caríssimos “estímulos” a senadores de centro.

Mas, afinal, o que é o NED?

Criada em 1983, por iniciativa do presidente estadunidense Ronald Reagan, trata-se oficialmente de uma entidade privada, mas abastecida de forma majoritária por fundos públicos.

Ainda que seus dirigentes a qualifiquem como um centro de incentivo à democracia, trabalha sempre no apoio a movimentos de direita, com forte ênfase no liberalismo, no individualismo, no privatismo e no pressuposto de que os interesses do mercado devem prevalecer sobre os interesses sociais.

Segundo o conceituado escritor e ativista norte-americano Bill Berkowitz, do movimento Working for Change, o objetivo do NED tem sido “desestabilizar movimentos progressistas pelo mundo, principalmente aqueles de viés socialista ou socialista democrático”.
O NED e suas entidades parceiras figuram na origem das chamadas “Revoluções Coloridas” que se espalharam pelo mundo nesta década.

A primeira operação virtual-midiática de grandes proporções foi a chamada Revolução Bulldozer, em 2000, no que ainda restava da Iugoslávia.

O nome do movimento sedeve ao ato violento de um certo “Joe” (na verdade, Ljubisav Dokic) que atacou uma emissora de rádio e TV com uma escavadeira. Logo, foi transformado num emblema da sedição.

Na época, especialistas em mobilização de entidades financiadas pelo NED concederam apoio técnico e treinamento intensivo aos membros do Otpor, grupo estudantil se tornaria fundamental na campanha de desestabilização do governo central.

Talvez o melhor exemplo desse trabalho de corrosão política tenha ocorrido em 2003, na Geórgia, na chamada Revolução das Rosas, que culminou com a derrubada do presidente Eduard Shevardnadze.
Novamente, havia uma organização juvenil envolvida na disseminação de boatos, denúncias e incitações, a Kmara (Basta!), além de várias ONGs multinacionais como o Liberty Institute.

A Revolução das Rosas não teria ocorrido sem o apoio das associações ligadas ao bilionário húngaro-americano George Soros. A Foundation for the Defense of Democracies, instituto neoconservador com sede em Washington D.C., revelou que Soros investiu cerca de US$ 42 milhões nas operações para derrubar Shevardnadze.
O roteiro se repetiu em vários outros movimentos, como a Revolução Laranja, na Ucrânia, em 2004, e a Revolução das Tulipas, no Quirguistão, no ano seguinte.

Levantes dessa natureza ainda têm sido estimulados por esses grupos e seus agentes, que visitam os países-alvo em épocas de crise ou durante processos eleitorais.

Observadores internacionais estimam, por exemplo, que NED e USAID investiram US$ 50 milhões anuais no suporte às entidades que desestabilizaram e derrubaram o governo de Manuel Zelaya, em Honduras.

Nem sempre, porém, as “revoluções“ patrocinadas por essas entidades são coroadas de pleno êxito.

É o caso da chamada “Revolução Twitter”, ocorrida na Moldávia, em 2009, e das frequentes operações de terrorismo midiático e virtual desenvolvidas pela oposição venezuelana.

Em todos esses episódios, há um procedimento estratégico que vem sendo seguido pelos grupos de sabotagem. Podemos sintetizá-lo em dez mandamentos operativos:

1) Difunda o ódio. Ele é mais rápido que o amor.

2) Comece pela juventude. Ela está multiconectada e pode ser mais facilmente mobilizada para destruir do que para construir.

3) Perceba que destruir é “divertido”, ao passo que “construir” pode ser cansativo e chato.

4) A veracidade do conteúdo é menos relevante do que o potencial impacto de uma mensagem construída a partir da aparência ou do senso comum.

5) Trabalhe em sintonia com a mídia tradicional, mas simule distanciamento dos partidos tradicionais.

6) Utilize âncoras “morais” para as campanhas. Criminalize diariamente o adversário. Faça-o com vigor e intensidade, de forma a reduzir as chances de defesa.

7) Gere vítimas do oponente. Questões como carga tributária, tráfico de drogas e violência urbana servem para mobilizar e indignar a classe média.

8) Eleja sempre um vilão-referência em cada atividade. Cole nele todos os vícios e defeitos morais possíveis.

9) Utilize referências sensoriais para a campanha. Escolha uma cor ou um objeto que sirva de convergência sígnica para a operação.

10) Trabalhe ativamente para incompatibilizar o político-alvo com os grupos religiosos locais. Várias dessas agências internacionais de desestabilização enviaram emissários ao Brasil, especialmente a partir do ano passado.

A ação-teste no Brasil foi desencadeada por meio do movimento “Fora Sarney”, organizado pelo movimento denominado “Rir para Não Chorar”, ou simplesmente RPNC.

Os “indignados moralistas” de direita escolheram o político maranhense como alvo, mesmo depois de tolerá-lo durante 45 anos em instâncias decisórias do país.

O líder da vez era um certo Sérgio Morisson, que se dizia consultor de ONGs e “fashionista”. Na época, vivia na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), atuando no Comitê de Jovens Executivos.

Na verdade, Sarney serviu apenas como um pretexto de ensaio golpista. O objetivo do grupo era canalizar o ódio da jovem classe média contra o governo Lula.

Distribuíram 50 mil narizes de palhaço, seguindo disciplinadamente a cartilha de simbologia dos movimentos patrocinados pelo NED.
Na verdade, muitos dos “palhacentos” já tinham atuado em outro levante do tipo, o famigerado “Cansei”, que dois anos antes tentara se aproveitar do acidente com o avião da TAM para fomentar uma revolta popular contra o governo federal.

Na presente eleição presidencial brasileira, todo o receituário estratégico e simbólico das revoluções coloridas foi empregado no fortalecimento da candidatura da ex-petista Marina Silva.

A chamada “onda verde”, que impediu a vitória de Dilma Rousseff no primeiro turno, foi vigorosamente apoiada por expressivos setores da direita brasileira, inclusive com suporte mal disfarçado de parte da militância oficial do PSDB.

A direita estrangeira e o golpe em curso no Brasil

A principal entidade articuladora da “Revolução do Ódio” no Brasil é o Instituto Millenium (IM), que dispensa apresentações ao leitor da blogosfera. O IM tem uma fixação especial por Ayn Rand, uma escritora, roteirista e pseudo-filósofa russa que viveu a maior parte da vida nos Estados Unidos.

Rand defendia fanaticamente o uso de uma suposta razão objetiva, o individualismo, o egoísmo e o capitalismo. Segundo a base de sua “filosofia”, o homem deve viver por amor a si próprio, sem se sacrificar pelos demais e sem deles esperar qualquer solidariedade.
Para os seguidores de Rand, o espírito altruísta cooperativo é visto como fraqueza e como destruidor da energia humana empreendedora. Rezam pela cartilha de Rand, por exemplo, o articulista de Veja Reinaldo Azevedo e o economista Rodrigo Constantino, membro do Conselho de Fundadores e Curadores do IM, autor de livros barra-pesada como Estrela Cadente: As Contradições e Trapalhadas do PT e Egoísmo Racionalo Individualismo de Ayn Rand”.

O conselho editorial do instituto é liderado por Eurípedes Alcântara, diretor da revista Veja, tão conhecido pela barriguda matéria do Boimate (o anúncio da fusão genética do boi com o tomate) quanto por sua devoção fanática pelos Estados Unidos e pelo neoliberalismo radical.

Participante ativo de programas de entidades financiadas pelo NED, Alcântara frequenta simpósios e atividades de treinamento destinadas a impor na América Latina o pensamento da direita corporativa norte-americana. A Internet ainda exibe uma conversa tão estranha quando reveladora entre o executivo da Editora Abril e Donald “Tamiflu” Rumsfeld, ex-secretário do Departamento de Defesa dos EUA. Segue aqui uma fala entusiasmada do entrevistador.

QUESTION (Alcântara): Yeah, that would be my pleasure. I have been watching close your role in the United States and I must say that I admire you. You are so firm since the beginning. When they said they were going there for the oil and then they said you were going there for your own interests, and then, well, we see democracy spreading throughout the Arab world. This is not a small thing, right?

As relações entre o Millenium e entidades estrangeiras seguem diversas rotas de financiamentos e apadrinhamentos, mas um pouco dessa complexa malha de articulações pode ser visualizada aqui:

Hoje, os apoiadores estrangeiros do Instituto Millenium e dos partidos da direita brasileira têm um olho ansioso na eleição e outro faminto na compensação exigida. O principal balconista desse negócio é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que recentemente, em Foz do Iguaçu (PR), tentou acalmar sua inquieta freguesia.

Caso José Serra vença o pleito em 31 de Outubro, o pagamento prometido está garantido: a entrega do Banco do Brasil, da Petrobras e de Itaipu aos patrocinadores da “Revolução do Ódio”. Mais estarrecedor que esse acordo é o silêncio até agora das forças progressistas.

O que falta para se revelar esse segredo ao povo brasileiro?


Notícias relacionadas:
Notícias anteriores:

Fonte: Diário Liberdade

outubro 24, 2010

PV europeu apoia Dilma Rousseff contra Serra, o candidato da direita

 PICICA: A falsa independência dos líderes do PV no Brasil contrasta com a visão realista do PV europeu. Enquanto os primeiros flertam com Serra, o obscuro, o segundo pede que não permitam que o voto libertário em Marina Silva paradoxalmente se transforme em uma catástrofe para as mulheres, para os direitos humanos e para os direitos da natureza!
Dilma Rousseff

Verdes europeus declaram apoio à candidata Dilma Rousseff e fazem duras críticas à Serra


Membros dos Partidos Verdes de vários países Europeus, entre eles Daniel Cohn-Bendit (um dos principais líderes estudantis do maio de 68), publicaram uma carta de apoio à candidata do PT, Dilma Rousseff.

Eles pedem que os brasileiros não permitam que “o voto libertário em Marina Silva paradoxalmente se transforme em uma catástrofe para as mulheres, para os direitos humanos e para os direitos da natureza!”


A eleição de Dilma é a única forma de garantir que os projetos ambientalistas mundiais sejam postos em prática e que o Brasil continue avançando nas políticas de inclusão social.


“É impossível acreditar que a esperança suscitada pelos dois mandatos presidenciais de Lula acabe terminando no segundo turno com a eleição do candidato da direita”, aponta a carta.


Afirmam que a batalha do segundo no Brasil será bastante dura e diz que não se pode fechar os olhos para o “avanço da direita no maior País da América Latina”.


“José Serra não é um social democrata de centro. Por trás dele, a direita brasileira vem mobilizando tudo o que há de pior em nossas sociedades: preconceitos sexistas, machistas e homofóbicos, junto com interesses econômicos os mais escusos e míopes. A direita sai do porão”, avaliam os verdes franceses.


Na carta os verdes repudiam a campanha de baixarias promovida pela candidatura de José Serra:


"Dilma tem sido alvo de campanhas anônimas na internet que acusam de terrorismo e de bandidagem por ter participado na luta contra o regime militar, ela que foi por este motivo presa e barbaramente torturada...


... Contra as mulheres, as facções mais reacionárias das igrejas cristãs – incluindo aquela da mulher do candidato da direita [referindo-se à Mônica Serra] que declarou publicamente que Dilma quer assassinar criancinhas – acusam a candidata de ser favorável ao aborto, mesmo que esta questão não faça parte de seu programa de governo, tampouco do programa do Partido dos Trabalhadores".


Assinam o manifesto:


- Daniel Cohn Bendit (da Alemanha, presidente do grupo de deputados do Partido Verde no Parlamento europeu);

- Jérôme Gleizes (francês, dirigente da comissão internacional dos Verdes);
- a italiana Monica Frassoni (co-presidente do Partido Verde europeu);
- Dominique Voynet (senadora francesa e refeita da Cidade de Montreuil, ex-Ministra do Meio Ambiente);
- Philippe Lamberts (belga co-presidente do Partido Verde europeu);
- Alain Lipietz (dirigente do PV francês e ex-deputado europeu);
(Do Último Segundo)


Fonte: Os Amigos do Presidente Lula

outubro 22, 2010

Campanha de Serra monta farsa com uma bolinha de papel e vira chacota no mundo inteiro

PICICA: José Serra, o canastrão, já tem emprego garantido nos programas de humor da Rede Globo de Televisão ao lado de Marcelo Madureira, depois que ele protagonizou mas uma farsa da sua campanha à presidência da república. Serra e Madureira farão a mais aloprada dupla de "cassetas". O caso da bolinha de papel que atingiu o cocuruto do candidato virou chacota mundial.. Leia, também, a repercussão da matéria entre os próprios jornalistas da TV Globo: O mal-estar dos jornalistas da TV Globo.Veja abaixo o desmonte de farsa, através de uma rigorosa decupagem. Por essa e por outras que Serra, mesmo jogando com o juiz e com os cartolas a seu favor, vai levar uma surra no dia 31 pra ficar na história. Se as condições do jogo não fossem acintosamente desequilibradas pelo Partido da Imprensa Golpista, a surra eleitoral seria maior. Para o seu deleite, acesse o jogo que está fazendo sucesso na net: acerte a bolinha de papel no Serra.  
MarceloZelic | 22 de outubro de 2010
A Farsa montada pela equipe da campanha do candidato José Serra sobre a agressão que sofreu no RJ, onde a reportagem do SBT mostra uma bolinha de papel atingindoa cabeça do candidato tucano, foi objeto de catarse coletivo no twitter, dada a transparência da reportagem. A Globo através do Jornal Nacional visando desmarcarar o presidente Lula, que durante a tarde havia se pronunciado sugerindo que o Serra pedisse desculpas à nação, convocou um perito para "provar" que o que ela havia anunciado no dia anterior era verdadeiro, ou seja, que o tucano havia sido atingido por uma "bobina de fita crepe", objeto pesado, mostrando inclusive que José Serra havia levado a mão à cabeça no momento seguinte do impacto.

Através deste vídeo e somente com as informações editadas pela Globo, SBT e Folha de SP através do UOL, é possível ver de forma clara a manipulação realizada com intuito comprobatório. Será um serviço à nação, que o jornalista publique a íntegra sem edição ou corte de seu registro, para que os brasileiros e brasileiras saibam a verdade.

Não é assim que um político conquistará a presidência da república.
Chega de mentira.

Marcelo Zelic

* * *
21 octobre 2010

Comment une boulette de papier a fait de José Serra la risée du Brésil

Hier soir déjà, une dépêche AFP m’avait exaspérée: titrée “José Serra agressé par des militants du PT de Lula à Rio”, elle citait abondamment les partisans du candidat à l’élection présidentielle José Serra le décrivant comme ayant reçu “un objet lourd” sur la tête lors d’une confrontation avec des militants de gauche, “agression” qui l’aurait conduit à suspendre sa campagne pendant 24 heures sur ordre d’un médecin. Au passage, les militants du PT étaient comparés… à des SS.

Pourtant, sur les images qui commençaient déjà à circuler, Serra n’avait pas l’air blessé et on disait que le projectile en question était un simple rouleau de scotch.

Vingt-quatre heures plus tard et cette “agression” est maintenant devenue la risée d’une très grande partie du Brésil. En effet, des vidéos plus complètes sont apparues et il semble bien que le projectile était… une simple boule de papier! Je vous laisse constater par vous-mêmes: 

Evidemment, la tentative éhontée d’exploitation de cet incident mineur par le camp Serra a suscité de très nombreuses moqueries; si nombreuses qu’elles ont atteint les Trending Topics mondiaux de Twitter. Vous avez peut-être remarqué les hashtags satiriques correspondants: #boladepapelfacts mais aussi #serrarojas, une référence footballistique. Rojas, c’est ce gardien de but chilien qui s’est rendu célèbre par sa tentative de tricherie contre le Brésil durant un match éliminatoire pour la Coupe du Monde 1990: il avait fait semblant d’avoir été blessé par un fumigène lancé depuis les tribunes, mais s’était en fait auto-mutilé pour que son équipe remporte le match. C’est la vidéo qui avait permis de démonter cette supercherie préméditée. L’analogie Serra-Rojas devrait donc finir d’enfoncer la campagne du second tour du candidat du PSDB, déjà donné perdant. Et ce d’autant plus que Lula a maintenant fait sienne cette comparaison née sur les réseaux sociaux, en déclarant que “le mensonge de Serra est pire que celui de Rojas“.

Les jeux semblent donc faits et l’étaient sûrement déjà, mais cet épisode nous aura surtout permis de rire un bon coup aux dépends du candidat. Le magazine Carta Capital a recensé ici les meilleurs tweets sur le sujet.

Si vous voulez participer, un jeu en Flash est déjà disponible vous propose de marquer des points en lançant des boulettes sur Serra: http://mypix.com.br/fun/joguinho-acerte-o-serra/

Fonte: Le Monde

outubro 21, 2010

As dez mentiras mais escandalosas de José Serra, o Exterminador do Futuro do Brasil

Candidato fracote não aguenta uma bolinha de papel no cocuruto

PICICA: Dilma Rousseff aguentou valentemente a tortura no regime militar. Serra não suportou uma bolinha de papel no cocoruto. Depois de passar por uma tomografia computadorizada, só falta ele aparecer no debate da TV Record com um esparadrapo na cabeça. Por isso que o tucano não deu certo como ator na juventude. Sempre foi um canastrão. Nem com a ajuda da Rede Globo ele melhora suas performances. Aliás, pouco foi mencionado o militante que teve o supercílio cortado pela segurança de Serra (se o agredido fosse tucano, virava capa da VEJA). Tampouco que a maioria dos manifestantes eram agentes que combatiam a dengue, e que Serra demitiu quando Ministro da Saúde, agravando o avanço da epidemia no país. E, depois, Serra, visitar Campos foi uma estratégia calculada. Ali até as pedras votavam em Brizola, reduto histórico do PDT, que não tem a menor simpatia pelo tucano falastrão. 
lamarca73 | 20 de outubro de 2010
serra atingido por uma mísera bolinha de papel...imagina se tivesse passado pelo "pau-de-arara"

outubro 20, 2010

Padre adverte Serra, no Canindé-CE, e condena o uso de panfletos apócrifos

PICICA: Com as barbaridades cometidas, usando o nome  das igrejas, não se pode dizer que Serra é um cristão fiel. Usar o nome de Deus em vão, sabe-se que é uma falta grave. De saco cheio com essa história, um padre franciscano do Canindé-CE advertiu o candidato tucano, quando este resolveu dar o ar de sua graça, na celebração de uma missa. Veementemente, o religioso condenou o uso dos panfletos apócrifos que inundaram a cidade, um dia antes da celebração religiosa. Que vergonha, Serra! Eis a diferença entre a igreja comprometida com seu povo e a igreja que reza a cartilha  do conservadorismo medieval. Taí uma igreja que merece o respeito do Brasil. 
alexbezerra | 18 de outubro de 2010
A missa do Canindé é a maior celebração franciscana do país. Por isso, no dia fatídico em que a comitiva de José Serra invadiu o recinto, havia 80 frades franciscanos de todas as partes do país.

Quem celebrava a missa era o padre Francisco Gonçalves, de Pesqueira, Pernambuco.

Na noite anterior chegaram vários carros que distribuíram os panfletos contra Dilma.

Depois que o padre se pronunciou contra a exploração política, Tasso Jereissatti avançou em sua direção e foi contido pela esposa.

Em todas as manifestações do padre, ouviam-se vaias contra os políticos.

Veja aqui o time do Exterminador do Futuro do Brasil , José Serra

PICICA: Como dizem os amazonenses, "este time está descendo a serra com borra". Uns foram bater no xilindró, e a maiora amargou derrota nas indevassáveis urnas eletrônicas. Foi-se o tempo em aqui senador se elegia engravidando urnas de saco de lona. Pega, leso!
arxavier777 | 4 de setembro de 2010

outubro 18, 2010

Serra: de ator canastrão a político falastrão

PICICA: Não deixe de ler a arte de bloquear investigações do Ministério Público sobre corrupção no governo do PSDB de São Paulo. No elenco, José Serra et caterva. Clique aqui.
Aventors | 31 de julho de 2010
Entrevista de José Serra em que faz grosserias enormes às jornalistas que o interpelam, conta estórinhas de 'glória', tira sarro do interlocutor e pra terminar conta uma piada(?) judaica; programa Painel RBS (Globo Porto Alegre, 5 de maio, 2010).

"Serra, sabe o que é sujo e sujeira?

Sujo é o Rio Tietê que seu governo deixou de limpar por três anos
E levou sujeira para toda a suja cidade de São Paulo
Deve ser suja a sociedade da sua filha com a filha do Daniel Dantas
Suja foi a compra superfaturada de ambulâncias no seu governo
Sujeira foi vender a Vale do Rio Doce por preço de banana
Suja ficou a roupa dos professores que você mandou agredir
Fazer contrato com a revista mais suja do país e depois distribuir de graça
A falta de anestésicos nas maternidades é uma grande sujeira

Sujeira é fechar comportas do rio para não alagar bairros nobres
E provocar inundações e um mar de sujeira na periferia
Dizer que são os nordestinos que sujam os rios
Sujeira é deixar a Globo usar de graça um terreno público do estado
Só da sua mente suja é capaz de tirar que inventou os genéricos
É arrumar um vice que só fala coisa suja e ainda do partido mais sujo do país
Sujeira é achar que filho de pobre pode estudar sem o ProUni
Maior sujeira é o que você fez com a classe trabalhadora em 1988
Sujo é ser ex-presidente da UNE e mandar jogar bombas nos estudantes da USP
Ser sujo é quem ignora pessoas mais humildes
Sujo é o DEM seu aliado da su(j)a coligação"

- Blog do Celso Jardim

outubro 15, 2010

Veja como Serra trata professor. Imagina isso sendo presidente!

carecakabeludo | 4 de outubro de 2010 
Nota do blog: Quer ver Serra, o cara-de-pau, ficar com a cachorra? Basta professor reivindicar direitos. Ele fica uma arara. Este é o candidato que quer cuidar das pessoas e da educação no Brasil. Se tem alguém que mais vampirizou a categoria dos professores neste país, certamente foi José Serra, o terror dos professores. Leia, também, "Sem material, professor ‘faz milagre’ para lecionar em SP". A dica de leitura é do poeta e professor José Maria Pinto.

outubro 12, 2010

Enquanto Serra comemora vitória nos estados do latifúndio, a cada dois dias morre uma mulher por causa do aborto

Margarida379 | 8 de outubro de 2010
O www.falapovo.com acompanhou o Ato por Dilma Presidente, que reuniu Professores, estudantes, políticos e representantes de movimentos sociais, na Sala dos Estudantes da Faculdade de direito do Largo de São Francisco, na sexta-feira 8 de Outubro de 2010.
CORREÇÃO: O nome correto da Legenda é Professora Marilena Chauí.

* * *

"Serra foi vitorioso no latifúndio", afirma Marilena Chauí

12 de outubro de 2010

Da Página do MST

Veja vídeo do ato no Largo São Francisco, realizado na semana passada, contra José Serra (PSDB) e pela eleição de Dilma Rousseff (PT).


A filósofa Marilena Chauí critica a tentativa dos setores conservadores de fazer da eleição presidencial um plebiscito sobre o aborto.

Além disso, ela destaca que Serra só ganhou de Dilma, no 1º turno, nos estados do latifúndio. 

Assista o vídeo abaixo.


Leia a transcrição do trecho da análise de Marilena Chauí sobre Serra e o latifúndio.


"O mapa [dos votos] mostra que José Serra foi vitorioso em todas as regiões de agroindústria. 

Portanto, ele foi vitorioso nas regiões que, no meu tempo, quando eu era jovem, chamava latifúndio. 

Num latifúndio que ataca o meio ambiente e impede a Reforma Agrária. 

Então, não é pouco que isso se refira [os votos do Serra] a uma estrutura da terra criada desde a colonização.

E que isso esteja ligado aos obstáculos, sob a forma do crime, contra a Reforma Agrária. E que seja também um ataque ao meio ambiente.

[...]

É preciso lembrar os ambientalista que apoiar José Serra significa apoiar a agroindústria. 

Portanto, o ataque ao meio ambiente, além da impossibilidade de reformar a questão da terra no Brasil"

Fonte: MST

outubro 11, 2010

"Nunca disse que sou contra o aborto porque eu sou a favor" (Serra)

Nota do blog: Enciumado com a capa oferecida pela VEJA à candidata do PT, Dilma Roussef, o candidato dos tucanos, José Serra, não se fez de rogado: pediu o direito de resposta. A dica é da Margô Silva.

José Serra flerta com a extrema-direita. Cruzes!

Bessinha
O flerte de José Serra com a extrema-direita

A guinada à extrema-direita do candidato Serra José Serra (PSDB-DEM-PPS) preocupa todas as forças democráticas do país, independentemente da opção partidária. O  panfleto da Tradição Família e Propriedade – TFP, na reunião da coligação serrista é a ponta visível de um movimento que ficou mais cristalino a partir do momento em que Serra percebeu que, para ganhar e eleição, não bastaria posar de “novo Lula”; muito menos desenvolver debate saudável sobre projetos de governo.

No entanto, o início desta caminhada de Serra para o extremo direito do espectro político teve início quando o ex- ministro de FHC traçou as estratégias de campanha. Serra não conteve sua sede de poder ao permitir que fossem arregimentados os chamados trolls, que se enfronharam nas redes sociais como simpatizantes da sua candidatura, quando o real objetivo era difamar e provocar ativistas honestos e jornalistas imparciais.

Mas isso não foi o pior. Serra repercutiu em seu programa eleitoral o discurso do ódio anti-governo, anti-Lula e seus partidos aliados, que se espalhou em alguns segmentos preconceituosos da classe média, que multiplicaram spams difamatórios contra a candidata Dilma. Material tão ofensivo que merece uma investigação da Polícia Federal para se saber sua origem, tamanha a gravidade de seus conteúdos.

A situação atual é preocupante. O radicalismo da extrema-direita começa a esbarrar em agressões físicas para quem vota ou votou na candidata Dilma e coligação governista. Já começam a pipocar na rede depoimentos com este de Arnobio Rocha, que teve sua filha de 9 anos agredida na escola.

Para atestar os fatos, basta você declarar seu apoio ou simpatia por Dilma ou Lula numa rede ou roda social, e a resposta ser uma saraivada de impropérios, encaminhamentos dos spams caluniosos, ou mesmo uma patrulha implacável resumida na frase "você é esquerdista", para descredenciar os seus argumentos.

Para aqueles que não votam em Dilma, mas apreciam o debate saudável, basta se perguntar quantos e-mails caluniosos contra Serra são recebidos na própria caixa postal. A desproporção é a prova cabal de movimentos coordenados por algum grupo.
Nos últimos oito anos do governo Lula, o país viveu em harmonia, com os cidadãos e cidadãs expressando as opiniões em todos os níveis, de crenças religiosas às posições políticas, incluída nesse cenário a oposição raivosa e implacável da oposição.

Nos dois governos Lula, patrões dialogaram com funcionários, movimentos sociais expressaram suas posições, mesmo conflitantes; grandes jornais e redes de TV viveram liberdade de expressão plena, apesar de muitas vezes manipularem versões de fatos de acordo com seus interesses empresarias. Nunca ocorreu qualquer ingerência na sociedade civil; o saudável debate de idéias foi total, algo que vem sendo desprezado pelo ódio e a intolerância alimentados pela campanha de José Serra, que mais atira "gasolina na fogueira", com um evidente e desprezível falta de amor pela sociedade.

Isto é prejudicial a todos os brasileiros: aos que apóiam a candidata Dilma, mas também àqueles que, de forma honesta, votam no candidato José Serra; voto baseado na crença de sua capacidade de conduzir o Brasil, e não por revanchismo ou intolerância.

A NovaE, seus editores e colaboradores continuam de prontidão para combater com palavras, dados e opiniões os extremismos, à direita e à esquerda, pela simples razão de não fazerem bem ao país e aos cidadãos.

Manoel Fernandes Neto - Editor da NovaE.

Fonte: NovaE