Mostrando postagens com marcador porto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador porto. Mostrar todas as postagens

outubro 20, 2010

Porto do Chibatão desaba, e o proprietário vem com meia-verdade

PICICA: O proprietário do Porto Chibatão, porto que desabou no domingo passado, em entrevista concedida ao Diário do Amazonas (abaixo) revelou uma meia-verdade. É certo que os órgãos de licenciamento faliram em Manaus, mas não abuse da nossa inteligência. O que o opinião pública quer saber é o seguinte: em que administrações foram realizadas tais licenciamento graciosos? Aí, sim, teremos a dimensão dos interesses que estão por trás de empreendimentos como o deste empresário, que desconhece - ora, vejam! - que fazer aterro com lixo, pedra e areia na beira do rio Negro é pedir pra construção vir abaixo. O mais aterrador nessa história é - exceções de praxe - o silêncio da sociedade civil organizada, dos partidos políticos sobre este e outros empreendimentos danosos ao patrimônio natural, paisagístico e ambiental da nossa cidade, como o do Porto das Lajes, o monotrilho de Manaus, a redução do espelho d'água dos igarapés de Manaus (ainda que o Prosamin tenha livrado milhares de famílias da doença e da sujeira), o assoreamento do lago do Aleixo, a poluição ambiental provocada pelo Polo Industrial de Manaus, para ficar apenas nesses exemplos. Em tempo: aos companheiros do PT.  Alianças políticas não impedem o exercício da crítica, caso contrário perderemos não só a independência como a credibilidade. Já temos experiência suficiente para saber aonde vai dar esse enredo. Pela imediata recuperação dos valores que nortearam a fundação do Partido dos Trabalhadores, devemos agir em defesa da cidade antes que seja tarde demais.

agosto 05, 2010

Nem porto de lenha, nem monotrilho com traçado errado...


RogelioCasado | 24 de abril de 2010
Nivaldo de Lima, o fotógrafo dos esquecidos, passeia com sua câmera às margens do Rio Negro, em Manaus, de onde chegam e saem passageiros para o interior do estado do Amazonas, num porto marcado pela precariedade. Nele passam séculos de conhecimento sobre a floresta amazônica e seus rios.

Nota do blog: Enquanto na antiga escadaria dos Remédios - tragada pela Manaus Moderna - o sistema de embarque e desembarque de gente e de mercadorias expõe a população de baixa renda a toda sorte de riscos, sob o silêncio dos nossos parlamentares, ... 

portalmpost | 24 de março de 2010
A implantação do monotrilho na ligação Vila Prudente-Cidade Tiradentes, anunciada pelo governo estadual em parceria com a Prefeitura de São Paulo, foi criticada durante seminário sobre transporte público realizado ontem pelas Bancadas do PT e do PC do B no Legislativo municipal. A avaliação geral é de que o projeto foi anunciado de forma improvisada, sem discussão com a população e, principalmente, sem estudo adequado sobre sua viabilidade. Confira os principais momentos da discussão.

Nota do blog: ...em São Paulo a sociedade civil organizada,  o PT e o PC do B discutem o modo improvisado como está se anunciando a construção de um monotrilho. Ué! Esse filme passando em Manaus. Aqui também a decisão está sendo verticalizada, sem discussão; sequer um arremedo de debate. A Federação do Comérico de Manaus ameaçou chiar. O vereador Ricardo Weddling não consegue apoio para o debate, nem mesmo dentro do seu partido - o PT. O PC do B está caladinho da silva. As entidades de classe silenciaram. Por hora  está vencendo o espírito provinciano, a mesma que vem desfigurando a cidade em nome do progresso.  O perigo, diferentemente do que anunciam os jornais de hoje, não é a incompletude do projeto, detectada pelo Ministério Público, e que motivou a suspensão do processo de licitação. O perigo é o próprio projeto, cujo traçado submeterá a população a impactos sonoros e visuais, depreciando imóveis residenciais e comerciais por toda a extensão da Av. Constantino Nery. É o traçado que está errado. Taí dois temas para o debate entre os candidatos às eleições deste ano de 2010: o porto e o monotrilho para a Manaus dos próximos 50 anos. A cidade não pode mais pagar pelas interferências mal planejadas e pelo espírito anti-democrático.