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outubro 26, 2010

Os tucanos surtam quando leem os números do governo Lula

PICICA: Votar em Serra é votar em FHC, o rei dos índices mais desastrados da economia brasileira. Por isso, Dilma sobe e Serra desce. Veja abaixo os números do governo Lula, enviados gentilmente pelo Alexandre Teixeira. A propósito, você votaria num candidato cujo governo sabe quem é o vencedor de licitação de uma linha de metrô 6 meses antes do resultado. Leia mais um dos escândalos do governo Serra no Blog do Favre.
Bessinha


BALANÇO GOVERNO LULA E GOVERNO FHC

(elaborado pela liderança do PT na Câmara)

 

O Brasil vive um grande momento. Há mais de sete anos, o país cresce, distribui renda, controla a inflação, aumenta a oferta de crédito. Tudo isso aliado a uma vigorosa política social.

 

Os indicadores econômicos e sociais que elencamos abaixo comprovam que a população está vivendo melhor, com mais comida na mesa, maior poder de consumo e mais oportunidade de crescer na vida, com trabalho e renda em alta.

 

Dilma é a única garantia de que o país continuará nesse caminho de crescimento econômico, distribuição de renda e redução das desigualdades iniciado pelo presidente Lula.

Para o Brasil Seguir Mudando, vote 13, vote Dilma!


Economia

Salário Mínimo – o salário mínimo passou de R$ 200,0 em 2002 para R$ 510,0 em 2010. Na comparação com o dólar, passou de US$ 81,0 para US$ 288,0 no mesmo período. O poder de compra do mínimo subiu de 1,4 cestas básicas em jan/03, para 2,4 cestas básicas em jul/10.

 

Emprego Formal – o Governo Lula gerou 14,7 milhões de empregos (jan/03 a set/10), enquanto o Governo FHC (1995 a 2002) criou apenas 5,0 milhões de empregos. Pela primeira vez, o Brasil tem mais empregos formais do que informais. (este é o tema que o Serra mais odeia debater ... pura INvêja)


Taxa de desemprego – em 2002, a taxa de desemprego era 9,2%. Em set/10, chegou a 6,2%, a menor taxa desde o início da medição pelo IBGE.

 

Inflação – a inflação baixou de 12,53% a.a., em 2002, para 4,31% a.a. em 2009.

 

Exportações – subiram de US$ 60,3 bilhões, em 2002, para US$ 152,9 em 2009.

 

Reservas internacionais – passaram de US$ 38,0 bilhões em 2002 para US$ 275,0 bilhões em 2010.

 

Dívida com o FMI – FHC entregou o governo com uma dívida acumulada de US$ 20,8 bilhões, em 2002. O Governo Lula quitou toda a dívida em 2005, e, hoje, é credor externo, tendo emprestado US$ 10,0 bilhões ao FMI em 2009.

 

Investimento Público (Governo Federal e estatais) – a taxa de investimento passou de 1,4% do PIB em 2003, para 3,2% do PIB (abr/10).

 

Risco Brasil – teve pico de 1.439 pontos base em 2002. Com o Governo Lula, chegou a 206 pontos em set/10.

 

Dívida pública líquida – a razão da dívida pública sobre o PIB estava em 60,6% em 2002, último ano do Governo FHC. Com o Governo Lula, esta razão caiu para 41,4%.


Agricultura

Safra de grãos – em 2002, foram colhidas 97,7 milhões de toneladas de grãos. Já em 2010, são 148 milhões de toneladas – a maior safra da história.

 

Pronaf – o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar destinou, na safra 2002/2003, R$ 2,4 bilhões para os pequenos produtores brasileiros. Na safra 2010/2011, esse valor subiu para R$ 16,0 bilhões.

 

Programa de Aquisição de Alimentos – com o programa, o Estado compra diretamente a produção de 92.642 pequenos agricultores brasileiros, dando segurança à agricultura familiar. O programa não existia no Governo FHC.

 

Eletrificação Rural – o Programa Luz no Campo, de FHC e Serra, realizou 290,7 mil ligações de energia elétrica no campo brasileiro. Já o Luz Para Todos, de Lula e Dilma, já acumula 2,5 milhões de ligações.

 

Reforma agrária – no Governo Lula, foram incorporados 46,7 milhões de hectares no Programa de Reforma Agrária, beneficiando 574.609 famílias, com a criação de 3.348 assentamentos. Até então, havia pouco mais de 330 mil famílias assentadas.


Desenvolvimento Social

Estrutura social – em 2002, 44,7% da população brasileira era pobre, ou seja, tinha renda per capita mensal de até meio salário mínimo. Em 2009, somente 29,7% da população era considerada pobre. Isso significa que 27,9 milhões de pessoas superaram a pobreza entre 2003 e 2009. E 35,7 milhões de pessoas ascenderam às classes AB e C. Pela primeira vez na história, a classe média é maioria no país.

 

Desigualdade de renda – o Índice de Gini, que mede a desigualdade de renda, caiu de 0,587, em 2002, para 0,539 em 2009. Quanto mais próximo de 1,0, mais desigualdade, quanto mais próximo de zero, menos desigualdade.

 

Índice de Desenvolvimento Humano – subiu de 0,790 para 0,813 em 2009. Quanto mais próximo de 1,0, melhor a qualidade de vida da população.

 

Programas de transferência de renda – a soma de todos os programas de transferência de renda do Governo FHC no ano de 2002 é de R$ 2,3 bilhões. O Bolsa Família, em 2010, soma recursos de R$ 14,7 bilhões.

 

Benefício de Prestação Continuada (BPC) – o BPC, que atende idosos e pessoas com deficiência, chegava a apenas 1,6 milhão de pessoas em 2002, com recursos de R$ 3,4 bilhões. Hoje, o programa possui mais de 3,3 milhões de beneficiários, com recursos de R$ 20,1 bilhões.

 

Equipamentos sociais – já são quase 7 mil Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), que são a porta de entrada do Sistema Único de Assistência Social, criado pelo Governo Lula. No Governo FHC, não havia CRAS nenhum.

 

Restaurante popular – não existia nenhum restaurante popular no Governo FHC. Com Lula e Dilma, 89 já estão em funcionamento.

 

Liderança mundial no combate à fome – o Brasil ficou no topo do ranking dos países em desenvolvimento na luta contra a fome, elaborado pela ONG Action Aid, pelo 2º ano consecutivo.


Saúde

Desnutrição infantil – caiu 61%, passando de 12,5% em 2003, para 4,8% em 2008.

 

Taxa de mortalidade infantil – caiu de 24,3 mortes por mil nascidos vivos em 2002, para 19,3 por mil em 2007.

 

Saúde da Família – em 2002, 4.163 municípios eram atendidos por 16.734 equipes. Já em 2010, 5.275 municípios são atendidos por 31.500 equipes.

 

Agentes comunitários de saúde – eram 175.463 agentes em 5.076 municípios em 2002. Hoje, são 243.022 agentes em 5.364 municípios.

 

Equipes de saúde bucal – eram 4.261 em 2002. Hoje, são 20.103 equipes de saúde bucal, que cobrem quase metade da população brasileira.

 

Serviços de reabilitação – os recursos do Ministério da Saúde destinados ao atendimento de pessoas com deficiência saltou de R$ 129,6 milhões em 2002, para R$ 538,4 milhões em 2009.

 

SAMU 192 – Hoje, 1.437 municípios são atendidos pelo SAMU, que não existia antes do Governo Lula. São 1.956 ambulâncias que correm o Brasil atendendo casos de urgência.

 

Assistência farmacêutica – os recursos do Ministério da Saúde destinados para a distribuição de medicamentos no SUS passou de R$ 660,16 milhões em 2002 para R$ 2,36 bilhões em 2010.


Educação

Analfabetismo – a taxa de analfabetismo no Brasil caiu de 11,9% da população, em 2002, para 9,6% em 2009.

 

Ensino Técnico – o número de escolas técnicas cresceu 2 vezes e meia com o Governo Lula. Até o final de 2010, estarão funcionando 214 novas escolas. Serra e FHC só fizeram 11 escolas.

 

Prouni – com o Prouni, 748,7 mil jovens de baixa renda receberam bolsas de estudos para entrar no ensino superior. Com FHC e Serra, o Prouni não existia.

 

Universidades Federais – Lula e Dilma criaram 15 novas universidades e, até o final de 2010, terão inaugurado 124 novos campi, a maioria pelo interior do país. Serra e FHC só criaram 1 universidade, em função da criação do Estado de Tocantins.

 

Matrículas no ensino superior – o número de matrículas no ensino superior cresceu 63% entre 2003 e 2009, passando de 3,94 milhões para 6,44 milhões.

 

Educação especial – o número de salas de aula com recursos multifuncionais para atender alunos com deficiência passou de 250 em 2005 para 10.000 em 2009.

 

Orçamento do MEC – o orçamento total do MEC no Governo FHC (1995-2002) foi de R$ 214,8 bilhões. Já no Governo Lula (2002-2010), os recursos destinados ao Ministério somam R$ 317,2 bilhões.

 

Alunos inscritos no ENEM – no Governo FHC, 4,35 milhões de estudantes prestaram a prova do ENEM. Com o Governo Lula, a prova passou a ser utilizada como porta de entrada do Prouni e das Universidades Federais. Com isso, o número de estudantes que fizeram a prova foi para 21,93 milhões (2003-2009).

 

Alimentação escolar – o número de estudantes que recebem alimentação na escola saltou de 36,9 milhões, em 2002, para 47,0 milhões em 2009.


Segurança Pública

Investimentos federais – os recursos destinados para a Segurança Pública pelo Governo Federal eram de R$ 906,9 milhões em 2002, último ano do Governo FHC. Em 2010, último ano do Governo Lula, serão mais de R$ 3,3 bilhões.


Política urbana

Investimentos em Habitação – os recursos aplicados em habitação eram R$ 7,0 bilhões em 2002. Em 2009, foram R$ 63,3 bilhões.

 

Minha Casa, Minha Vida – o Governo Lula criou o Minha Casa, Minha Vida, que vai construir 1 milhão de moradias – a maior parte destinada para a população mais pobre. No Governo FHC, não existia nenhum grande programa de habitação popular.

julho 18, 2010

O Bicho morreu


invisiblechurch | 16 de julho de 2010
20 de julho de 2010 às 11hs . A rua será interditada para a ocasião.
Concentração à frente do CAPS Itapeva - Rua Carlos Comenale
Travessa da Rua Itapeva . Bela Vista

Venha gritar Surto!

O ato será filmado para o documentário:
Surto! O Bicho morreu.
A verdadeira história de Austregésilo Carrano
e para o Filme Queimado.

Surto é o principal grito de liberdade dos portadores de sofrimento psíquico criado por Carrano!

Flash mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada após o que as pessoas se dispersarão tão rápido quanto se reuniram.

Venham de branco e improvisem camisas de força para o ato.

Mais inform. Tel.: 11 38010035
deliriocoletivo.net

* * *


VENCEDOR DO EDITAL DO MINISTÉRIO DA CULTURA “NÓS NA TELA”

Documentário de curta-metragem:
“Surto! O Bicho morreu. A verdadeira história de Austregésilo Carrano”

O que
Flash Mob Surto

Tema:
Reforma Psiquiátrica e Luta antimanicomial

Data:
20 de Julho – 11hs AM – Rua Carlos Comenale
Bela Vista
A Rua será interditada para a ocasião.
Concentração a frente do CAPS Itapeva


A seguir:
Descrição da Flash Mob


Se houver interesse em conhecer o projeto na íntegra podemos enviar o material por correio eletrônico.


E contacte:

 (11) 38010035 – (11)98959285 – (11)85432591



O projeto SURTO tem a honra de convidá-lo a participar do grito surto* através de flash mob que vai acontecer dia 20 de Julho.

O ato será filmado para o documentário  Surto! O Bicho morreu.  A verdadeira história de Austregésilo Carrano e para o Filme queimado.


Austregésilo foi um dos maiores ícones do Movimento de Luta Antimanicomial no Brasil, Austregesilo Carrano, morto em Maio de 2008.

Intervenção urbana contra o eletrochoque!

20 de julho de 2010 às 11hs . A rua será interditada para a ocasião. Concentração à frente do CAPS Itapeva.
Rua Carlos Comenale . Travessa da Rua Itapeva . Bela Vista


*SURTO! é o principal grito de liberdade
dos portadores de sofrimento psíquico.

O Filme Surto! É um documentário de proposta estética apurada e ineditismo de recursos de roteiro e cuja inventividade audiovisual, fazem deste documento de arte, além de um instrumento de transformação social um forte concorrente em festivais nacionais e internacionais de cinema – conscientizando e divulgando a causa.

A denúncia não precisa ser indigesta aos olhos
e enfadonha aos sentidos. O bom gosto é aliado da arte.
E a arte é comparsa da verdade.


Nosso projeto tem por finalidade divulgar e efetivar as conquistas relativas às reformas psiquiátricas no Brasil e vão além do empenho em divulgar os argumentos de autoridades e partes envolvidas no processo de transformação sistêmica e conscientização social.

Estamos retratando em documento audiovisual de metragem curta, a fase da vida de Austregésilo Carrano Bueno* desconhecida: o que aconteceu com Carrano depois de ter vendido os direitos sobre seu livro autobiográfico “Canto dos Malditos” e as conseqüentes mazelas decorrentes de implicações de suas internações criminosas e tratamentos brutos.

Acenamos ao MASP para realizar a gravação da última cena do Filme, um clip da música Carrano, tema do filme. O clip é uma cena de dança teatro realizado em tomada única com atores que são portadores de sofrimento psíquico. Pretendemos montar o equipamento e cenário em ouço menos de uma hora e a gravação terá a duração de duas horas no total. A cena deve ser realizada ela manhã – horário da aula de teatro dos atires do CAPS Itapeva (Centro de Atenção Psicosocial).

Nosso objetivo é esclarecer a opinião da sociedade na luta pelo reconhecimento da necessidade de inclusão social dos portadores de sofrimento psíquico e da urgência execução das ações relativas a reforma psiquiátrica e o fim dos manicômios aos moldes estritamente confinatórios.

Compreendemos que por se tratar de um dos pontos culturais mais famosos de São Paulo, a gravação no vão do MASP somará força e credibilidade a este manifesto de arte.

*Austregésilo Carrano Bueno era autor literário, artista e principal ativista do Movimeto Nacional de luta antimanicomial, cujo romance autobiográfico inspirou o filme de Laís Bodanski “Bicho de sete cabeças” e que em vida, assim Antonin Artaud e tantos outros gênios, padeceu incompreendido.

Assim como a psiquiatra Nize da Silveira, e tantas outras referências ligadas à causa, manifestamo-nos denunciantes das formas agressivas de tratamento de nossa época, tais como o confinamento em hospitais psiquiátricos, eletrochoque, insulinoterapia e lobotomia, que são afrontas ao gênero humano,  limitando tantas potencialidades criativas a precárias condições de vida. 


A luta de nosso documentado faz observar que o confinamento unicamente medicamentoso, nos quais através de apenas inserção alopática sem nenhuma clínica ocupacional e terapia artística/alternativa associada ou amparo psicológico que o seja, não são capazes de reintegrar a saúde mental ao indivíduo complexo.

Com a verba oferecida pelo MINC para produção deste roteiro audiovisual e o apoio de pessoas física e jurídicas, pretendemos dar continuidade ao Projeto de Saúde Mental e Cinema Austregésilo Carrano e desenvolver um dos mais interessantes e contundentes documentos de defesa dos direitos dos portadores de sofrimento psíquico cujas vidas interrompidas, aprisionados em hospitais psiquiátricos de todo Brasil à mercê de uma utópica cura e porque não “mágica” melhora em seus estados existenciais.

Atenciosamente,

Dayan Paiva
Presidente da Associação Entreter