PICICA - Blog do Rogelio Casado - "Uma palavra pode ter seu sentido e seu contrário, a língua não cessa de decidir de outra forma" (Charles Melman) PICICA - meninote, fedelho (Ceará). Coisa insignificante. Pessoa muito baixa; aquele que mete o bedelho onde não deve (Norte). Azar (dicionário do matuto). Alto lá! Para este blogueiro, na esteira de Melman, o piciqueiro é também aquele que usa o discurso como forma de resistência da vida.
junho 20, 2010
Água Pública, David contra Golias
Andrea Palladino
Água Pública, David contra Golias
Um milhão de assinaturas para a rodada de água pública. Duzentos e cinqüenta mil ou mais da meta que o Fórum tinha inicialmente dado a esta campanha. A resposta gigante grande para as políticas do governo liberal. Um movimento em muitos aspectos semelhante ao criado durante a Cúpula do G8 em Génova: os partidos são convidados, uma rede ampla, extensa e sólida movimentos e associações. Não "nas páginas de um jornal para listar as centenas de siglas que tornaram possível essa meta extraordinária. Você pode indicar as áreas, sabendo que você está fazendo mal a alguém: os católicos progressistas, juntamente com squats, pedaços inteiros de sindicatos (CGIL e, especialmente, Cobas), juntamente com grupos de consumidores, o mundo ambiente em pleno vigor, até que os trabalhadores empresas que gerenciam a água. E os cidadãos comuns, essa onda que cresce gradualmente em torno das pessoas roxo, praças para defender o direito de peças de informação que a Itália quer entender por que somos o país mais autoritário, mais liberal e menos livres Europa .
Para entender deve parar em um banquete espalhados na Itália, "Public água? Não é preciso explicar nada, apenas assiná-lo, "é a frase mais comum. Então a segunda questão diz respeito a marca doc: "Não por acaso os dell'Idv, certo?" Como uma senhora de idade chamado a Roma. Perguntas rios: como proteger-se de empresas privadas, como aumento da tarifa dos rebeldes, assim como a análise de que a água que bebemos. Em um ambiente que lembra as partes do país. Como quando em cima de Zoncolan, durante uma turnê pela Itália, apareceu banquetes, provocando aplausos dos fãs. Ou como Netuno, na semana passada, quando as pessoas deixaram a praia para ir para escutar Ascanio Celestino, e assinatura.
Para voltar ao longo do caminho que levou à mobilização milionário, há episódios que contam o quão bem este é um milhão de assinaturas. Havia dois obstáculos aparentemente intransponíveis, os partidos políticos e de informação. Desde o passado, é uma história que nos envolve. Até alguns meses atrás, a questão da água pública era essencialmente um tabu. Por outro lado, olhando para o negócio grande e forte poder financeiro que se escondem por trás da privatização dos recursos hídricos são os nomes que pesam na mídia mainstream. Grandes grupos como a ACEA, por exemplo, entre os accionistas como pesagem industrial Caltagirone, subiu hoje para 13% da sociedade romana, pronto para subir ao grupo em vista da privatização já foi iniciado pela Alemanno. O novo utilitário multi-gigante norte-Iris, viu a entrada de F2i pesados, cuja cadeira se senta o novo deus Ettore Gotti Tedeschi banqueiro, chefe do IOR, banco do Vaticano. Ou o poderoso lobby das águas minerais, os orçamentos publicitários que interferem nas escolhas do negócio de televisão. Golias contra as vozes que têm acompanhado o crescimento nos últimos anos o movimento da água pública, dizendo o que significa privatizar a água, encontrando a porta engenheiros e vigilantes das empresas pronto para cortar os tubos, se você não puder pagar.
O obstáculo real, aparentemente o mais difícil, no entanto, veio as partes, incluindo a oposição. Após a apresentação das questões foi a Itália dos Valores, uma particularmente feroz Di Pietro, tentando esticar a perna tropeçando. Antes da IdV pediu um lugar na primeira fila na comissão organizadora do referendo, depois de perceber que o movimento quell'anomalo poderia ir longe, então forçado a mão, apresentando uma pergunta alternativa - que mantém o modelo como uma das escolhas privadas de - gestão da água.
Pd a seguinte pergunta. Ou melhor, parte do PD. Ou melhor ainda, provavelmente, uma minoria de PD. Uma posição oficial, como sabemos, ainda não existe. Oficial se manifestou contra o referendo e contra o grupo de gestão pública da água total que é reconhecido no ecodem componente. A impressão é que na gestão de contas, provavelmente, muito alto do governo "PD" que o partido é historicamente perto a gestão conjunta público-privada - veja o modelo Tuscany, ou o gigante Acea - agora em grandes dificuldades ao longo de um referendo clara e radical.
Os partidos de esquerda, pelo contrário, aceitou o convite do Fórum para dar uma mão, sem protagonistas. Federação da Esquerda, Sel, Verdes, Esquerda PCdL parte crítica do Comitê de Apoio do referendo, dando um forte, mas auto-sustentável.
Rodada do milhão de assinaturas, portanto, possível através da mobilização de nascidos e criados a partir do fundo, na sede improvisada pequeno de centenas de comitês locais, que são usadas para abrir as portas aos cidadãos de todos os tipos vêm com zeros para três projetos de lei na mão e talvez com a água cortada. Comissões são onde a fila de mulheres que têm de lidar primeiro com a crise económica e da capacidade científica predatória serviços corporativos, ou idosos, a memória histórica do cheiro de uma capacidade mínima para combater a injustiça. Além disso, profissionais, trabalhadores, professores, precariedade cansado de ser visto como parte do trabalho flexível, os estrangeiros estão descobrindo que a Itália não é que o céu prometido, e não mantida. A experiência acumulada de lutas e disputas em cinco anos, a contar da primeira privatização verdade, tratou de gestão mista.
A máquina organizativa para o referendo começou no final de março, graças aos voluntários e formas criativas de auto-financiamento. Alguns têm criado uma demanda alta para as garrafas gadget com a palavra "água" não vende, quem preparou os cartazes que se juntou a 25 de abril com o lançamento de água, que se esforçou para criar sistemas de computador para assinaturas de contagem. Mas uma vez que todos entenderam o potencial explosivo de três perguntas a fazer uma questão de gestão, sem rodeios, colocando as mediações canto, juros e gelatinoso sistema que garanta que os lobbies empresariais e que este país era esperado. Não precisa de cartazes, campanhas publicitárias e informações divulgadas. O referendo da água pública ganham porque são radicais, porque eles tocam em um país marcado carne. Um ovo de Colombo real.
Fonte: Il Manifesto
Nota do blog: Mio caro Andrea, perdoa-me a tradução, meu italiano é pra lá de macarrônico.
abril 03, 2010
Uma lição dos italianos para o movimento SOS Encontro das Águas
21 de março de 2010 — Roma 20 marzo 2010 -- Campagna contro la privatizzazione dell'acqua e promozione dei referendum
Nota do blog: Vendo a manifestação nacional dos italianos contra a privatização da águas, vi muitos homens velhos, alguns com uma faixa no peito (seriam os notáveis de suas cidades?), e fiquei a me perguntar "cadê os velhos sábios da cidade de Manaus", que ao invés de participarem da manifestação pela conservação do Encontro das Águas, onde interesses privados querem construir um terminal portuário através de uma subsidiária da VALE, terminam por se comportar como aqueles "macaquinhos sábios", que não ouvem, não vêem e não falam. Cadê os estudantes organizados? (para ser justo, a juventude do PPS foi a única a se comunicar com esse blogueiro, manifestando o desejo de participação no movimento). Cadê a Associação dos Docentes da Universidade do Amazonas? (Contam-se nos dedos os professores das universidades, sejam públicas ou privadas; destas últimas, apenas uma ameaçou participar, mas não passou do gogó). Acordem, amazonenses! Já contamos com mais de uma dezena de entidades da sociedade civil organizada. É preciso muito mais. Se o senador Jefferson Peres estivesse vivo, certamente ele já teria se posicionado, e talvez deixasse de lado um dos seus princípios - não se apropriar dos movimentos sociais para fins eleitoreiros - para caminhar conosco pelas ruas de Manaus em defesa dos nossos valores. Lembro-me, quando ele ainda era vereador, sua voz isolada no parlamento conclamando os manauaras a resistir contra o projeto do então prefeito Amazonino Mendes, que pretendia construir um camelódromo no entorno do relógio municipal. Data daí a fundação da Associação Amigos de Manaus - AMANA. O movimento SOS Encontro das Águas poderia dar uma prova do seu amadurecimento e dialogar com esses segmentos. É hora de união! Não podemos deixar que o futuro daquele patrimônio da humanidade (usado em todas as campanhas publicitárias que pretendem chamar atenção para as belezas naturais do Amazonas) fique nas mãos do Iphan. Em Manaus, o atual titular dessa prestigiada instituição nacional já demonstrou, nas entrevistas à imprensa local, que não está à altura de coordenar o processo de tombamento do Encontro das Águas. Defender a conservação desse patrimônio é dever dos amazonenses.
fevereiro 28, 2010
Água: pirataria na foz do Amazonas
Entrevista de Lúcio Flávio Pinto ao programa Jogo do Poder Amazônia, na TVM, Canal 17 (Belém/PA), em 19/01/2010.
Nota do blog: Lúcio Flávio Pinto pertence a uma espécie de jornalista que está em extinção. Veja a entrevista acima e leia o texto abaixo e saiba por que ele é um exemplo para a minha geração.
* * *
MEIO AMBIENTE
Por Lúcio Flávio Pinto
A água da Amazônia está sendo roubada?
Estima-se que 1,5 bilhão de seres humanos já não disponham de água suficiente para suas necessidades essenciais. Significa que, de cada 5 habitantes da Terra, um não tem água nem para beber. Esse contingente, que equivale à população do maior país do mundo, a China, vai precisar resolver esse problema vital de alguma maneira. Pela via pacífica ou através da força. A próxima guerra será pela água, anuncia um número crescente de profetas, baseados mais na correlação lógica de fatores do que numa análise minuciosa e específica das situações.
Este é o mesmo método que utilizam para apontar o sítio dessa próxima guerra: a Amazônia. Nada mais lógico: a bacia amazônica, que se espraia por nove países da América do Sul, mas tem dois terços das suas águas drenadas no território do Brasil, representa 68% da massa de água doce superficial do nosso país e de 8% a 25% (conforme as diferentes avaliações) do total do planeta. Sua principal riqueza ou está escondida no subsolo, em depósitos de minérios, ou na sua floresta tropical, um terço do que ainda subsiste sobre a superfície terrestre. E a mais rica em biodiversidade. Um tesouro difícil de ser protegido, sujeito a todas as formas de roubo.
A mais nova seria a do bem mais abundante e de fácil apropriação. Seguidas denúncias, apregoadas pelas vozes mais distintas, têm assegurado que já seria “assustador” o tráfico de água doce da Amazônia para o exterior. O alerta mais recente foi feito no final do ano passado pela revista jurídica Consulex. Ela garantia que algumas empresas já praticam com desenvoltura essa forma de roubo, que já tem denominações como hidropirataria e bioinvasão.
A atividade ilegal estaria sendo praticada por navios com capacidade de armazenar 250 milhões de litros (ou 250 mil metros cúbicos) de água, que uma empresa da Noruega forneceria para clientes na Grécia, Oriente Médio, Ilha da Madeira e Caribe. Por sair pela metade do custo da dessalinização, o roubo de água teria se tornado atraente no comércio com países carentes de água doce superficial.
A matéria da revista é rica em detalhes e conjecturas, mas não o bastante para convencer sobre o que relata, ecoando denúncias já numerosas. Claro que o acervo de água da Amazônia é questão transcendental. Exige atenção, seriedade, prioridade e investimentos. Todos esses elementos são de enorme deficiência atualmente. O Brasil tem mais de 120 comitês de bacia. Só um deles fica na Amazônia e tem ação urbana, na cidade de Manaus. É um despropósito paradoxal com o significado mundial da bacia amazônica.
Os escassos investimentos em manejo de água na região não permitem um conhecimento adequado sobre os seus recursos hídricos. O interesse mundial cresce numa velocidade muito superior à da atenção nacional. Mesmo as denúncias mais detalhadas, como a da Consulex, porém, ainda se revelam meramente especulativas, quando não totalmente fantasiosas. Devem servir de alerta para o problema, se – e quando – ele surgir.
Até agora, não há nenhum caso comprovado de roubo de água amazônica em território nacional, incluindo o mar de 200 milhas. Os grandes navios (1.200 por ano) entram na região em busca de outros recursos naturais, principalmente minérios e madeira, atracando em cinco portos de grande movimentação. Não têm espaço característico – nem tonelagem necessária – para acumular água – e em escala comercial.
A única área que poderia proporcionar essa pirataria é a foz do Amazonas, onde está a maior ilha fluvial do mundo, a de Marajó, com 50 mil quilômetros quadrados. Nela, o grande rio chega a despejar mais de 200 milhões de litros de água por segundo, no auge da cheia. Não há qualquer caso concreto de um superpetroleiro que tenha estacionado nesse local para se abastecer de um volume como os 250 milhões de litros citados. Pode parecer muito, mas esse volume de água equivale a menos de meio segundo de descarga na vazão máxima natural que o rio Tocantins já alcançou no local onde foi construída a barragem da hidrelétrica de Tucuruí, a quarta maior do mundo, em 1980.
Não parece um grande negócio, capaz de justificar o investimento e o risco, ainda que o patrulhamento da costa amazônica seja deficiente (o que induziu no projeto de criação da nova esquadra da Marinha, prevista para ter sua sede em São Luís do Maranhão e não em Belém, como pareceria mais lógico). A Capitania dos Portos do Pará assegura que fiscaliza todos os navios que entram e saem da região e que, por amostragem, acompanha a qualidade da água que carregam em seus porões como lastro. As normas internacionais autorizam essa operação, que constitui prática comum e nada tem a ver com objetivo comercial ou mesmo roubo com objetivo científico.
A água que o Amazonas despeja no Oceano Atlântico é rica em material particulado em suspensão. Mas qualquer pequena coleta pode ser suficiente para um estudo completo sobre o que contém – e isso é feito por meios legais, normais e saudáveis (embora não na escala recomendável). Quanto ao uso para outros fins, pelo menos para a costa dos Estados Unidos, o Amazonas já dá sua contribuição em larga escala – e gratuita. Avançando até 100 quilômetros no oceano, suas águas derivam para o norte pela força da corrente marítima, indo parar no litoral da Flórida.
Se não é para nos roubar água potável (com volumosa quantidade de sólidos em suspensão), então essa pirataria seria para recolher água rica em nutrientes para algum objetivo ainda não identificado (e, talvez, jamais identificável, por irreal). O campo ainda está aberto à imaginação e à especulação. Para delimitá-lo, a melhor atitude para o bem do país é, sem deixar de se manter atento, investir no conhecimento dos nacionais sobre sua própria riqueza.
O Brasil deve acompanhar com atenção e sempre com atualização o que pensam (e o que fazem) os estrangeiros sobre a – e na – Amazônia. Dispondo de mais recursos e com objetivos mais bem definidos, eles podem servir de espelho para refletir melhor o que os brasileiros e, em particular, os amazônidas, nem sempre conseguem ver, por falta de meios humanos, técnicos e científicos equivalentes.
O mais importante, porém, é saber e acompanhar o que os próprios nacionais pensam ou fazem, em numerosos casos dilapidando os recursos naturais ou os utilizando de forma irracional. Campeão em estoque de água doce do mundo, o Brasil é medíocre no seu manejo. Em Belém, que, por sua localização, serve de porta de entrada da Amazônia, um dos problemas que sua população – de quase 1,5 milhão de habitantes – enfrenta é a falta de água boa para beber, apesar da vasta massa que forma o estuário onde ela se situa. Este é o triste paradoxo atual, cuja visualização e compreensão as sempre vivas teorias conspirativas dificultam.
Fonte: Yahoo Brasil
outubro 31, 2009
Exército pressiona comunidades a deixar o Puraquequara
Os moradores da região conseguiram, juntamente com seus aliados (CÁRITAS, CPT, Gabinete do Senador João Pedro entre outros), marcar audiência pública na Vila do Puraquequara, que teria acontecido no dia 21.10.2009.
Como não recebemos mais nenhuma informação, estamos sem saber o desfecho dessa história. Pedimos aos companheir@s da Cáritas Arquidiocesana que se manifestem, para que possamos estabelecer o arco da solidariedade.
Rios pela Vida! Terceiro Encontro Internacional dos Atingidos por Barragens e seus Aliados
Rios pela Vida! Terceiro Encontro Internacional dos Atingidos por Barragens e seus Aliados
Temacapulín, México, 1-7 de outubro, 2010
Convidamos vocês de participar no Terceiro Encontro Internacional dos Atingidos por Barragens e seus Aliados, que acontecerá em Temacapulín, Mexico em outubro de 2010. A comunidade de Temacapulín se encontra em plena mobilização para impedir a construção da hidrelétrica El Zapotillo. Eles estarão recebendo militantes do movimento internacional contra as barragens na sua aldéia e nas suas casas para esta reunião importante.
Mais de 300 atingidos por barragens, representantes de ongs e especialistas do mundo inteiro deveriam reunir para compartir experiências e informação, desenvolver estrategias em comúm, e fortalecer o movimento internacional em proteção dos rios e os direitos das populações ribeirinhas.
Por favor marcar a data nos seus calendários e planeje sua participação. Os recursos para financiar a participação de entidades do Sul são muito limitados. Seria importante que vocês prioritizem a busca de recursos para possibilitar sua viagem e participação. Se tiver possibilidades de buscar recursos para outros participantes, por favor entrar em contato com susanne@internationalrivers.org.
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QUÊ: Terceiro Encontro Internacional dos Atingidos por Barragens e seus Aliados
QUANDO: 1-7 de outubro de 2010. O dia 1 e 7 serão dedicados às chegadas e saídas de pessoal. Vai ter quatro dias de reuniões e oficinas, além de uma saída de um dia para visitar com atingidos e aprender mais sobre a luta das comunidades regionais contra as barragens.
ONDE: Temacapulín, México. O aeroporto mais próxmo é de Guadalájara.
QUEM: Atingidos por barragens e ativistas do mundo inteiro.
PORQUE: Os primeiros dois encontros de atingidos por barragens e seus aliados tiveram muita influência, ajudando no fortelecimento do movimento internacional contra as barragens. O movimento já comemorou várias vitórias desde o último encontro na Tailândia em 2003. Porém, ainda enfrentamos graves ameaças aos nossos rios e aos nossos direitos. Uma nova geração de barragens estão sendo financiadas pelos governos do Sul, e por empresas que desmostram pouca preocupação em cumprir a legislação nacional e os direitos dos povos. As barragens estão sendo colocadas como se fossem soluções aos câmbios climáticos, apesar de dúvidas sobre como as mudanças climáticas deveriam afetar o seu desempenho.
Agora é o momento para juntarmos em solidaridade para compartir experiências e desenvolver estratégias em comúm para proteger os nossos rios e defender os nossos direitos.
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PARA MAIS INFORMAÇÃO
Visite o nosso site www.internationalrivers.org/riversforlife3. Estaremos atualizando as informações sobre o evento. Qualquer dúvida, entre em contato com o Movimento dos Atingidos por Barragens, ou contatar Susanne Wong na International Rivers, susanne@internationalrivers.org.
AJUDEM COM A DIVULGAÇÃO! especialmente às comunidades de atingidos por barragens.
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O comitê organizativo inclui a International Rivers, três parceiros da região, e um comitê internacional:
Parceiros locais:
Instituto Mexicano para Desarrollo Comunitário (IMDEC)
Comitê para Salvar Temaca, Acasico ty Palmarejo
Movimiento Mexicano de los Afectados por Presas y en Defensa de los Ríos (MAPDER)
Comitê Internacional:
Sena Alouka, Young Volunteers for the Environment, Togo
Robert Kugonza, Africa Rivers Network, Uganda
Ercan Ayboga, Initiative to Save Hasankeyf, Turkey/Germany
Catriona Vine, Kurdish Human Rights Project, United Kingdom
Lata Anantha, River Research Centre, India
Tek Vannara, Culture and Environment Preservation Association, Cambodia
Luiz dalla Costa, Movimento dos Atingidos por Barragens, Brasil
Roberto Epple, European Rivers Network, France
Gustavo Castro Soto, MAPDER y Otros Mundos, México
Marco von Borstel e Carmen Diaz, IMDEC, México
Susanne Wong e Berklee Lowrey-Evans, International Rivers, USA
Glenn Switkes,
Director, Amazon Program
International Rivers
São Paulo, Brazil
glenn@internationalrivers.org
www.internationalrivers.org
tel: +55 11 3666 7084
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