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abril 13, 2010

Salvador pronta para a II Conferência Municipal de Saúde Mental

II Parada do Orgulho Louco  
Acervo Núcleo Antimanicomial da Bahia
Participe da II Conferência de Saúde Mental de Salvador

A 2ª Conferência Municipal de Saúde da cidade de Salvador será realizada nos dias 13 e 14 de abril, a partir das 8h, na Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA) - Rua Augusto Viana, s/nº - Canela. As inscrições só poderão ser feitas no local, respeitando o número de vagas disponíveis. Além de Salvador, outros 33 municípios baianos estão com datas previstas para realização de conferências municipais – etapas que antecedem a Conferência Estadual, que acontecerá entre os dias 25 e 27 de maio, e a IV Conferência Nacional de Saúde Mental, agendada entre os dias 27 e 30 de junho, em Brasília com o tema “Saúde Mental, direito e compromisso de todos: consolidar avanços e enfrentar desafios”.

A IV CNSM foi uma conquista da Marcha dos Usuários que aconteceu no dia 30 de setembro de 2009 e levou mais de 2 mil pessoas à Brasília lutando pela Reforma Psiquiátrica Antimanicomial. Usuário, familiares e trabalhadores se reuniram na capital federal para exigir uma série de mudanças no que diz respeito às políticas públicas de saúde e saúde mental no campo do Sistema Único de Saúde (SUS).
O Conselho Federal de Psicologia e a Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial (RENILA) publicaram o documento Por uma IV Conferência Antimanicomial: contribuições dos usuários para ser discutido durante as conferências municipais, estaduais e a IV Conferência Nacional. O documento reúne todas as pautas propostas durante a Marcha.

O Conselho Regional de Psicologia da 3ª Região BA/SE faz parte da Comissão Organizadora da Conferência Municipal de Salvador. Psicóloga (o), junte-se a nós e participe das etapas preparatórias para a IV Conferência Nacional de Saúde Mental.
Para saber a programação da conferência de Salvador e ter outras informações clique aqui.

Acesse também informações sobre concursos, cursos, eventos e congressos no site do CRP-03 - www.crp03.org.br

Assessoria de Comunicação
Conselho Regional de Psicologia 3ª Região Bahia e Sergipe
End: Rua Professor Aristides Novis, 27, Federação - Salvador - Bahia
Tel: (71) 3247-6716 Ramal 212. E-mail:
comunicacao@crp03.org.br
www.crp03.org.br
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fevereiro 11, 2010

O carnaval classista de Salvador

Ivete "Cansei do seu Galo"
Foto postada em www.quintacategoria.com.br
Nota do blog: A crônica do carnaval da Bahia pelo poeta cordelista Barreto é o retrado cuspido e escarrado do apartheid a que são submetidos os soteropolitanos no período da maior festa popular brasileira. Com o capitalismo triunfante do carnaval comercial de Salvador, isso sim, Boris Casoy, é que é uma discriminação classista de merda!

CARNAVAL DE SALVADOR
comércio, camarotes e vaidades

Antonio Barreto, cordelista natural de Santa Bárbara-BA,
residente em Salvador.

Dei uma de jornalista

Em Salvador da Bahia

E fui consultar o povo

Pra comentar a folia

Que se chama Carnaval

Uma festa cultural

Que declina a cada dia.

Busquei a neutralidade

Sem fazer intervenção

Apenas eu transformava

Com muita dedicação

Tudo em versos de cordel

E anotava no papel:

Conforme vocês verão:

— O carnaval tá careca

E fingindo que tem trança !

Muitos a ganhar dinheiro

Engordando sua poupança

E o pobre do folião

Precisa de um dinheirão

Pra poder entrar na “dança”.

— O carnaval era público

Porém tornou-se privado.

Toda a espontaneidade

Acabou-se com o mercado

De gente gananciosa

Prepotente e vaidosa:

Um esquema bem fechado.

— Hoje o clima é de apartheid

Feito o Muro de Berlim.

De um lado o povo simples

E do outro Camarim:

Criação de uma elite

Que passou a dar palpite

E fazer coisa ruim.

— Agora ninguém me engana:

Já não podemos pensar

Neste Carnaval baiano

Como festa popular

Já que a praça, que é do povo

Tem agora um “Kartel novo”

Pra excluir, pra faturar !

— Já existe fazendeira

Empresário, explorador

Donos de rede de hotel

Gente vil, bajulador

Matando essa bela festa

Que o mundo inteiro atesta:

Carnaval de Salvador.

— No Recife prazenteiro

Não tem corda ou escravidão.

Ninguém paga pra brincar

Lá quem manda é o folião

Mas aqui em Salvador

Não há ética nem pudor:

Tudo é privatização.

— Os artistas e empresários

Que comandam o carnaval

Eu não vou citar os nomes

Dessa prole tão banal

Figuras tão conhecidas

Porém não comprometidas

Com o lado social.

— Em perfeito e alto astral

Fico com Moraes Moreira

Artista conceituado

Que enxergou a baboseira:

A ganância, a hipocrisia

Dessa gente da Bahia

Prepotente e ‘aberteira’.

— Vai morrendo a tradição

Da nossa rica cultura

Pouco a pouco os blocos-afros

Caem na “rua da amargura”

Porque a força do mal

Que comando o carnaval

Já domina a Prefeitura.

— O empresário fatura

Sem visar o social.

Já criou-se um apartheid

Nesse belo carnaval

Que em vez de ser do povo

Já pertence a esse novo

Megaesquema industrial.

— Na perda da tradição

Lá se vão o afoxé,

O sambinha, o ijexá,

A magia, o candomblé

Que perderam seu espaço

Para o tal do “pagodaço”

E a elite do axé.

— Logo eu estarei em Marte

Longe de tanta artimanha.

Veja agora que o Rei Mono

Não precisa ter mais banha !

O processo é político

De prefeito paralítico

Que só pensa em barganha.

— Cada um compra seu “lote”

No circuito Barra-Ondina

Monopolizando espaço

Que logo terá piscina !

Camarotes suntuosos

Dos artistas vaidosos

Cuja luz não me fascina.

— Aumentando a hipocrisia

Criaram os tais “cordeiros”

Pessoas submetidas

Aos blocos de interesseiros

Que fazem do pobre: escravos

E lhes dão alguns centavos

Para serem seus obreiros.

— Quem ousar cortar o mal

Da Máfia pela raiz

Logo será destruído

Vai ser mais um infeliz

Pois o “plano” é muito forte:

Eles sabem dar o corte

Porque são pessoas vis.

— Muitas cenas de mau gosto

São vistas à luz do dia

Em cima dos Camarotes

Onde rola a mordomia

Das grandes “celebridades”

As famosas “majestades”

Do Carnaval da Bahia.

— Mas também há folião

Que não tem discernimento

E acaba endeusando

Certo bando de ‘jumento’

Que faz música sem critério

Só leva o dinheiro a sério

Visando enriquecimento

— Cadê a preservação

Da cultura africana

Que muito contribuiu

Pra essa festa baiana?

Perdemos nossa beleza

E o critério, com certeza

Por causa da ratazana.

— Na voz dos ‘grandes artistas’

Desse nosso carnavá

Essa estória de dizer:

“ onde tem povo tô lá”:

Isso é mentira pura

Eles vão pela usura

De ganhar muito bambá !

— As ruas e avenidas

Estão sendo dominadas

Por blocos e trios elétricos

Das estrelas ”endeusadas”.

E os afoxés da gente

Raiz afrodescendente

Desfilam nas madrugadas.

— Não me venham com lambança

Ainda sou pipoqueiro

Folião independente

Não quero ser chicleteiro.

Tenho cérebro, não sou besta

(segunda nunca foi sexta !)

Tampouco sou pagodeiro.

— E da forma que prossegue

Essa louca trajetória

No futuro não se assuste

De um Carnaval sem glória

Que ficará registrado

E muito pouco lembrado

Nas páginas da nossa história.

— Os empresários têm manha

Pra matar a tradição...

Antes era o Carnaval

Festa da população

Hoje é tudo demarcado

Pelo tal Poder Privado:

Que se lasque o folião !

— Gosto mesmo é de Gerônimo

Tapajós, Ilê, Missinho

Luiz Caldas, Olodum

Dez mil vezes Armandinho

Botando pra rebentar

Trilhando Dodô e Osmar

Com Aroldo, André e Betinho.

— Sou Muzenza, Sarajane

A Mudança do Garcia

Filhos de Gandy, Ara Ketu

Walter Queiroz: poesia !

Apaches e muito mais:

Carnaval de glória e paz...

Quem jamais esqueceria ?!

— Só queria um por cento

Da riqueza de Guanaes

De Sangalo, de Chiclete

Etecéteras e tais...

Êta indústria de dinheiro

Deste Carnaval fagueiro

Alienante demais !

— 60 anos de Trio

Nós precisamos louvar

Porque os nossos heróis

Chamados Dodô e Osmar

Tão chorando lá no céu

Diante do escarcéu

Que acabaram de instalar.

E aqui Barreto encerra

Esses versos de cordel

Desejando que essa Festa

Tenha mais sabor de Mel

E a praça do povão

Volte a ter animação

Sem a onda do “Kartel”” !

FIM

Salvador, Carnaval de 2010

fevereiro 03, 2010

PC do B cobra democratização da gestão da prefeitura de Salvador

Boletim Eletrônico
Edição Nº 171
Quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
Salvador-BA


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Artigo
A prefeitura e os dentes do cavalo
Publicado no jornal A TARDE - Opinião - Pág. 3 - 02.02.10

Aladilce Souza*

A cavalo dado não se olham os dentes. A expressão foi utilizada pelo secretário municipal de Planejamento e Meio Ambiente, Antônio Abreu, ao ser indagado por repórter de A TARDE sobre a origem do pacote de projetos apresentados pelo prefeito João Henrique, na última quinta-feira, 28, em ato público governamental.

Em outras palavras, o secretário disse que qualquer coisa oferecida de “graça”, sem custo imediato, serve para a cidade. Não importam a origem, concepção de cidade ou interesses particulares de quem ofereça. A declaração revela, sobretudo, o grau de desprezo do gestor para com a cidade. Ou, talvez, não tenha se dado conta da natureza pública e da responsabilidade do cargo que ocupa.

Mas importa sim. Intervenções urbanísticas, em qualquer cidade, devem ser muito bem pensadas e discutidas com os seus cidadãos, o mais amplamente possível. Porque a cidade é de todos e deve servir a todos. Num debate amplo e democrático de questões como essas, devem se confrontar os anseios e interesses do empresariado dos diversos setores, dos trabalhadores, urbanistas, cidadãos comuns, vendedores ambulantes, dos mais pobres, dos muito ricos, dos jovens, idosos, mulheres, negros. Num debate assim é possível e importante que ocorram confrontações e embates dos conceitos de cidade e de vida, ampla negociação e, desse modo, o resultado será o mais acertado, mais consistente e sustentável.

Salvador precisa urgentemente de intervenções urbanísticas, o que é notório e de conhecimento público. Entretanto, não podem ser feitas de qualquer maneira e exclusivamente ao alvitre do interesse de determinados grupos, desconsiderando o qualificado quadro técnico da prefeitura, a exemplo dos profissionais da Fundação Mário Leal. Tanto pior, descumprindo a obrigação de consultar e auscultar os diversos interesses da heterogênea população de nossa cidade.

É verdade que Salvador vive sérios problemas: alta densidade populacional, desmatamento e verticalização desenfreada, mobilidade e acessibilidade limitadas e um trânsito caótico, entre outros. Mas isso não se soluciona de qualquer jeito. É fundamental que tenhamos bons projetos. Para ser bom e adequado aos anseios da nossa gente, o projeto deve visar os reais interesses da população, abordar e resolver os seus problemas, obrigatoriamente, mediante amplo debate.

Somente assim estaremos contribuindo para a consolidação da cidadania.

A questão da democratização da gestão não é uma mera formalidade ou retórica, é uma obrigação governamental decorrente dos fundamentos do Estado democrático preconizados pela Constituição Federal de 88. Para infelicidade dos soteropolitanos, o slogan “Prefeitura de participação popular”, que encheu de expectativa os diversos segmentos da cidade, foi abandonado por completo a partir da adoção de outro lema, “Prefeitura de novo tempo”, cuja imagem com prédios altos, demonstra, claramente, o vínculo e o retrocesso da gestão.

O que vemos, atualmente, é a exclusiva prioridade aos interesses do setor privado, do grande empresariado da limpeza urbana, da construção civil e de transportes. Os interesses públicos e democráticos são afrontados, sendo seguidamente desconsiderados a Câmara Municipal e os conselhos gestores.

Neste 2010, com certeza, será um desafio para nós, cidadãos, mas manteremos erguida a bandeira do restabelecimento do processo de democratização da cidade de Salvador.

A propósito, a idade dos equinos é facilmente descoberta visualizando-se a sua boca.

Sabe-se que os cavalos trocam a dentição a partir dos dois anos de idade e que os dentes de leite são mais brancos que os permanentes.

Com o tempo, devido à mastigação, os dentes são desgastados e mudam o arco incisivo, sendo arredondados no animal jovem e mais alongados nos velhos. Daí é que surgiu a expressão "a cavalo dado não se olham os dentes", significando, originalmente, que ao se comprar um animal devemos nos preocupar em obter um animal jovem. Porém, se recebermos um de presente, não importa que ele seja velho. Em Troia, como agora em Salvador, contudo, vale ressaltar, a história é bem diferente.

___________________
Vereadora de Salvador pelo PCdoB

janeiro 25, 2010

CAPSad Pernambués convoca reunião e lança Carta Aberta

Salvador - Bahia - Brasil
Foto: Ro
gelio Casado, 1999
- Olhe, meu rei, o que tá acontecendo em Pernambués é pra deixar o povo arretado...

CAPSad URGENTE: Convite de reunião e Carta Aberta


Prezados parceiros,

Segue anexa a CARTA ABERTA DO CAPSad que contém informações sobre a atual situação deste serviço.

Aproveito este momento para convida-los para uma reunião com os técnicos do serviço, representantes das Redes de Saúde e Jurídica-social, usuários da Rede de Saúde Mental, imprensa e comunidade em geral.

A reunião ocorrerá no dia 28 de janeiro (quinta-feira) às 14:00horas, no Centro Social Urbano de Pernambués (CSU), local em que o CAPS ad foi acolhido no momento que foi desalojado.

Conto com a presença de todos para que juntos possamos solucionar tais problemas e continuar a ofertar um atendimento pautado nos princípios do SUS e a Constituição Federal.

Atenciosamente,

Equipe CAPSad

***

Carta Aberta do Caps ad Pernambues.

Salvador, 22 de janeiro de 2010.

Prezados Senhores,

Em julho de 2009 o CAPSad foi municipalizado, desde então, a proprietária do imóvel, que era locado pela SESAB, requereu sua desocupação num prazo de trinta dias. Neste período, foram localizados pela equipe do CAPSad, dois imóveis no bairro de Pernambués e informado à Secretaria Municipal de Saúde.

No dia 04 de janeiro de 2010 recebemos um comunicado da Secretaria Municipal de Saúde que deveríamos desocupar o local até o dia 08 de janeiro. Frente à emergência de sair do local onde funcionava o CAPSad Pernambués, a coordenação e sua equipe, procurou junto a rede que trabalha em parceria, um apoio, sendo socorrida pelo Centro Social Urbano de Pernambués ( CSU ), para o acolhimento de seus materiais, técnicos e, principalmente, de seus pacientes e familiares.

Desta forma, fomos atendidos prontamente pelo dirigente do CSU Pernambués, nos oferecendo, provisoriamente, duas salas de aula para acomodar os diversos atendimentos que o CAPSad oferece como: farmácia, enfermagem, alimentação, suporte terapêutico e, tantos outros serviços que compõe um plano terapêutico. Mesmo com a suspensão de novos acolhimentos e matrículas, estávamos tentando manter o acompanhamento de nossos usuários, mas, apesar de todo esforço, este movimento está sendo inviável, devido à falta de adequação física e de infra-estrutura para o desenvolvimento das atividades, visto que, o CSU desenvolve para a comunidade outras programações direcionadas a crianças, adolescentes etc.

O prazo estipulado para permanência deste serviço no CSU é até o dia 27 de janeiro de 2010 e, após esta data, seremos obrigados a desocupar o espaço.

Até o momento estávamos funcionando em condições precárias:

· Falta de um local privativo para atendimento aos usuários e familiares, comprometendo o acolhimento de suas demandas num momento difícil como o pós festas, onde crises e recaídas fazem parte do cotidiano da instituição;

· Lugar inapropriado para guarda de medicamentos e prontuários, pois não temos armários;

· As medicações estão sendo guardadas no CAPS II, necessitando que um técnico todos os dias se dirija a este local pela manhã e a tarde para buscar e guardar;

· Inexistência de um local salubre para atendimentos clínicos, haja vista que intercorrências como convulsão e surtos fazem parte da rotina do serviço;

· Espaço físico sujeito a chuva e alagamentos; impossibilidade de realizar atividades administrativas (ofícios, encaminhamentos, APAC, articulação institucional) que são indispensáveis ao serviço, pois não temos computador e telefone;

· Condição insalubre para a guarda e distribuição de alimentação, pois não temos refeitório;

· A farmácia, enfermaria e atendimento psiquiátrico estão funcionando em uma única sala;

· Falta de espaço físico para realização de atividades em grupo e oficinas terapêuticas;

· Ausência de água apropriada para o consumo;

· Um único banheiro de uso coletivo de pacientes e funcionários do CAPS, bem como toda a comunidade do CSU.

Tendo em vista a total inexistência da possibilidade de continuar realizando atendimentos, pelos motivos expostos, a equipe resolveu, em reunião, suspender as atividades que estavam sendo realizadas, de maneira precária, até que seja estabelecido um local com infra-estrutura adequada.

Conforme a lei 10.216/2001 que estabelece a mudança do modelo de Atenção a Saúde Mental e criação da rede de serviços substitutivos, definindo, portanto, as condições para o seu funcionamento, vimos ressaltar que uma mudança provisória do CAPSad para uma casa residencial, sem uma mínima adaptação as necessidades básicas de funcionamento, nos torna vulneráveis a cometer ações contrárias aos princípios que regem a saúde exigidos pelo próprio Ministério da Saúde, a exemplo das exigências para montagem de uma enfermaria, guarda de medicamentos, equipamentos, salas para atendimentos individual e em grupo, entre outros, além de outros princípios contrários ao Código de Ética e postura de cada categoria profissional.

Insistimos em salientar a grande necessidade e importância da manutenção do nosso serviço pautado no conhecimento técnico e atuação já reconhecida pelos pacientes e comunidade.

Diante de todo o cenário apresentado, solicitamos uma posição urgente dos órgãos competentes, no sentido de reconduzir as nossas atividades, garantindo a prestação de serviço aos pacientes e comunidade, de forma digna e profissional.

Cordialmente,
Equipe Técnica do CAPSad Pernambúes.