PICICA - Blog do Rogelio Casado - "Uma palavra pode ter seu sentido e seu contrário, a língua não cessa de decidir de outra forma" (Charles Melman) PICICA - meninote, fedelho (Ceará). Coisa insignificante. Pessoa muito baixa; aquele que mete o bedelho onde não deve (Norte). Azar (dicionário do matuto). Alto lá! Para este blogueiro, na esteira de Melman, o piciqueiro é também aquele que usa o discurso como forma de resistência da vida.
Início do primeiro episódio da série Xingu - A Terra Ameaçada, dirigida por Washington Novaes e coproduzida pela WN Produções, Intervídeo e Sertão Filmes.
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Retomada Indígena III 20 a 24 de setembro 2010 – Museu da Cultura PUC-SP
POVOS INDÍGENAS FRENTE À SOCIEDADE BRASILEIRA HOJE
20/9 – 2ª feira – Abertura da semana 18,30h. Dança de um grupo indígena na rampa do prédio novo da PUC (entrada Rua Ministro Godoi). 19h. Exposição no Museu da Cultura (PUC-SP) – O olhar indígena sobre a cidade e a aldeia (fotos de indígenas que vivem em São Paulo), e mostra de instrumentos de caça, guerra e pesca de várias etnias do Brasil. (Duração da exposição: de 20/9 a 8/10, das 10h às 19h, exceto em finais de semana). 19,15 h. Mesa redonda 1: Povos indígenas frente à sociedade brasileira hoje. Debatedores: Prof. Rinaldo Arruda (antropólogo da PUC-SP), Cristiano Navarro (jornalista do semanário Brasil de Fato) e Prof. Sílvio Mieli (Prof. da Faculdade de Jornalismo da PUC-SP).
21/9 – 3ª feira 19,15h. Mesa redonda 2: Os indígenas Guarani Kaiowá do MS. Projeção do curta À beira da estrada (do documentário La lotta e la speranza – Luci nel Mondo/Cimi). Debatedores: Valdelice Veron (filha do cacique Marcos Veron) e liderança Guarani Kaiowá do MS, e Dra. Maria Luiza Grabner (Procuradora do Ministério Público Federal- PR/SP).
22/9 – 4ª feira 19,15h. Mesa redonda 3: Lideranças indígenas: Jerry Matalawê (liderança Pataxó e membro da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos da Bahia); Timóteo Popyguá (liderança Guarani da aldeia Tenondé Porã-São Paulo) e Maria Cícera de Oliveira (povo Pankararu e da coordenação do Programa Pindorama, PUC-SP) Local: Museu da Cultura – PUC-SP.
23/9 – 5ª feira 19,15h. Mesa redonda 4: A questão indígena e os movimentos sociais: Edson Kayapó (doutorando da PUC-SP e coordenador dos Ceci da Prefeitura de São Paulo); Israel Sassá Tupinambá (membro do Tribunal Popular e da Org. Popular Aymberê), Regina Lúcia dos Santos (geógrafa e membro do Movimento Negro Unificado-MNU) e Gilmar Mauro (coordenação nacional do MST).
24/9 – 6ª feira 19,15h. Lançamento do Relatório de Violência de 2009–CIMI, com comentários da Profa. Lúcia Helena Rangel, PUC-SP (organizadora do trabalho), Sarlene Soares Makuxi (mestranda PUC-SP, da Terra Indígena Raposa Serra do Sol) e Bruno Martins (graduando da Faculdade de Direito da USP). Encerramento: reza indígena e toré com os povos presentes (Wassu Cocal, Fulni-ô, Pankararé, Pankararu…)
SEMANA DE CURTAS METRAGENS COM TEMÁTICA INDÍGENA
21/9 – 3ª feira O amendoim da cotia (Sobre o povo Panará/PA, dir. Vincent Carelli. Vídeo nas Aldeias, 50’) 12,30 h e 18h: projeção no auditório Paulo VI (auditório da Biblioteca).
22/9 – 4ª feira Pisa Ligeiro (Luta dos povos indígenas hoje. 50’). 12,30h e 18h: sala 134 C (1º andar, PUC, entrada pela Rua Ministro Godoi).
23/9 – 5ª feira Xingu, terra ameaçada (dir. Washington Novaes, TV Cultura, 48’). 12,30h e 18h: projeção no auditório Paulo VI (auditório da Biblioteca)
VENDA DE ARTESANATO
Durante a semana haverá venda de artesanato dos povos Pankararé, Fulni-ô, Guarani, Kaimbé e Kariri Xokó. Local: PÁTIO DA CRUZ (pátio interno do prédio velho da PUC)
guaranifilmes—8 de novembro de 2009 — Produção com Imagens do despejo da comunidade indigena Kaiowá Guarani Laranjeira Nhanderu em Rio Brilhante.
Junto há imagens do ataque dos pistoleiros a comunidade Apykai em Dourados.
Triste realidade que reflete em outros 21 acampamentos a beira das rodovias do Mato Grosso do Sul.
Demarcação já!
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GUARANI KAIOWÁ PEDEM APOIO À CIDADE DE SÃO PAULO
Baixe o cartaz e divulgue
“A gente vai perdendo a esperança e não sabe mais a quem recorrer”. Esta frase dita por Bráulio Armoa,
liderança Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul, mostra o estado de espírito deste povo frente a tantos problemas que vêm sofrendo naquele
estado e a disposição que têm em buscar apoio em outras regiões. Por isso seis representantes deste povo estão chegando a São Paulo na
próxima 5ª. feira, dia 7, para fazer contatos com grupos e entidades da capital paulista, para sensibilizá-los sobre a situação em que estão
vivendo.
Nesta semana, aqui em São Paulo, estão sendo julgados os assassinos de Marcos Veron, liderança indígena morta em janeiro de 2003, em Juti, no interior de Mato Grosso do Sul. Na ocasião, quatro homens armados ameaçaram, espancaram e atiraram nos líderes indígenas no assentamento indígena, atingindo o cacique Veron, com 72 anos, que sofreu traumatismo craniano, morrendo logo a seguir. Por não haver isenção nos julgamentos envolvendo indígenas naquele estado, o Ministério Público Federal pediu que o processo fosse julgado na capital paulista.
A violência no Mato Grosso do Sul não apenas continua, como tem aumentado. Em 2006 foram mortos 28 indígenas, em 2007, 53 indígenas, e em 2008, 42 pessoas.
No ano passado dois professores indígenas desapareceram da aldeia, sendo que o corpo de um deles foi encontrado morto, embora o segundo até hoje continua desaparecido.
Estarão em São Paulo nesta semana, a partir de 5ª feira, familiares destes dois professores, além de representantes das aldeias Kurussu Ambá, onde no ano passado foram assassinadas duas lideranças, e representantes da aldeia Laranjeira Nhanderu, cuja comunidade foi despejada por ordem judicial, estando as famílias indígenas acampadas à beira da BR 163.
O que se questiona agora é a falta de isenção do judiciário regional, que pouca sensibilidade tem para com estes povos originários, favorecendo de maneira sistemática os fazendeiros e pessoas ligadas ao agro-negócio.
Estão sendo programados no pátio do Museu da Cultura da PUC-SP (dia 7, 6ª feira, às 18h30. Rua Monte Alegre, 984, Perdizes, tel.: 3670 8331 / 8559), projeção do vídeo Terra Negada (CIMI MS) e debate com estas lideranças, aberto ao grande público, e uma fala das lideranças no Curso da Defensoria do Estado de São Paulo – A questão indígena: caminhos e desafios – no dia 8, sábado, às 9h (Defensoria da União, rua Fernando de Albuquerque, 155, Consolação, restrito aos participantes do curso).
Organização: Conselho Indigenista Missionário do Mato Grosso do Sul e da Grande São Paulo (CIMI MS e SP), Pastoral Indigenista de São Paulo, Programa Pindorama da PUC/ SP, Museu da Cultura da PUC/SP e Núcleo de Estudos de Etnologia Indígena, Meio Ambiente e Populações Tradicionais (NEMA).
Congreso Nacional Indigena en Ostula Michoacan Enviado por KooperativaMedios. - Videos de noticias do mundo inteiro. El 8 y 9 de agosto se llevo a cabo la Asamblea extraordinaria del Congreso nacional Indigena, en los territorios recuperados de Xayacalan en Santa Maria Ostula. Ahi se reunieron decenas de pueblos, tribus y naciones indigenas que luchan por el reconocimiento de sus derechos. Ellos trabajan para conservar sus usos y costumbres que beneficien la colectividad, para mantener vivas sus tradiciones, su lengua , su vestido es decir su cultura de comunidad indigena. El CNI tambien participa en la Otra Campaña, movimiento anticapitalista convocada por el EZLN y que agrupa a distintos sectores de la poblacion mexicana e internacional, que busca construir otro mundo mejor que es posible.
Nosotras y Nosotros del pueblo Nahua, Nosotras y Nosotros del pueblo Wixárika, Nosotras y Nosotros del pueblo de los Purhepechas, Nosotras y Nosotros del Pueblo Binnizá, Nosotras y Nosotros del pueblo Hñahñuu, Nosotras y Nosotros del pueblo Coca, Nosotras y Nosotros del pueblo Tzeltal, Nosotras y nosotros del pueblo Ñu Sabi, Nosotras y Nosotros del pueblo Rarámuri.
Reunidos en la XXV Asamblea plenaria del Congreso Nacional Indígena Región Centro-Pacífico, realizada en el territorio indígena de la costa Nahua de Michoacán, hemos reflexionado durante estos días con relación al despojo y defensa de los territorios indígenas y la explotación de nuestros pueblos y comunidades, también hemos compartido la palabra sobre nuestras culturas, leyes autogobierno, y el ejercicio de la autonomía en los hechos.
Después de analizar la situación que hoy existe en la mayoría de nuestros pueblos, naciones, comunidades y tribus, hemos resuelto emitir al Congreso Nacional Indígena, a la Otra Campaña nacional e internacional y a la gente honesta, digna y rebelde de nuestra sociedad nacional e internacional el presente
MANIFIESTO
1. Damos a conocer que actualmente nuestros pueblos somos víctimas de despojos violentos de nuestros territorios y recursos naturales, en donde se ha asesinado, desaparecido y encarcelado a cientos de hermanas y hermanos indígenas, tanto en nuestro país como en el continente. Los malos gobiernos capitalistas neoliberales han practicado, en complicidad con las empresas transnacionales y nacionales, las políticas de desprecio, discriminación, destrucción y muerte que han impedido el ejercicio de nuestro derecho a la autonomía y libre determinación.
2. En el marco de los tratados de libre comercio, las reformas constitucionales y legales promovidas por los malos gobiernos a través de sus legisladores de todos los partidos políticos, han aprobado la modificación de leyes y de nuestra Constitución de 1917, poniendo en el mercado nuestras tierras, territorios, recursos naturales, así como conocimientos y saberes indígenas. Desconocemos como pueblos indígenas este conjunto de reformas que ponen en riesgo la integridad de nuestros pueblos y la vida misma de los seres humanos. Reafirmamos nuestro reconocimiento a los Acuerdos de San Andrés, como la Ley Suprema y Constitución de los Pueblos Indígenas de México.
3. La intromisión de los malos gobiernos y las empresas en nuestras comunidades y pueblos, se ha dado a través de sus programas gubernamentales que las dependencias, funcionarios, partidos políticos y empresarios a través de mentiras, corrupción engaños y traiciones han venido imponiendo sin consultar a nuestras comunidades. El PROCEDE, PROCECOM, la SEMARNAT, Secretaría de Turismo, SEDESOL, INEGI, Procuraduría Agraria, el CDI, La impuesta Secretaría de Pueblos Indígenas de Michoacán, entre otras, han promovido y solapado la imposición y el engaño que los malos gobiernos y las empresas realizan en nuestros territorios y específicamente en la costa de Michoacán en donde se impulsan el proyecto de desarrollo integral turístico y el proyecto carretero Coahuayana Lázaro Cárdenas, que buscan desincorporar del régimen comunal y ejidal las tierras de las comunidades indígenas y campesinas de la región.-
4. Lo anterior es una manera en que los malos gobiernos cooptan, confunden, controlan y someten a muchas de nuestras comunidades, generando divisionismo y confrontaciones que han permitido a los malos gobiernos facilitar la represión, el asesinato y la cárcel.
5. Hemos agotado todas las vías legales y jurídicas para la defensa y reconocimiento de nuestras tierras y territorios y sólo hemos recibido negativas, moratorias, amenazas y represión por parte del Estado, como es el caso de esta comunidad de Santa María Ostula. El camino que sigue es continuar ejerciendo nuestro derecho histórico a la Autonomía y libre determinación. Insistimos en que la tierra, que es nuestra madre, NO SE VENDE, CON LA VIDA SE DEFIENDE.
6. Exigimos el respeto a los acuerdos y decisión asumidos por las hermanas y hermanos comuneras y comuneros indígenas de la comunidad nahua de Ostula, aprobados en su asamblea general, que han acordado la recuperación por la vía de los hechos de las tierras que les pertenecen. Responsabilizamos a los malos gobiernos federal y estatal de cualquier acción represiva que se ejerza en contra de nuestras hermanas y hermanos indígenas Nahuas de Ostula. Exhortamos a todas y todos pueblos, naciones y tribus participantes en nuestro Congreso Nacional Indígena y adherentes a La Otra Campaña, a estar alertas y en permanente comunicación.
7. Manifestamos nuestra disposición a continuar participando en la Jornada Nacional e Internacional por la libertad inmediata e incondicional de los 12 presos políticos de San Salvador, Atenco, Estado de México. Manifestamos nuestro extremo repudio al etnocidio expresado en la violencia y la represión de que han sido víctimas las hermanas y hermanos indígenas de la zona amazónica de Perú, implementado por el mal gobierno de Alan García. De la misma manera manifestamos nuestra indignación por la violenta represión en contra de los hermanos oaxaqueños que fueron desalojados del plantón que mantenían frente a las instalaciones de la empresa minera en San José del Progreso y La Magdalena, Ocotlán de Morelos en Oaxaca, manifestamos nuestra solidaridad con las hermanas y hermanos de Bachajón Chiapas que actualmente enfrentan una lucha frontal contra el gobierno federal y del estado por mantener y cuidar sus territorios, recursos naturales y gobiernos autónomos. Denunciamos que los hermanos nahuas Pasiano Antonia Agustina, presidente del comisariado, José Antonio Dorantes, Ramón Navarro y Octaviano Martínez todos ellos de la comunidad de Chimalaco, quienes se dirigían a esta reunión y fueron detenidos de manera arbitraria en el municipio de Axtla, San Luis Potosí el viernes pasado.
8. En contra de la sentencia emitida por el Tribunal Superior Agrario de fecha 26 de Agosto del 2008, en la cual se niega la propiedad del territorio ancestral que desde tiempos inmemoriales han defendido los Wixaritari de Bancos de San Hipólito, Municipio de Mezquital Durango. Ya que significa una grave violación de los derechos fundamentales del pueblo Wixárika, por parte del Estado mexicano. Apoyamos la decisión de Santa Catarina Cuexcomatitlán-Tuapurie, Municipio de Mezquitic Jalisco, de rechazar el proyecto carretero Amatitán-Bolaños-Huejuquilla y emprender proyectos autónomos anticapitalistas educativas y el uso y disfrute de los recursos naturales. Asimismo exigimos cese el intento de imposición de un supuesto desarrollo que destruye el territorio. Apoyamos la decisión de San Sebastián Teponahuaxtlá n municipios de Mezquitic y Bolaños, Jalisco de luchar en contra de la contaminación del río Camotlán y las concesiones del agua que se han hecho en las comunidades del sur de San Sebastián y Tuxpan, en los alrededores de Mesa de Tirador, realizados por el municipio de la Yesca Nayarit y particulares invasores. Saludamos el triunfo de la comunidad en la anulación de invasiones catastrales mediante recientes movilizaciones y exigimos respeto a su territorio por parte de invasores mestizos.
Saludamos el esfuerzo de nuestras hermanas y hermanos participantes del CNI región Noroeste, que se encuentran avanzando en la organización y lucha por la defensa de sus territorios en la V reunión plenaria que realizarán el 15 y 16 de agosto en la comunidad indígena rarámuri de San Ignacio Arareco, Municipio de Bocoyna, Chihuahua.
Dado en la Comunidad de Santa María de Ostula, Aquila, Michoacán, México, a 14 de junio de 2009.
A T E N T A M E N T E
¡¡NUNCA MAS UN MEXICO SIN NOSOTROS!!
Pueblos Naciones y Tribus
Nahuas: Comunidad de Ayotitlán, Jalisco, Comunidad de Ostula, Michoacán, Comunidad de Coire, Michoacán, Comunidad de Pomaro, Comunidad de Aquila, Comunidad de Tuxpan, Comunidad de Amacueca, Comunidad de Milpa Alta, Comunidad de Santa Cruz Acalpixca.
Pueblo Purhépecha: Santa María Huiramangaro, Michoacán, Comachuen, Michoacán, Nurío, Michoacán, Cherán, Michoacán, Arantepacua, Michoacán, Nuevo Urechu, Michoacán, Uruapan, Michoacán.
Pueblo Wixaritari: San Sebastián Teponahuaxtlá n, Jalisco, Tuxpán de Bolaños, Jalisco, Santa Catarina, Jalisco, Bancos de San Hipólito, Durango.
Pueblo Rarámuri: Bocoyna, Chihuahua, Cusarare, Chihuahua, Samachique, Chihuahua, Sanachi, Chihuahua.
Pueblo ÑahÑuh: Comunidad de Atlapulco, Estado de México.
Pueblo Binnizá: Unión Hidalgo, Oaxaca.
Pueblo Coca: Mezcala, Jalisco.
Pueblo Tzeltal: Comunidad Bapuz, Chiapas.
Pueblo Ñu Sabi: Santo Domingo Tonaltepec, Oaxaca
Adherentes a la Otra Campaña: Colectivo Puiy, Morelia, Michoacán; AJAGI, A.C., Jalisco; Casa Efrén Capiz, Morelia, Michoacán; Casa 16 de Septiembre, Morelia, Michoacán; Colectivo Utopía, Morelia, Michoacán; UNIOS, D.F.