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outubro 28, 2010

Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural avaliará tombamento do Encontro das Águas

PICICA: É reconfortante para o leitor ver uma página de jornal ocupada por um tema de interesse tão relevante como o tombamento do Encontro das Águas do rio Negro com o rio Solimões, que formam, em território brasileiro, o majestoso rio Amazonas. Finalmente está chegando a termo uma fase da luta pela conservação desse belo patrimônio, prenhe de significado histórico, cultural, social e paisagístico para os amazonenses. Quantos dias de angústia para o movimento SOS Encontro das Águas, quando os jornais suspenderam matérias alusivas à construção de um porto nas imediações de um dos nossos mais importantes patrimônios naturais, deixando-se infestar por propagandas enganosas da empresa responsável pela construção do terminal portuário, que pretendia atender as demandas do Polo Industrial de Manaus, desprezando outros locais mais adequados para tal empreendimento. Costuma-se dizer nessas hora: "vão cantar em outro lugar". Mas não desejamos que essa mal recaía sobre qualquer outra comunidade que não tenha a mesma garra da sociedade civil organizada do bairro Colônia Antônio Aleixo. Uma vitória da persistência. Cresce a expectativa de que o lago do Aleixo venha a ser salvo da incúria administrativa que até hoje permite seu assoreamento, como também o despejo criminoso em suas águas de poluentes da fábrica Sovel (celulose). Basta uma decisão política para garantir que esse patrimônio paisagístico e turístico seja também conservado, para o bem da cidade, que vem sendo castigada com projetos que promovem conflitos socioambientais e comprometimento de patrimônios sagrados para os amazonenses. Ainda há tempo de salvar a cidade. A luta continua. Parabéns ao jornalismo de A Crítica, que soube se por em defesa da nossa história e da nossa cultura. 

 

Encontro das Águas no Amazonas será avaliado pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural

O fenômeno natural poderá ser o mais novo bem protegido pelo Iphan no norte do país em função de sua singularidade e excepcionalidade

Brasília, 27 de Outubro de 2010

Iphan

Encontro das Águas entre os rios Negro e Solimões deve integrar o rol dos bens protegidos pelo Iphan
Encontro das Águas entre os rios Negro e Solimões deve integrar o rol dos bens protegidos pelo Iphan (AC)

Os mais de 10 quilômetros em que é possível observar as águas escuras e transparentes do Rio Negro correndo ao lado das águas turvas e barrentas do Rio Solimões, no Amazonas, podem se tornar o mais novo bem protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan no norte do país. O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural estará reunido nos próximos dias 4 e 5 de novembro, no Rio de Janeiro para avaliar a proposta de tombamento do Encontro das Águas como bem cultural brasileiro, considerando seu alto valor paisagístico.
De acordo com o parecer do Departamento de Patrimônio Material e Fiscalização – Depam/Iphan, o fenômeno de encontros das águas é relativamente comum na bacia amazônica. Acontece sempre que um chamado rio branco encontra com um de águas escuras, como no caso do encontro entre o Tapajós e o Amazonas em Santarém, no Pará. Entretanto, em Manaus, no Amazonas, o encontro das águas entre os rios Negro e Solimões é coberto de excepcionalidades e singularidades.
Um dos principais destaques são o volume e a vazão das águas dos dois rios no momento do encontro. A força e grandeza são tão expressivos que, certamente, trata-se do maior encontro das águas do mundo, pois são mais de 10 quilômetros de distância entre o ponto onde as águas se encontram até a diluição total entre as duas. Os primeiros três quilômetros são marcados por uma linha quase rígida onde, à margem direita estão as águas claras e barrentas do Solimões e à esquerda, as escuras e transparentes do Rio Negro.
Outra singularidade do fenômeno é que ele ocorre a poucos quilômetros da cidade de Manaus, a maior concentração populacional da região, com uma população que ultrapassa 1,7 milhões de pessoas.
Levando-se em conta cidades vizinhas, o aglomerado humano ultrapassa 2 milhões de habitantes. A Região Metropolitana de Manaus possui cerca de 60% da população do estado do Amazonas. Por isso, o Encontro das Águas de Manaus se reveste de valores simbólicos e afetivos para população amazonense. É também, um dos principais cartões postais do Estado do Amazonas e da cidade de Manaus, constituindo um de seus mais importantes atributos turísticos.
A proposta de tombamento do Encontro das Águas dos rios Negro e Solimões
Além da excepcionalidade do Encontro das Águas no rio Amazonas, o Depam reforça no parecer favorável ao tombamento que a área deve integrar o rol dos bens protegidos pelo Iphan e também de bem em risco, considerando que alguns dos recentes projetos de intervenção na área a ser protegida não respeitam os valores culturais e paisagísticos deste que é um fenômeno natural revestido de singularidades.
Como se trata de um fenômeno formado essencialmente por obra da natureza, o parecer destacada a oportunidade e atualidade de um dos mais belos e importantes parágrafos do Decreto Lei 25/37, que apesar dos mais de 70 anos de publicação, está ainda bastante atual, visto que expressa textualmente que “são também sujeitos a tombamento os monumentos naturais, bem como os sítios e paisagens que importe conservar e proteger pela feição notável com que tenham sido dotados pela natureza ou agenciados pela indústria humana”.
A proposta do Iphan é que tombamento do Encontro das Águas seja delimitado por poligonal que proteja tanto a superfície líquida da área principal de ocorrência como uma pequena porção da Ilha do Xiborema (a última ocorrência natural antes da junção dos rios Negro e Solimões), uma faixa de 200 metros das margens direita e esquerda, além de lagoa próxima à Colônia de Aleixo e primeira ilha fluvial da margem direita do Amazonas, considerando serem o conjunto de elementos da paisagem que compõem e conformam o Encontro das Águas de Manaus.
Dentro dos limites do perímetro de tombamento, não deverá ser permitida nenhuma nova construção e nem instalação que avance o leito aparente do rio.
Já em relação ao aspectos paisagísticos e a necessidade de resguardar uma faixa contígua ao perímetro de tombamento de interferências nocivas à apreensão do fenômeno, o Depam sugeriu como área de entorno uma faixa de mil metros a partir do perímetro de tombamento. Nesta faixa, toda nova intervenção que possa interferir nos valores arqueológicos, etnográficos e paisagísticos do bem deverão passar pela avaliação prévia do Iphan.

A bacia Amazônica
O Rio Amazonas é o maior do mundo, tanto em volume de água quanto em comprimento. Desde sua nascente, no Peru, até a foz, que no Oceano Atlântico, o Amazonas percorre 6,9 quilômetros. Sua bacia hidrográfica também é a maior do mundo e o sua vazão é de aproximadamente 209 mil metros cúbicos por segundo, o que representa 1/5 de toda a água fluvial da Terra. Até os estudos realizados em 2007, afirmava-se que as nascentes do Rio Amazonas estava na cabeceira do Rio Marañon. Entretanto, a pesquisa revelou que na verdade o rio nasce a partir da laguna McIntyre, ao sul do Peru, e recebe diversos nomes ao longo do percurso. Entra no Brasil com o nome de Solimões e, a partir do encontro com as negras e transparentes do Rio Negro, recebe o nome de Amazonas.

O Rio Negro é o maior afluente da margem esquerda do Amazonas e o segundo em volume de água. Nasce na bacia do Orinoco, na Colômbia, e percorre cerca de 1,7 mil quilômetros. Caracteriza-se pelas águas negras, decorrentes da existência de matéria orgânica vegetal em decomposição.

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural
A reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural será nos próximos dias 4 e 5 novembro, no Salão Portinari, que fica no Palácio Gustavo Capanema, sede do Iphan no Rio de Janeiro. O Conselho que avalia os processos de tombamento e registro, presidido pelo presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros de instituições como Ministério do Turismo, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Sociedade de Arqueologia Brasileira, Ministério da Educação, Sociedade Brasileira de Antropologia e Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e da sociedade civil.
Além do tombamento do Encontro das Águas, fazem parte da pauta da reunião do Conselho Consultivo a proposta de registro como Patrimônio Cultural do Brasil o Ritual dos sistemas agrícolas do Alto Rio Negro e do Ritual Yaokwa do Povo Indígena Enawene Nawe no Mato Grosso. Os conselheiros avaliarão também a possibilidade de tombamento para o sítio histórico de São Félix, na Bahia, da paisagem natural de Santa Tereza, no Rio Grande do Sul, e do Monumento aos Mortos, na cidade do Rio de Janeiro.

Fonte: A Crítica

agosto 25, 2010

Vozes Infantis: a cultura das crianças sateré-mawé e a escola

Palestra Vozes infantis: a cultura das crianças sateré-mawé e a escola


 
Roberto Mubarac é doutor em educação pela Universidade Federal de Santa Catarina com aprofundamento de estudos em Sociologia da Infância no Instituto da Criança, Universidade do Minho

Na próxima quinta-feira, 26 de agosto, Roberto Mubarac, da Universidade Federal do Amazonas, apresentará a palestra Vozes infantis: as culturas das crianças Sateré-Mawé como elementos de (des)encontros com as culturas da escola.

Realizada junto à comunidade indígena Sateré-Mawé localizada em uma área urbana na cidade de Manaus, estado do Amazonas, a pesquisa de Mubarac tem como sujeitos crianças entre 04 e 12 anos, que durante 12 meses evidenciaram, através de diversas linguagens - desenhos, escritas, falas, fotografias e vídeos - como elas vivem e constroem suas culturas da infância.
Relacionando tanto os elementos tradicionais da etnia as diversas influências do meio urbano, o trabalho reflete sobre a importância da valorização da cultura Sateré-Mawé através das brincadeiras, dos rituais, das músicas tradicionais e da língua, identificando como são construídas as estratégias para garantir seus jeitos próprios de ser indígenas, de viver e construir suas culturas da infância e, ainda, de se relacionar com o mundo e a "escola do branco".

Palestrante: Roberto Mubarac /  Ufam
Tema: Palestra Vozes infantis: a cultura das crianças sateré-mawé e a escola
Data: 26 de agosto
Horário: 17h
Local: Sede Administrativa do Museu da Amazônia (Musa)
Avenida Constelação, 16, Conjunto Morada do Sol, Aleixo

julho 07, 2010

Ensino de "História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena"


RESOLUÇÃO Nº 75/2010 – CEE/AM
 

C    E    E




RESOLUÇÃO Nº 75/2010 – CEE/AM
          APROVADA EM 22.06.2010
 
Dá orientações sobre a obrigatoriedade do Ensino de "História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena", nos estabelecimentos de Ensino público e privado que oferecem a Educação Básica.
 
O Conselho Estadual de Educação do Estado do Amazonas, no uso de suas atribuições legais e,  
Considerando o que estabelece o Art. 5º da Constituição da República Federativa do Brasil;
Considerando o que estabelece no inciso V do Art.10 e nos § 1º e § 2º do art. 26A da Lei 9.394/96;
Considerando ainda, as "Leis 10.639/2003 e 11.645 de 10 de março de 2008" que estabelecem as Diretrizes e Bases da Educação Nacional para inclusão no Currículo Oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da Temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.                                        
.
 
RESOLVE:
 
 
Art. 1º - Tornar obrigatório, a partir de 2011, nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e Ensino Médio, públicos e privados, o estudo da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.
 
Art. 2° - Estabelecer que, no Projeto Político Pedagógico da escola seja previsto o ensino dos conteúdos de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena que serão tratados de forma transversal nos currículos escolares.
 
§ 1° - O tratamento transversal a que se refere o caput deste artigo deve ser aplicado dentro de todas as disciplinas da Educação Básica pública e privada, tendo como prioridade os componentes curriculares de Língua Portuguesa (Literatura Brasileira), História e Artes.
 
§ 2° - A prática da transversalidade deve valorizar e orientar as atitudes dos alunos em termos de reflexão e análise dos elementos da cultura e dos fatos que ocorrerem no contexto social e ambiental.
 
Art. 3° - Caberá aos sistemas de ensino, as mantenedoras, a coordenação pedagógica do estabelecimento de ensino e aos professores, estabelecer conteúdos de ensino, unidades de estudos, projetos e programas, abrangendo os diferentes componentes curriculares.
 
§ 1º – Compete aos administradores dos estabelecimentos de ensino e as mantenedoras proverem as escolas, seus professores e alunos de material bibliográficos e de outros materiais didáticos referentes ao tema.
§ 2º - Os estabelecimentos de ensino público e privado poderão ser subsidiados pelos diversos segmentos de instituições que tratam o tema Afro-brasileiro e Indígena.
 
Art. 4º - Recomendar às instituições de ensino que atentem para o desenvolvimento das Diretrizes Curriculares constantes na Resolução 03/99-CNE e Parecer Nº 14/99-CNE/CP, tomando providências para:
 
I - qualificar os educadores na temática afro-brasileira, africana e indígena, promovendo cursos, seminários, oficinas, intercâmbios e outras modalidades de estudo e aperfeiçoamento, estimulando e garantindo a sua participação;
 
II - estabelecer canais de comunicação e integração com o Movimento Negro e Movimento Indígena, grupos culturais negros, grupos culturais indígenas, instituições formadoras de professores, núcleos de estudos e pesquisas como os Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas com a finalidade de buscar subsídios, ampliar e fortalecer as bases teóricas para o trabalho pedagógico;
 
III - instruir as instituições escolares e acadêmicas para que consignem, nos planos do estabelecimento de ensino, o projeto de capacitação dos docentes;
 
IV - adquirir, gradativamente, livros sobre a matéria em questão a fim de dotar os estabelecimentos de ensino de um acervo que possibilite consulta, pesquisa, leitura e o estudo por parte dos alunos, professores, demais profissionais e comunidade;
 
V - oferecer condições objetivas de tempo e recursos para que cada estabelecimento de ensino constitua grupo inter e multidisciplinar que elabore e proponha alternativas para o trabalho, além de atividades culturais ligadas à temática, visando ao desenvolvimento dessas Diretrizes no cotidiano escolar e acadêmico;
 
VI - interagir com organismos governamentais, seja do âmbito municipal, estadual ou federal, no sentido de articular ações e potencializar recursos para a consecução de objetivos comuns na implementação dessa temática;
 
VII - orientar seus estabelecimentos de ensino para que providencie o arquivamento, em local apropriado, de relatórios anuais das ações desenvolvidas, para os efeitos do contido no artigo 8º, §1º, da Resolução CNE/CP Nº 01/2004.
 
Art. 5° - Estabelecer que a escola enquanto instituição social seja responsável por assegurar o direito da educação a todo e qualquer cidadão posicionando-se politicamente contra toda e qualquer forma de discriminação.
 
Art. 6° - Considerar que a luta pela superação do preconceito e da discriminação é, pois, tarefa de todo e qualquer educador, independentemente de seu pertencimento étnicorracial, crença religiosa ou posição política.
 
Art. 7º - Determinar que conste no calendário escolar dos estabelecimentos de ensino público e privado, conforme nomenclatura oficial:
 
I - os dias 19 de abril (Dia do Índio), 13 de maio (Dia Nacional de Luta contra o Racismo) e 09 de agosto (Dia Internacional das Populações Indígenas) como dias nacionais de luta Contra o Preconceito, serão tratados como dias de denúncia das repercussões das políticas de eliminação física e simbólica da população afro-brasileira e Indígena na divulgação de seus significados;
 
II – o dia 20 de novembro será celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra, entendendo-se por Consciência Negra a superação do racismo e da discriminação racial;
 
III – o dia 21 de março será celebrado como Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.
 
Art. 8º- Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial.
SALA DAS SESSÕES PLENÁRIAS DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO em Manaus, 22 de junho 2010.
 
DARCI MARTINS NEVES
Presidente Substituta

Desde já agardecemos sua colaboração.

Att.

Eriberto Façanha
Coordenador do Núcleo da Diversidade Etnicorracial - NUDER/SEDUC
Fórum Permanente de Educação e Diversidade Etnicorracial - FOPEDER/AM

maio 29, 2010

Microprojetos - Edital de Cultura - Funarte

Edital da Funarte para a Amazônia


Pessoal,

Segue, em anexo, dois importantes documentos para aqueles que pretendem inscrever seus projetos no Programa Mais Cultura de Apoio a Microprojetos na Amazônia Legal, da Funarte e que vai até o dia 11/06 e que tem quase R$ 14 milhões para projetos de até R$ 17.850,00.

Anexos 1 e 2. Formulário de inscrição no Word (doc) pessoa física e pessoa jurídica. A Funarte só disponibiliza no seu site, o formulário em PDF onde vc não pode escrever (tem que imprimir e escrever à mão).

2. Perguntas & Respostas sobre o Edital do Programa Mais Cultura de Apoio a Microprojetos na Amazônia Legal

O Edital envolve: Artes Visuais; Artes Cênicas; Música; Literatura; Audiovisual; Artes Integradas; Artesanato; Cultura Afro-Brasileira; Cultura Popular; Cultura Indígena; Design; Moda.

Att.

William Gama

Projeto Uakti

ASPI/INPA

***


MICROPROJETOS MAIS CULTURA PARA A AMAZÔNIA LEGAL

PERGUNTAS & RESPOSTAS


1. O QUE É O EDITAL DE MICROPROJETOS MAIS CULTURA PARA A AMAZÔNIA LEGAL?
·         Uma ação do Programa Mais Cultura, pioneira no país, que visa colaborar com a economia local e subsistência de pequenas iniciativas culturais em 772 municípios, por meio do fomento e incentivo a artistas, grupos artísticos independentes e pequenos produtores culturais de cidades da Amazônia Legal.

2. QUE TIPO DE PROJETO PODE CONCORRER NESSE EDITAL?
·         Projetos que beneficiem jovens de 17 a 29 anos;
·         Projetos que desenvolvam atividades culturais e/ou artísticas nas áreas de: artes visuais, artes cênicas, música, literatura, audiovisual, artesanato, cultura afro-brasileira, cultura popular, cultura indígena, design, moda, artes integradas;
·         Projetos que NÃO sejam de iniciativa do poder público, nem venham a beneficiar iniciativas do poder público.

3. QUAL O VALOR DO PREMIO?
·         Nesta edição dos Microprojetos Mais Cultura, onde foi considerado o custo amazônico, o valor do prêmio pode variar entre 01 e 35 Salários Mínimos. Neste caso, o máximo por projeto é R$ 17.850,00 (dezessete mil, oitocentos e cinqüenta reais)

4. QUAL O PERIODO QUE EU DEVO EXECUTAR O MEU PROJETO?
·         Os projetos deverão ser realizados e concluídos no período de até 06(seis) meses, a partir da data do recebimento dos recursos.

5. POSSO CONCORRER COM MAIS DE UM PROJETO?
·         Não. Se inscrever mais de um, só será considerado o primeiro projeto inscrito.
·         Importante - uma mesma pessoa não poderá participar, ao mesmo tempo, como candidato pessoa física e como diretor de instituição candidata (pessoa jurídica sem fins lucrativos).

6. QUEM VAI ESCOLHER OS PROJETOS PREMIADOS?
·         A Comissão será formada por representantes do Ministério da Cultura/Secretaria da Articulação Institucional, da Funarte, das Secretarias/Fundações de Cultura dos Estados, e representantes da sociedade civil convidados para este fim.
 
7. QUAIS SERÃO OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E JULGAMENTO DOS PROJETOS?
a) O desenvolvimento de práticas e ações artísticas e educativas voltadas para jovens de 17 a 29 anos;
b) A valorização das experiências culturais locais;
c) A autenticidade e a expressividade artísticas.

8. A COMISSÃO DE SELEÇÃO ESCOLHERÁ APENAS UM PROJETO?
·         Para o recebimento da premiação será indicado um ou mais projetos até alcançar o valor de 01 (um) projeto por município, mas além disto, a Comissão de Seleção indicará até 04 (quatro) suplentes.

9. COMO FAÇO INSCRIÇÃO ORAL(GRAVADA)?
·         Solicite a uma pessoa que leia as questões do formulário e você responde à cada pergunta que ela fizer. Grave esta entrevista em CD e envie para o endereço marcado.  Só serão aceitas inscrições enviadas pelo correio.

10. O QUE SÃO OS ANEXOS?
·         O anexo 1 do Edital refere-se aos nomes dos municípios contemplados
·         Os anexos 2 e 3 são os formulários de inscrição para Pessoa Física e Pessoa jurídica.

11. O MATERIAL ENVIADO SERÁ DEVOLVIDO?
·         O material não selecionado não será devolvido, sendo descaracterizado após a divulgação do resultado final.

12. PARA QUAL ENDEREÇO ENVIO A DOCUMENTAÇÃO?
Pode ser entregue em mãos ou enviado (por correio, registrado com Aviso de Recebimento – AR) ao seguinte endereço: Coordenação de Difusão Cultural da Funarte – Brasília,
Eixo Monumental Setor de Divulgação Cultural – Lote 2, CEP: 70.070-350 Brasília – DF1

13. QUAL O PERÍODO DE INSCRIÇÃO?
·         De 12 de abril a 11 de junho de 2010.

14. QUAL A DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA A PESSOA FISICA SE INSCREVER?
a) Anexo 2 - Formulário devidamente preenchido

15. QUAL A DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA PROJETOS DE ENTIDADES-PESSOA JURÍDICA?
a) Anexo 3 - Formulário devidamente preenchido
b) Cópia do comprovante de endereço da sede da instituição;
c) Comprovação de atuação em atividades sócio-culturais;
d) Cópia do CNPJ e estatuto da instituição.

16. PODEM CONCORRE FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS OU PESSOAS VINCULADAS AO SETOR PÚBLICO?
·         Não, nem da administração direta (Governos federal, estadual e municipal), nem indireta (fundações, autarquias ou outras), além de pessoas pertencentes a Comissão de Seleção.
·         Ressaltamos que não poderão ser nem proponentes pessoas físicas, nem representantes de pessoas jurídicas (entidades)

17. QUAL O VALOR QUE TENHO QUE PAGAR DE IMPOSTOS?
·         Existem pessoas jurídicas (instituições, associações, sindicatos, fundações, etc.) que são dispensadas de Imposto de Renda e outras que pagam uma quantia definida por lei.
·         Já pessoas físicas (que não são instituições) também têm uma tabela de impostos a recolher.
·         Dependendo do proponente e do valor total, o valor dos impostos podem variar. O melhor é procurar ajuda para orientação sobre esse assunto.  

18.  SE A PESSOA ESTIVER COM RESTRIÇÃO NO CPF, PODE CONCORRER?
·         Concorrer, pode! Mas, caso seja selecionada, deverá regularizar a situação para poder receber o recurso.

19. COMO O PRÊMIO SERÁ PAGO?
·         O pagamento será efetuado em uma única parcela, depositados em conta bancária ou cheque administrativo.

20. ONDE CONSIGO A FICHA DE INSCRIÇÃO?
Nos sites do MinC (www.cultura.gov.br), do Programa Mais Cultura (http://mais.cultura.gov.br), da Funarte (www.funarte.gov.br), dos governos estaduais e do SIPAM (http://www.sipam.gov.br/).
·         Nas Secretarias de Cultura do Estados
·         Maiores informações: http://mais.cultura.gov.br e maiscultura@cultura.gov.br

novembro 17, 2009

Fórum da Cultura Digital Brasileira

O encontro do Fórum da Cultura Digital Brasileira, será realizado de 18 a 21 de novembro deste ano, na Cinemateca Brasileira (Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino), em São Paulo.

Trata-se da consolidação dos debates realizados desde o mês de julho no endereço www.culturadigital.br, cujas propostas, sistematizadas, serão trazidas a público no encontro para desdobramento ao longo de 2010.

Promovido pelo Ministério da Cultura e pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o Fórum da Cultura Digital Brasileira é um processo político que pretende produzir, de forma colaborativa, uma política pública para o Brasil contemporâneo. O Fórum constitui uma rede permanente de formulação e construção de consensos por meio da participação de atores governamentais, estatais, da sociedade civil e do mercado.

No transcorrer deste ano foram realizadas ações que buscaram discutir e consolidar diretrizes para uma política pública da Cultura Digital Brasileira, estruturada a partir dos seguintes eixos:

1. Memória Digital (acervo, história e futuro); Memória Digital

2. Economia da Cultura Digital (compartilhamento, interesse público e mercado) Economia Digital;

3. Infovia Digital (infraestrutura, acesso e inclusão) Infra Digital;

4. Arte na Era Digital (linguagem, democratização e remix); Arte e Tecnologia Digital e

5. Comunicação Digital (língua, mídia e convergência). Comunicação Digital

A partir desses cinco eixos, serão propostas no Fórum diretrizes para o acesso, a produção, a difusão, a preservação e a livre circulação da cultura na era digital.

Esses eixos norteam a montagem da discussão no próprio evento presencial do Fórum.

Veja aqui a programação:
http://culturadigital.br/blog/2009/11/09/programacao-do-seminario-internacional-do-forum-da-cultura-digital/

Quem ainda não se cadastrou, e quiser fazer parte do Fórum acesse o link: http://culturadigital.br/register

As discussões cotinuam!

Você pode participar do evento remotamente em www.culturadigital.br/aovivo

Alcione Carolina
Coordenação de Cultura Digital SPCMinC
61 2024 2223
Alcione.Silva@cultura.gov.br
www.culturadigital.br
@alcica
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novembro 16, 2009

Luta antimanicomial e cultura: 10 trabalhos de Belo Horizonte premiados

Unidos Ainda que Tam Tam
Acervo Fórum Mineiro de Saúde Mental

Amig@s,

Com muito orgulho e satisfação informamos mais uma grande conquista da cidade de Belo Horizonte no campo da luta antimanicomial e sua interface com a cultura.

O Ministério da Cultura e a Fiocruz acabam de agraciar 10 iniciativas belorizontinas, entre organziações, entidades e associações sem fins lucrativos, instituições públicas, grupos e indivíduos autonômos, com o PRÊMIO "LOUCOS PELA DIVERSIDADE", que teve como objetivo premiar iniciativas culturais inovadoras, com foco a fortalecer e dar visibilidade ao trabalho que vem sendo realizado por pessoas, grupos, organizações ou instituições envolvidas com aqueles que têm algum sofrimento psíquico.

Dos 396 trabalhos inscritos de todo o Brasil, foram premiados 55, dos quais 10 são de Belo Horizonte, ou seja, aproximadamente 20% da premiação de um único município. São eles:

- Projeto Arte da Saúde
- Ateliê de Cidadania (categoria instituição pública)
- Associação Imagem Comunitária
- Rede Parabolinóica de Arte e Loucura (categoria ONG)
- Devotos de São Doidão (categoria grupo autonômo)
- Núcleo de Criação Sapos e Afogados (categoria grupo autônomo)
- Trem Tan Tan (categoria grupo autônomo)
- Airton Meirelles
- Apresentação com música (categoria pessoa física)
- Angelo Luz de Souza
- Composição e apresentação (categoria pessoa física)
- Frederico Eymard
- O verbo imaginário (categoria pessoa física)
- Ivo Ferreira de Lima
- Arte com cerâmica (categoria pessoa física)
- Ronaldo José de Paiva
- Anjos de aço se alimentam de mel ( categoria pessoa física)

Parabéns em especial aos premiados, e a todos, cidadãos belorizontinos, artífices dessa experiência singular, corajosa e tão lindamente construída: a do convívio da loucura entre nós.

Abraço, Miriam Abou-Yd
Posted by Picasa

novembro 03, 2009

Não-violência, Direitos Humanos e Segurança Cidadã: um Desafio de Comunicação e Cultura

Seminário
Não-violência, Direitos Humanos e Segurança Cidadã: um Desafio de Comunicação e Cultura

Segunda, Dia 9 de Novembro de 2009, das 9h30m às 17h30m, GRATUITO
Lia Diskin, Michel Misse, Celia Passos, Luiz Eduardo Soares e Evandro Vieira Ouriques Este Seminário é a Participação do NETCCON na 28a. Semana Gandhi, da Associação Palas Athena

Salão Moniz de Aragão-Fórum de Ciência e Cultura da UFR, Campus da Praia Vermelha.
Mais Informações: 21.9205.1696
evouriques@terra.com.br


Realização
NETCCON-Núcleo de Estudos Trandisciplinares de Comunicação e Consciência.ECO.UFRJ, através de seus cursos JPPS-Jornalismo de Políticas Públicas Sociais e Construção de Estados Mentais Não-violentos na Mídia.

Parceiros Institucionais
Associação Palas Athena-SP
ANDI-Agência de Notícias dos Direitos da Infância
NEF-Núcleo de Estudos do Futuro da PUC.SP
UNIC-Rio, Centro de Informações das Nações Unidas no Rio de Janeiro

Programa

9h30m-12h30m

Abertura e 1a. Sessão

A Não-violência como Princípio Frente à Violação de Direitos pela Ação da Violência
Profa. Lia Diskin

É Possível Controlar a Violência Sem Violência?
Prof. Michel Misse

O Desafio de uma Teoria e Ação Social centradas na Autonomia Cidadã de Referenciar o Interesse, o Poder e a Força nos Valores Comunais
Prof. Evandro Vieira Ouriques

14h30m-17h30m 2a. Sessão

Novas Perspectivas para a Superação da Violência e do Crime:
A Justiça Restaurativa no Brasil e no Exterior
Dra. Celia Passos

Por uma Filosofia do Perdão e da Reconciliação
Prof. Luiz Eduardo Soares

Território Mental: onde se desenham a Cultura de Comunicação e Educação para as Políticas Públicas Sociais e a Sustentabilidade
Prof. Evandro Vieira Ouriques

Fundamentos

Não-violência, Direitos Humanos e Segurança Cidadã: um Desafio de Comunicação e Cultura é o tema definidor de um novo futuro neste campo que afeta a todos, diante da naturalização, feita pela Teoria e pelo Senso Comum, de que a violência seria a grande e inevitável narrativa unidimensional do humano. A crise é a imensa oportunidade de dedicarmo-nos ao fato de que as grandes narrativas (contra as quais se voltou a pós-modernidade, ressalvadas aqui suas conquistas) não são mais “coisa do passado” (Eagleton) e que “as crenças culturais intimamente ligadas a medos relativos à auto-identidade (...) são muito mais difíceis de derrubar do que florestas”.

A missão do NETCCON é contribuir para a construção transdisciplinar e transcultural de uma nova Teoria, Ação Social e Educação que fundam a Cultura de Comunicação (Amaral), portanto no vigor do Envolvimento com o que se pensa ser um Outro absoluto, para que pela construção de uma Mente Sustentável seja possível mais Cidadania, mais Políticas Públicas Sociais, mais Gestão transformadora, mais Responsabilidade Socioambiental: quando a Palavra (Buber, Arendt) é movida pela Escuta e assim é capaz de eliminar as impregnações, resíduos e latências insustentáveis e anti-democráticas da violência presentes no Território Mental de muitos indivíduos, redes, movimentos e organizações dos três setores.

A construção de vidas, carreiras, redes, movimentos e organizações sustentáveis e democráticas depende dos valores comunais que as inspirem, e eles vigoram na decisão feita pelo que chamamos de “indivíduo” (Castoriadis), uma vez que o que chamamos de “social” é o resultado não-dualista em rede da decisão de cada um. Afinal, é assim que se iniciam e se dão os processos de transformação histórica.

Para isto trabalhamos estatuto teórico e metodologias operacionais no campo da Teoria da Comunicação e da Cultura, da Filosofia Política e da Filosofia da Linguagem, traduzindo, aproximando, comparando e sintetizando conhecimentos que atendam à urgência de restabelecer a experiência de Comunicação, que é a da própria condição humana. Passou o tempo da Teoria e da Ação Social que naturalizam a inevitabilidade da violência. É hora da Não-violência, como a base do biológico, do psíquico e do social (Maturana), ser assumida pela Academia, pela Sociedade e pelo Estado.

O que podemos fazer com o que temos sido? Porque a recusa da identidade e da verdade resultou na “verdade” da violência absoluta, inclusive sob a forma da devoção à tecnologia? Porque tanto interesse no pós-humano e tanto desdém em relação ao pós-violento? O que sustenta a sociabilidade? Porque manter a dádiva para dentro e o interesse e o poder para fora? Aonde está o vigor do princípio da autonomia e da criatividade que fundou esta civilização?

Carinhosa-mente grato aos meus ancestrais, a minha família, aos preciosos parceiros e público que nos honram e felicitam ao aceitar o convite para este Diálogo,

Prof. Evandro Vieira Ouriques
NETCCON, Coordenador


Palestrantes

Profa. Lia Diskin
Formada em Jornalismo, com especialização em Crítica Literária. É co-fundadora da Associação Palas Athena e criadora de dezenas de programas culturais e sócio-educativos. Coordenadora do Comitê Paulista para a Década de Paz, um programa da UNESCO. Conferencista no Brasil e no exterior. Recebeu, na celebração de 60 anos da UNESCO, o Diploma de Reconhecimento pela sua contribuição na área de Direitos Humanos e Cultura de Paz. Articulista e editora, é autora de “Vamos Ubuntar – um convite para cultivar a paz” e co-autora de “Paz, como se faz?”, ambos publicados pela UNESCO.

Prof. Michel Misse É Professor associado do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia do IFCS-UFRJ. Mestre e Doutor em Sociologia, coordena o Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana da UFRJ – NECVU. É autor de inúmeros artigos em periódicos especializados e de livros como “Crime e Violência no Brasil Contemporâneo” (Rio, Editora Lumen Juris, 2006) e “Acusados e Acusadores. Estudos sobre ofensas, acusações e incriminações”. Dirige Dilemas-Revista de Estudos de Conflito e Controle Social, e é um nome de referência na área temática de estudos sociológicos sobre a violência urbana no Brasil. Coordena Acordo Capes-Cofecub com a Universidade de Lille, na França, desde 2008 e participa da Plataforma Internacional de Pesquisas sobre a Violência, com sede na Universidade de Bielefeld, na Alemanha.

Dra. Celia Passos Mestra em Direito e Sociologia pela UFF, com Diploma Universitário em Mediação pelo Institut Universitaire Kurt Bösch, Suíça/Argentina. MBA pela Fundação Dom Cabral e Pós MBA pela FDC-Kellogg School of Management, Chicago. Fundadora do ISA-ADRS-Instituto de Soluções Avançadas para Diálogos e Construção de Consenso. Membro do Fórum Permanente de Práticas Restaurativas e Mediação do TJ-RJ e da Câmara de Mediação da OAB/RJ. Conselheira Suplente no Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente CEDCA. Pesquisa o tema dos Direitos Humanos, Transformação de Conflitos e o Fortalecimento das Instituições Democráticas.

Prof. Dr. Luiz Eduardo Soares Professor da UERJ e da Estácio de Sá. É assessor especial da prefeitura de Nova Iguaçu (RJ). Pós-doutorado em filosofia política. Foi Secretário Nacional de Segurança Pública; Subsecretário de Segurança e Coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania, do Estado do Rio de Janeiro; Secretário Municipal de Valorização da Vida e Prevenção da Violência de Nova Iguaçu. Livros recentes: "Meu Casaco de General: 500 dias no front da segurança pública do Estado do Rio de Janeiro"; "Cabeça de Porco", com MV Bill e Celso Athayde; “Elite da Tropa”, com André Batista e Rodrigo Pimentel; “Legalidade Libertária”; “Segurança Tem Saída” e “Espírito Santo”, com Carlos Eduardo Lemos e Rodney Miranda.

Organizador

Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques
Professor adjunto do Departamento de Expressão e Linguagens da ECO-UFRJ. Dedica-se à constituição de um pensamento novo capaz de libertar os sujeitos da captura pelo mesmo discurso que dizem querer superar no plano social. Mestre e Doutor em Comunicação e Cultura, com pós-doutorado em Estudos Culturais, coordena o Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência-NETCCON. É autor de artigos como “Território Mental: o Nó Górdio da Democracia”, “Comunicação, Palavra e Políticas Públicas”, “O Valor Estratégico da Não-Violência para o Vigor da Comunicação”, “Desobediência Civil Mental: a Ação Política Quando o Mundo é Construção Mental” e “Gestão da Mente Sustentável: o Desenvolvimento Socioambiental como Questão da Comunicação e da Consciência”, e organizador e co-autor de livros como “Diálogo entre as Civilizações: a Experiência Brasileira”, e “Consciência e Desenvolvimento Sustentável nas Organizações”. Dirige a área de Comunicação e Cultura do Núcleo de Estudos do Futuro-PUC.SP, é membro do Global Panel do Milenniuum Project e da Associação Internacional de Estudos Ibero-Eslavos e consultor de redes e organizações dos três setores, como a UNESCO.

Fonte: www.consciencia.net/agencia
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outubro 31, 2009

Homenagem a Paulo Leminski, Alice Ruiz e Itamar Assumpção na Saraiva MegaStore Manaus

Lígia Marina e Guilherme Furtado
Cia. Navalha na Liga, Nada na Barriga

Homenagem a Paulo Leminski, Alice Ruiz e Itamar Assumpção na Saraiva Mega

Na quarta-feira, 4, a com Cia. Navalha na Liga, Nada na Barriga apresentará o espetáculo Sabe o que é?, uma interpretação cênico-musical sobre a obra do casal de poetas Alice Ruiz e Paulo Leminski e do compositor Itamar Assumpção. A apresentação será às 19h30, no Espaço Cultural Thiago de Mello (Saraiva MegaStore/Manauara Shopping).

O experimento poético-musical mistura músicas e poemas dos escritores . É um show onde toca-se, recita-se e atua-se de forma descontraída.

A Cia Navalha na Liga, Nada na Barriga é formada pela atriz, arte-educadora e contadora de história Lígia Marina e pelo músico-compositor Guilherme Furtado. Ambos são de São Paulo mas estão passando uma temporada em Manaus. A dupla formou-se este ano unindo uma vasta experiência teatral e musical de ambos.

Contato: Lígia Marina limarina70@yahoo.com.br

Andreia Mayumi
Assistente de comunicação
Saraiva MegaStore Manaus
(92) 3236 9200 R-2033 / 8102 7432
andreiam@livrariasaraiva.com.br
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